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4 de dezembro de 2012

NOVO TIME DE EMPRESÁRIOS QUER LEVAR O FLAMENGO A GOLEADA / NEW TEAM OF ENTREPENEURS WANT TO TAKE FLAMENGO OUT OF CRISIS


Vitorioso nas eleições o Flamengo, presidente Eduardo Bandeira de Mello quer promover choque de gestão no clube rubro-negro; do seu lado, conta com um time de executivos de peso. Nova gestão quer que time fique mais parecido com uma empresa para retomar glórias do passado.
Nesta segunda, os sócios do Flamengo escolheram seu novo presidente para os próximos três anos. Sai Patricia Amorim e entra Eduardo Bandeira de Mello, que chefiou por 25 anos a área de meio ambiente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Sua eleição não marca apenas a entrada de um novato nos quadros do Flamengo. Ela promete chacoalhar a gestão do rubro-negro, com a colocação de executivos de peso nos principais cargos administrativos do clube carioca.
Há pouco mais de um mês, Bandeira de Mello era um desconhecido para os associados. Acabou assumindo a campanha no meio do caminho, no vácuo deixado por Wallim Vasconcellos. Também egresso do BNDES, o empresário teve a candidatura impugnada pelo fato de ser sócio do Flamengo há menos de cinco anos. Bandeira de Mello tem 34 anos de clube.
Se as cabeças mudaram, o discurso da chapa permaneceu o mesmo: gestão moderna, com a criação de um conselho de administração composto por empresários. A ideia é replicar o que acontece dentro de uma empresa, colocando executivos bem remunerados em cargos-chaves - e cobrando pela atuação de cada um no cumprimento das metas.
Para desatar o nó nas finanças do Flamengo, por exemplo, o escalado será Carlos Langoni, diretor da Fundação Getúlio Vargas e ex-presidente do Banco Central. Sua missão não será das mais fáceis.
Segundo levantamento da consultoria BDO Brazil, o time fechou 2011 com uma dívida de 355,4 milhões de reais, engordada por pendências fiscais e trabalhistas. Apesar de ser apontado como a equipe de futebol com maior torcida no país - com 30 milhões de rubro-negros -, o Flamengo ficou apenas no quinto lugar entre os times com maior receita, com 185 milhões de reais embolsados no ano passado.
"Indiscutivelmente ele tem a maior marca do Brasil. É preciso maximizar seu potencial de ganho", afirma Amir Somoggi, consultor em marketing e gestão esportiva. Em 2011, metade do dinheiro arrecadado pelo Flamengo veio da negociação de cotas de TV. A divisão de patrocínio e publicidade respondeu por 24% desse bolo. Mas o clube está sem patrocínio master há mais de um ano e meio.
“Com 10% da torcida do Flamengo, o Internacional fatura mais com royalties e faz um trabalho de gestão de marca muito mais eficiente”, disse Somoggi. Para equalizar a situação, a nova gestão de marketing ficará sob gestão de Luiz Eduardo Baptista, que também é presidente da Sky. 
Outras áreas estratégicas também tiveram mudanças na linha de frente. Rodolfo Landim, ex-EBX e sócio da Maré Investimentos, assume a vice-presidência de patrimônio. Alexandre Póvoa, sócio da gestora europeia Canepa, será o novo vice-presidente de esportes olímpicos. Para o futebol, a ideia é eleger um diretor executivo remunerado, ainda sem nome definido.
Dá certo?
Não é a primeira vez que um time elege a profissionalização como forma de arrumar a casa. No Brasil, o Coritiba resolveu abraçar a causa depois de ter sido rebaixado em 2009. Vilson Ribeiro de Andrade, atual presidente do conselho administrativo do clube e ex-CEO do banco HSBC, assumiu a cadeira em 2010 e instituiu um rigoroso sistema de metas. As finanças também passaram por um pente-fino.
Em dois anos, os associados subiram de 2.500 para 31.000 pessoas. E o Coxa viu seu faturamento crescer 140%, chegando a 75 milhões de reais. Lá fora, a ascensão do Barcelona também costuma ser lembrada como exemplo de reviravolta – e das grandes. Quando assumiu o clube, em 2003, Ferran Soriano investiu numa reestruturação de peso. As dívidas foram equacionadas e o Barça passou a ter fluxo de caixa. Foi nessa época que surgiu o slogan "Mais que um clube", fruto de uma estratégia para colocar o clube na boca do povo.
Tanto deu certo que o cartola acabou escrevendo um livro de gestão ("A Bola Não Entra por Acaso"). Também virou uma espécie de consultor para o Corinthians a partir de 2007.
Ainda que a realidade de alguns times dê mostras que é possível atravessar o caminho das pedras, o Flamengo tem, na opinião do consultor Amir Somoggi, outro inimigo a enfrentar. “Não adianta falar em análises técnicas e abordagens mercadológicas, se não houver equilíbrio dentro do clube. E o Flamengo tem um problema crônico que é o seu ambiente político”, pontuou. Longe das quatro linhas, o novo time de empresários tem três anos para resolver o problema. Resta saber se ele chegará lá. 
Certamente que tem tudo para fazer sucesso, o que resta saber é se o quadro de conselheiros do clube aprovará a nova administração, e que os que fazem a politica do caranguejo, deixem este resquício de lado, porque este é um velho entrave nas modernidades que estas instituições arcaicas e em desuso tem, mas, precisam mudar, sob pena de fecharem as portas. 

O único impedimento que vejo, é que nenhum deles tem entendimento do que é o futebol, dentro ou fora do campo, até porque o futebol tem razões que a própria razão desconhece. Mas assino embaixo, até porque já chegaram no fundo do poço faz tempo.
Mas, como já temos mostras de administrações modernas feitas com sucesso, duvido muito que os sócios conselheiros queiram acabar de enterrar jogando esta última par de cal neste grande clube do futebol mundial e brasileiro chamado Flamengo.
Fonte: EXAME. Foto: Divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto queiroz Junior.

Flamengo victorious in the elections, President Eduardo Bandeira de Mello shock management wants to promote the club Flamengo, on his side, has a team of executives weight.

New management team that wants to be more like a company to regain past glories
On Monday, members of the Flemish chose their new president for the next three years. Sai Patricia Amorim and enters Eduardo Bandeira de Mello, who for 25 years headed the environmental area BNDES (National Bank for Economic and Social Development). 

His election marks not only the entry of a newcomer in the Flemish paintings. She promises to shake up the management of red and black, with the placement of executives in key management positions weight Club Rio.

A little over a month, Bandeira de Mello was an unknown for members. Ended up taking the campaign midway, in the vacuum left by Wallim Vasconcellos. Also egress from BNDES, the businessman had contested the nomination by being a member of Flamengo for less than five years. Bandeira de Mello has 34 years of club.

If the heads have changed the discourse of the plate remained the same: modern management with the creation of a board of directors composed of business. The idea is to replicate what happens within a company, well-paid executives putting in key positions - and charging for each performance in meeting goals.

To untie the knot in finance Flamengo, for example, be scaled Carlos Langoni, director of the Getulio Vargas Foundation and former president of the Central Bank. His mission is not the easiest.

According to a survey from consultancy BDO Brazil, the team ended 2011 with a debt of 355.4 million reais, fattened by tax and labor disputes. Despite being touted as the greatest football team with fans in the country - with 30 million Flamengo - Flamengo became only the fifth among teams with higher revenues, with 185 million reais pocketed last year.

"Arguably it has the biggest brand in Brazil. You need to maximize their earning potential," says Amir Somoggi, consultant in marketing and sports management. In 2011, half of the money raised by Flamengo came from trading quotas TV. The division sponsorship and advertising accounted for 24% of the pie. But the club is without sponsorship master for over a year and a half.

"With 10% of the fans of Flamengo, Internacional royalties bill with more work and makes a brand management much more efficient," said Somoggi. To equalize the situation, the new marketing management will be under the management of Luiz Eduardo Baptista, who is also chairman of Sky.

Other strategic areas were also changes in the front line. Rodolfo Landim, former member of the EBX and Tide Investments, assume the vice presidency equity. Póvoa Alexander, managing partner of the European Canepa, will be the new vice president of Olympic sports. 

For football, the idea is to elect a paid executive director, yet unnamed set.
It works?

It is not the first time that a team chooses to professionalization as a way to clean house. In Brazil, Coritiba decided to take up the cause after being relegated in 2009. Vilson Ribeiro de Andrade, current president of the board of the club and former CEO of HSBC, assumed the chair in 2010 and instituted a rigorous system of targets. Finances also went through a fine-toothed comb.

In two years, members rose from 2,500 to 31,000 people. And Thigh saw its revenue grow 140%, reaching 75 million. Outside, the rise of Barcelona also usually remembered as an example of turnabout - and big. When he took over the club in 2003, Ferran Soriano has invested in a restructuring of weight. The debts were dealt with Barça and now has cash flow. It was then discovered the slogan "More than a club", the result of a strategy to put the club in the mouths of the people.

Both worked the hat ended up writing a management book ("The Ball Do not Come by Chance"). It also became a kind of consultant to the Corinthians from 2007.

Although the reality of some teams will demonstrate that it is possible to cross the ropes, Flamengo has, in the opinion of the consultant Amir Somoggi, another enemy to face. "We cannot speak of technical and marketing approaches, if there is balance within the club. And Flamengo has a chronic problem that is their political environment, "he pointed out. Away from the pitch, the new team of entrepreneurs has three years to solve the problem. The question is whether he'll get there.

Certainly it has everything to succeed, what remains is whether the board of advisory of the club adopt the new administration, and those who make policy crab, let this remnant beside, because this is an old obstacle in that modernity’s these institutions have archaic and unused, but must change, otherwise go to shut the doors.

The only impediment or obstacle that I see is that none of them have an understanding of what are the football, on or off the field, or his ways, because football has its “reasons that the reason never knows”, but I will sign down, because the club arrived in a deep pool long time ago.

But, as we already have samples of modern administrations made successfully, here and abroad, I doubt very much that the partner’s councilors want to end up, burying they own club, this last pair of lime in this great institution in world football and called Brazilian "Flamengo".

Source: EXAME. Photo: Disclosure.Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

6 de dezembro de 2011

FGV e FIFA se unem para ensinar “negócio do esporte” / FGV and FIFA unite to teach "business of sports".

Parceria tem como meta suprir a demanda por profissionalização em gestão, marketing e direito no esporte.

São Paulo - O esporte nas redes sociais, uma parceria inédita da FGV com a FIFA e um emocionante encontro com Zagallo e João Havelange marcaram o segundo dia da e Claudia Penteado e Claudia Penteado, maior evento de negócios de futebol do mundo, realizado, entre esta segunda (28) e terça-feira (29) no Hotel SOFITEL e no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Membros da FGV (Fundação Getúlio Vargas) falaram da parceria com a FIFA para a Copa do Mundo de 2014 e do projeto em gestão, marketing e direito no esporte.

Sravros Xanthopoylos, diretor executivo online da FGV, abordou a demanda por cursos profissionalizantes relacionados ao esporte que resultou na parceria com a entidade maior do futebol mundial. O Brasil, por meio da instituição de ensino, é o 14º parceiro da FIFA na Copa de 2014.

“O brasileiro tem enorme interesse no esporte e a demanda por profissionalização em gestão esportiva tem crescido consideravelmente, como vemos na FGV. Nossa parceria com a FIFA para a Copa de 2014 é a prova dessa demanda”, disse o executivo.

Ricardo Trade, coordenador para o Brasil do CIES (Centro Internacional de Estudos do Esporte), abordou o projeto online realizado junto com a FGV, que envolve capacitação em gestão esportiva e o interesse social.

O programa envolve aperfeiçoamento das governanças e interessados na área esportiva, incluindo confederações, federações, associações, clubes, atletas, mídia e ONGs. “Manteremos o padrão de qualidade internacional.

As disciplinas terão uma visão geral da indústria do esporte e a participação em rede será altamente qualificada. “Para ser um gestor na área esportiva, é preciso não se limitar a cursos de marketing esportivo, é preciso avançar em áreas como administração, direito e outras”, disse Trade.

No workshop sobre redes sociais, que reuniu Guilherme Santa Rosa, COO (Chief Operating Officer) da MOWA; e Nigel Tatlock, CEO da Atlas Premium Brands, ficou a mensagem que de fato o torcedor torna-se cada vez mais multi-plataforma no consumo de esportes e que a melhor estratégia para as marcas será desenvolver projetos que abranjam todas as redes sociais possíveis.

Tatlock destacou que os próprios clubes são redes sociais por excelência e aproveitou para vender um produto da própria Atlas, chamado “Second Screen”, ferramenta que permite aos fãs assistirem a seus jogos favoritos e acessarem de um só lugar todas as redes sociais, além de interagirem com conteúdos exclusivos sobre o jogo que estão assistindo.

Santa Rosa também vendeu seu peixe: uma plataforma que permite a criação de aplicativos pelo próprio usuário sobre o tema que ele quiser – pessoal, de um time, um game, uma empresa. A ferramenta, intitulada “Universo”, permite a criação gratuita de aplicativos móveis para mais de cinco mil modelos de celulares.

Santa Rosa não está muito otimista com as perspectivas de boa conexão à rede via celulares e outros devices na Copa do Brasil em 2014, lembrando que na África do Sul também houve problemas.

O executivo sugere às marcas que não querem sofrer tanto com o “ambush marketing” – em que não patrocinadoras se apropriam do evento com agressivas estratégias nas redes sociais – que se mobilizem desde já com estratégias competentes, com forte ativação e engajamento das pessoas.

“Esta é uma indústria repleta de propriedades e o maior problema é quando grandes marcas não patrocinadoras realizam estratégias para aparecer mais do que as patrocinadoras.

“O jeito é usar todas as ferramentas ao alcance de quem patrocina como ativos de imagem acesso a jogadores e todo um arsenal que só tem quem pagou”, diz Santa Rosa.

Pois é pessoal, já podemos chamar isso de um “legado” da Copa do Mundo, sem esse evento, o Brasil certamente não teria esta parceria, pelo menos agora.

Fonte: ESPN.com. Foto: Divulgação.

Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Partnership aims to meet the demand for professionalism in management, marketing and law in the sport.

São Paulo - The sports social network, a unique partnership with FIFA and FGV and an exciting meeting with Joao Havelange, Zagallo and Claudia Penteado marked the second day of the largest business event in the football world, held between the Monday (28th) and Tuesday (29) in the SOFITEL at Copacabana Fort in Rio de Janeiro.

Members of the FGV (Getulio Vargas Foundation) spoke of the partnership with FIFA for the World Cup 2014 and the project management, marketing and law in the sport.

Sravros Xanthopoylos, CEO of online FGV, addressed the demand for professional courses related to the sport that resulted in partnership with the larger entity of world football. Brazil, through the educational institution, is the 14th partner of the FIFA World Cup in 2014.

"The Brazilian have a strong interest in the sport and the demand for professionalism in sports management has grown considerably, as shown in FGV. Our partnership with FIFA for World Cup 2014 is proof of that demand," he said.

Ricardo Trade, coordinator for Brazil's CIES (International Centre for Sports Studies), addressed the online project conducted with the FGV, which involves training in sports management and social interest.

The program involves improving governance and interested in sports, including confederations, federations, associations, clubs, athletes, media and NGOs "We will maintain the international quality standard.

The subjects will have an overview of the sports industry and participation in the network will be highly qualified. "To be a manager in sports, you need not be limited to courses in sports marketing, you need to move forward in areas such as business, law and others," said Trade.

In the workshop on social networks, which met William Santa Rosa, Chief Operating Officer (COO) of Mowa, and Nigel Tatlock, CEO of Atlas Premium Brands, was the message that in fact the fan becomes increasingly multi-platform consumption sports and the best strategy for brands is to develop projects that cover all possible social networks.

Tatlock said that the clubs themselves are networks of excellence and took to sell a product of the atlas, called "Second Screen" tool that allows fans to watch their favorite games and access in one place all social networks, and interact with exclusive content about the game they are watching.

Santa Rosa also sold their fish: a platform for creating applications for its customers on the topic that he wants to - personnel, a team, one game, one company. The tool, entitled "Universe", allows the creation of free mobile applications for more than five thousand phone models.

Santa Rosa is not very optimistic about the prospects for a good connection to the network via mobile phones and other devices in the Brazil Cup in 2014, noting that in South Africa there were problems.

The executive suggested that the marks do not want to suffer so much with the "ambush marketing" - it does not take ownership of the event sponsors with aggressive strategies in social networks - to mobilize already competent with strategies, with strong activation and engagement of people.

"This is an industry full of properties and the biggest problem is when big brands do not perform sponsoring strategies appearing more than the sponsors.

"The way is to use every tool available to anybody with sponsors such as image assets, and all players access to an arsenal that only those who have paid," says Santa Rosa.

Well people, now we can call this a "legacy" of the World Cup, without this event the Brazil certainly would not have this partnership.

Source: ESPN.com. Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz.
Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.