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19 de janeiro de 2015

Dilma veta MP que aliviaria clubes no refinanciamento de dívidas

Já no final da noite desta segunda-feira, a presidenta da República, Dilma Rousseff, vetou o artigo 141 da Medida Provisória 656, que dizia que os clubes poderiam parcelar suas dívidas com a União em 240 vezes, com descontos de 70% em multas e 50% em juros, sem, no entanto, terem de cumprir nenhum medida de responsabilidade financeira e de gestão, previstas na discussão da Lei de Responsabilidade Fiscal dos clubes.
"Falei há algumas horas com representantes da Casa Civil, e eles confirmaram que a presidente vetou a Medida Provisória. Estamos satisfeitos porque poderemos voltar a negociar as contrapartidas em relação à aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal dos clubes", afirmou ao ESPN.com.br Ricardo Borges, diretor executivo do Bom Senso FC, grupo que reúne mais de mil jogadores de futebol do país e que era contra a MP.
"Sabemos o quanto essa lei é importante para os clubes, não somos contra ela, mas sabemos o quanto que devemos avançar no estabelecimento das contrapartidas, e é isso que vamos fazer agora para tentar fazer tudo o mais rápido possível", continuou.
No fim do ano passado, Câmara e Senado aprovaram a MP 656, que trata de isenção de imposto a importação de aerogeradores, equipamento usado na agropecuária. O parcelamento das dívidas dos clubes foi incluído em emenda do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), membro da "bancada da bola".
A aprovação da possível medida provisória dividiu opiniões. Flamengo, Coritiba, Internacional e Vitória, por exemplo, enviaram uma carta conjunta à Presidência da República pedindo que a lei fosse complementada com a inclusão das medidas de responsabilidade.
Já a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) mudou de opinião e enviou ofício à Casa Civil, na última sexta-feira, pedindo a aprovação do texto como estava.
Um negócio para se pensar e muito, de que adianta dar este refresco, se os dirigentes continuarem a fazer a mesma coisa. Este negócio de se ter um presidente que pode contratar mais do que tem de recursos não funciona.
Eu faria desta maneira, (o conselho), o presidente tem que primeiro conseguir receitas e depois usa-las, deixando sempre um capital minimo em caixa, sem isto, deveria responder com seus bens pessoais. e como se faria isso? Apresentando-se um plano de negócios como sua apresentação para o cargo do clube, que valeria durante sua gestão, falar palavras bonitas ou ser bem sucedido fora do futebol não vale.