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11 de setembro de 2013

AJUDANDO A CONSTRUIR UM AMANHÃ PARA O FUTEBOL BRASILEIRO


Calendário Ruim, Baixa qualidade dos jogos, Clubes insolventes,
Insegurança dos torcedores, Estádios vazios. Esses são alguns dos problemas
que acompanham há anos a realidade do futebol Brasileiro. Críticas surgem de
todos os lados e caem no vazio do lugar-comum, dedos são apontados em
todas as direções em busca de culpados a cada novo problema, mas poucas
propostas efetivas surgem neste árido ambiente. E porque isto não
acontece? Um Futebol mais forte traz entretenimento e alegria a
milhões de torcedores, além de gerar riqueza e empregos, razões
suficientes para sairmos da inércia. É passada a hora de aglutinar pessoas
com talento, conhecimento e disposição para pensar e propor alternativas
viáveis e inclusivas, que levem em conta os diversos interesses (legítimos)
existentes.
O FUTEBOL DO FUTURO é uma iniciativa voluntária nascida em
novembro de 2012, a partir da mobilização de 18 experientes profissionais da
Gestão e do Marketing Esportivo, interessados em propor alternativas viáveis
para o desenvolvimento do Futebol Brasileiro a partir de um enfoque técnico.
Em comum, partilhamos da opinião de que todos ganharão se tivermos um
ambiente de futebol mais eficiente, organizado, transparente e
financeiramente sustentável.
A primeira fase dos trabalhos foi dedicada ao diagnóstico detalhado da
situação atual do futebol Brasileiro, com a identificação de 52 focos de
problemas que integram o que chamamos de 5 grandes desafios ao futuro do
nosso futebol:
o Finanças permanentemente em Crise;
o Calendário Ineficiente e deficitário;
o Falta de credibilidade institucional e política;
o Perda da qualidade do jogo;
o Desvalorização do Futebol como produto.
Atualmente estamos trabalhando na fase de proposições, com o objetivo
de sugerir mudanças objetivas para cada um dos 52 problemas identificados.
O FUTEBOL DO FUTURO é um grupo sem carimbo ideológico ou ligado a
interesses específicos, contando com a doação de tempo, experiência,
conhecimento e esforço de seus integrantes, além de uma postura
conciliadora e de empatia às necessidades e problemas de todos os envolvidos
com o futebol.
O Objetivo final do FUTEBOL DO FUTURO é apontar soluções técnicas e
realistas para nossos principais problemas, criando condições para que
possamos competir com o que há de melhor no futebol internacional. Não há
motivo para timidez, somos a 7ª economia do Mundo e um país
apaixonado e com tradição no futebol, portanto é natural que
busquemos estar entre os 3 maiores mercados do mundo a médio
prazo. Mas para isso é preciso ação, e estamos parados.
FUTEBOL DO FUTURO – www.futeboldofuturo.net

Assino embaixo, a declaração, e esta brilhante iniciativa, porque está mais do que na hora de se mudar o FUTEBOL BRASILEIRO, que se diz PROFISSIONAL..


17 de agosto de 2012

O FUTEBOL BRASILEIRO E SUAS TRAPALHADAS, OU SERIA “MESMICES” / BRAZILIAN FOOTBALL AND BLUNDERS, OR WOULD BE “SAMENESS”.



Estamos vendo no momento alguns clubes arrumando seus times, e querendo disputar posições com aqueles times formados no ano passado. Seria muito bom que o futebol fosse somente alegria (já foi), ou um jogo inocente para se olhar nos finais de semana, junto com a família e os amigos. Hoje meus prezados, futebol é uma indústria e requer conhecimento, capacidade, entendimento, transparência e profissionalismo. 

Estamos com dois clubes na primeira divisão (Recife) que ainda (por incrível que pareça), estão tentando formar times e sem grandes estrelas, até por necessidade, mas a questão, meus amigos, é o tempo e o planejamento, e logicamente que isto promove estabilidade e conjunto, e isto são o que um amontoado de jogadores precisa ter, para ser chamado de time. E escutei de um dos presidentes que iríamos disputar a Libertadores, e de outro lado alguns falam que vamos disputar para não cair com os outros seis clubes que como nós não tem condições monetárias e profissionais, para ter um grande time.

Quero lembrar, "mi amis", que o Santos, e o Flamengo (por sua administração mambembe e amadora), também estão tentando formar seus times, mas eles tem mais recursos e não estão nem um pouco preocupados em se manter dentro de um orçamento. E se esta administração fizer mais dividas, é problema da próxima, portanto, isto não interessa pelo menos a eles no momento e certamente tem muito mais cacife para contratar e não tenho dúvida de que deverão sair desta classificação de rebaixamento.

Teremos que tirar o chapéu pelo menos, caso seja verdadeira esta premissa de que os daqui, estão tentando honrar seus compromissos, é louvável e merecem o crédito, agora não sei se a torcida irá concordar com isso.

Porém, pensar que vamos chegar na Libertadores ou até mesmo estar entre os primeiros colocados é totalmente insano. Estamos sim, prezados, lutando para não voltar para a segundona, e é uma pena ver que eles não se programam, não fazem seu dever de casa, e até porque está na segunda divisão e não dever nada é ingrato, mas compreensível é estar na primeira, sendo visto e falado, tendo melhores chances de conseguir patrocínio e outros recursos é diferente, mas será que eles têm este planejamento e está visão? Pelos resultados, é lógico que não.

Aqui em nossa cidade (Garanhuns) o que ouvimos é que todos os empresários locais deveriam patrocinar o clube, mesmo sabendo que quem está lá não entende de futebol e não irá a lugar nenhum, portanto, este é o nosso futebol da mesmice, da mentira e da enganação e que alguns ainda teimam em chamar de “profissional”.

Fonte: Roberto Queiroz. Foto: divulgação.
Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

We are currently seeing some clubs packing their teams, and wanting to play with teams formed last year or even two years ago. It would be good that football was only joy (was long time ago), an innocent game to look at the weekend, along with family and friends. Today dear’s, football is an industry requires knowledge, skills, understanding, transparency and professionalism.

In our state, we have two clubs in the first division (Serie A) that still (oddly enough), are trying to form teams and don’t have big stars, because the budget and necessity, but the question is the time and plannings, they don’t did in time and, logically, it promotes instability with a bunch of players needed to be called to make a team. And more, some people say that we will need to compete with six other clubs to not fall to the second division, but without monetary conditions and professional planning, it will be hard to have a great team.

I remember, “mi amis”, that Santos and Flamengo (that are currently administered shoddy and amateur), are also trying to form their team now, but they have big budget and are not a bit worried to expend much money. And if this administration does more debt it will stay for the next president, so, It really doesn't matter the bill, someone will pay and will not be one of them.

Here, we have to take our hat off at least, if this premise is true that they are trying to honor their commitments, is commendable and deserves credit, now do not know if the fans will agree with this.

But think that we will reach the Libertadores of América Cup, or even placed among the first, is insane, much less listen to a president to open his mouth to say it.

We are yes, dear, struggling not to stay at the Premiership, and it's unfortunate to see that they are programmed not made they homework, and even because it is in the second division and owe nothing is ungrateful, but is understandable and in the Serie A, being seen more and spoken with better chances of getting sponsorship, and other resources is different, but do they have this plan and vision? Because the result is I doubt for sure.

Here in our city we hear is that the whole city has to sponsor the club, even though there are those who do not understand football and not going anywhere, so this is our game of sameness, of lies and deception and that some still insist on calling "professional."

Source: Roberto Queiroz. Photo: publicity.
Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

16 de julho de 2012

FIM DA SÉRIE D? FEDERAÇÕES PARASITAS UNEN-SE POR RETROCESSO / END OF SERIES D? FEDERATIONS PARASITES ARE UNITED BY REVERSE.


Sugestão de federações estaduais da CBF anularia todo o processo de estruturação da Série C nacional.
A Série C do Campeonato Brasileiro foi, por muitos anos, um monstrengo difícil de entender. Dezenas de clubes, classificação confusa, e para grande parcela dos participantes uma experiência que não durava mais de seis partidas, deixando um enorme vazio no calendário.

Com a criação da Série D, a CBF conseguiu, tardiamente, mostrar um plano de estruturação da Série C: enxugar e dar a ela um formato de campeonato, para garantir uma temporada cheia aos participantes. 

Financeiramente ainda não é viável repetir o formato de pontos corridos adotado nas duas principais divisões, mas para 2012 foi dado um passo importante: serão dois grupos de 10 equipes, com jogos de ida e volta, transmissão pela TV e despesas de viagens cobertas. Equipes importantes, como Santa Cruz e Fortaleza, se beneficiam enormemente. Não apenas pelo dinheiro, mas pelo lado esportivo: em um campeonato longo, há mais espaço para premiar quem se organiza e se planeja.

Nesta segunda-feira, boa parte das federações estaduais pediu à CBF que reconsidere a existência da Série D, alegando que ela é deficitária e desanima possíveis investimentos nos clubes que sonham com uma vaga na primeira divisão nacional.

A ideia de alguns é voltar a inchar a Série C, ignorando o fato de que ela era exatamente o que se tornou hoje a D. Ou seja, seria um absurdo retrocesso. Em vez de melhorar seus Estaduais cada vez menos interessantes, querem rebaixar o futebol nacional.

Estruturar-se para chegar e permanecer em uma terceira divisão estável (e não mais deficitária) pode ser muito mais interessante em longo prazo do que passar apenas uma temporada na Série B sem capacidade técnica e financeira para tal. O tombo é maior.

É difícil acreditar que as federações querem mesmo defender os interesses dos clubes filiados. Tais instituições, nas figuras de seus eternos presidentes, sobrevivem das migalhas políticas e financeiras que a CBF sempre lhes ofereceu.

José Maria Marin, disposto a tudo para sustentar o poder que caiu em seu colo, tem uma decisão importante nas mãos, mas é impossível não temer que ele tome a decisão política.

Em 2002, quando os clubes tiveram o poder de organizar as ligas regionais, as federações abriram o berreiro e recuperaram seus enfadonhos estaduais. Se pensassem mesmo no melhor para os clubes, nunca teriam matado o lucrativo Campeonato do Nordeste, por exemplo.

Melhorar a Série D, e não acabar com ela, é o caminho. Por que não transformar os Estaduais na própria Série D? Os clubes teriam calendário espalhado ao longo do ano e fariam parte da pirâmide de acesso/descenso do Campeonato Brasileiro - mesmo assim, poderiam manter a participação dos grandes, entrando apenas nas fases finais, para um máximo de 6 a 8 datas.

Ficaria para trás o problema de determinados clubes que acabam a temporada em maio. Teríamos datas de sobra para pré-temporada, pausas em datas FIFA e tudo aquilo que faz falta para nosso futebol ter uma cara mais profissional.

Difícil é o sistema feudal das federações estaduais se curvarem.

Concordo com quase tudo acima exposto, o problema é que temos um País continental e onde o futebol é ainda o maior esporte praticado, até pelo seu custo e por qualquer lugar se prestar a um joguinho. Então vamos por pontos, em primeiro lugar como a CBF nunca se importou com a administração do futebol brasileiro tanto é que entregou os campeonatos da Serie A e Serie B a duas instituições que nunca deveriam existir, na realidade não são reconhecidas pela FIFA como tal, pois somente a CBF é a representante legal da entidade para administrar o futebol.

Então temos campeonatos que estão sendo balizado por uma TV que compra seus direitos “exclusivamente”, dita as condições, negocia separadamente, quebrando assim qualquer tentativa de união e dita então quem poderá crescer, nivelando por cima o Sul e Sudeste, como se o Brasil fosse somente isso, esquecendo o resto deste País.

Que os nossos clubes são administrados por presidentes amadores e estagiários, todos já sabem, que as Federações Estaduais pertencem a famílias e grupos, ninguém duvida, até a própria CBF, quem está lá não sai tampouco. O que interessa é saber se isto irá continuar da maneira que está, porque se for, podem se conscientizar que nosso futuro é descer mais ainda, pois o fundo do poço está mais distante que pensava.

Temos que ter realmente uma Confederação Brasileira que administre e normatize o futebol Brasileiro como quem olha para sua própria família. O Brasil além de comportar uma Serie D, profissional, organizada e lucrativa, comporta outras mais, só precisa de planejamento, seriedade e conhecimento, não faz sentido a Alemanha e outros terem 9 divisões profissionais e o Brasil apenas 4.

Querem acabar com a galinha dos ovos de ouro sem saber. Temos condições de conseguir recursos para desenvolver mais e mais o futebol e em todo o País, basta querer, lembram-se daquele inglês que chegou aqui e pediu apenas 2 anos para administrar nosso futebol e faze-lo o maior, o mais visto e o mais lucrativo? Eu lembro sim, e sei muito bem do que ele está falando, e olhem que ele é inglês, um “gringo” que não conhece nossas necessidades, nossas mesquinharias e nossos problemas, ele só conhece o que pode fazer, usando o nome e a fama que o Brasil tem, mas tem por enquanto, é o que acho.

Por Leonardo Bertozzi, blogueiro do ESPN.com.br, espn.com.br, Atualizado: 16/4/2012. Foto: divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Tip of the state federations CBF nullify the whole process of structuring the National Series C.

The Series C of the Brazilian Championship was for many years, a monster hard to understand. Too much clubs, classification confusing, and for a large portion of the participants an experience that lasted more than six games, leaving a huge void in the calendar.

With the creation of Series D, CBF has, belatedly, to show a plan for structuring the Series C: make smaller and give it a league format, to ensure a season with full participants.

Is not financially feasible to repeat the format adopted consecutive points in the two main divisions, but in 2012 was an important step: it will be two groups of 10 teams, with games back and forth, television broadcast and travel expenses covered. Important teams such as Santa Cruz and Fortaleza, benefit greatly.

Not just for the money, but the sporty side: in a league long, there is more room to reward those who organized and planned.

On Monday, much of the state federations asked the CBF to reconsider the existence of the Series D, arguing that it is possible deficit and discouraging investment in the clubs who dream of a place in the national first division.

The idea is certain to swell back to Serie C, ignoring the fact that it was exactly what today has become a D. That is, it would be absurd setback. Instead of improving her state less and less interesting, want to lower the national football.

Structure to reach and remain stable in a third division (rather than loss) can be much more interesting in the long run than spending just one season in Serie B has technical and financial capacity to do so. The inclination is greater.

It's hard to believe that the associations even want to defend the interests of affiliated clubs. These institutions, in its eternal figures of presidents, survive on the crumbs and financial policies that the CBF has always offered them.

Jose Maria Marin, willing and able to sustain the power that fell into his lap, is an important decision in his hands, but it is impossible not to fear that he take the political decision.

In 2002, when the clubs had the power to organize the regional leagues, federations opened the screaming and recovered their boring state. If they thought it best for the clubs, would never have killed the lucrative Northeast Championship, for example.

Improving the Series D, not end it, is the way. Why not transform the State's own Series D? The clubs had spread throughout the calendar year and would be part of the pyramid access / decline of the Brazilian Championship - still could maintain the participation of large, entering only in the final stages, to a maximum of 6 to 8 dates.

I would be behind the problem of certain clubs that finish the season in May. We would have plenty of dates for pre-season breaks on FIFA dates and all that is needed for our game to have a more professional face.

Difficult is the feudal system of the state federations bow.

I agree with almost everything above, the problem is we have a continental country where football is still the greatest sport, even at its cost and anywhere lend itself to a game.

So let's points in the first place as the CBF never cared for the administration of Brazilian football is so much that he gave the championships in Serie A and Serie B to two institutions that should never exist in reality are not recognized as such by the FIFA, because only the CBF is the legal representative of the entity to administer the football.

So we have real championships which are being buoyed by a TV buying that their rights, "exclusively," thus, said the conditions, and negotiates separately, thus breaking the union of any attempt to the group to get more money, means, better payments and who can then grow by leveling up the south and southeast, only as if the Brazil was just that, forgetting the rest of this country.

That our clubs are run by amateurs presidents and interns, everyone already knows, that the Federations belong to families and groups, we have no doubt, even the CBF, who's out there either. What matters is whether this will continue the way it is, because if you can become aware that our future is going down even more, deep, because the bottom is more distant than previously thought.

We have to have a real Brazilian Confederation which will regulate and manage the Brazilian football like someone who looks for his own family. The Brazil and also include a Serie D, professional, organized and profitable, involves many more, just needs planning, professionalism and knowledge, doesn’t makes sense, for example, Germany and other countries have nine professionals divisions and Brazil only 4 and barely weak.

Do away with the chicken that lays golden eggs without knowing it. We are able to get resources to develop more and more our football and around the country, not only in small parts, just want to, remember that Englishman who came here and asked only for two years to run our football and make it the biggest, most watched and most profitable? In the world, I remember that, and I know very well what he is talking about, and look what he is a
English (foreign), a "gringo" who does not know our needs, our pettiness and our problems, he just knows what you can do, using the name and fame of Brazil.

For Leonardo Bertozzi, blogger ESPN.com.br, espn.com.br, Updated: 4/16/2012. Photo: publicity.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.