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12 de abril de 2010

Manchester United’s elimination at the quarter final stage of the Champions League will cost the club £15 million. Custou 15 milhões de libras a elimi


In income compared to last season, according to analysis from the International Journal of Sports Marketing & Sponsorship.

Em receitas que deveria ser recebidas pelo clube de acordo com a análise do Jornal Internacional de Esportes Marketing e Patrocínio.


UEFA distributes £3.5 million to each semi-finalist of the Champions League and £4.5 million to the beaten finalist, the position which Manchester United finished in last year. United would also have earned a likely £3 million plus from gate receipts and commercial revenues from hosting a semi-final.

A UEFA distribui 3.5 milhões de libras a cada semi finalista da Copa dos Campeões e 4.5 milhões para quem jogar a final, a posição que o Manchester terminou no ano passado. Os clubes Unidos de Manchester/Manchester Unidos deve ter recebido de bilheteria e vendas comerciais em torno de 3 milhões de libras por ter feito um jogo de semi finalista.

According to the Journal, sponsorship contracts would have included incentive clauses rewarding the club for reaching the final stages of the competition, payments of which could have netted United a further £2 million to £3 million. Reaching the final of the Champions League would have additional potential benefits such as helping to grow the club's international fan base and increasing merchandising revenues – estimated at £1 million to £2 million.

E ainda de acordo com este jornal, contratos de patrocinadores teriam clausulas que poderiam inclusive aumentar este recebimento se ele chegasse à final da competição, adicionando mais 2 a 3 milhões de libras. E se fosse o Campeão teria outros benefícios com termos adicionais ajudando e aumentando o venda de mercadorias - estimama-se em 1 a 2 milhões de libras.

"The figures will make depressing reading for the Glazers less than a week after estimates from JP Morgan stated that club matchday revenues in the next two years could drop by as much as £29 million," said Journal editor Michel Desbordes.

“Estes dados irão facilitar uma leitura muito constrangedora para os Glazers (donos do clube) menos de uma semana após as estimativas as JP Morgan, quando afirmou que as receitas do clube no próximo dois anos poderiam cair em até 29 milhões de libras, falou o editor do jornal Michel Desbordes.

"The club has also stated that ticket prices for next season will be frozen and it is understood that JP Morgan's figures reflect an expected fall in corporate hospitality revenue. Fans will no doubt worry that the lower revenues will mean that there is less money in the transfer kitty at a time when the squad is looking increasingly vulnerable."

"O clube afirmou ainda que os preços do bilhete para a próxima temporada deverão ser congelados e é óbvio que as figuras JP Morgan refletem uma queda esperada na receita de hospitalidade empresarial. Os fãs sem dúvida preocupam-se que as receitas menores significam que há menos dinheiro no caixa de transferências no momento em que o plantel fica vulnerável."

United were knocked out of the FA Cup in the third round to League One’s Leeds United, costing the club a potential revenue loss of at least £6 million had they had a good cup run, according to the analysis.

O United foi eliminado da Copa da FA na terceira rodada da Liga Unidos One’s Leed’s que custou ao clube a perda de receita potencial de pelo menos 6 milhões de libras se tivessem tido uma temporada boa, de acordo com a análise.

Fonte: Sport
Tradução: RQA

10 de abril de 2010

Engenheiros apresentam projetos de grandes estádios para o mundial.






Arquitetos e engenheiros ligados aos projetos dos estádios que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 participaram, na manhã desta sexta-feira (09), do 4° Fórum do Time dos Arquitetos da Copa. O evento fez parte do último dia do II Congresso Internacional de Tecnologia Aplicada para Arquitetura e Engenharia Sustentáveis.

Na ocasião, foram apresentados os projetos desenhados para as cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília. Por recomendação do Governo do Estado, as propostas da Arena Recife não foram comentadas, uma vez que a licitação que definirá a empresa responsável pela concepção do estádio ainda será definida até o final de abril.

O luxuoso projeto do Estádio Nacional de Brasília, no Distrito Federal, que substitui o Mané Garrincha impressiona pela magnitude. São mais de 214 mil m² de área construída em cinco pavimentos, sendo três no subsolo. Além do rebaixamento em cerca de 4 metros do campo, o estádio ganhará pelo menos quinze mil novos lugares, área VIP e ‘very VIP’ e uma estrutura de telões luminosos acima do público.
Um dos problemas apresentados foi o da cobertura retrátil, que, de acordo com o representante do projeto, Eduardo Castro Melo, não ficará pronto até a Copa de 2014. “Há muito entraves e são muitas empresas envolvidas na execução do projeto. De qualquer forma, a cobertura deve ser concluída nos anos seguintes”, afirma.

O complexo Mineirão e o Mineirinho foram contemplados com uma remodelação visual que encontrou entraves desde o início do projeto. Os estádios são patrimônios históricos de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e as adaptações para a Copa tiveram que obedecer a critérios pré-definidos que garantissem que as características originais dos dois pontos fossem conservadas.

A principal contribuição da proposta é a intensa geração de energia interna, através da captação de energia solar, além do reuso de água e o reaproveitamento do ar condicionado no ambiente, consolidando uma dinâmica sustentável ao empreendimento. A representante da empresa contratada para conceber o projeto, Laura Pena, destaca que os benefícios vão além da Copa do Mundo. “O Mineirão vai trazer mais conforto e elevar o nível de satisfação encontrado em grandes clássicos, em especial quando há a presença de grandes torcidas como em clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro”, lembra.

As intervenções foram levadas a outro nível no estádio do Internacional, o Beira Rio, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O projeto foi concebido para imprimir uma nova dinâmica urbana no entorno do estádio. Além de elevar a capacidade, aumentar estacionamento e padronizar toda a interface externa da estrutura, a proposta inclui a construção de um complexo comercial e hoteleiro na região. De acordo com o engenheiro responsável, Fernando Baluedi, a idéia é “dar uma nova cara ao Beira Rio, concluindo o processo de modernização que ele já vem passando há anos, com o requinte de primeiro mundo”.

Para o diretor do Portal 2014 e um dos idealizadores do fórum, Rodrigo Prada, esta troca de experiências entre os engenheiros e arquitetos trazem benefícios para todos os lados. "Se é preciso padronizar a qualidade e todos vão ter que adquirir, por exemplo, grama, por que não utilizar essa necessidade conjunta? Se doze estruturas precisam juntas de um mesmo produto, ele pode ser adquirido mais barato. Isso não é lobby, é uma forma de o próprio Governo economizar e garantir a qualidade do investimento em nível nacional" garante. Sobre o possível atraso no início das obras, o diretor defende a paciência na concepção dos projetos. "Temos que estudar tudo com cautela e são nestes projetos que obteremos as respostas. Faremos testes de segurança com 100 dias de antecedência para tudo sair nos conformes. É melhor investir em tempo neste momento do que ter que correr atrás de prejuízos estruturais mais na frente", sentencia.

Prada ainda destaca a necessidade de que os projetos estejam alinhados quanto à questão ambiental, uma das principais bandeiras defendidas pela organização da Copa no Brasil. "A idéia da Copa Verde começou com a Alemanha, mas é no Brasil que a proposta pode ser consolidada. Temos uma tecnologia diferente, hoje, da Alemanha de 2006 e superior à postura adotada na África do Sul. Queremos ser referência e contribuir para os eventos do gênero no futuro", conclui.

Exemplo - No que diz respeito à Copa do Mundo, Pernambuco ainda define os pontos básicos. Justamente por isso, o projeto final da Arena Recife ainda não foi apresentado à imprensa. Nenhuma empresa do Estado está envolvida diretamente na concepção dos projetos, mas, de acordo com o vice-presidente de Arquitetura do Sindicato da arquitetura e da engenharia de Pernambuco (Sinaenco-PE), o filão para o setor vai beneficiar o mercado regional de forma sem precedentes. "Não se trata apenas de um estádio, mas de todo um complexo estrutural que está atrelado a um evento como a Copa. Em termos de acesso, construção de hotéis e etc. Tem toda uma lógica que vai ser suprida por empresas pernambucanas, que devem se preparar para aproveitar esse momento", explica.

De acordo com o sub-coordenador do Time de Arquitetos para a Copa, Vicente Melo, o exemplo apresentado pela organização da Copa da África do Sul serve de lição para a postura que deve ser adotada pelo Brasil. De acordo com ele, as distinções de investimentos em diversos estádios tomam proporções absurdas. "É como uma junção de carros e carrocinhas" compara ao comentar o resultado final de estádios como o Ellis Park e o Soccer City, ambos em Joanesburgo. "Precisamos padronizar os estádios para que vendamos uma imagem consolidada da engenharia brasileira", explica.

Ainda segundo Melo os benefícios de sediar uma Copa do Mundo vão além dos fatores regionais e devem levar em consideração as questões culturais atreladas ao Mundial. "Esta é uma oportunidade de empresas de todo o país mostrarem o potencial brasileiro a todo o mundo e transformar esta experiência em capacidade de prestação de serviços e consultorias em todo o mundo. Para isso, é preciso um padrão de qualidade superior e exclusivo para que, com um alto padrão, seja possível criar uma Copa com a cara do Brasil", conclui.

Fonte: Diário de Pernambuco, com fotos de Ed Wanderley.

Hoje mesmo comentei isto no Curso de Gestão Esportiva, na Universidade Católica de Pernambuco, convidado que fui para falar um pouco sobre o futebol profissional brasileiro, que só tem o nome, falido que está. E da organização do futebol mundial, mais precisamente europeu, onde realmente está começando a mudar levando a sério o “negócio”, ou seja, é “business” da mais alta lucratividade.

Deixo meus agradecimentos à tão honrosos expectadores interessadas em aprender realmente o que é ser um Administrador no futebol profissional brasileiro. Espero dentro em breve receber, fotos da classe para colocarmos no nosso site.

Percebi através deste tempo que falei e que fui questionado, que nem tudo está perdido, que temos sim condições de mudarmos este paradoxo: O Brasil é o número 1 em futebol jogado, em atletas transferidos, em campeonatos conquistados, mas um dos últimos em gestão administrativa, aqui ainda tem “escravidão”, ainda se tem “coronéis” ainda temos “irresponsáveis” travestidos de dirigentes que pensam que podem tudo e que podem mudam até uma Lei Federal.

O que é uma pena e espero que a Princesa Isabel (seja lá onde estiver) esteja descansando em paz, mesmo com tudo que acontece no nosso futebol profissional. “Requiescat in pacem” princesa.

8 de abril de 2010

CORINTHIANS DESCLASSIFICADO DO CAMPEONATO PAULISTA EM SEU CENTENÁRIO.


Agora o campeonato Paulista não interessa, não iria dar retorno financeiro ao clube, fala até da cifra que deveria ser arrecadada, estas são declarações do presidente corintiano. E o Técnico que vem em seu auxílio, pois precisa de seu emprego.

Conversa pra boi dormir, na realidade o futebol brasileiro vive de “desculpas”, agora a pouco acabei de escrever sobre as desculpas do dirigente setembrino em Garanhuns. Quando você não consegue fazer o que queria, não se assume os erros e nem tem hombridade para assumir sua incapacidade administrativa.

Como falamos aqui mesmo no Nordeste, desculpa de amarelo é comer barro, quem em sã consciência acredita nestas declarações? Qual o clube que está completando 100 anos e sai do Campeonato Estadual por desclassificação e fica satisfeito, nenhum.

E espero que o pior não esteja para chegar, porque uma desclassificação na Libertadores e vamos ver muitas cabeças rolando lá pelas plagas paulista.