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24 de maio de 2015

Botafogo arrecada R$ 51 mil em 100 dias de campanha por Jefferson

© Fornecido por Gazeta Esportiva Com permanência garantida por mais dois anos e meio, goleiro tem parte dos salários pagos por torcida (Foto: Vitor Silva/SSPress)

Lançada em 13 de fevereiro, a campanha #NossoJefferson completa 100 dias neste domingo alcançando relativo sucesso entre os torcedores do Botafogo. Foram arrecadados R$ 51.875,00 neste período, com média de mais de R$ 2 mil doados por dia.
A quantia, porém, não ajuda muito o Glorioso, visto que equivale a cerca de 13% do salário mensal do goleiro. Obviamente a campanha não nasceu com a intenção de bancar os vencimentos do ídolo unicamente, mas ainda assim serve pouco ao Glorioso. Com mais três meses de vida, o valor doado pelos botafoguenses representa por volta de 4% da quantia recebida por Jefferson.
A ação foi criada pelo departamento de marketing do clube para ajudar a manter Jefferson em General Severiano. Após estar perto de deixar a equipe, ele atualmente é o único com salário alto do elenco que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro.
O goleiro de 32 anos é titular da Seleção Brasileira e chegou a sofrer grande assédio de outros clubes nacionais no início do ano. Passada a novela pela permanência, em janeiro foi anunciada a renovação de contrato até dezembro de 2017.
Infelizmente nossos dirigentes foram tirar da cartola, salários que não condizem com a condição do futebol Brasileiro, sei que isto se deve a competição que ocorre entre nós e o futebol Europeu, e que infelizmente, dado ao amadorismo dos presidentes dos clubes (para não falar em outras nuances menos corretas e sem transparência), o negócio ficou maior que a realidade, então, baixar agora tais salários, é praticamente impossível. 
Seria muito interessante, se mandar alguém estudar e entender a fundo a medida que a FA (Federação Inglesa), está fazendo, limitando a receita com as despesas dos clubes, e inclusive, colocando um teto nos salários e em valores para transferências. Temos que ir buscar o que está dando certo e logicamente adapta-lo às nossas necessidades e realidade.
Além desta medida, se poderia muito pelo menos "profissionalizar", os departamentos de marketing nos clubes, se contratando os profissionais no mercado, e que tenham vocação comercial (para se vender idéias/imagens/se trazer negócios), ao invés do próprio presidente ficar tentando fazer isso (querendo ser o que não é/não pode/nem sabe), é triste ver a fome de poder e de querer aparecer de certos presidentes.

13 de março de 2014

Britânica no Brasil diz que 'choque de preços' foi maior que o cultural




Em blog, britânica relata experiências no Brasil

Quando cheguei ao Rio, levei um choque. Maior do que o cultural foi o "choque de preços".

Por ser estrangeira, muita gente parte do pressuposto de que dinheiro não é um problema para mim. Quando veem o telefone celular simples que carrego, sempre se surpreendem e perguntam se não vou comprar um melhor.

Talvez", respondo, sabendo que, na verdade, não vou. Artigos eletrônicos no Brasil custam quase o triplo do preço cobrado na Inglaterra, mas as pessoas sempre me dizem que dá-se um jeito pagando em parcelas.

Mas não confio muito em preços que desfilam na sua frente fantasiados de barganha. Vai sempre sair mais caro no fim das contas. Juros embutidos, diriam os de mente mais matemática.

Além de minha falta de confiança no sistema de parcelas, já estourei meu orçamento deste mês com uma conta médica astronômica para os meus padrões. Tive um caso simples de infecção alimentar e saí de um médico em Ipanema com uma conta de R$ 600.

Eleanor se surpreendeu com os preços elevados cobrados no Rio de Janeiro

Outros custos menos abonadores também pesam no meu bolso. Das saídas noturnas ao biquini absurdamente caro apesar da pouca lycra usada. Moro no Brasil há dois meses, mas ainda me pergunto constantemente qual o preço "certo" a se pagar em situações do dia a dia.

Talvez o que eu identifique como uma dificuldade por ser estrangeira também seja uma sensação que mesmo vocês sintam. O fato é que a frase "Eu moro aqui. Não me cobre preço de turista, por favor!" está virando meu mantra.

Outra coisa que me deixa chocada é o alto preço do metrô. Antes o chão não fosse de granito e o preço fosse mais baixo.

Na estação Arcoverde, no Rio de Janeiro, pago até R$ 3,50 por um bilhete único. É menos do que um bilhete em Londres, mas talvez a melhor comparação venha da própria América Latina.

Na Cidade do México, onde vivi nos últimos seis meses, pagava menos de um terço deste valor, ou seja, o equivalente a R$ 0,90. E isso depois de um aumento que gerou uma série de protestos em dezembro.

E as surpresas não param por aí. No Brasil, o preço de um bilhete de ônibus pode ser quase tão caro quanto o de um bilhete aéreo em distâncias mais longas.

Fiz uma pesquisa de preços para ir do Rio a Salvador no dia 21 de março e encontrei uma passagem da GOL por R$ 325,90, portanto, apenas um pouco mais cara do que os R$ 320 que a Viação Itapemirim cobrava pela passagem de ônibus no mesmo dia.

Em todos os países que já conheci, passagens de ônibus são mais baratas do que passagens aéreas. Onde está a opção econômica no Brasil?
Diante de toda esta minha frustração, foi um grande achado descobrir a campanha $urreal, uma ótima ferramenta para consumidores.

Só espero que a campanha e as iniciativas de boicote a estabelecimentos que cobram preços abusivos não sejam apenas uma moda de verão.

Isoporzinhos e farofas deveriam virar um elemento constante na cultura da cidade. Pechinchar e reclamar de preços precisam ser a "norma". Se não, preços surreais é que serão.


Pois é até os nativos estão achando que as coisas saíram de controle e realmente estamos sendo saqueados descaradamente. 

12 de dezembro de 2012

OS MAIORES SALÁRIOS DE TÉCNICOS DE FUTEBOL NO BRASIL / THE GREATEST FOOTBALL COACHS SALARIES IN BRAZIL



1. Abel Braga, Fluminense 700.000 reais por mês.

2. Luxemburgo, Grêmio 600.000 reais por mês.

3. Muricy, Santos 600.000 reais por mês.

4. Tite, Corinthians 600.000 reais por mês.

5. Dorival Junior, Flamengo 450.000 reais por mês.

6. Oswaldo de Oliveira, Botafogo 380.000 reais por mês.

7. Cuca, Atlético Mineiro 350.000 reais por mês.

8. Celso Roth, Cruzeiro 300.000 reais por mês.

9. Gilson Kleina, Palmeiras 300.000 reais por mês.

10. Ney Franco, São Paulo 300.000 reais por mês.

11. Ricardo Gomes, (1) Vasco 200.000 reais por mês.

Os Maiores Salários de Técnicos de Futebol no Brasil

Dados não-oficiais, baseados em informações divulgadas pela imprensa. Não incluem premiações. Taxa R$ / Euro: 2,60 (1) Referem-se a valores de 2011, antes de seu afastamento.

Fonte|: Pluri consultoria. Foto: divulgação.
Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

1. Abel Braga, Fluminense 700 000 Reais per month.

2. Luxemburgo, Grêmio 600,000 Reais per month.

3. Muricy, Santos 600,000 Reais per month.

4. Tite, Corinthians 600,000 Reais per month.

5. Dorival Junior, Flamengo 450,000 Reais per month.

6. Oswaldo de Oliveira, Botafogo 380,000 Reais per month.

7. Cuca, Atlético Mineiro 350,000 Reais per month.

8. Celso Roth, Cruzeiro 300,000 Reais per month.

9. Gilson Kleina, Palmeiras 300,000 Reais per month.

10. Ney Franco, São Paulo 300,000 Reais per month.

11. Ricardo Gomes, (1) Vasco 200,000 Reais per month.

The Greatest Football Coaches Salaries in Brazil

Data unofficial based on press reports. Do not include awards. Rate U.S. $ / Euro: 2.60 (1) Refer to figures of 2011, before the departure.

Source |: Pluri Consultoria/Pluri Consultancy. Photo: publicity.
Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.