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21 de outubro de 2014

Com show brasileiro e goleadas, Champions tem 10 recordes em um dia


Foram 40 gols nesta terça-feira. Desde que a Champions passou ter o atual formato, em 2003-2004, nunca tantos gols fora marcados em único dia.



Com o placar de 7 a 1 no Olímpico, o Bayern de Munique conseguiu sua maior vitória como visitante na Champions.



O Shakhtar foi o primeiro time na história da competição a marcar 6 gols antes do intervalo.



Luiz Adriano foi o primeiro jogador a fazer quatro gols no primeiro tempo e ainda no intervalo mais curto: 16 minutos.



Luiz Adriano se igualou a Messi como único a fazer 5 gols em um jogo de Champions, sendo que só o brasileiro alcançou o feito atuando fora de casa.



Luiz Adriano foi o primeiro brasileiro que marcou cinco gols em uma mesma partida em toda a história das competições europeias.



O Bayern de Munique é o primeiro clube que conseguiu marcar sete gols em solo italiano em toda a história das competições europeias. Azar da Roma.



Com o 7 a 0 sobre o Bate, o Shakhtar igualou a maior vitória fora de casa na história da Champions. Em 2010, o Marselha fez o mesmo sobre o Zilina.



Cavani se tornou o uruguaio com mais gols da história em competições europeias. Com o tento da vitória do PSG, o atacante ultrapassou Walter Pandiani.



CBF nega pagar salário de convocados: 'São Paulo lucra com seleção'

A CBF descarta atender a reivindicação do São Paulo, que pede que a entidade pague cerca de R$ 20 milhões por todas as convocações de seus atletas desde 1998. Até mesmo a transferência recorde da revelação tricolor Lucas Moura para o Paris Saint-Germain, em 2012, por 43 milhões de euros (R$ 108,34 milhões, de acordo com a cotação da época), é citada como um retorno que os clubes conseguem através da seleção.
Marco Polo Del Nero, que assumirá o seu comando a partir de abril de 2015, descarta ceder à pressão tricolor, que se baseia na Lei Pelé. Perguntado pela reportagem se pagaria o valor cobrado pelo clube do Morumbi, ele foi sucinto.
"Não", afirma ao ESPN.com.br.
"Não pensamos nisso. Quem não quiser que peça para não chamarmos o jogador", prossegue.
Segundo o diretor jurídico são-paulino Leonardo Serafim, a CBF já havia sido notificada extraoficialmente para que a situação não fosse levada para a Justiça. O prazo venceu e a entidade não respondeu. O clube havia prometido encaminhar o caso para outras após se dizer prejudicado com as convocações de Souza e Kaká para amistosos recentes.
Ele se baseia no parágrafo 1º do artigo 41 da Lei Pelé para exigir o acerto de contas com o passado.
"Art. 41. A participação de atletas profissionais em seleções será estabelecida na forma como acordarem a entidade de administração convocante e a entidade de prática desportiva cedente.
§ 1o A entidade convocadora indenizará a cedente dos encargos previstos no contrato de trabalho, pelo período em que durar a convocação do atleta, sem prejuízo de eventuais ajustes celebrados entre este e a entidade convocadora", diz o trecho.
A exemplo de Del Nero, o presidente José Maria Marin também descartou atender ao levantamento tricolor feito tendo base todas as listas da seleção desde 1998, ano da promulgação da Lei Pelé, e ressaltou a valorização que a camisa amarela proporciona aos atletas que a vestem.
"Eu já disse e volto a repetir. Qualquer presidente de clube que não quiser a convocação, faça um pedido formal, assine esse documento e assuma essa responsabilidade. Tem de manifestar expressamente isso. Volto a insistir. Eu quero lembrar a venda do Lucas. Quando esteve na seleção brasileira, ele e tantos outros jogadores, que depois de vestirem a camisa se valorizaram muito", recordou.
Dunga convoca a seleção na próxima quinta-feira, às 11h (de Brasília) para os amistosos contra a Turquia, no dia 12 de novembro, e contra a Áustria, no dia 18 de novembro.
Concordo plenamente com a afirmação de que um jogador da Seleção Brasileira é visto por outro prisma, outro nivel, passa a valer muito mais e o que também conta, pode ser transferido para qualquer País do mundo. E qual o dirigente que irá pedir para o jogador de seu clube não ser convocado, só se for um imbecil (porque mesmo sendo estagiário e amador, é esperto o suficiente para saber disso).

Por falta de pagamento, funcionários da Portuguesa entram em greve

Lutando para se livrar do rebaixamento à Série C do Campeonato Brasileiro, a Portuguesa também enfrenta problemas fora de campo por causa da grave crise financeira que atinge o clube. Nesta terça-feira, os funcionários da Lusa iniciaram uma greve no Estádio do Canindé, onde também fica a sede do clube.
O atraso já teria ultrapassado duas semanas para quem trabalha sob o regime CLT. As pessoas que prestam serviço ao clube estariam sem receber há cerca de três meses.
Tentando colocar fim à greve, o presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, já iniciou as negociações com os funcionários, mas adiantou que só deverá começar a conseguir quitar a dívida a partir do dia 31.
Os problemas financeiros do clube da capital se agravaram no fim do ano passado, quando o time foi rebaixado para a Série B pela escalação irregular do meia Héverton na última rodada.
A oito rodadas do fim da Segundona, a Portuguesa vive situação desesperadora. O time ocupa a lanterna da competição, com 14 pontos a menos que o Oeste, 16º colocado e primeiro time fora da zona de rebaixamento.
Além de nossa carga de impostos, taxas, encargos sociais, serem uma das mais altas do mundo, ainda temos, administrações nos clubes profissionais de futebol, gerenciamento amador, presidentes estagiários, e com um conselho administrativo formado por torcedores travestidos de dirigentes ou de executivos. Uma legislação que não se encontra com os estatutos, então, é isso aí, descenso e falência o retrato do futebol brasileiro.
Sem falar que se inventa fórmulas e mais fórmulas de burlar o que está errado, então surgem estas aberrações em forma de salários pagos na forma de Direito de Imagem (apenas, para não ter que depositar os encargos). E agora para completar o circo a FIFA autentica o intermediário (que já vem atuando na clandestinidade), agora passa a ser reconhecido.