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20 de junho de 2016

Por experiência, Tite é o mais preparado a chegar pela 1ª vez na seleção


© Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians 
Uma ligação que nunca veio, retomada após ano sabático e 'não' quatro vezes até que o convite fosse, enfim, aceito, entrasse em aeronave particular da CBF e desembarcasse em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Ninguém ousa contestar: Tite é o melhor nome para a seleção brasileira neste momento. E também o mais preparado ao assumi-la pela primeira vez.
Se considerarmos, claro, a experiência como parâmetro.
Nenhum outro - não considerando interinos e sempre levando a primeira passagem no time nacional -, na história dos pentacampeões mundiais, chegou a seu comando com mais tempo de carreira.
Para efeito de comparação, entre seus antecessores mais recentes, Dunga tinha 43 anos quando recebeu o primeiro chamado da CBF (em 2006), Luiz Felipe Scolari, 53 (2001), Mano Menezes, 48 (2010), Carlos Alberto Parreira, 40 (1983), e Emerson Leão, 51 (2000).
Tite completou 55 anos no último dia 25 de maio.
Na última quarta-feira, ele teve a sua ida para a seleção confirmada pelo presidente Roberto de Andrade, em entrevista coletiva. Deixou o CT Joaquim Grava para entrar definitivamente na história do Corinthians. Foi, inclusive, homenageado neste domingo e sucumbiu às lágrimas antes do pontapé inicial contra o Botafogo, na Arena.
"Temos de colocar Tite em um pedestal. Não dá para fazer comparação com outro técnico", resumiu Andrade.
Mais calejado, o gaúcho chega à seleção com a rodagem de quem funcionou como escudo nos últimos meses para uma diretoria que teve de conviver com a pressão de uma crise que carregava os mais diversos ingredientes: desmanche do elenco, acusação de envolvimento na Lava Jato e escândalo com denúncia de desvio de dinheiro na base.
Ainda assim, o treinador com passagem por Grêmio, Inter e outros conseguiu se sagrar campeão paulista (2013), bicampeão brasileiro (2011 e 2015), campeão da Recopa Sul-Americana (2013), da Copa Libertadores (2012) e do Mundial de Clubes (2012).
O desafio será semelhante na CBF.
E Tite sabe disso - até mesmo relutou inicialmente em aceitá-lo em virtude também dessas condições.

Foram quase 20 anos tentando vingar como jogador de futebol no interior do Rio Grande do Sul, a largada como técnico no Guarany-RS, a fuga do anonimato, as conversas com Carlo Ancelotti e, enfim, a consagração.
Concordo em genero e número com a declaração de que "Tite é o melhor no momento para a Seleção Nacional", mas, a controvérsias, e porque? Porque, a cúpula da CBF continua a mesma, então continuamos na mesmice e o que é muito pior, pois, continua com os mesmos problemas, mesmos interesses e mesmos vicios, e poucos tem coragem de relatar o que acontece entre as quatro paredes desta instituição.

Não concordei nessa atitude de aceitar o cargo (mesmo entendendo e sabendo que ele é o melhor que temos atualmente), depois de falar a verdade, e até assinar um manifesto pedindo mudanças que devem e podem mudar para melhor nosso futebol e a administração dela, aceitar ser o técnico, porque é o "sonho" de todos, isso não concordo.
Fonte: MSN. Comentário: Roberto Q. de Andrade.

25 de junho de 2013

SEM PLANO B PARA A COPA DO MUNDO DA FIFA NO BRASIL / NO PLAN B FOR BRAZIL’S WORLD CUP – FIFA





A FIFA nesta segunda-feira manteve seu discurso, não há "plano B" para sediar a Copa do Mundo de 2014 em outro país, como órgão máximo do futebol mundial e juntamente com funcionários do governo brasileiro juntaram-se para revidar as críticas do custo do torneio do próximo ano.

O anúncio veio com a Copa das Confederações em curso que está sendo feita, fora em meio a protestos em todo o país, com o custo de estádios para a Copa do Mundo e de uma série de reinvindicações dos manifestantes na área, que trazem preocupação para os organizadores do evento. Falando em uma conferência de imprensa, o ministro dos Esportes do Brasil, Aldo Rebelo, observou relatos da mídia de que os Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Japão estavam apresentando-se como potenciais destinos de reposição para a Copa do Mundo no Brasil em 2014, e que deveria perder os direitos de hospedagem. No entanto, o secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke, declarou imediatamente que não existe esta situação e rejeitou tal sugestão. "Eu nunca recebi qualquer oferta oficial de todos os outros países ao redor do mundo para sediar a Copa do Mundo em 2014", disse Valcke, de acordo com a Reuters. Ele acrescentou: "A Copa do Mundo será disputada no Brasil, em 12 cidades. Não há plano B”.

Os protestos relativos ao desenvolvimento dos estádios têm-se centrado sobre o nível dos gastos públicos e que em 2007, foi afirmado pelas autoridades Brasileiras, que seriam inteiramente financiados com fundos privados. Rebelo reiterou que a Copa do Mundo não seria feita em detrimento da saúde e da educação dos brasileiros. "Nenhuma parte do dinheiro destinado à saúde e educação tem sido desviado para a construção de estádios da Copa do Mundo", disse ele. Rebelo disse que o orçamento do governo para a saúde e educação este ano foi R177 bilhões (EUA 79.400 milhões dólares). "O orçamento do Ministério do Esporte é de 1% e que inclui dinheiro gasto com a Copa do Mundo", disse ele, acrescentando que 24.500 postos de trabalho foram criados no Brasil na Copa das Confederações com a construção de seis estádios nas áreas de construção, engenharia e telecomunicações.

Valcke adiantou-se a explicar que existe uma crença de que a FIFA está colhendo os lucros da Copa do Mundo, sem investir nada. "As pessoas pensam que nós entramos no país e depois fugiremos, sem pagar impostos ou a criação de qualquer coisa", disse Valcke. Ele sustentou que a FIFA teria custos de cerca de 672.700 mil dólares para sediar o evento, incluindo alojamento para todas as equipes participantes, que são 32. "Eu não tenho vergonha do que nós estamos fazendo, e certamente são coisas boas para o Brasil", afirmou. Destacando a importância da Copa do Mundo para o jogo como um todo, Valcke acrescentou: "Temos 20 competições em um ciclo de quatro anos, a Copa do Mundo é o único deles em que devemos ganhar dinheiro”. “Temos deveres, responsabilidades, e programas que estamos apoiando”.

Tenho certeza de que se falou muita coisa, quando se apresentou a proposta para o Brasil sediar esta Copa, e qual de nós brasileiros não quer ver uma Copa aqui em nosso território. O que acontece é que, estamos fartos de escutar promessas dos homens que se dizem políticos, ou homens públicos, e sempre é o contrário que acontece.
Estamos vendo a muitos e muitos anos, a mentira e a enrolação tomarem conta deste País, pessoas que hoje não tem quase nada e amanhã, estão milionários, somente porque conseguiram entrar na administração pública. Então tem muita coisa errada, o Brasil está precisando mudar e esta situação foi à gota d’água para revoltar a todos.
Fonte: Soccerex. Foto: Mídia / net. Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Junior.
FIFA on Monday maintained there is no ‘Plan B’ to host the 2014 World Cup in another country, as world football’s governing body and Brazilian government officials moved to hit back at criticism of the cost of next year’s tournament.
The announcements came with the ongoing Confederations Cup being played out amidst nationwide protests, with the cost of stadium development for the World Cup one of a number of areas of concern for protestors. Speaking at a press conference, Brazil’s Sports Minister, Aldo Rebelo, noted media reports that the United States, England, Germany and Japan had all put themselves forward as potential replacement destinations for the World Cup should Brazil lose the hosting rights. However, FIFA secretary general Jerome Valcke moved to reject such a suggestion. “I have never received any official offer from any other countries around the world to stage the World Cup in 2014,” said Valcke, according to Reuters. He added: “The World Cup will be played in Brazil in 12 cities. There is no Plan B.”
Protests concerning stadium development have centred on the level of public spending on the venues following guarantees in 2007 that they would be entirely privately funded. Rebelo reiterated that the World Cup would not be staged at the expense of Brazilians’ health and education. “None of the money earmarked for health and education has been diverted to the building of World Cup stadiums,” he said. Rebelo said that the government’s budget for health and education this year was R177 billion (US$79.4 billion). “The sports ministry’s budget is 1% of that and includes money spent on the World Cup,” he said, adding that 24,500 jobs been created in Brazil at the six Confederations Cup stadia in the fields of construction, engineering and telecommunications.
Valcke moved to tackle the belief that FIFA is harvesting the profits from the World Cup without investing anything itself. “People think we come in, we enjoy the country and run away, without paying tax or creating anything,” said Valcke. He maintained that FIFA would have costs of around $672.7 million to host the event, including accommodation for all 32 participating teams. “I’m not ashamed of what we’re going (as) we’re doing good things for Brazil,” he stated. Highlighting the importance of the World Cup for the game as a whole, Valcke added: “We have 20 competitions in a four-year cycle and the World Cup is the only one of them which make money. We have duties, responsibilities, programmes we are supporting.”
I'm sure that the government talked a lot in Zurich, when it presented the proposal for Brazil to host this World Cup, and what we Brazilians do not want to see a Cup here in our territory. What happens is that, we are tired of hearing promises of men who call themselves politicians or public figures, because it is always the opposite of promises that happens.

We are seeing from many years, but many years, lies and bullshit take over this country, people who have nothing today, and tomorrow, are millionaires, because only enter to the public administration. So there's a lot of wrong, Brazil need to change and this situation (Confederations Cup and World Cup) was the fire in the straw that was expected to rebel at all.

Source: Soccerex. Photo: mídia/net. Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Junior.

20 de novembro de 2011

Tirem o futebol das mãos da FIFA / Take the football of FIFA hands.


Blatter ataca de novo e minimiza racismo. Chega! Alguém precisa agir contra esta figura no comando do futebol mundial.

Como você se sentiria ao ver sua paixão maltratada, explorada, ridicularizada, manipulada? Como você se sentiria ao perceber que aquilo que te empolga por sua essência vira apenas um instrumento imoral de enriquecimento nas mãos de gente como Joseph Blatter?

O presidente da FIFA já devia ter deixado o cargo faz tempo. Mas enquanto se agarra a ele, continua fazendo questão de enojar o mundo com seus comentários infelizes. Em entrevistas a CNN e Al Jazeera, Blatter minimizou a presença do racismo no futebol, negando sua existência e chegando ao cúmulo de afirmar que eventuais ofensas dentro de campo devem ficar para trás com um aperto de mão no fim do jogo.

Enquanto isso, a federação inglesa indiciava Luis Suárez, suspeito de dirigir ofensas racistas a Evra, do Manchester United. E a acusação de Anton Ferdinand a John Terry, capitão do English Team, virou caso de polícia. Em outros países, bananas são jogadas em campo, torcidas imitam macacos - e o mundo do futebol faz de conta que se importa.

Para Blatter, um aperto de mão tem de apagar a mais vil das ofensas, aquela que ataca uma condição intrínseca do ser humano. Para piorar a situação, ao tentar se defender em um comunicado no site da FIFA publicou sua foto ao lado de um negro. O refúgio dos canalhas que negam ser racistas. A versão visual do "como posso ser racista se tenho amigos negros"?

A mesma entidade cujo presidente tolera o racismo tentou, na última semana, impedir que a Inglaterra usasse a flor (poppy) que relembra os mortos de guerra. Para a FIFA, se encaixava na categoria de símbolos "religiosos, comerciais ou políticos" que são proibidos nos uniformes de seleções. Só com a intervenção de gente grande, como o Príncipe William, que a permissão foi concedida. Ainda assim, só nas tarjas negras de luto no braço.

O futebol não pertence a nós. Pertence a essa gente. Que controla o futebol como uma máfia, apagando sem dó aqueles que ousam cruzar seu caminho. Mohammed Bin Hamamm foi banido do futebol por se erguer contra Blatter. O ex-presidente da Confederação Asiática de Futebol tentou comprar votos para derrubar o suíço na última eleição.

Ora, só uma pessoa pode comprar votos na FIFA sem ser incomodada. E a aclamação de Blatter pelos presidentes de confederações que vivem de suas esmolas foi mais uma cena constrangedora entre tantas. Leia "Jogo Sujo", de Andrew Jennings, e entenda melhor como a FIFA é construída em cima destes pequenos favores, de um tráfico de influências da pior espécie.

Tirar Blatter seria o primeiro passo, mas não é só por causa dele que a FIFA está podre. É o mundinho dos Oliveiras, Havelanges, Teixeiras, Valckes e afins. Bandidos. Daqueles que enriquecem em cima dos clubes que pagam altos salários a seus jogadores, e dos governos que dizem amém e gastam milhões em estádios.

A FIFA é um fracasso. O futebol precisa urgentemente começar de novo, livre do perene desprezo de quem hoje o tem nas mãos. Precisa que gente mais interessada pelo bem do jogo tome a frente. Que os dirigentes de boa intenção (existem?) tenham a força e coragem necessárias para bater de frente, fazendo menos concessões.

Da última manifestação, ou melhor, do último vômito verbal de Blatter, o positivo é a repercussão firme da opinião pública. Dos poucos corajosos do mundo do futebol, como Rio Ferdinand, que confrontou o dirigente no Twitter.

A pressão pela renúncia de Blatter tem de ser firme e constante. Tirem o futebol das mãos dele. E da FIFA.

Tenho certeza de que o Leonardo Bertozzi perdeu-se apenas em um detalhe, as Federações Estaduais, a CBF, a FIFA, não podem ser retirados do futebol, quem deve ser retirados do futebol são seus dirigentes e suas administrações. Estas instituições são imprescindíveis a organização do futebol, seja onde for com decentes e transparentes administrações.

Fonte: Leonardo Bertozzi, Blogueiro do ESPN. Foto: Divulgação.

Comentário: Roberto Queiroz de Andrade. Tradução: Roberto Queiroz de Andrade e Roberto Queiroz de Andrade Junior.

Blatter strikes again and minimizes racism. Enough! Someone must act against this figure at the helm of world football.

How would you feel to see your passion abused, exploited, ridiculed, manipulated? How would you feel when you realize that what excites by its essence becomes immoral only an instrument of enrichment in the hands of people like Joseph Blatter?

FIFA president should have stepped down long ago.
But while still clinging to it, still making a point of disgust the world with his unfortunate comments. In interviews with CNN and Al Jazeera, Blatter played down the presence of racism in football, denying its existence and reaching so far as to say that any offense on the field should be back with a handshake at the end of the game.

Meanwhile, the England Federation indicated Luis Suarez, suspected of directing racist abuse at Evra of the Manchester United.
And a charge to Anton Ferdinand for insulting John Terry, captain of the English Team, became a police matter. In other countries, bananas are thrown on the ground, and t
he football world fake that his care.

For Blatter, a handshake is enough to erase the vilest sins, one that strikes an intrinsic condition of the human being. To make matters worse by trying to defend in a statement on FIFA's website, published his picture next to a black. The refuge of scoundrels who deny being racist. The visual version of "how can I be racist if I have black friends"?

The same entity whose president tolerate racism in the last week, tried to prevent the England of the usage of the flower (poppy) that remembers its war deaths.
For FIFA, fit the category of symbols "religious, commercial or political," which are prohibited in uniform selections. Only with the intervention of great people, like Prince William, that permission was granted. Still, just the black stripe of mourning on the arm.

Football does not belong to us.
Belongs to these people. What controls the football as a mob, mercilessly erasing those who dare cross your path. Mohammed Bin Hamamm was banned from football for standing up against Blatter. The former president of the Asian Football Confederation tried to buy votes to overturn the Swiss in the last election.

Now, only one person can buy votes in FIFA without being bothered.
Blatter and the acclamation of the presidents of confederations of their living begging was another embarrassing scene among many. Read "Foul Play", by Andrew Jennings, and better understand how FIFA is built upon these small favors, influence peddling one of the worst kind.

Blatter would take the first step, but it's not just because of him that FIFA is rotten.
It's the little world of, Oliveira’s, Havelange’s, Teixeira’s, Valcke’s, Blatter’s and the like. They are Bandits. Upon those who enrich the clubs that pay high salaries to their players and governments that say “amen” and spend millions on stadiums and others thinks.

FIFA is a failure.
Football needs to urgently start anew, free from perennial contempt for those who are holding today. Need to have people more interested for the good of the game to take the lead. The leaders of good intention (there exist?) Have the strength and courage necessary to clash, making fewer concessions.

The last manifestation, or rather the last verbal vomiting Blatter, is the positive impact of public opinion firm.
Of the few brave the world of football, such as Rio Ferdinand, who confronted the manager on Twitter.

The pressure for the resignation of Blatter must be firm and constant.
Take football away from him and FIFA.


I'm almost certain that Leonardo Bertozzi, lost only one detail, the States Federations, CBF, FIFA can not be taken out of football, who should be removed from the football are their leaders only with they administration’s. These institutions are essential to football organization, wherever they are with a decent and transparent administration.

Source: Leonardo Bertozzi, ESPN Blogger. Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz de Andrade.
Translation: Roberto Queiroz de Andrade and Roberto Queiroz de Andrade Junior.