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12 de julho de 2016

O FIM DO PAÍS DO FUTEBOL

Quem nunca sonhou em ser um jogador de futebol? Quase todos os meninos de décadas passadas sonhavam em ser um grande jogador, defender sua seleção e ganhar um título com seu time e uma Copa do Mundo.

Há alguns anos atrás, as cidades brasileiras possuíam esta realidade, contemplando espaço para se praticar esporte e em especial o futebol. Jogava-se bola nos campos de várzea, nas calçadas, no chão batido, em qualquer espaço livre, existiam crianças brincando e, consequentemente, os jogos de futebol aconteciam.

Porém, nos últimos anos essa realidade não se apresenta mais em função da mudança de hábito dos brasileiros. Freire (2003 p.__) afirma que "Dos campinhos de pelada saíram os Didis, os Garrinchas, os Gersons, os Romários", dentre outros atletas com habilidades e performance acima da média.
Após o crescimento urbano essa realidade mudou, foram desaparecendo os campinhos e as peladas, e gradativamente a prática esportiva também. Uma pesquisa feita no bairro de Pirituba comprovou que, apenas nessa região de São Paulo, perdeu 40% de seus campos e espaços para prática do futebol e o Estado seria responsável por suprir essas perdas. Porém, na mesma proporção em que os campos são ocupados por prédios e outros empreendimentos, as escolinhas particulares de futebol se espalham pelo bairro e atendem as classes mais altas, fazendo com que o futebol, que antes era o esporte acessível e inerente a qualquer classe social deixe de ser praticada por crianças de famílias mais humildes.
Alinhado a essa afirmativa citada acima, um estudo da Unicef sobre o esporte no Brasil também ressaltou outro fator importante, as crianças no Brasil têm menos amigos e contato com menos crianças do que antes. Isso ocorre por diversos fatores, não existem áreas comum para o relacionamento, as crianças estão cada vez mais dentro de suas casas, suas saídas geralmente são para escolas, cursos e passeios com os pais.  Não existe interação com crianças de outra realidade financeira de outros níveis sociais, com esse isolamento acaba sendo um grande problema para o esporte já que as crianças Brasileiras estão se isolando cada vez mais, com menos contato existe menos troca de experiências de vida e de futebol, algo fundamental e de muita importância para crianças crescerem com menos preconceito e vendo todos como iguais, já que o futebol permite esse sentimento. Não importa quem tem mais dinheiro, a melhor bola e chuteira, isso não é um fator determinante para quem vai ser o melhor jogador, na hora do jogo sempre se destaca o mais habilidoso, o mais rápido e geralmente as crianças que jogam o futebol mais simples sem muito peso e professores cobrando são os que mais se destacam, apesar de não possuírem as mesmas condições de desenvolvimento do esporte.
Outro fator que demonstra a mudança de hábito dos brasileiros, em pesquisa realizada pela USP em 2014 chegou à conclusão que o esporte já é menos praticado do que esportes aeróbicos como ginastica e corrida. Percebe-se que o grande problema do futebol brasileiro hoje é quem vem diminuindo cada vez mais e de maneira mais rápida os espaços para as crianças e adultos jogarem o futebol, um esporte tão simples, que não precisa de muito para ser praticado, mas infelizmente não existem mais campos e quadras como antes, muito menos aquele futebol na rua responsável por formar grandes jogadores do futebol Brasileiro.
Esses espaços são fundamentais para as crianças lá elas se desenvolvem motoramente, elas montam os times, armam o campo e utilizam qualquer coisa como bola, durante essas partidas as crianças desenvolvem sua liderança e formam laços de amizade e respeito com o próximo, sonham e tentam jogar como seus ídolos, cada um pode ser quem quiser, impossível de se fazer em uma escolinha com um horário e regras definidas. Existem também brincadeiras que não são apenas uma partida, 3 dentro e 3 fora, linha, golzinho, bobinho, que ajudam na habilidade e na capacidade de pensamento rápido da criança.
Com a escassez de espaço vemos cada vez mais em grandes centros escolinhas de futebol que prometem criar verdadeiros craques, o que não passa de utopia para pais iludidos e filhos sonhadores e que se apresentam como fundamentais no processo de formação de novos profissionais esportivos (Fensterseifer apud Saad; Rezer, 2005).
Treinadores e especialistas afirmam que as crianças chegam cada vez mais duras e cheias de bloqueios quando chegam aos clubes brasileiros vindo de escolinhas, lá os jovens não desenvolvem o futebol de maneira lúdica que é o mais indicado para crianças até os 12 anos, quando jogam sem definir uma posição ou sem regras do que podem fazer, elas se tornam mais ousadas e com muito mais recursos para praticarem o esporte. Nota-se que há nas escolinhas uma cobrança e muita pressão em cima das crianças de pais e professores que as cobram e até mesmo as castigam quando cometem erros, cobram das crianças mais individualidade e as forçam a querer aparecer mais que os outros colegas, até mesmo os do próprio time são vistos como adversários, isso acarreta no desconforto e na falta de interesse das crianças de participarem das atividades.
Korsakas & Rose Júnior (2002) relata que o esporte praticado por crianças em clubes não se difere muito da prática adulta de rendimento, comportamentos condenáveis como técnico maltratando os atletas por erros cometidos, são diagnosticados nas escolinhas de iniciação esportiva.
As escolinhas também fazem o seu mal papel ao venderem para os país a imagem de preparar o filho para jogar em um clube grande, com isso os sonhos passam a ser mais dos adultos do que mesmo das crianças. Vende-se a ideia de que possuem muitos contatos com clubes e empresários e que ali seus filhos podem se tornarem craques e ficarem ricos. Porém, é sabido que do total de crianças que participam de testes nem 1% é aprovada ou vão realmente se tornar jogadores profissionais. Sendo assim, o futebol e essas escolinhas podem oferecer muito mais que esse sonho, é possível ajudar a moldar a personalidade da criança, fazer com ela conheça o futebol e com isso ame e acompanhe cada vez mais o esporte, o sonho de se tornar um jogador profissional deve pertencer apenas a criança, sem privá-la de nenhum de seus direitos constitucionais.
O esporte é sem dúvida um dos melhores meios de convivência humana, lazer, saúde e competência desportiva e contribui fundamentalmente para o desenvolvimento social das crianças. As crianças gostam do esporte, porque permite que estejam com seus amigos e possam fazer novas amizades e é justamente a possibilidade de fazer parte de um grupo que irá permitir às crianças e aos adolescentes o seu desenvolvimento ético.  Estudiosos de diversas áreas chegaram à conclusão que crianças e adolescentes praticam algum tipo de esporte para se inserirem em algum grupo, serem aceitas na sociedade e essa talvez seja a maior necessidade humana, independentemente de seu estágio de vida. Outros estudos afirmam que jovens começam a praticar o esporte afim de se especializar e vislumbrar a realizar o seu sonho de se tornar um atleta profissional.
No caso do futebol no Brasil, o primeiro presente de um menino é uma bola de futebol. Quando ele começa a ter uma pouco mais de entendimento do esporte, começa a praticar com familiares, vizinhos ou na sua escola, assistir jogos e acompanhar mais o esporte. A partir desse ponto já fazem parte de um time da rua ou do colégio, querem brincar em qualquer lugar, mas com a falta de espaços dentro e fora de suas casas encontram dificuldades para a pratica. Dois entre dez pais afirmam ter tempo de praticar futebol com seus filhos, mesmo os que moram em condomínios fechados com áreas de lazer, que facilitariam a prática do esporte, dificilmente deixam seus filhos menores de 12 anos a usufruírem de áreas comum sem a supervisão de um adulto.
Nelas deveriam estar a grande esperança de continuidade no Brasil, mas não é essa a realidade que se instaura no País. Os jovens brasileiros praticam cada vez menos o futebol até mesmo como forma de lazer, já que esses espaços são cada vez mais raros, nas periferias os jovens não enxergam mais o futebol como antes e buscam em outros lugares a oportunidade para mudarem de vida, preferindo muitas vezes jogar vídeo game.
O mercado de games cresce mais de 32% ao ano, com isso nossos jovens trocam cada vez mais as peladas pelos games. Na mesma pesquisa 70% jovens de 8 a 14 anos preferiram ganhar um vídeo game e jogar em sua casa, do que estar na rua e praticar com seus amigos, esses jogos trazem um universo diferente do futebol, onde ele não precisa sonhar ele pode criar um avatar seu e jogar em qualquer time da Europa, o pior é que os grandes ídolos do futebol incentivam a essa pratica em comerciais dos jogos que se propagam hoje em dia por tabletes e celulares.
Ainda referenciando a pesquisa realizada pela USP no ano de 2014, afirma que 52% das crianças que praticam futebol, enquanto 84% jogam vídeo game. Como consequência, o interesse pelo esporte irá reduzir gradativamente, diminuindo seus praticamente e também o número de bons jogadores e profissionais de alta performance no país. 
Outra pesquisa realizada pela Uper com crianças entre 7 e 15 anos comprovou que as crianças estão muito antenadas e preocupadas com o futuro, suas amizades e a profissão que irão seguir. Os assuntos que mais os preocupam é a violência, as drogas e a pobreza, já na vida particular são as notas no colégio, os mesmos jovens quando questionados sobre o que querem ser quando crescer, a maior parte dos meninos gostam de jogar futebol, porém apenas 45% desses meninos praticam o esporte pelo menos 2 vezes por semana.

Infelizmente o local onde as crianças têm o primeiro contato serio com o esporte não vem recebendo o valor devido no Brasil.
A educação é um direito fundamental de todos os homens, em qualquer lugar do mundo. A palavra vem do latim educatione, nome que os romanos davam ao processo de desenvolvimento físico, intelectual e moral do ser humano, realizado em escolas e dirigidos por docentes, os principais responsáveis pela formação integral dos alunos. (BRANDÃO, 2007).
É a educação que constrói uma nação justa e igualitária, efetivamente participante na democracia e na vida política (ROSA, 2009).
As escolas, onde a criação tem acesso a educação, é também fundamental para introdução de crianças e jovens nos esportes. O índice de prática de esportes nas escolas brasileiras é o menor da América Latina, ou seja, o Brasil é o que menos investe e propícia essa experiência para as jovens e adolescentes dentre os países da América Latina. Os dados oficias do Censo Escolar 2009 mostram que apenas 19% das escolas públicas e municipais Brasileiras possuem quadras e espaços esportivos, sendo que no Nordeste do Brasil a situação se agrava ainda mais, já apenas 7% das escolas possuem esses espaços, em comparação com o índice brasileiro em que 77% das escolas possuem profissionais especializados em Educação Física.
Alinhado com o posicionamento exposto acima, Miranda (2013), afirma que o baixo índice de praticantes esportivos é motivado por precárias condições de estrutura esportiva e formação profissional deficitária para o desenvolvimento do esporte em escolas e instituições de um modo geral. Com isso, o reconhecimento do esporte como atividade fundamental para as criança, jovens e adultos é prejudicada.
As organizações e associações de futebol poderiam contribuir para a mudança desse cenário, realizando campanhas e políticas públicas que associem a prática e carreira esportiva ao bom desempenho escolar. Contribuindo com isso, com o índice de jovens jogadores que abandonam o estudo, para investir exclusivamente no futebol, permitindo com isso que tenham uma formação paralela ao de jogador de futebol.
Infelizmente não vemos trabalhos e incentivos através do poder publico, clubes, federações e principalmente pela CBF, principal gestora do esporte numero um do Brasil, até leigos conseguem enxergar a queda da qualidade do nosso futebol, com jogos e jogadores de baixa qualidade. Mas o mais preocupante é falta de interesse de nossas crianças e adolescentes pelo esporte e os que acompanham torcem para clubes europeus, é cade vez maior a venda de camisetas e captação de adeptos de clubes europeus no Brasil.               O país do futebol deixou de fabricar os melhores jogadores e agora também está perdendo os seus torcedores, nada está sendo feito e a tendência é piorar cada vez mais, da maneira que está se torna impossível imaginar mudanças no cenário e retomada no crescimento do nosso principal esporte.                                                            
Fonte e Cortesia: EULER VICTOR. 
Concordo em genero e número, infelizmente.
Comentario: Roberto Q. de Andrade.

21 de julho de 2015

Pele Released from Hospital After Successful Back Surgery


Legendary soccer player Pele was released from the hospital in Brazil on July 21 following successful back surgery, per BBC Sport.
 
The article added: "The 74-year-old was suffering from a trapped nerve and has had surgery to relieve pain in his back and hip at the Albert Einstein Hospital in Sao Paulo."
 
The Associated Press reported on July 18 Pele, 74, was being treated in Sao Paulo at the Albert Einstein Hospital, where he previously underwent prostate surgery. He also received attention back in December for a urinary-tract infection.

Pele is best known for his extraordinary success with the Brazilian national team.

He led the country to a trio of World Cup titles (1958, 1962 and 1970) and scored 77 goals in 92 official appearances. He played most of his club career with Santos before finishing with the New York Cosmos.

28 de maio de 2015

Rússia detona ação dos EUA na FIFA: 'Parem de fazer justiça além das fronteiras'



A Rússia não gostou nem um pouco da ação da polícia norte-americana, que prendeu dirigentes da FIFA acusados de corrupção. Nesta quarta-feira (27), o Ministério de Relações Exteriores russo atacou a atitude dos Estados Unidos e definiu como "ilegal".


Em um comunicado, o ministério afirmou que se trata de "outro caso ilegal e extraterritorial da lei norte-americana". Além disso, pede que os EUA "parem de tentar fazer justiça além de suas fronteiras".
"Sem entrar em detalhes sobre as acusações ... este é claramente um caso de uso extraterritorial ilegal de lei norte-americana", aponta o comunicado no site do Ministério das Relações Exteriores russo.
"Esperamos que isso não irá de forma alguma ser utilizado para lançar uma sombra sobre a organização internacional do futebol como um todo e as suas decisões. Mais uma vez vamos pedir a Washington para parar tentativas de fazer justiça muito além de suas fronteiras usando suas normas legais. E para seguir os procedimentos legais internacionais", aumentou.
Entenda o caso
A dois dias da eleição para a presidência, um terremoto sacode a FIFA. Na madrugada desta quarta-feira, horário brasileiro, uma operação especial das autoridades suíças, sob liderança do FBI, prendeu sete executivos importantes da entidade sob a acusação de corrupção, entre eles José Maria Marin, ex-presidente da CBF. O grupo dos detidos será extraditado para os Estados Unidos a fim de uma maior investigação sobre o assunto na federação mais importante do futebol mundial.
Segundo nota oficial do Departamento de Justiça norte-americano, 14 réus são acusados de extorsão, fraude e conspiração para lavagem de dinheiro, entre outros delitos, em um "esquema de 24 anos para enriquecer através da corrupção no futebol". Sete deles foram presos na Suíça. Além de Marin, Jeffrey Webb, Eduardo Li, Julio Rocha, Costas Takkas, Eugenio Figueredo e Rafael Esquivel. Um mandado de busca também será executado na sede da Concacaf, em Miami, nos EUA.
O brasileiro J.Hawilla, dono da Traffic, conhecida empresa de marketing esportivo, é um dos réus que se declararam culpados, assim como duas empresas de seu grupo, a Traffic Sports International Inc. and Traffic Sports USA Inc. Em dezembro de 2014, segundo a justiça dos EUA, ele concordou em pagar mais de 151 milhões de dólares, sendo que US$ 25 mi foram pagos na ocasião. As acusações são de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.
Além de Hawilla, também se declararam culpados o norte-americano Charles Blazer, ex-secretário-geral da Concacaf e ex-representante dos EUA no Comitê Executivo da FIFA; Daryan e Daryll Warner, filhos do ex-presidente da FIFA Jack Warner.
Hummmmmmm, tem coisa nisto, e mesmo todos sabendo que hoje (o globo terrestre) é um mundo globalizado, uma única TERRA, ainda pensam que se pode permanecer nos séculos passados, onde, matar, roubar, saquear Países, escravizar era livre e quem tivesse mais poder/dinheiro, podia fazer tudo isso. Ledo engano amigos, hoje se dar um espirro na China e adoecemos aqui da gripe suína, uma vaca morre na Gran Bretanha e ficamos aqui de sobreaviso.
Ora, se eles (Russia), não gostam disso, não tem também o Direito de interpelar os Estado Unidos, pois, estarão incorrendo no mesmo erro (ou será que a justiça só é legal para eles?). E provavelmente teremos noticias sobre os escândalos na própria Rússia e no Catar, sobre estas próximas Copas, quem viver verá. 

Tenho certeza de que logo, logo, teremos isso revelados e a truculência ou imposição desta Nação que deve se parar o combate e a corrupção no mundo. Vá em frente US.

5 de março de 2015

Segundo relatório, casos de racismo ameaçam a realização da Copa na Rússia


Uma organização que ajuda a UEFA a investigar casos de racismo no futebol europeu, alertou a FIFA e as autoridades sobre o perigo de realizar a Copa do Mundo de 2018 na Rússia. Os riscos são tanto para jogadores, quanto para torcedores de outros países. As principais ameaças reportadas no relatório são em relação ao casos de racismos e ao extremistas de direita.

Segundo os dados divulgados, mais de 200 casos de discriminação racial ou xenofóbica, foram identificado no futebol russo apenas nas últimas duas temporadas. Além disso, o relatório também mostra dezenas de casos em que torcedores fizeram campanhas e venderam objetos para fazerem uma "vaquinha" para auxiliar neo-nazistas presos.

"Nossa esperança é que a Rússia tome atitudes para proteger fãs e jogadores. Os atletas já falaram que vão abandonar o campo se escutarem algum racismo. Isso é perigoso", alertou Piara Powar, diretor da organização. Um caso que chamou a atenção foi o racismo de torcedores do clube russo CSKA de Moscou contra o volante marfinense Yaya Touré, jogador do Manchester City da Inglaterra. O africano, capitão da seleção da Costa do Marfim, comentou que caso a seleção não se sinta segura, eles não irão disputar a Copa.

Uma cópia do relatório foi enviada ao presidente da FIFA, Joseph Blatter, que publicou nesta sexta-feira (27) em seu perfil no Twitter sobra a preocupação em relação a discriminação em 2018. Já o presidente da Rússia, Vladimir Putin, admite a existência do problema desde antes da escolha do país como sede da próxima Copa do Mundo, e promete uma solução. Segundo o relatório, pouca coisa foi feita de fato.


Parece que não é somente no nosso País que a FIFA encontra problemas para sediar uma Copa do Mundo, no Catar, temos conhecimento que o trabalho ainda é como se estivessemos sob a Lei da Escravatura, e agora na Russia aparece o racismo. E agora Josè?

26 de fevereiro de 2015


Times europeus irão pedir compensação se a FIFA decidir realizar a Copa do Mundo de 2022, no Catar, em novembro e dezembro, e as ligas da Europa disseram que essa alteração de calendário causaria "um grande dano" ao futebol em seus países.

Enquanto isso, a Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro, na sigla em francês) declarou que qualquer discussão sobre um encurtamento do torneio deve incluir seus membros e que continua igualmente preocupada com a questão dos direitos humanos na nação do Golfo Pérsico.

Uma força-tarefa da FIFA que examina datas para a Copa recomendou uma competição mais curta, realizada nos meses mais frescos de novembro e dezembro de 2022, após a última de suas três reuniões em Doha nesta terça-feira.

A recomendação será encaminhada para o comitê-executivo da FIFA para uma decisão definitiva em Zurique no dia 20 de março, pondo fim a uma saga de quatro anos a respeito do período adequada para o Mundial.

"Para a família do futebol, o reagendamento da Copa do Mundo da FIFA de 2022 apresenta uma tarefa difícil e desafiadora", disse Karl-Heinz Rummenigge, presidente da Assocção de Clubes Europeus (ECA, na sigla em inglês), em um comunicado.

"Todos os calendários de partidas do mundo terão que acomodar tal torneio em 2022/23, o que exige que todos estejam dispostos a ceder".

"Não se pode esperar que os clubes e as ligas da Europa arquem com os custos de tal reagendamento. Esperamos que os clubes sejam compensados pelo dano que uma decisão final causaria".

A Associação de Ligas Profissionais de Futebol Europeias (EPFL, na sigla em inglês) também discordou do evento em novembro e dezembro, afirmando que a proposta iria "perturbar e causar um grande dano ao andamento normal das competições nacionais europeias".

A EPFL reiterou que escolher maio seria uma opção mais branda para evitar o calor sufocante de junho e julho, período que foi descartado apesar de o Catar ter garantido que conseguirá erguer estádios naturalmente frescos.

O executivo-chefe do Campeonato Inglês, Richard Scudamore, disse ter havido pouco discussão no encontro desta terça-feira.

"Praticamente nos comunicaram, daí a decepção", afirmou.

A liga alemã declarou estar preocupada com os jogadores.

"Realizar a Copa do Mundo em novembro e dezembro é um fardo organisacional, assim como financeiro, para as ligas europeias", disse seu diretor-gerente, Andreas Rettig.

(Por Mike Collett, em Londres, e Karolos Grohmann, em Berlim)

Reuters

4 de fevereiro de 2015

Caros, estádios da Copa abrigam agora Estaduais para pouco público



LEGADO Situação financeira de arenas de capitais como Cuiabá e Manaus é preocupante.

Depois de gastar quase R$ 2 bilhões para erguer estádios da Copa do Mundo com o argumento de que também serviriam para revitalizar o futebol regional, Amazonas, Rio Grande do Norte e Mato Grosso começam os seus Estaduais sem a festa prometida.

Times praticamente amadores, jogadores desconhecidos, pouco dinheiro e estádios vazios serão a realidade.

Em Brasília, onde o Estadual começou há uma semana, a situação é ainda mais delicada. O Candangão já teve quase a metade dos jogos com os portões fechados por causa de falta de segurança.

O Mané Garrincha, construído com mais de R$ 1 bilhão, só deve receber a final.

"Nos viramos da forma que dá", admitiu o presidente da Federação Brasiliense de Futebol, Jozafá Dantas.

Menos de um ano depois do Mundial, o governo fechou o cofre para o futebol local.

Em janeiro, às vésperas do início da competição, o Banco Regional de Brasília (BRB) suspendeu patrocínio de quase R$ 1 milhão aos clubes.

No Amazonas, a realidade não é muito diferente. Os cartolas já anunciaram que só vão jogar a fase final na arena local. Com o início do torneio marcado para o dia 21, as outras partidas serão em estádios modestos.

"Até agora, temos apenas a vontade de jogadores e dirigentes em fazer tudo bem feito", disse o diretor de futebol da Federação de Futebol do Amazonas, Ivan Guimarães.

A entidade negocia com o governo local verba para o torneio --em 2014, o Estado gastou mais de R$ 2 milhões.

"Continuamos conversando na esperança de conseguir uma ajuda", acrescentou.

No Rio Grande do Norte, o presidente da federação, José Vanildo da Silva, reclama da falta de ajuda financeira do governo, mas é otimista. Ele acredita que a edição do torneio, a ser aberto neste domingo (1), terá aumento de público. Mesmo assim, a Arena das Dunas não deve lotar antes da final.

O campeonato do Mato Grosso é o mais simbólico do clima de ressaca pós-Copa.

Principal palco do futebol do Estado, a Arena Pantanal chegou a ser interditada há uma semana em virtude de uma série de problemas, que vão de infiltrações na cobertura a roubo de equipamentos. O estádio será reaberto hoje com menos da metade da capacidade numa rodada dupla com quatro times.

Mesmo assim, os cartolas acham difícil voltar a jogar lá antes da final por causa do alto custo, estimado em cerca de R$ 100 mil por partida.

Além do estádio, Cuiabá é um canteiro de obras inacabadas da Copa. A ampliação do aeroporto não foi concluída. Pelas ruas da capital é possível percorrer quilômetros ao lado das obras abandonadas do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Orçada em mais de R$ 1 bilhão, a empreitada é cercada de denúncias de desvios de recursos.

As quatro capitais foram escolhidas pela Fifa após pressão de Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF e um dos responsáveis pela organização da Copa.

Em 2010, o TCU (Tribunal de Contas da União) já havia alertado que os quatro estádios corriam risco de virar "elefantes brancos".

No relatório, as arenas foram identificadas como obras que dificilmente cobririam os custos de manutenção depois da realização da Copa.

Atualmente, os governos de Brasília, Mato Grosso e Amazonas tentam se livrar do alto custo dos estádios. Todos planejam cedê-los para a iniciativa privada. Apenas o estádio de Natal é administrado por uma empreiteira.

"É tudo uma vergonha. A Copa foi uma enganação", disse Geovani Benegas, presidente do Operário, um dos clubes mais populares do Estado do Mato Grosso.
Folha

    24 de novembro de 2014

    Matador! Fred alcança Müller e se torna o atacante da Copa com mais gols após o Mundial


    A Copa do Mundo de 2014 terminou no dia 13 de julho. Desde então, Fred já balançou as redes dos adversários 13 vezes. O número é suficiente para colocá-lo como o maior artilheiro entre todos os centroavantes titulares da Copa do Mundo, juntamente com o alemão Thomas Müller. O atacante do Bayern de Munique marcou nove gols pelo clube e quatro pela seleção. O levantamento considerou apenas os camisas 9 das seleções do Mundial.
    Ao saber do levantamento, Fred comentou a respeito.
    - Quando acabou a Copa do Mundo, eu procurei colocar a cabeça no lugar, tirei um período para relaxar e voltei com a mesma seriedade e determinação de sempre ao Fluminense. Em nenhum momento, duvidei do que eu era capaz, pois sei das minhas qualidades. Graças a Deus, voltei a jogar bem, fazer os gols e ajudar meu time. Nessas duas últimas rodadas do Brasileirão, vou buscar a artilharia e acabar o ano fazendo o que mais gosto: marcar ainda mais gols - disse
    O gol marcado contra o Sport levou o atacante à artilharia do Brasileirão, junto com Henrique, do Palmeiras, e do campeão Ricardo Goulart, do Cruzeiro.
    - Estou vivendo uma ótima fase desde o término da Copa. Venho buscando marcar gol em todas as partidas e quero mais essa artilharia no meu currículo. O jogo contra o Sport foi complicado. O time deles foi muito bem e tivemos dificuldades. No fim da partida, tive a felicidade de acertar aquele belo chute e empatar o jogo. Tenho três concorrentes que estão fazendo um bom Brasileirão por seus times. O Goulart acaba de ser campeão pelo Cruzeiro e o Henrique vem tentando salvar o Palmeiras do rebaixamento, além do Marcelo Moreno, que está no páreo e é um forte candidato. A briga continuará acirrada até a última rodada - explicou.
    Caso Fred consiga ser artilheiro dessa edição do Campeonato Brasileiro, será a quinta vez que o camisa 9 conquista essa marca em uma competição. Pelo Cruzeiro, o atacante foi o maior artilheiro de uma única edição da Copa do Brasil, marcando 14 vezes em apenas 9 jogos, no ano de 2005. Pelo Fluminense, o jogador foi goleador máximo do Campeonato Carioca 2011, com 10 gols, e do Campeonato Brasileiro de 2012, com 20 gols ao longo da competição. Pela Seleção Brasileira, Fred foi o artilheiro da Copa das Confederações de 2013, com 5 gols em 5 jogos.
    Levantamento de artilheiros pós-Copa. Confira a lista!
    Alemanha - Thomas Müller – 9 gols em 17 partidas pelo clube e 4 gols em 4 partidas pela seleção
    Argélia - Islam Slimani – 5 gols em 12 partidas pelo clube
    Argentina - Gonzalo Higuaín – 10 gols em 18 partidas pelo clube
    Austrália – Tim Cahill – 2 gols em 2 partidas pelo clube
    Bélgica - Romelu Lukaku – 5 gols em 19 partidas pelo clube
    Bósnia - Edin Dzeko – 4 gols em 17 partidas pelo clube e 1 gol em 3 partidas pela seleção
    Brasil – Fred – 13 gols em 26 partidas pelo clube
    Camarões – Eto’o – 4 gols em 12 partidas pelo clube
    Chile – Alexis Sánchez – 12 gols em 19 partidas pelo clube
    Colômbia – Teófilo Gutiérrez - 10 gols em 13 partidas pelo clube
    Coréia do Sul - Lee Keun-Ho - sem dados sobre o atleta
    Costa do Marfim – Wilfried Bony – 4 gols em 13 partidas pelo clube
    Costa Rica - Joel Campbell – 0 gol em 6 partidas pelo clube
    Croácia – Mandzukic – 8 gols em 16 partidas pelo clube e 0 gol em 4 partidas pela seleção
    Equador – Felipe Caicedo – 1 gol em 10 partidas pelo clube
    Espanha – Diego Costa – 11 gols em 13 partidas pelo clube e 1 gol em 2 partidas pela seleção
    Estados Unidos - Clint Dempsey 8 – 7 gols em 18 partidas pelo clube
    França - Karin Benzema – 12 gols em 18 partidas pelo clube
    Gana - Asamoah Gyan – sem dados sobre o atleta
    Grécia – Giorgios Samaras – 0 gol em 8 partidas pelo clube
    Holanda – Van Persie – 3 gols em 11 partidas pelo clube e 2 gols em 4 partidas pela seleção
    Honduras - Jerry Bengtson – 1 gol em 9 partidas pelo clube
    Inglaterra - Daniel Sturridge – 1 gol em 3 partidas pelo clube
    Irã - Reza Ghoochannejad – sem dados sobre o atleta
    Itália – Mario Balotelli – 2 gols em 14 partidas pelo clube
    Japão – Yuya Osako – 1 gol em 10 partidas pelo clube
    México – Peralta – 11 gols em 19 partidas pelo clube
    Nigéria – Ahmed Musa – 6 gols em 19 partidas pelo clube
    Portugal - Helder Postiga – 1 gol em 9 partidas pelo clube
    Rússia - Aleksander Kokorin 9 – 9 gols em 21 partidas pelo clube e 1 gol em 3 partidas pela seleção
    Suíça - Haris Seferovic 9 – 5 gols em 13 partidas pelo clube e 2 gols em 4 partidas pela seleção
    Uruguai – Edinson Cavani - 9 gols em 18 partidas pelo clube

    11 de novembro de 2014

    Blatter deseja cancelar Copa do Qatar


    Segundo a revista alemã, Der Spiegel, Joseph Blatter, presidente da FIFA, teria dito em um jantar em outubro, à representantes da Federação Norueguesa, que a Copa do Qatar em 2022 não irá acontecer.

    Essa não foi a única declaração polêmica que o presidente da entidade mor do futebol disse, na publicação ainda esta afirmando que Blatter criticou a organização e afirmou que os sheiks possuem ligação com o Estado Islâmico: “Eles pensam que conseguem tudo com dinheiro”, teria afirmado o mandatário.

    O Qatar foi escolhido pela FIFA para sediar a Copa de 2022, em uma eleição formada por membros da entidade e com o aval do presidente. 

    Mas Michel Garcia, ex-procurador federal dos Estados Unidos, em uma minuciosa investigação descobriu que tanto para a Copa do Qatar como para a Copa da Russia, houveram distribuições de propinas pré-eleição, além de muitas denuncias de irregularidades nas obras do Catar, como trabalho escravo, por exemplo.

    Para que seja cancelada a competição no pais oriental, seria necessário que o presidente Joseph Blatter colocasse o assunto para que fosse votado na entidade entre seus executivos. E pelo que tem no relatório de Garcia, essa possibilidade não esta descartada e se isso acontecer, a Copa do Mundo será, novamente, nos Estados Unidos.

    17 de setembro de 2014

    Catar admite erros e promete melhorar condições de imigrantes em obras da Copa de 2022




    O emir do CATAR, Tamin Bin Hamad al Thani, reconheceu nesta quarta-feira erros e prometeu mudanças para melhorar as condições trabalhistas dos imigrantes que participam da construção de infraestruturas para a Copa do Mundo de 2022.

    "Não somos um país ideal que não comete erros", afirmou o emir em entrevista coletiva em Berlim ao lado da chanceler alemã Angela Merkel, após ser perguntado pelas críticas que o Catar recebeu de ONGs, sindicatos e organizações internacionais.

    Ele afirmou que avanços já foram realizados, melhorias estão aprovadas, e que há projetos que precisam ser colocados em andamento para cumprir todas as exigências.

    Merkel citou o assunto antes que os jornalistas fizessem perguntas, afirmando que o problema tinha sido abordado na reunião com o emir. A chanceler disse que a Alemanha defende "boas condições trabalhistas" para todos os trabalhadores, e afirmou que o emir lhe garantiu reação frente às críticas da comunidade internacional.

    Em maio deste ano, o Catar anunciou um pacote de reformas trabalhistas que, entre outras questões, eliminava o polêmico sistema de patrocínio - ou "kafala" -, que impedia os trabalhadores estrangeiros, a maioria asiáticos, de saírem do país sem a permissão de seus patrões. Após sucessivos relatórios de ONGs como a Anistia Internacional sobre abusos e a exploração dos imigrantes deslocados ao país árabe para construir as infraestruturas da Copa do Mundo, a FIFA exigiu em fevereiro que o Catar que melhorasse de forma "urgente" as condições trabalhistas dessas pessoas.

    Conforme avaliação da ONG Comitê de Coordenação para os Emigrantes Napali, revelado pelo jornal britânico The Guardian, mais de 400 trabalhadores teriam morrido nas obras de construção dos estádios do Catar.

    13 de agosto de 2014

    A Copa do Mundo de 2018, na Rússia, deve custar mais de três vezes a do Brasil e ser a Copa mais cara da história.




    No Brasil, o orçamento da Copa ficou em cerca de R$ 26 bilhões. Na Rússia, a previsão atual é de quase R$ 90 bilhões (US$ 40 bilhões), segundo o ministro russo dos Esportes, Vitaly Mutko.

    Além dos altos custos, a Rússia enfrenta tensões com outros países e pode sofrer com estádios sem público, racismo e violência no futebol.

    Ainda não é possível dizer se as questões políticas - problemas na fronteira com a Ucrânia e a relação de Putin com o Ocidente, que se deteriorou ainda mais após a queda do voo MH17 - terão impacto sobre a realização do torneio.

    Mas as insatisfações internas crescem à medida em que os custos aumentam.
    A previsão de gastos para as 11 cidades-sede já dobrou: antes, era de US$ 19 bilhões (cerca de R$ 42 bilhões).


    Críticos também destacam que a capacidade mínima para estádios de Copa do Mundo é de 45 mil lugares, enquanto a média de público do campeonato russo é de 11,5 mil.

    "Estádios têm uma função, mas eles não devem ficar vazios", disse Nikolay Levshits, ativista em Moscou.

    BBC Brasil

    9 de junho de 2014

    METRÔ NO DIA DA ABERTURA DA COPA DO MUNDO / METRÔ ON THE OPENING DAY OF THE WORLD CUP


    Devido à greve da categoria, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo ameaçou não disponibilizar o metrô paulista para Itaquera nesta quinta-feira, 12, dia da abertura da Copa do Mundo.

    O bairro na Zona Leste da capital é onde está localizada a Arena Corinthians, estádio que será palco do primeiro jogo da competição, entre Brasil e Croácia, às 17h (de Brasília).

    A afirmação é de Alex Fernandes, secretário-geral do órgão: “Ninguém vai trabalhar. Se o acordo não for feito, não vai ter metrô, nem pra Itaquera e nem para lugar nenhum", disse em entrevista à BBC Brasil.

    Junto dos vagões da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o metrô é considerado pela FIFA e pelo governo brasileiro como principal forma de chegar ao estádio para os jogos do Mundial. A CPTM, entretanto, não participa do movimento.

    O "acordo" que Fernandes se refere é o aumento do salário dos metroviários. A classe pede reajuste de ao menos 10% no valor líquido recebido pelos trabalhadores (no início, o valor era de 35,5%), mas o Metrô oferece 8,7% de aumento nos vencimentos.

    Neste domingo, o Tribunal Regional do Trabalho julgou o caso e considerou a paralisação abusiva, e o sindicato teria de pagar multa de R$ 500 mil caso mantivesse a greve, o que, segundo Fernandes, irá acontecer. "Seguiremos com a greve até que o governo de São Paulo negocie com a gente", finalizou o secretário-geral.

    Os motoristas que foram à Arena Corinthians nos dois eventos-teste antes da Copa do Mundo reclamaram do acesso ao local, uma vez que o trânsito estava parado no entorno do estádio.

    Aqui no Nordeste e Norte as coisas ainda estão andando, até porque o nível de entendimento é diferente, mas, que teremos problemas, disto ninguém duvida. 

    Infelizmente a maioria está descontente com a atual situação de desmando que acontece no País, e resolveram usar a Copa do Mundo para mostrar ao mundo o que é realmente o nosso Brasil, que quer dar um basta a enganação, as mentiras e principalmente, àqueles homens que se dizem públicos e estão na politica apenas para arrumarem suas vidas e o resto que se dane.

    Agora é aguardar o desenrolar dos acontecimentos e torcer para que tudo termine bem (o que duvido).

    Fonte: ESPN. Comentário: Roberto Queiroz.

    Due to the strike of the category, the Union of São Paulo Subway threatened that would be not available to the São Paulo the subway to arena Itaquera on Thursday, 12, the opening day of the World Cup.

    The neighborhood on the East Side of the capital is where the Arena Itaquera is located (the Corinthians stadium), that will host the first game of the competition between Brazil and Croatia at 17h (GMT).

    The statement is from Mr. Alex Fernandes, general secretary of the body: "No one will work. If the agreement is not made, will not have subway to Itaquera nor anywhere", said in an interview at the rádio BBC in Brazil.

    Along Wagons of Paulista Metropolitan Trains Company (CPTM), the subway is considered by FIFA and the Brazilian government as the main way to get to the stadium for the World Cup matches. CPTM, however, did not participate in the movement.

    The "agreement" refers Fernandes, is the salary increase of the subway employees. The class seeks increase of at least 10% on the net amount earned by workers (at the beginning, the figure was 35.5%), but Subway offers 8.7% increase in salaries now.

    On Sunday, the Regional Labor Court dismissed the case and considered abusive stoppage, and the union would have to pay fine of $ 500,000 every day  if maintained the strike, which, according to Fernandes, will happen. "We will continue with the strike until the government of São Paulo negotiates with us," concluded the Secretary-General.

    Drivers who try go to the Corinthians Arena on both test events before the World Cup, complained about access to the arena, since the traffic was stopped around the stadium.

    Here in the Northeast and North things are still walking, till now, we don’t have strikes, because the level of understanding is different, but we have problems, nobody doubts it. 

    Unfortunately most of all Brazilians are unhappy with the current situation of outrage that happens in the country, and decided to use the World Cup to show the world what is really our happens in Brazil, which wants to put a stop to the deception, the lies and especially those men who say they are public’s and go to be politicians only for their owns interested and the rest be damned.

    The time now is to wait for the unfolding of events and hope that all ends well (which I doubt).


    Source: ESPN. Comment: Roberto Queiroz.

    1 de junho de 2014

    Na corrida contra o tempo, Arena Corinthians segue em obras mesmo enquanto a bola rola / In the race against time, Corinthians Arena, still doing the works even as the ball rolls




    Sem tempo a perder, a 12 dias da Copa do Mundo, algumas obras no estádio de abertura foram mantidas durante a partida entre Corinthians e Botafogo, último evento-teste antes de a bola começar a rolar. Os trabalhos estão sendo realizados na área externa da arena, onde estão sendo montadas as estruturas temporárias da FIFA.

    Essa parte das obras, uma exigência da entidade máxima do futebol para o Mundial, também sofreu um atraso por causa de um imbróglio com o clube paulista. Não havia consenso entre as partes de quem deveria pagar por elas, o que fez com que elas demorassem a começar. A diretoria do time do Parque São Jorge é quem vai bancar as reformas.

    De acordo com alguns funcionários que estão no local, o trabalho que está sendo realizado neste domingo é muito menor do que nos dias da semana, para acabamento e outras instalações finais e não interfere em nada na entrada de torcedores para o jogo.

    Camila Mattoso/ESPN.com.br

    No time to lose, to the 12 days of the World Cup begins, some works in the stadium were kept open during the match between Corinthians and Botafogo, the last test event before the ball gets rolling. The works are being carried out in the area outside the arena, where they are being assembled temporary the structures of FIFA requires.

    This part of the works, was a requirement of the governing body of football to the World Cup, also was delayed because of a imbroglio with the Corinthians club. There was not a consensus among the parties who should pay for them, which made ​​them (works) slow to start. The management team of the Parque São Jorge is who will pay the reforms.

    According to some officials that are in place, the work being done on Sunday is much smaller than in the days of the week, to finishing facilities and other end and not interfere with anything in the input of fans for the game .

    Camila Mattoso / ESPN.com.br


    26 de maio de 2014

    PARREIRA CONCORDA COM CRÍTICA DE FILIPE LUÍS A FELIPÃO: “O CRITÉRIO É NÃO TER CRITÉRIO” / PARREIRA AGREE WITH THE CRITICISM OF FILIPE LUÍS ABOUT SCOLARI: “THE CRITERION DOES NOT HAVE CRITERION”


    Filipe Luís, lateral esquerdo do Atlético de Madri, time sensação do futebol europeu nesta temporada, se disse triste por ter ficado fora da Copa do Mundo e declarou que não existe critério na convocação do técnico Luiz Felipe Scolari.

    Nesta segunda-feira, na primeira entrevista de um membro da seleção brasileira em Teresópolis, casa da equipe verde-amarela até o Mundial, Carlos Alberto Parreira concordou com o jogador do Atlético.

    "O critério é não ter critério para não ficar preso a dogmas, se convoca pelos interesses do treinador. O Filipe Luís é um grande jogador, foi convocado em outras oportunidades, mas na hora de escolher, se optou pelo Maxwell. Do mesmo modo que ele - Filipe Luís - tem direito de escolher isso ou aquilo, o treinador tem o direito de escolher seus jogadores. E ele escolheu", disse o coordenado técnico da seleção.

    Além de Maxwell, do Paris Saint-Germain, Marcelo foi chamado para a lateral-esquerda.
    Filipe Luís questionou não só a sua ausência no grupo que disputará a Copa, mas também a do zagueiro Miranda, seu companheiro de equipe na Espanha.

    "A seleção nesse momento não tem um critério, e não falo por mim, falo por outros jogadores. 

    O Miranda realmente foi o melhor zagueiro da Europa neste ano. É claro que eu fiquei muito triste por não estar. Então talvez não vão os que merecem, simplesmente vão os que o treinador quer convocar. Por isso não depende muito do que você está fazendo no campo, depende de um cara que está mandando e que está tentando levar o que ele quer, o melhor pra ele."

    Concordo também com o Filipe e com Parreira, todos os técnicos são assim, avaliam o que podem tirar dos atletas e quem agradar mais, logicamente, será convocado. Se uma convocação seguisse critérios, provavelmente seria um tremendo balaio de gatos, onde ninguém se entenderia, sem comando e sem dogmas, pois cada um seria mais “Eu”, independente do que o treinador determinasse e do que tentasse colocar como meta para o grupo.

    Por André Linares, Lucas Borges e Paulo Cobos, de Teresópolis.
    Comentário: Roberto Queiroz, de Garanhuns.

    Filipe Luis, left side of Atletico Madrid, the European sensation football team this season, said he was sorry for having been out of the World Cup in Brazil and declared that there is no discretion in the list of national team call by the coach Luiz Felipe Scolari.

    On this Monday, the first interview of a member of the Brazilian team in Teresopolis, home of yellow-green team to the World Cup, Carlos Alberto Parreira agreed with the player of Atletico.
    "The criterion does not have criterion, not to get stuck in dogma”s, summons the interests of the coach. Filipe Luis is a great player, was drafted in other opportunities, but when we choose, if opted by Maxwell . Similarly to his - Filipe Luis - . Has the right to choose this or that, the coach has the right to choose his players and he did, "said the coach coordinate the squad.

    Besides Maxwell, from Paris Saint - Germain, Marcelo was called to left-back, also.

    Filipe Luís was questioned not only his absence from the group will play the World Cup, but also the central defender Miranda, his teammate in Spain club.

    "The national selection at this time does not have an option, and I speak for myself, I speak for other players, too. Miranda really was the best defender in Europe this year. Course I was very sad not to be called. Then maybe not go that deserve, (in the field), simply go to the coach decision and what he wants to call. Therefore does not depend much on what you are doing in the field depends on a guy(Head Coach), who is sending and who is trying to take what he wants, the best for him, only."

    I also agree with Filipe Luís and Parreira, all the Head Coachs are thus assess what they can take from the athletes and who meant more logically to be called. If a call have to follow criteria would probably be a tremendous catchall, where no one would be understand, and also without charge and without dogmas, because each one would be "Each One", regardless of the coach to determine who tried to put as a goal for the group, don’t you.

    By Andrew Linares, Lucas Borges and Paul Cobos, from Teresopolis-RJ.
    Comment: Roberto Queiroz, Garanhuns-Pe.