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12 de julho de 2016

O FIM DO PAÍS DO FUTEBOL

Quem nunca sonhou em ser um jogador de futebol? Quase todos os meninos de décadas passadas sonhavam em ser um grande jogador, defender sua seleção e ganhar um título com seu time e uma Copa do Mundo.

Há alguns anos atrás, as cidades brasileiras possuíam esta realidade, contemplando espaço para se praticar esporte e em especial o futebol. Jogava-se bola nos campos de várzea, nas calçadas, no chão batido, em qualquer espaço livre, existiam crianças brincando e, consequentemente, os jogos de futebol aconteciam.

Porém, nos últimos anos essa realidade não se apresenta mais em função da mudança de hábito dos brasileiros. Freire (2003 p.__) afirma que "Dos campinhos de pelada saíram os Didis, os Garrinchas, os Gersons, os Romários", dentre outros atletas com habilidades e performance acima da média.
Após o crescimento urbano essa realidade mudou, foram desaparecendo os campinhos e as peladas, e gradativamente a prática esportiva também. Uma pesquisa feita no bairro de Pirituba comprovou que, apenas nessa região de São Paulo, perdeu 40% de seus campos e espaços para prática do futebol e o Estado seria responsável por suprir essas perdas. Porém, na mesma proporção em que os campos são ocupados por prédios e outros empreendimentos, as escolinhas particulares de futebol se espalham pelo bairro e atendem as classes mais altas, fazendo com que o futebol, que antes era o esporte acessível e inerente a qualquer classe social deixe de ser praticada por crianças de famílias mais humildes.
Alinhado a essa afirmativa citada acima, um estudo da Unicef sobre o esporte no Brasil também ressaltou outro fator importante, as crianças no Brasil têm menos amigos e contato com menos crianças do que antes. Isso ocorre por diversos fatores, não existem áreas comum para o relacionamento, as crianças estão cada vez mais dentro de suas casas, suas saídas geralmente são para escolas, cursos e passeios com os pais.  Não existe interação com crianças de outra realidade financeira de outros níveis sociais, com esse isolamento acaba sendo um grande problema para o esporte já que as crianças Brasileiras estão se isolando cada vez mais, com menos contato existe menos troca de experiências de vida e de futebol, algo fundamental e de muita importância para crianças crescerem com menos preconceito e vendo todos como iguais, já que o futebol permite esse sentimento. Não importa quem tem mais dinheiro, a melhor bola e chuteira, isso não é um fator determinante para quem vai ser o melhor jogador, na hora do jogo sempre se destaca o mais habilidoso, o mais rápido e geralmente as crianças que jogam o futebol mais simples sem muito peso e professores cobrando são os que mais se destacam, apesar de não possuírem as mesmas condições de desenvolvimento do esporte.
Outro fator que demonstra a mudança de hábito dos brasileiros, em pesquisa realizada pela USP em 2014 chegou à conclusão que o esporte já é menos praticado do que esportes aeróbicos como ginastica e corrida. Percebe-se que o grande problema do futebol brasileiro hoje é quem vem diminuindo cada vez mais e de maneira mais rápida os espaços para as crianças e adultos jogarem o futebol, um esporte tão simples, que não precisa de muito para ser praticado, mas infelizmente não existem mais campos e quadras como antes, muito menos aquele futebol na rua responsável por formar grandes jogadores do futebol Brasileiro.
Esses espaços são fundamentais para as crianças lá elas se desenvolvem motoramente, elas montam os times, armam o campo e utilizam qualquer coisa como bola, durante essas partidas as crianças desenvolvem sua liderança e formam laços de amizade e respeito com o próximo, sonham e tentam jogar como seus ídolos, cada um pode ser quem quiser, impossível de se fazer em uma escolinha com um horário e regras definidas. Existem também brincadeiras que não são apenas uma partida, 3 dentro e 3 fora, linha, golzinho, bobinho, que ajudam na habilidade e na capacidade de pensamento rápido da criança.
Com a escassez de espaço vemos cada vez mais em grandes centros escolinhas de futebol que prometem criar verdadeiros craques, o que não passa de utopia para pais iludidos e filhos sonhadores e que se apresentam como fundamentais no processo de formação de novos profissionais esportivos (Fensterseifer apud Saad; Rezer, 2005).
Treinadores e especialistas afirmam que as crianças chegam cada vez mais duras e cheias de bloqueios quando chegam aos clubes brasileiros vindo de escolinhas, lá os jovens não desenvolvem o futebol de maneira lúdica que é o mais indicado para crianças até os 12 anos, quando jogam sem definir uma posição ou sem regras do que podem fazer, elas se tornam mais ousadas e com muito mais recursos para praticarem o esporte. Nota-se que há nas escolinhas uma cobrança e muita pressão em cima das crianças de pais e professores que as cobram e até mesmo as castigam quando cometem erros, cobram das crianças mais individualidade e as forçam a querer aparecer mais que os outros colegas, até mesmo os do próprio time são vistos como adversários, isso acarreta no desconforto e na falta de interesse das crianças de participarem das atividades.
Korsakas & Rose Júnior (2002) relata que o esporte praticado por crianças em clubes não se difere muito da prática adulta de rendimento, comportamentos condenáveis como técnico maltratando os atletas por erros cometidos, são diagnosticados nas escolinhas de iniciação esportiva.
As escolinhas também fazem o seu mal papel ao venderem para os país a imagem de preparar o filho para jogar em um clube grande, com isso os sonhos passam a ser mais dos adultos do que mesmo das crianças. Vende-se a ideia de que possuem muitos contatos com clubes e empresários e que ali seus filhos podem se tornarem craques e ficarem ricos. Porém, é sabido que do total de crianças que participam de testes nem 1% é aprovada ou vão realmente se tornar jogadores profissionais. Sendo assim, o futebol e essas escolinhas podem oferecer muito mais que esse sonho, é possível ajudar a moldar a personalidade da criança, fazer com ela conheça o futebol e com isso ame e acompanhe cada vez mais o esporte, o sonho de se tornar um jogador profissional deve pertencer apenas a criança, sem privá-la de nenhum de seus direitos constitucionais.
O esporte é sem dúvida um dos melhores meios de convivência humana, lazer, saúde e competência desportiva e contribui fundamentalmente para o desenvolvimento social das crianças. As crianças gostam do esporte, porque permite que estejam com seus amigos e possam fazer novas amizades e é justamente a possibilidade de fazer parte de um grupo que irá permitir às crianças e aos adolescentes o seu desenvolvimento ético.  Estudiosos de diversas áreas chegaram à conclusão que crianças e adolescentes praticam algum tipo de esporte para se inserirem em algum grupo, serem aceitas na sociedade e essa talvez seja a maior necessidade humana, independentemente de seu estágio de vida. Outros estudos afirmam que jovens começam a praticar o esporte afim de se especializar e vislumbrar a realizar o seu sonho de se tornar um atleta profissional.
No caso do futebol no Brasil, o primeiro presente de um menino é uma bola de futebol. Quando ele começa a ter uma pouco mais de entendimento do esporte, começa a praticar com familiares, vizinhos ou na sua escola, assistir jogos e acompanhar mais o esporte. A partir desse ponto já fazem parte de um time da rua ou do colégio, querem brincar em qualquer lugar, mas com a falta de espaços dentro e fora de suas casas encontram dificuldades para a pratica. Dois entre dez pais afirmam ter tempo de praticar futebol com seus filhos, mesmo os que moram em condomínios fechados com áreas de lazer, que facilitariam a prática do esporte, dificilmente deixam seus filhos menores de 12 anos a usufruírem de áreas comum sem a supervisão de um adulto.
Nelas deveriam estar a grande esperança de continuidade no Brasil, mas não é essa a realidade que se instaura no País. Os jovens brasileiros praticam cada vez menos o futebol até mesmo como forma de lazer, já que esses espaços são cada vez mais raros, nas periferias os jovens não enxergam mais o futebol como antes e buscam em outros lugares a oportunidade para mudarem de vida, preferindo muitas vezes jogar vídeo game.
O mercado de games cresce mais de 32% ao ano, com isso nossos jovens trocam cada vez mais as peladas pelos games. Na mesma pesquisa 70% jovens de 8 a 14 anos preferiram ganhar um vídeo game e jogar em sua casa, do que estar na rua e praticar com seus amigos, esses jogos trazem um universo diferente do futebol, onde ele não precisa sonhar ele pode criar um avatar seu e jogar em qualquer time da Europa, o pior é que os grandes ídolos do futebol incentivam a essa pratica em comerciais dos jogos que se propagam hoje em dia por tabletes e celulares.
Ainda referenciando a pesquisa realizada pela USP no ano de 2014, afirma que 52% das crianças que praticam futebol, enquanto 84% jogam vídeo game. Como consequência, o interesse pelo esporte irá reduzir gradativamente, diminuindo seus praticamente e também o número de bons jogadores e profissionais de alta performance no país. 
Outra pesquisa realizada pela Uper com crianças entre 7 e 15 anos comprovou que as crianças estão muito antenadas e preocupadas com o futuro, suas amizades e a profissão que irão seguir. Os assuntos que mais os preocupam é a violência, as drogas e a pobreza, já na vida particular são as notas no colégio, os mesmos jovens quando questionados sobre o que querem ser quando crescer, a maior parte dos meninos gostam de jogar futebol, porém apenas 45% desses meninos praticam o esporte pelo menos 2 vezes por semana.

Infelizmente o local onde as crianças têm o primeiro contato serio com o esporte não vem recebendo o valor devido no Brasil.
A educação é um direito fundamental de todos os homens, em qualquer lugar do mundo. A palavra vem do latim educatione, nome que os romanos davam ao processo de desenvolvimento físico, intelectual e moral do ser humano, realizado em escolas e dirigidos por docentes, os principais responsáveis pela formação integral dos alunos. (BRANDÃO, 2007).
É a educação que constrói uma nação justa e igualitária, efetivamente participante na democracia e na vida política (ROSA, 2009).
As escolas, onde a criação tem acesso a educação, é também fundamental para introdução de crianças e jovens nos esportes. O índice de prática de esportes nas escolas brasileiras é o menor da América Latina, ou seja, o Brasil é o que menos investe e propícia essa experiência para as jovens e adolescentes dentre os países da América Latina. Os dados oficias do Censo Escolar 2009 mostram que apenas 19% das escolas públicas e municipais Brasileiras possuem quadras e espaços esportivos, sendo que no Nordeste do Brasil a situação se agrava ainda mais, já apenas 7% das escolas possuem esses espaços, em comparação com o índice brasileiro em que 77% das escolas possuem profissionais especializados em Educação Física.
Alinhado com o posicionamento exposto acima, Miranda (2013), afirma que o baixo índice de praticantes esportivos é motivado por precárias condições de estrutura esportiva e formação profissional deficitária para o desenvolvimento do esporte em escolas e instituições de um modo geral. Com isso, o reconhecimento do esporte como atividade fundamental para as criança, jovens e adultos é prejudicada.
As organizações e associações de futebol poderiam contribuir para a mudança desse cenário, realizando campanhas e políticas públicas que associem a prática e carreira esportiva ao bom desempenho escolar. Contribuindo com isso, com o índice de jovens jogadores que abandonam o estudo, para investir exclusivamente no futebol, permitindo com isso que tenham uma formação paralela ao de jogador de futebol.
Infelizmente não vemos trabalhos e incentivos através do poder publico, clubes, federações e principalmente pela CBF, principal gestora do esporte numero um do Brasil, até leigos conseguem enxergar a queda da qualidade do nosso futebol, com jogos e jogadores de baixa qualidade. Mas o mais preocupante é falta de interesse de nossas crianças e adolescentes pelo esporte e os que acompanham torcem para clubes europeus, é cade vez maior a venda de camisetas e captação de adeptos de clubes europeus no Brasil.               O país do futebol deixou de fabricar os melhores jogadores e agora também está perdendo os seus torcedores, nada está sendo feito e a tendência é piorar cada vez mais, da maneira que está se torna impossível imaginar mudanças no cenário e retomada no crescimento do nosso principal esporte.                                                            
Fonte e Cortesia: EULER VICTOR. 
Concordo em genero e número, infelizmente.
Comentario: Roberto Q. de Andrade.

2 de julho de 2016

FAIR PLAY, SERÁ QUE ISTO EXISTE NO BRASIL.

LEIA ANTES DE VER O VÍDEO...
Durante um jogo de futebol, na Holanda, um jogador do Ajax (equipe de vermelho), se contundiu e ficou caído no chão.
Um dos jogadores da equipe adversária, de amarelo, como é hábito, atirou a bola para fora para que o jogador fosse atendido.

Quando o jogador se recuperou, a cobrança do lateral pertenceu ao Ajax (de vermelho) e como manda o desportivismo, um jogador do Ajax tentou devolver a bola para o campo do adversário. 
Só que o fez de forma, que sem querer, acabou fazendo o gol.
Todos, incluindo o jogador que, sem querer, fez o gol, ficaram desconcertados.
O árbitro, corretamente considerou o gol valido!
A bola voltou ao centro para o jogo ser retomado com aquele injusto resultado.
Foi nesse momento que os jogadores do Ajax, com grande espírito desportivo, rapidamente tomaram uma resolução: ficaram todos impassíveis para permitir que a equipe adversária (de amarelo), fizesse também um gol para repor a justiça no resultado.
E foi isso que aconteceu!!!
É impressionante o sentido de justiça da equipe do Ajax, e o entendimento unânime para que nenhum deles se movimentasse.
Eles queriam ganhar, mas a vitória teria que ser justa, limpa!
Repassem este "e-mail".
Para que chegue a todos: Às Famílias, às Escolas, às Empresas...
Quem sabe chegue também ao congresso, ao Governo, aos Tribunais...
Todos precisamos aprender com exemplos de honestidade...
Ética é isso.








22 de junho de 2016

GAZPROM, RÚSSIA - ZENIT E O FUTEBOL EUROPEU



Você acabou de ligar sua televisão para assistir seu time favorito jogar na Liga dos Campeões. Antes do início do jogo, você é forçado a assistir uma série de comerciais chatos, e a última coisa antes do pontapé inicial do jogo, diz que "Gazprom - Nós iluminamos o futebol.". Misturado com produtos que você pode comprar em seu mall mais próximo, então, a Gazprom é diferente.

É a maior empresa de gás natural do mundo, e embora tenha dificuldades financeiras nos últimos anos - contribuiu com oito por cento ( 8% ) do escalonamento para o PIB total da Rússia em 2013 - não é um produto para consumidores europeus que podem sair e escolher por si mesmos.

No entanto, apesar disso, é quase impossível não perceber o envolvimento no futebol pela gigante de gás russo. A Gazprom não patrocina somente a Liga dos Campeões, eles também são os patrocinadores de energia oficial do clube Inglês - powerhouse Chelsea, é também o patrocinador chefe do lado alemão, o Schalke 04, tem o lado Sérvio do Estrela Vermelha, e, naturalmente, o São Petersburgo e o Zenit, que estão ambos patrocinados e de propriedade da Gazprom. Além de tudo isso, a Gazprom tornou-se parceira oficial da FIFA, em 2015, o que significa que vai juntar-se com a maior organização de futebol do mundo antes da Copa do Mundo de 2018 na Rússia.

"Gazprom não é apenas a maior empresa de gás do mundo," o CEO da Gazprom Aleksey Miller disse uma vez isso", mas também uma das mais apaixonadas empresas pelo futebol." Mas, o que está por trás dessa chamada "paixão pelo futebol", e o que a Gazprom deve começar a partir de sua presença no jogo, especialmente quando os fãs de futebol europeus não têm a opção de compra de produtos Gazprom?

Para responder a essas perguntas, é preciso dar uma olhada em exatamente o que a Gazprom é e faz.

A empresa foi fundada em 1989, quando o Ministério da Indústria de gás Soviética foi transformada em uma sociedade anônima, embora o estado mantivesse a totalidade das ações da empresa. Após a queda da União Soviética, a Gazprom manteve o monopólio dos recursos de gás localizadas em solo russo, e a empresa passou para a privatização na Rússia de Boris Yeltsin, após a queda da União Soviética.

Após Vladimir Putin chegor ao poder em 2000, ele teve como objetivo recuperar o controle sobre as oligarquias russas e grandes empresas, e por Gazprom significava que dois dos aliados de Putin de St. Petersburg, Aleksey Miller e Dmitry Medvedev, assumiu como CEO e Presidente do Borda. Desde 2005, o Estado russo possuiu 51 por cento das ações, enquanto a Gazprom manteve os direitos exclusivos de exportação de gás natural russo.

Sob Putin, a Gazprom tem desempenhado o papel como instrumento de política, em vez de ser apenas uma empresa, maximiza os lucros visando à criação de riqueza para seus acionistas. Quando a Moldávia, em 2013, manteve conversações com a União Europeia sobre um acordo comercial, a Rússia ameaçou cortar a pequena ex-república soviética de seu fornecimento de gás.

Estarei fazendo a tradução desse artigo que é enorme, até porque teremos uma Copa do Mundo naquele País e isso ajudará todos que nos seguem a conhecer melhor a Rússia.

Fonte Toke Theilade. Tradução: Google e Roberto Q. de Andrade.: Foto: Hulk 


You have just turned on your television to watch your favourite team play in the Champions League. Before the match start, you are forced to sit through a number of boring commercials, and the last one before kick-off tells you “Gazprom – We light up the football”. Mixed with products you can buy at your nearest mall, Gazprom is the odd one out.



It is the world’s largest natural gas company, and although it has struggled financially in recent years – and contributed with a staggering eight percent to Russia’s total GDP in 2013 – it is not a product European consumers can go out and pick for themselves.

However, despite this it is almost impossible not to notice the involvement in football by the Russian gas giant. Not only are Gazprom sponsoring the Champions League, they are also the official energy sponsor of English powerhouse Chelsea, head sponsor of German side Schalke 04, Serbian side Red Star, and naturally Saint Petersburg based Zenit, who are both sponsored and owned by Gazprom. On top of this, Gazprom became an official FIFA partner in 2015, meaning they’ll join up with the biggest football organisation in the world ahead of the 2018 World Cup in Russia.

“Gazprom is not only the largest gas company in the world,” Gazprom CEO Aleksey Miller once said, “but also one of those most passionate.” But, what lies behind this so-called passion for football, and what does Gazprom get from their presence in the game, especially when European football fans don’t have the option of purchasing Gazprom products?

To answer those questions, one needs to take a closer look at exactly what Gazprom is.

The company was founded in 1989 when the Soviet Ministry of Gas Industry was transformed into a corporation, although the state kept all of the shares in the company. Following the fall of the Soviet Union, Gazprom kept the monopoly of the gas resources located on Russian soil, and the company went through privatisation in Boris Yeltsin’s Russia after the fall of the Soviet Union.

After Vladimir Putin came to power in 2000, he aimed to regain control over Russia’s oligarchs and major companies, and for Gazprom that meant that two of Putin’s allies from St. Petersburg, Aleksey Miller and Dmitry Medvedev, took over as CEO and Chairman of the Board. Since 2005, the Russian state has owned 51 percent of the shares, while Gazprom have held the exclusive rights to Russian natural gas exports.

Under Putin, Gazprom has played the role as a policy tool rather than a profit maximizing company seeking to create wealth for its shareholders. When Moldova, in 2013, held talks with the European Union about a trade deal, Russia threatened to cut off the small ex-Soviet republic from its gas supply.

Fonte Toke Theilade. Tradução: Google e Roberto Q. de Andrade. Photo do Hulk.

28 de agosto de 2015

Corinthians líder e cinco times zerados; veja o ranking dos valores de patrocínio máster do Campeonato Brasileiro


Voce sabe, quem ganha mais com Patrocinio no Brasil? E também, quem não ganha nada, agora vai saber.

1º - Corinthians - Caixa - R$ 30 milhões por ano

2º - Palmeiras - Crefisa - R$ 23 milhões por ano

2º - Atlético-MG - MRV - R$ 23 milhões por ano

4º - Flamengo - Caixa - R$ 16 milhões por ano

5º - Vasco - Caixa - R$ 15 milhões por ano

6º - Fluminense - Viton - R$ 14 milhões por ano

6º - Grêmio - Banrisul - R$ 14 milhões por ano

6º - Inter - Banrisul - R$ 14 milhões por ano

9º - Sport - Caixa - R$ 6 milhões por ano

9º - Coritiba - Caixa - R$ 6 milhões por ano

10º - Atlético-PR - Caixa - R$ 6 milhões por ano

11º - Figueirense - Caixa - R$ 4,5 milhões por ano

12º - Chapecoense - Caixa - R$ 4 milhões por ano

13º - Joinville - Salfer - R$ 2,4 milhões por ano

14º - Ponte Preta - Schin - valor não revelado

16º - Santos - Não tem

16º - São Paulo - Não tem

16º - Avaí - Não tem

16º - Cruzeiro - Não tem

16º - Goiás - Não tem

Vejam os números e os que não tem Patrocinio master, além dos que não colocamos nesta lista, grandes clubes, como Náutico, Santa Cruz, Paysandú, Fortaleza, Ceará, Bahia, Vitória, e outros . É uma pena mas, nosso futebol é dirigido em sua maioria por pessoas sem preparo, sem tempo e sem conhecimento, estão ali como torcedores ou por razões desconhecidas. 
E nosso futebol vai capengando cada dia mais, descendo para um buraco negro.


27 de julho de 2015

CHANCE ÚNICA DE INVESTIR NO PAÍS DAS OPORTUNIDADES PELA PORTA DA FRENTE. / Become an investitor in the premiere league of Brazil: the country of opportunities.

Entre no País das oportunidades pela porta da frente, oferecemos uma oportunidade única de sua empresa alcançar o Brasil e o mundo através de um grande clube de primeira grandeza no nosso País e muito conhecido no mundo inteiro

Uma grande e brilhante oportunidade para uma sólida companhia internacional que queira entrar neste País pela porta da frente, ou até mesmo que está querendo se solidificar no Brasil, um Pais que mesmo estando passando momentaneamente por uma grande crise, oferece imensas oportunidades de lucros e grandes negócios, esta é a hora de investir. 

Temos para oferecer esta condição com total segurança de retorno.  Uma proposta diferente e atraente, mas, acima de tudo, com segurança de retorno a curto prazo. Só aceitamos negociar diretamente com a empresa, não atendemos terceiros. entrar em contato comigo pelo telefone 81 99942 0971

Estaremos ainda esta semana no Rio de Janeiro e em São Paulo, e se preferir ter este encontro diretamente em sua empresa na Europa, estaremos nas duas primeiras semanas de Agosto sediados na Europa, contatos através do email, roberto_deandrade@hotmail.com e Skype ou Whatt Zap, também. 


E-mail: roberto_deandrade@hotmail.com
Roberto Queiroz de Andrade
Player's Agent - License # 94 CBF/FIFA.
55 81 99942 0971
55 87 99942 7231
Skype -  robertoqueirozandrade 

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A great and bright step to start a new venture in a foreign country or solidify a existent market. We all know that the crisis is effecting the Brazilian economy, but an investment equal this have the potential to increase your company business in Brazil, Latim America  and perhaps at the World, in  the business market and have the return of your investment (and also profit), in a very short period.
We are offering this chance with security and return of the investments. We don't negotiate with intermediates. 
We will be attending at Rio de Janeiro and Sao Paulo at the two first weeks of August, and in Europe in the two last weeks of August. Precisely we are based in Torino near to the Juventus Arena, at this Hotel:
Residenza delle Alpi
Via pianezza 61 - Via Caselette 17
10149 TORINO - ITALY
Tel: + 39 011.455.35.15 
       + 39 011.455.38.66
E-mail: roberto_deandrade@hotmail.com
Roberto Queiroz de Andrade
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+ 55 81 99942 0971
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Skype -  robertoqueirozandrade 

22 de julho de 2015

Corinthians quer mudar contrato com BNDES e pede mais um ano para pagar estádio.


O Corinthians quer aumentar o prazo de carência para começar a quitar a construção do seu estádio. Pelo contrato assinado em novembro de 2013, o pagamento dos R$ 400 milhões do financiamento do BNDES começa agora, em julho - com o máximo de 180 meses para zerar todos os débitos em parcelas mensais, com juros e correções.
As diretorias do Parque São Jorge e do Fundo que cuida da arena tentam acertar uma mudança nesse sentido. Eles argumentam que pelas regras do banco para o financiamento dos estádios da Copa, há pelo menos 36 meses de carência, a contar do dia em que o documento foi assinado - dia 19 de novembro de 2013, neste caso. 
Ou seja, se os 36 meses fossem seguidos, o Corinthians só precisaria fazer o primeiro depósito só em novembro de 2016. Mas não é o que diz o contrato de financiamento, que estipula 15 de junho de 2015 como a data final da carência.
A conversa acontece com a Caixa Econômica Federal, que é a repassadora do dinheiro, e com o BNDES, mas ainda não há uma definição. Enquanto espera, porém, a cúpula alvinegra diz que já pagou a primeira parcela, de R$ 5 milhões, dinheiro que saiu do fundo em que são depositadas todas as rendas dos jogos em Itaquera.
"Todos os empréstimos para arenas no Brasil são em 36 meses de carência. Somente nós estávamos usando 19 meses. Então, pedimos mais 12 meses, pois as obras só vão acabar agora. É só isso. Já pagamos a primeira parcela", respondeu Andrés Sanchez, superintendente de Futebol do Corinthians, em contato com a reportagem.
"Esse é um direito que temos, está nas regras. Só queremos que seja cumprido, com todo mundo foi assim", completou.
Atrasadas, as obras ainda não têm um prazo definido para acabar. A Odebrecht diz que no final de julho terminará. Internamente, porém, dirigentes do clube têm certeza de que é impossível que tudo esteja pronto até antes do mês de setembro. O valor já chega em R$ 1,2 bilhão, contando juros, empréstimos e contratos extras fechados durante o andamento da construção.
Procurada, a Caixa Econômica Federal informou, por meio de sua assessoria de imprensa, "que as operações são protegidas por sigilo bancário" e esclareceu "que o andamento das parcelas e as liberações dos contratos estão em ritmo normal".
Infelizmente, a palavra dada e os contratos aqui no nosso País virou um motivo de chacota e piada e tudo que se faz, agora se empurra para depois, para mais adiante, pensando apenas em reajustes e por conseguinte, propinas e comissões.

9 de junho de 2015

CBF dá poder a clubes e fragiliza movimento por Liga

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu que vai fazer uma mudança importante em seu estatuto na próxima quinta-feira. Em reunião com os clubes nesta tarde, o presidente Marco Polo Del Nero informou que vai dar mais poder a eles, os inserindo no processo de definição do calendário e de formato dos campeonatos. Dessa forma, a entidade praticamente acabou com a mobilização que se iniciava da criação de uma Liga.
Atualmente, há uma norma que permite que a presidência vete qualquer decisão do conselho técnico. A partir da reforma no estatuto, ela não existirá mais.
Diversos dirigentes tinham marcado um encontro nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, logo após a conversa com Del Nero. O anúncio do presidente, porém, satisfez diversos cartolas.
"É uma ideia que já vem de muito tempo, desde a eleição a algumas estão sendo aceleradas. É uma ideia para fortalecer o futebol brasileiro. A partir de quinta, com a reforma no estatuto, não haverá mais o poder do veto que a CBF tinha. Será uma decisão com todos os clubes juntos", disse Walter Feldman, secretário-geral da CBF.
Del Nero será 'sabatinado' na Comissão de Esportes da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira, em Brasília. O cartola confirmou presença para prestar esclarecimentos sobre os escândalos da Fifa. O presidente da CBF é aguardado às 14h e será recebido, dentre outros, pelo superintendente de futebol do Corinthians, Andrés Sanchez (PT-SP), o ex-judoca João Derly (PCdoB-RS), e o ex-jogador Deley (PTB-RJ).
Na conversa com os clubes, o mandatário disse aos cartolas que nada teme, que vai enfrentar a CPI e que ainda fará outras mudanças no regulamento interno. Uma das ideias é mudar a situação dos vices em caso de cargo vago. Hoje, o mais velho é quem assume.
Minha Nossa Senhora da Perna Quebrada, me desculpe o trocadilho, mas, isso sem dúvidas, é pior que qualquer outra medida. O mais velho é simplesmente um senhor que está na Federação ha mais de 30 anos, já foi preso por denúncia, já colocou seus familiares quase todos para receberem salários e aí? Preso por tráfico de drogas, e vai por aí.
Tenho certeza de que precisamos ter uma intervenção do Ministério Público imediatamente, até porque trata-se de se fazer uma verificação em todas as contas (não interessa se é uma empresa privada), tem evasão de divisas, sonegação de impostos, desvios, propinas e corrupção o que já dá amplos motivos e poderes para a propria RF, PF e MP, tomarem as redeas do negócio que depois de limpo e corrigido, devolver ao futebol e a quem merecer.

22 de maio de 2015

Ao natural! Veja quem são as companheiras de jogadores de futebol que ficam belas até de 'cara limpa'

                                              Carol Cabrini - Lateral Marquinhos, PSG
                                                      Celina Locks - Ronaldo Nazário
                                                        Clarice alves - Marcelo, RM.
                                                          Daniela Aranguiz - Valdivia
                                                               Dixie Pratt - Romário
                                                     Fiorella Matteis - Alexandre Pato
                                                       Pilar Rúbio - Sérgio Ramos
                                                       Sara Carbonero - Casillas
                                                                    Shakira - Piqué
Suzana Werner - Júlio Cesar.

Onde tem muito dinheiro, tem fama, e mulher bonita. Quem discorda, rsrsrsrsrs

4 de janeiro de 2015

FIFA RECOLHERÁ CARTEIRAS DE AGENTES CREDENCIADOS

Desde  fevereiro de 2014 que a FIFA anunciou que ira recolher as carteiras de agentes, em fevereiro de 2015 e consequentemente retirará parte de suas responsabilidades perante as transações de jogadores.
Até então existiam dois tipos de profissionais que atuavam nessa área, os agentes FIFA, que seguiam as regras impostas pela entidade mor do futebol e os empresários, que agiram na clandestinidade e não respondiam pelos seus atos. 
Qual era, ate então a diferença? 
O agente FIFA fazia curso de transferências e de como tratar o jogador, tinha uma carteira com numero de identificação, pelo qual os atletas poderiam reclamar de suas ações diretamente na entidade, pagavam um seguro e se fizessem algo errado que prejudicasse um jogador a entidade se responsabilizava. Para representarem a FIFA, eles tinham que entregar documentos pessoais e até certidões negativas, inclusive criminais.
Já os empresários agiam na clandestinidade, não respondiam por seus atos e quando faziam coisas erradas, ficava sempre por isso mesmo, pois o jogador não tinha a quem reclamar e por este motivo, muitos jogadores brasileiros passaram a morar nas ruas da Europa por terem sido enganados pela classe clandestina. Apesar de existirem vários empresários que agem com honestidade. 
Para os clubes brasileiros de futebol, tanto faz empresários ou agentes, quando eles desejam um jogador, fazem qualquer coisa para obtê-lo, mesmo que isso colocasse em risco a profissão de atletas menos conhecidos.
E é exatamente pela clandestinidade que clubes e empresários fazem negócios que os torcedores não  entendem os motivos.
Como a FIFA exigia, as Confederações deveriam aplicar as provas para regulamentação dos agentes e a CBF, ninguém sabe o motivo, fazia dois anos que não aplicava a prova e nem regulamentava os profissionais. 
Por este, entre outros motivos, a FIFA, depois de muito discutir o assunto, perdeu a legalização do profissional para a clandestinidade e agora exigirá dos clubes os documentos que cobrava dos agentes, de todos os profissionais ligados aos atletas, através dos clubes, que passam a serem responsáveis pelos jogadores. 
Mas se o futebol brasileiro vive um mar de corrupção, a transferência de jogadores pode se firmar, legalmente,  como o principal alvo das máfias internacionais para lavagem de dinheiro. Sem contar que os jogadores estarão nas mãos de pessoas que ninguém sabem se são ou não honestas e sem garantia alguma…
Cortesia de Monica Formigoni -m Blog http://intervalodoesporte.com.br.  


  1. Acho pouco provável acontecer isso, até porque existe o direito adquirido e as Leis nacionais e internacionais do direito que certamente poderão ser usadas para esclarecer/legalizar no que a FIFA está querendo fazer atualmente (se foi difícil controlar isso com os agentes, imaginem agora, onde qualquer um pode intermediar um jogador - muito embora, que no Brasil, sempre foi assim e isso contribuio e muito com o enriquecimento de muitos presidentes e diretores de futebol que não tem nenhum comprometimento com o clube e muito menos com a decência). A FIFA, poderia ter pensado nisso antes, agora é muito tarde, e provavelmente teremos mais um grande imbróglio no futebol.