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22 de maio de 2015

TRE reprova contas do deputado Andrés Sanchez, que pode ter complicações futuras

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo reprovou por unanimidade as contas do deputado federal Andrés Sanchéz nesta quinta-feira, após votação ocorrida durante a tarde. A informação foi confirmada pela assessoria do TRE ao ESPN.com.br.
Agora, de acordo com as informações cedidas pelo TRE, o Tribunal vai determinar o recolhimento de R$ 100 mil, mas o político não corre o risco de sofrer cassação do mandato agora no presente exercício do cargo de deputado.
No entanto, Andrés pode sofrer complicações para um próximo mandato, caso venha a concorrer em uma eleição futura. O julgamento ocorreu por volta de 15h desta quinta, e o deputado teve suas contas reprovadas por unanimidade.
O gabinete do deputado também foi procurado pela reportagem, mas ainda não deu resposta oficial sobre o tema. O ex-presidente do Corinthians foi eleito deputado federal pelo PT no ano passado, com 169 mil votos do eleitorado de São Paulo. 
Sem comentários, até porque nosso País precisa mudar, não é somente ele, é o resto todo. Pois do contrário nem imagino onde iremos parar.

29 de outubro de 2013

Clubes Franceses confirmam greve contra os planos de 'super imposto'


Os clubes franceses da Ligue 1 e Ligue 2, primeira e segunda divisão do campeonato nacional, convocaram uma greve, nesta quinta-feira, que afetará a rodada do fim de semana de 29 de novembro a 2 de dezembro. A paralisação será realizada como forma de protesto contra a proposta do ‘super imposto’ do governo francês.
A reunião da União dos Clubes de Futebol Profissional (UCPF) teve representantes dos clubes abordando a questão e elaborando a campanha chamada ‘Futebol em Perigo – Todos Juntos’. A Ministra do Esporte da França Valerie Fourneyron declarou na semana passada que os clubes da Ligue 1 e Ligue 2 não seriam apoiados pela população francesa em caso de greve contra a proposta.
O governo do Presidente François Hollande tem procurado introduzir uma taxa de imposto de 75% aplicável aos que tiverem ganhos superiores a 1 milhão de euros ao ano.
Esta nova taxa é vista como uma forma de ajudar a fraca economia francesa, mas a Liga de Futebol da França (LFP), que deu total apoio à greve, e os clubes de futebol manifestaram insistentemente suas preocupações em relação ao efeito do imposto nos jogadores, e que isso poderia causar uma fuga de talentos do futebol francês.
Jean Pierre Louvel, Presidente da UCPF, afirmou: “O que nós queremos, como parte do ‘Futebol em Perigo-Todos Juntos’ é abrir o palco para todos os fãs, amantes do futebol, as pessoas que são parte da rotina diária do futebol. Isto é para os torcedores, jogadores amadores, associações, voluntários, educadores, treinadores e funcionários, todos aqueles que irão suportar o peso deste imposto injusto.
É o papel social do futebol que será afetados em consequência desta medida. Esta é uma oportunidade para a silenciosa maioria do futebol francês expressar sua opinião.”
Representantes dos clubes irão se reunir com Hollande na próxima semana para discutir uma solução para o atual momento. Louvel não afasta a possibilidade de que ações futuras sejam organizadas após o final de semana da greve. A UCPF afirmou que o imposto deve custar ao futebol profissional 44 milhões de euros por ano.
A União ainda acrescentou que 50 milhões de euros já são perdidos anualmente em direitos de imagem coletivo e o futebol francês doa cerca de 130 milhões de euros por ano para esportes amadores. Uma primeira leitura da proposta de aumento da taxa foi aprovada pelo Parlamento Francês, que deve ser votada entre o final de novembro e começo de dezembro.
Enquanto o aumento de imposto deve ter maior impacto em clubes como o Paris Saint-Germain e A.S Monaco, espera-se que os custos aos jogadores sejam compensados pelos seus proprietários, do Qatar e da Rússia, respectivamente. Em vez disso, é provável que o impacto maior recaia sobre os clubes que são adversários diretos dos dois milionários do futebol francês.
O Presidente do Saint Etienne, Bernard Caizzo, afirmou à agência de notícias Associated Press: “A maioria dos clubes não fazem dinheiro”. Eles perdem dinheiro. Então, como é possível que os clubes paguem este imposto quando eles não têm dinheiro sobrando? Este é o grande ponto.
Ao invés de jogadores pagando os impostos, eles querem os clubes pagando. O futebol francês é o que tem maior carga tributária da Europa. Quando ganhamos 100 euros, pagamos 70 euros. Não é a Inglaterra, a Alemanha, a Itália nem a Espanha. Muitos clubes não conseguirão suportar isso e podem desaparecer.”
Fiz um comentário anterior, onde usei de sarcasmo, com esta situação de clubes pagarem “impostos”, até movido pelo que acontece nos bastidores do futebol e em nosso futebol, e que todos sabem como se fazem as coisas, sempre saindo uma boa parte por baixo da mesa e para a conta de dirigentes mal intencionados. Posso até dar um palpite, porque não colocar a Receita Federal de cada País na parada, para investigar todas as transações á fundo, ao invés de simplesmente tentar punir o futebol, até porque, não se iludam, quem faz hoje irá continuar fazendo (desviando o dinheiro do futebol).
E se depender da FIFA e de seus organismos, todos nós sabemos que não resolve não se chega a nenhum lugar. Infelizmente.

Fonte: Soccerex. Comentário: Roberto Queiroz.

8 de maio de 2013

GOVERNO BRASILEIRO SE MOVE PARA COMBATER PROPRIEDADE DE TERCEIROS / BRAZILIAN GOVERNMENT MOVES TO TACKLE THIRD-PARTY OWNERSHIP




O governo brasileiro propôs a introdução de uma proibição aos clubes de venderem os direitos de transferência/econômicos de jogador aos investidores no mais recente desenvolvimento no debate em curso sobre propriedade de terceiros (TPO).

A proposta faz parte de um projeto mais amplo, que será enviado ao Congresso na tentativa de melhorar a situação financeira do futebol brasileiro, através do Ministério do Esporte do país, disse a Bloomberg. Os Clubes têm dívidas tributárias não pagas de cerca de R $ 4 bilhões (EUA 2 milhões de USD), de acordo com Vicente Candido, membro do Partido dos Trabalhadores na Câmara, na comissão de esportes.

O movimento do governo vem após um grupo de clubes brasileiros no mês passado afirmar que se proibirem o TPO no futebol brasileiro, afetaria negativamente a sua situação financeira, mais ainda. Os 21 clubes, que incluem os do Campeonato Brasileiro Serie A, ou seja, Fluminense campeão, junto com Flamengo, Internacional e Santos, e outros mais, enviaram uma carta aberta à FIFA expressando suas preocupações.

O Secretário-geral da UEFA, Gianni Infantino, em Março afirmou que a prática controversa de TPO "não tem lugar" no futebol. Infantino disse ainda que o organismo que tutela o futebol europeu é contra TPO devido a quatro fatores-chave, incluindo o seu impacto potencial sobre os regulamentos de fair play financeiro. A FIFA diz que está avaliando o "assunto complexo", enquanto a UEFA manteve sua palavra e procurará introduzir a sua própria proibição, se a entidade máxima do futebol mundial não tomar medidas. TPO é dito ser um mercado de 3.000 milhões dólares americanos por ano e é uma prática comum no sul da Europa e na América do Sul.

Eduardo Carvalho Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, saiu em oposição à legislação proposta. "Eu não acho que é um caso de mudar a lei", disse ele. "É um caso de gerir o seu clube melhor e usar esse tipo de parceiro de uma maneira que seja bom para ambas as partes. Mas muitas vezes o clube está em uma posição tão fraca que eles não fazem bons negócios."
Certamente que precisamos ter nos clubes gestões com profissionais, do contrário as coisas tendem sempre a andar na contra mão da modernidade. Até porque como os clubes no Brasil, são instituições sem fins lucrativos e sua diretoria é normalmente eleita por seus sócios e membros do conselho, e quem é eleito é normalmente um torcedor, fica difícil torna-los clubes profissionais de futebol.
E quando se começou a legislar com a Lei Pelé, o Brasil atravessava um período de inflação galopante, nunca se poderia tomar um empréstimo bancário para administrar seu clube, além disso, muitos dos presidentes destes clubes viram como era fácil ganhar dinheiro com seus jogadores e sem uma auditoria externa, então, muitos se aproveitaram e venderam parte dos Direitos Econômicos dos atletas do clube, com a desculpa de precisarem ter dinheiro em caixa, então fica difícil saber quem tem escrúpulos e quem legisla em favor de seu próprio bolso.
Uma coisa é certa, agora a coisa já está muito avançada e certamente se encontrará outro meio de se continuar com esta prática, pelo menos aqui no Brasil, disto tenho certeza. Faz-se necessário muito mais que isto, proibir uma pratica que ganhou o uso e o costume no futebol brasileiro e porque não dizer, mundial é andar para trás.
Fonte: Soccerex. Foto: net. Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.
The Brazilian government has proposed the introduction of a ban on clubs selling player-transfer rights to investors in the latest development in the ongoing debate over third-party ownership (TPO).
The proposal is part of a wider bill that will be sent to Congress in a bid to improve the financial position of Brazilian football, the country’s Sports Ministry told Bloomberg. Clubs have unpaid tax debts of about R$4 billion (US$1.99 billion), according to Vicente Candido, a member of the ruling Workers’ Party on the lower house sports committee.

The government’s move comes after a group of Brazilian clubs last month claimed that outlawing TPO in football would negatively impact their financial status. The 21 clubs, which include reigning Campeonato Brasileiro of Serie A the champion Fluminense, along with Flamengo, Internacional and Santos, sent an open letter to FIFA expressing their concerns. UEFA general secretary Gianni Infantino in March stated that the controversial practice of TPO has “no place” in football.

Infantino said that European football’s governing body is against TPO due to four key factors, including its potential impact on financial fair play regulations. FIFA says it is evaluating the “complex matter,” while UEFA has maintained it will seek to introduce its own ban if world football’s governing body fails to take action. TPO is said to be a $3 billion-a-year market and is common practice in southern Europe and South America.
Eduardo Carvalho Bandeira de Mello, president of Flamengo, has come out in opposition to the proposed legislation. “I don’t think it’s a case of changing the law,” he said. “It’s a case of managing your club better and to use this kind of partner in a way that’s good for both parties. But many times the club is in such a weak position that they don’t make good deals.”

And when they began to legislate by the Law Pele, Brazil went through a period of runaway inflation, they could never take a bank loan to manage the club, in addition, many of the presidents of these clubs saw how easy it was to make money with the club players and without an external audit, so many took advantage and sold part of Economic Rights of the club athletes, with the excuse of needing to have cash on hand, so it's hard to know who has scruples and who legislates in favor of his own pocket.

One thing is certain, now it is already very advanced and they will surely find another way to continue this practice, at least here in Brazil, I'm sure of it. It is necessary much more than that prohibits a practice that has gained the use and custom in Brazilian football and why not says, worldwide, it's walk at backyard.
Source: Sovccerex. Photo: net. Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

27 de abril de 2013

CLUBES BRASILEIROS LUTAM CONTRA A DISCRIMINAÇÃO A INVESTIDORES NO FUTEBOL / BRAZILIAN CLUBS FIGHT BACK IN THIRD-PART OWNERSHIP DEBATE


O debate sobre o tema da propriedade de terceiros (TPO) no futebol deu um toque atual na situação, com um grupo de clubes brasileiros começando com um movimento contra a proibição já que tais práticas,  impactaria negativamente a sua situação financeira. 

 Os 21 clubes, que inclui top clubes do Campeonato Brasileiro da Serie A, como Fluminense campeão, junto com Flamengo, Internacional e Santos, enviaram uma carta aberta à FIFA expressando suas preocupações. Este movimento dos clubes vem depois de o secretário-geral da UEFA, Gianni Infantino, no mês passado, afirmar que a prática controversa de TPO "não tem lugar" no futebol.  

Infantino disse que o organismo que tutela o futebol europeu é contra o TPO devido a quatro fatores-chave, incluindo o seu impacto potencial sobre os regulamentos de fair play financeiro. Junto com o Campeonato Inglês, a participação de investidores "TPO" está proibido na Ligue 1 da França e no futebol polonês. A FIFA diz que está avaliando o "assunto complexo", enquanto a UEFA manteve e procurará introduzir a sua própria proibição, se a entidade máxima do futebol mundial não tomar medidas.

Um relatório da Comissão Europeia foi feito em fevereiro para examinar a possibilidade de regular que o TPO tenha abrigo da legislação europeia. A Associação Europeia de Clubes (ECA), que representa 207 equipes do continente, também debateu o TPO em sua assembléia geral recente, mas disse que não havia "unanimidade" entre os membros sobre a proibição completa, acrescentando que novas negociações serão realizadas sobre as implicações de tal movimento. TPO é dito ser um mercado de US $ 3 bilhões por ano e é uma prática comum no sul da Europa e América do Sul. 

 Os clubes explicitam na carta: "A proibição - como proposto pela UEFA - pode afetar as finanças dos clubes brasileiros e sul-americanos negativamente, bem como o fluxo das transferências internacionais de jogadores entre a América do Sul e Europa, para não mencionar os problemas que poderiam surgir caso os contratos atualmente em pleno vigor e efeito (que estão em consonância com as legislações nacionais e, portanto, sujeitos à proteção legal em favor dos investidores) precisava ser, prima facie, anulado, com efeito imediato. 

 Os clubes brasileiros e sul-americanos não podem permanecer em silêncio em relação a este cenário adverso, caso contrário, eles voltarão a ser afetados por uma alteração unilateral e súbita de novas regras, implementadas sem o seu envolvimento, exclusivamente promovido pela UEFA, mesmo sem - vale destacar - refletindo uma opinião unânime dos clubes europeus ". 

 A maioria dos clubes no Brasil vendem os direitos de transferência de jogadores (direitos economicos, protegidos pelo contrato laboral) para os investidores como uma forma de arrecadar dinheiro e reforçar os seus esquadrões, Daniel Cravo, um advogado que representa o Internacional disse a Bloomberg. Jochen Loesch, presidente de negócios internacionais no tráfego da Agência Traffic de  Esportes, acrescentou que cerca de 90% dos jogadores no topo da liga do país "estão de alguma forma ligados aos investidores". A Traffic já investiu mais de EUA $ 75 milhões em direitos de cerca de 60 jogadores desde que foi fundada em 2007.  

O Campeonato Inglês tem sido um dos precursores na luta contra a TPO, com o chefe-executivo Richard Scudamore mês passado comparando a prática de "escravidão servil". Cravo disse: "A alegação é de que o jogador esta está na escravidão, isto é apenas uma falácia, e não é verdade. O jogador está no controle de seu destino. "O grupo brasileiro disse que formou uma comissão de quatro membros para discutir o assunto, com uma outra reunião agendada para 02 de maio em São Paulo.

De repente é uma maneira dos clubes europeus barrarem ainda mais a "importação" de jogadores sul-americanos, o que é uma pena, usar esta forma de discriminação, haja visto que o futebol é um negócio como qualquer outro. Temos visto algumas Federações ou Ligas não se manisfestarem contra em se colocar um clube na Bolsa de Valores e abrir seu capital a investidores e ou até quando algum milionário compra um clube europeu (para ganhar dinheiro), medida aceita como natural naquelas bandas. 

Para mim, isto é apenas uma forma discriminatária de tentar barrar o Direito de ir e vir de todo trabalhador e da propria empresa de transferir seu trabalhador (ou alguém tem dúvidas que o clube não é uma empresa), deveria sim, ser regulado e explicitado algumas regras para quem somente pudesse investir  (TPO), fossem empresas constituidas legalmente, e que recolhem seus impostos, para impedir a famosa lavagem de dinheiro.    

Fonte: diversas. Foto: Divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução; Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

The debate over the subject of third-party ownership (TPO) in football has taken a fresh twist with a group of Brazilian clubs claiming that a move to outlaw such practices would negatively impact their financial status.

The 21 clubs, which includes the tops from the Brazilian championship, like the champion Fluminense, along with Flamengo, Internacional and Santos, have sent an open letter to FIFA expressing their concerns. 

The clubs’ move comes after UEFA general secretary Gianni Infantino last month stated that the controversial practice of TPO has “no place” in football. Infantino said that European football’s governing body is against TPO due to four key factors, including its potential impact on financial fair play regulations. Along with the English Premier League, TPO is currently outlawed in France’s Ligue 1 and in Polish football. FIFA says it is evaluating the “complex matter,” while UEFA has maintained it will seek to introduce its own ban if world football’s governing body fails to take action. 

A European Commission report was released in February examining the possibility of regulating TPO under European law. The European Club Association (ECA), which represents 207 teams on the continent, also debated TPO at its recent general assembly but said there was “no unanimity” amongst members regarding a complete ban, adding that further talks will be held over the implications of such a move. TPO is said to be a US$3 billion-a-year market and is common practice in southern Europe and South America.

The clubs said in the letter: “The ban – as proposed by UEFA – could impact the finances of the Brazilian and South American clubs negatively, as well as the flow of the international transfers of players between South America and Europe, not to mention the problems that would arise in case the contracts currently in full force and effect (which are in line with national legislations and thus subject to legal protection in favour of investors) needed to be, prima facie, annulled with immediate effect. The Brazilian and South American clubs cannot remain silent in relation to this adverse scenario, otherwise they will once again be affected by an unilateral and sudden change of rules, implemented without their involvement, exclusively promoted by UEFA even without – it is worth to highlight – reflecting an unanimous opinion of European clubs.”

Most clubs in Brazil sell the transfer rights of players to investors as a way to raise money and strengthen their squads, Daniel Cravo, a lawyer representing Internacional told Bloomberg. Jochen Loesch, president of international business at the Traffic Sports agency, added that about 90% of players in the country’s top league “are somehow linked to investors”. Traffic has invested in excess of US$75 million in the rights of about 60 players since it was founded in 2007. 

The English Premier League has been one of the forerunners in the fight against TPO, with chief executive Richard Scudamore last month comparing the practice to “indentured slavery”. Cravo said: “The claim that this is player slavery is just a fallacy, it’s not true. The player is in control of his destiny.” The Brazilian group said that it has formed a four-member commission to discuss the matter further, with another meeting scheduled for May 2 in Sao Paulo.

Suddenly it's a way of European clubs block the "import" of South American players, which is a shame, use this form of discrimination, given the fact that football is a business like any other. We have seen some federations do not put yourself in manisfestation against a club that at the Stock Exchange opens its capital to investors and when some millionaire come and buy a European club to make money is accepted as natural.

For me, this is just a way of trying to stop the law who give to everyone the rights to come and go around the world, or the rights of the company to transfer your staff or even contract a new worker (or someone has doubts that the club is not a company) should indeed be regulated and explained some rules for who could only invest (TPO), were legally and constituted companies, to prevent the famous money laundering.

Sorce: O estadão. Soccerex. Reuters. Photo: net.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.


2 de março de 2012

CBF TEM CAIXA DE $ 230 MILHÕES PARA GASTAR / CBF HAS $ 230 MILLIONS“CASH ON HAND” TO SPEND.

Faturamento anual da entidade que rege o futebol brasileiro chega a R$ 173 milhões

RIO - A boa saúde financeira da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pode ser um dos motivos que levaram dirigentes de federações a brigar pela sucessão de Ricardo Teixeira, nessa semana de turbulência no futebol.

Veja também:

ENQUETE: Ricardo Teixeira deveria deixar a presidência da CBF?

O balanço da CBF, a ser publicado nos próximos dias, indica que a entidade tem em caixa R$ 230 milhões para livre uso. O faturamento anual chega a R$ 173 milhões. Entre os bens, constam um avião, um helicóptero e um terreno na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 44 milhões.

Toda essa fartura, segundo alta fonte do futebol, teria provocado a cobiça de alguns dirigentes de federações estaduais que não estão alinhados com Teixeira.

O presidente da CBF, antes de anunciar a sua permanência no comando da entidade, teria detectado um movimento dos cartolas para a sua queda. E até por isso resolveu fazer mistério sobre o seu futuro. Quis ter a certeza de quem estava do seu lado e quem remava contra.

Quando se sentiu fortalecido, com apoio explícito de alguns governadores, deputados, dirigentes de algumas federações e de empresários ligados ao futebol, Teixeira voou para Miami para passar alguns dias com a família.

Diante das denúncias publicadas na imprensa nos últimos dias, que apontam problemas com suas empresas, Teixeira se defendeu com um lacônico comunicado no site oficial da entidade que diz: "O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, bem como todos os membros de sua família, tem sua situação tributário fiscal devidamente regularizada, nada devendo ao fisco federal, estadual e municipal, sendo certo que todos os seus bens e propriedades estão devidamente declarados perante as repartições competentes."

Apesar do comunicado, segundo fontes do futebol, a Polícia Federal estaria acompanhando os passos do presidente da CBF. Nos próximos dias, os que apoiam Teixeira deverão se manifestar publicamente. Na avaliação de seus aliados, o cartola ganhou força.

Perguntar não ofende, então perguntarei de quem é o avião que o presidente da CBF usa para seus passeios. Por exemplo, foi para Florida passar o período do carnaval com sua família na cidade de Delray Polo Club e no aeroporto de Boca Raton onde já existe até um hangar com seu nome, nada mais normal, caso não estivesse indo no avião da CBF, ou será que a entidade não é sua empresa, também?

Fonte: O Estado de São Paulo e http://www.huffingtonpost.com/eric-ehrmann/brazil-world-cup-corruption_b_1305469.html. Foto: http://www.blogtorcida.com.br/?p=1980

Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.


Annual revenues of the entity that governs the Brazilian football comes to $ 173 million.

The financial health of the Brazilian Football Confederation (CBF) can be one of the reasons why leaders of associations to fight for the succession of Ricardo Teixeira, this week's turmoil in football.

See:

POLL: Ricardo Teixeira should leave the presidency of the CBF?

The balance of the CBF, to be published in the coming days, indicates that the entity has cash $ 230 million for free use. The annual turnover reaches $ 173 million of reais. Among the goods listed in an airplane, a helicopter and peace of land in Barra da Tijuca, in Rio de Janeiro, valued at $ 44 million of reais.

All of this abundance, from a high source of football federation, would have caused the greed of some leaders of state federations that are not aligned with Teixeira.

The president of the CBF, before announcing his stay in control of the entity, would have detected a movement of the president to its downfall. And so he decided to make bones about its future. He wanted to be sure who was on their side and who rowed against.

When she felt strengthened, with the explicit support of some governors, deputies, leaders of some associations and businessmen linked to football, Teixeira flew to Miami to spend some days with family.

Given the allegations in the press in recent days, they point to problems with Ricardo Teixeira companies, Teixeira defended himself with a terse statement on the official website of the entity that says: "The president of the CBF, Ricardo Teixeira, as well as all members of his family, have their situation regularized tax at tax due, they have no problem at the federal, state and municipal, tax payments, and given that all their property and possessions are properly declared before the appropriate agencies. "

Despite the announcement, said sources from the football, that federal police would be keeping pace with the president of the CBF. In the coming days, those who support Teixeira should manifest itself publicly. In the evaluation of its allies, the president is gaining strength.

Ask not offended, then I ask, who is the airplane that the president of the CBF uses for the weekends party’s? For example, he went to Florida over the period of the carnaval to meet his family (wife and daughter) in the city of Delray Polo Club and the Boca Raton airport where there is already have a hangar with his personal name, nothing more normal, if the airplane is private property, but he going on the plane of the CBF, so is that the entity is his own property, means, business, too?

Source: The State of Sao Paulo and http://www.huffingtonpost.com/eric-ehrmann/brazil-world-cup-corruption_b_1305469.html

Photo: http://www.blogtorcida.com.br/?p=1980
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

17 de fevereiro de 2012

RICARDO TEIXEIRA ESCONDE SEU NOME DE EMPRESA VINCULADA A PROPINAS / RICARDO TEIXEIRA HIDES HIS NAME OF A COMPANY LINKED WITH CORRUPTION


Segundo a 'Folha de S.Paulo', presidente da CBF conseguiu transformar a SANUD, empresa por meio da qual teria recebido dinheiro da ISL, em uma sociedade de ações fechadas.

Antes de possivelmente deixar o cargo de presidente da CBF depois de 23 anos, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, teria feito uma manobra para ocultar suas ligações com a SANUD, empresa por meio do qual teria recebido propina da empresa de marketing ISL. A informação é dada pela ‘Folha de SãoPaulo’, nesta sexta-feira.

Segundo o jornal, Teixeira transformou a RLJ Participações, empresa responsável por suas operações financeiras, de sociedade aberta em grupo de ações fechadas, sem que a composição societária tenha que ser conhecida. Assim, o nome do cartola não estaria ligado à SANUD, sediada no paraíso fiscal de Liechtenstein.

Em 2010, o repórter da BBC Andrew Jennings acusou o presidente da CBF e seu ex-sogro e ex-presidente da FIFA, João Havelange, de terem recebido propina da ISL. Só Teixeira teria recebido US$ 9,5 milhões. Jennings divulgou documentos nos quais a SANUD e mais duas pessoas aparecem como recebedores do dinheiro, mas os nomes são mantidos em sigilo pela Justiça da Suiça. O presidente da FIFA, Joseph Blatter, promete revelá-los.

Teixeira respondeu por meio de sua assessoria de imprensa que a SANUD já foi extinta e disse que as mudanças da RLJ foram legais.

Investigação barrada
Outro jornal, o ‘Lance!’, publica hoje que advogados de Teixeira barraram uma investigação realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre a participação do dirigente em participações em crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro.

Tudo é possível fazer no Brasil e principalmente quando se tem muito dinheiro. Fico me perguntando onde está o Ministério Público que não toma a frente disto, onde está a Policia Federal, pois isto é crime do “colarinho branco”, regulado pela Constituição e por nossa Justiça, agora tomar a frente de alguma investigação para receber propinas, também não adianta.

O presidente da CBF continua fazendo simplesmente todos de bobo, a imprensa, o futebol e principalmente a nossa justiça. Já transferiu grande parte de seu patrimônio para os paraísos fiscais, e sua própria família para Miami.

Só deixo um aviso, nos EUA eles não terão bom tempo, aquele País pega no pé de qualquer um, principalmente um imigrante desonesto, aí é que as coisas devem ficar pretas, basta esperar pra ver.

Fonte: espn.com.br Foto: Divulgação.

Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

According to the 'Folha de SãoPaulo, newspapaer, "CBF president managed to transform SANUD, whereby the company would have received money from ISL in a closed stock company.

Before possibly stepping down as president of the CBF after 23 years, the president of the CBF, Ricardo Teixeira, have done a maneuver to conceal their links with SANUD, through which company would have received bribes from the ISL marketing company. Information is given by 'Folha de SãoPaulo', on Friday.

According to the newspaper, Teixeira turned RLJ Holdings, a company responsible for its financial operations, public company shares closed group, without the corporate structure has to be known. Thus, the name of the president would not be connected to SANUD, headquartered in the tax haven of Liechtenstein.

In 2010, the BBC reporter Andrew Jennings accused the president of the CBF and his ex-father in Law and former FIFA President Joao Havelange, having received bribes from ISL. Teixeira, alone would have received $ 9.5 million. Jennings released documents on which the SANUD and two more people appear as recipients of the money, but the names are kept confidential by the courts of Switzerland and FIFA President Sepp Blatter promises to reveal them.

Teixeira said through his press office that has been extinguished and SANUD said the changes were legal RLJ.

Research was barred.
Another newspaper, the 'Lance!', published today that Teixeira lawyers blocked an investigation by the Public Ministry of Rio de Janeiro on the participation of the president in participation to these crimes against the national financial system and money laundering.


Everything is possible in Brazil and especially when you have lots of money. I wonder where is the prosecutor who does not take this forward, where the Federal Police, as this is a crime of "white collar", regulated by the Constitution and our justice now take the president in any investigation to taking bribes, this is does not good to Brazil.

The president of the CBF remains simply making everyone look fools, the media, football and especially our righteousness, means, the whole country. He has already transferred most of its assets to tax havens, and his family to Miami.

Just leave a notice, in the U.S. they will not have a good time, that country get the foot of anyone especially an immigrant dishonest, that's where things should be black in his life, just wait and see.

Source: espn.com.br Photo: Disclosure.

Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

20 de novembro de 2011

Tirem o futebol das mãos da FIFA / Take the football of FIFA hands.


Blatter ataca de novo e minimiza racismo. Chega! Alguém precisa agir contra esta figura no comando do futebol mundial.

Como você se sentiria ao ver sua paixão maltratada, explorada, ridicularizada, manipulada? Como você se sentiria ao perceber que aquilo que te empolga por sua essência vira apenas um instrumento imoral de enriquecimento nas mãos de gente como Joseph Blatter?

O presidente da FIFA já devia ter deixado o cargo faz tempo. Mas enquanto se agarra a ele, continua fazendo questão de enojar o mundo com seus comentários infelizes. Em entrevistas a CNN e Al Jazeera, Blatter minimizou a presença do racismo no futebol, negando sua existência e chegando ao cúmulo de afirmar que eventuais ofensas dentro de campo devem ficar para trás com um aperto de mão no fim do jogo.

Enquanto isso, a federação inglesa indiciava Luis Suárez, suspeito de dirigir ofensas racistas a Evra, do Manchester United. E a acusação de Anton Ferdinand a John Terry, capitão do English Team, virou caso de polícia. Em outros países, bananas são jogadas em campo, torcidas imitam macacos - e o mundo do futebol faz de conta que se importa.

Para Blatter, um aperto de mão tem de apagar a mais vil das ofensas, aquela que ataca uma condição intrínseca do ser humano. Para piorar a situação, ao tentar se defender em um comunicado no site da FIFA publicou sua foto ao lado de um negro. O refúgio dos canalhas que negam ser racistas. A versão visual do "como posso ser racista se tenho amigos negros"?

A mesma entidade cujo presidente tolera o racismo tentou, na última semana, impedir que a Inglaterra usasse a flor (poppy) que relembra os mortos de guerra. Para a FIFA, se encaixava na categoria de símbolos "religiosos, comerciais ou políticos" que são proibidos nos uniformes de seleções. Só com a intervenção de gente grande, como o Príncipe William, que a permissão foi concedida. Ainda assim, só nas tarjas negras de luto no braço.

O futebol não pertence a nós. Pertence a essa gente. Que controla o futebol como uma máfia, apagando sem dó aqueles que ousam cruzar seu caminho. Mohammed Bin Hamamm foi banido do futebol por se erguer contra Blatter. O ex-presidente da Confederação Asiática de Futebol tentou comprar votos para derrubar o suíço na última eleição.

Ora, só uma pessoa pode comprar votos na FIFA sem ser incomodada. E a aclamação de Blatter pelos presidentes de confederações que vivem de suas esmolas foi mais uma cena constrangedora entre tantas. Leia "Jogo Sujo", de Andrew Jennings, e entenda melhor como a FIFA é construída em cima destes pequenos favores, de um tráfico de influências da pior espécie.

Tirar Blatter seria o primeiro passo, mas não é só por causa dele que a FIFA está podre. É o mundinho dos Oliveiras, Havelanges, Teixeiras, Valckes e afins. Bandidos. Daqueles que enriquecem em cima dos clubes que pagam altos salários a seus jogadores, e dos governos que dizem amém e gastam milhões em estádios.

A FIFA é um fracasso. O futebol precisa urgentemente começar de novo, livre do perene desprezo de quem hoje o tem nas mãos. Precisa que gente mais interessada pelo bem do jogo tome a frente. Que os dirigentes de boa intenção (existem?) tenham a força e coragem necessárias para bater de frente, fazendo menos concessões.

Da última manifestação, ou melhor, do último vômito verbal de Blatter, o positivo é a repercussão firme da opinião pública. Dos poucos corajosos do mundo do futebol, como Rio Ferdinand, que confrontou o dirigente no Twitter.

A pressão pela renúncia de Blatter tem de ser firme e constante. Tirem o futebol das mãos dele. E da FIFA.

Tenho certeza de que o Leonardo Bertozzi perdeu-se apenas em um detalhe, as Federações Estaduais, a CBF, a FIFA, não podem ser retirados do futebol, quem deve ser retirados do futebol são seus dirigentes e suas administrações. Estas instituições são imprescindíveis a organização do futebol, seja onde for com decentes e transparentes administrações.

Fonte: Leonardo Bertozzi, Blogueiro do ESPN. Foto: Divulgação.

Comentário: Roberto Queiroz de Andrade. Tradução: Roberto Queiroz de Andrade e Roberto Queiroz de Andrade Junior.

Blatter strikes again and minimizes racism. Enough! Someone must act against this figure at the helm of world football.

How would you feel to see your passion abused, exploited, ridiculed, manipulated? How would you feel when you realize that what excites by its essence becomes immoral only an instrument of enrichment in the hands of people like Joseph Blatter?

FIFA president should have stepped down long ago.
But while still clinging to it, still making a point of disgust the world with his unfortunate comments. In interviews with CNN and Al Jazeera, Blatter played down the presence of racism in football, denying its existence and reaching so far as to say that any offense on the field should be back with a handshake at the end of the game.

Meanwhile, the England Federation indicated Luis Suarez, suspected of directing racist abuse at Evra of the Manchester United.
And a charge to Anton Ferdinand for insulting John Terry, captain of the English Team, became a police matter. In other countries, bananas are thrown on the ground, and t
he football world fake that his care.

For Blatter, a handshake is enough to erase the vilest sins, one that strikes an intrinsic condition of the human being. To make matters worse by trying to defend in a statement on FIFA's website, published his picture next to a black. The refuge of scoundrels who deny being racist. The visual version of "how can I be racist if I have black friends"?

The same entity whose president tolerate racism in the last week, tried to prevent the England of the usage of the flower (poppy) that remembers its war deaths.
For FIFA, fit the category of symbols "religious, commercial or political," which are prohibited in uniform selections. Only with the intervention of great people, like Prince William, that permission was granted. Still, just the black stripe of mourning on the arm.

Football does not belong to us.
Belongs to these people. What controls the football as a mob, mercilessly erasing those who dare cross your path. Mohammed Bin Hamamm was banned from football for standing up against Blatter. The former president of the Asian Football Confederation tried to buy votes to overturn the Swiss in the last election.

Now, only one person can buy votes in FIFA without being bothered.
Blatter and the acclamation of the presidents of confederations of their living begging was another embarrassing scene among many. Read "Foul Play", by Andrew Jennings, and better understand how FIFA is built upon these small favors, influence peddling one of the worst kind.

Blatter would take the first step, but it's not just because of him that FIFA is rotten.
It's the little world of, Oliveira’s, Havelange’s, Teixeira’s, Valcke’s, Blatter’s and the like. They are Bandits. Upon those who enrich the clubs that pay high salaries to their players and governments that say “amen” and spend millions on stadiums and others thinks.

FIFA is a failure.
Football needs to urgently start anew, free from perennial contempt for those who are holding today. Need to have people more interested for the good of the game to take the lead. The leaders of good intention (there exist?) Have the strength and courage necessary to clash, making fewer concessions.

The last manifestation, or rather the last verbal vomiting Blatter, is the positive impact of public opinion firm.
Of the few brave the world of football, such as Rio Ferdinand, who confronted the manager on Twitter.

The pressure for the resignation of Blatter must be firm and constant.
Take football away from him and FIFA.


I'm almost certain that Leonardo Bertozzi, lost only one detail, the States Federations, CBF, FIFA can not be taken out of football, who should be removed from the football are their leaders only with they administration’s. These institutions are essential to football organization, wherever they are with a decent and transparent administration.

Source: Leonardo Bertozzi, ESPN Blogger. Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz de Andrade.
Translation: Roberto Queiroz de Andrade and Roberto Queiroz de Andrade Junior.