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27 de julho de 2015

Cash-strapped Santos sign shorts sponsor

Financially stricken Brazilian soccer club Santos have reportedly agreed a sponsorship deal with supplements brand Voxx.
The one-year contract includes branding on the Campeonato Brasileiro Serie A side’s shorts, according to Maquina do Esporte.
Voxx already has deals in place with five other Brazilian teams: América-MG, Botafogo, Figueirense, Fluminense and Portuguesa.
While financial terms have not been released, the new deal will come as a welcome boost for Santos, who are reported to have debts totalling US$127 million.
Last season, the club was unable to attract a main kit sponsor and therefore switched to a match-by-match shirt sponsorship model in a bid to raise funds.
- See more at: http://soccerex.com/news/2015/07/cash-strapped-santos-sign-shorts-sponsor#sthash.5FinfHxn.dpuf

5 de janeiro de 2015

Por R$ 38 milhões, Grêmio topa vender Luan para aliviar sufoco financeiro


Luan foi um dos destaques da última temporada do Grêmio, sobretudo, no primeiro semestre.
Com uma dívida de mais de R$ 250 milhões e ainda sem definir a situação da Arena com a OAS, o Grêmio pôs o pé no freio para 2015, tenta reduzir a sua folha salarial e estabeleceu como meta realizar uma venda para aliviar os seus cofres. A esperança tricolor reside na revelação Luan, de 21 anos. Os dirigentes sonham alto com o atacante: eles pedem 12 milhões de euros (R$ 38 milhões) para negociá-lo.
O Valencia, da Espanha, é o maior interessado.
Até aqui, foram duas sondagens realizadas por um agente em nome dos europeus, ambas rejeitadas pelo ex-presidente Fabio Koff, que seguirá no departamento de futebol nesta temporada. O cartola é um dos maiores entusiastas do futebol do garoto.
Koff trata diretamente das conversas.
Ele defende que, mesmo com a queda de rendimento, Luan é um "talento de exceção" e deve ser valorizado nesse momento. De férias até o próximo dia 18, o dirigente promete marcar presença na reapresentação gremista na próxima quinta-feira.
O novo mandatário do time, Romildo Bolzan Jr., não nega que a joia tricolor seja hoje a principal saída para faturar com a reabertura da janela de transferências europeia.
"Houve uma sondagem, mas não teve ainda oficialização dentro dos valores que pedimos. O Luan é um jogador extremamente promissor, talvez o com mais potencial que despontou em 2014, então, não podemos nos desfazer dele por qualquer oferta", afirma Bolzan ao ESPN.com.br.
Luan é mesmo a bola da vez no mercado em Humaitá.
Depois de repassar percentuais econômicos do zagueiro Bressan, a caminho do Flamengo, e do volante Ramiro para os empresários Giuliano Bertolucci e Kia Joorabchian, a diretoria resiste em vender outra revelação, Wallace, apadrinhado por Felipão.
No radar da seleção sub-20, o atacante que surgiu no futebol paulista já recebeu anteriormente proposta do grupo de investimento Doyen Sports e tem 70% de seus direitos ligados ao Grêmio. O restante pertence ao seu agente, Jair Peixoto, e ao empresário Celso Rigo, que colaborou em contratações como a de Giuliano, ex-Dnipro, da Rússia.
Negociar jogador é tão bom, que os proprios presidentes dos clubes querem eles mesmo, fazerem o negócio (imaginem porque). agora este valor é para cabeça de bagre, se o Luan sair do Grêmio por este valor, não demora muito e ele estará valendo no mercado pelo menos 5 vezes mais. @ficaadica.

2 de janeiro de 2015

TRAMBIQUE TAMBÉM NO FUTEBOL



No afã de derrotar o governo a qualquer custo para provar a fragilidade da base política de apoio à presidente Dilma Rousseff no Congresso, governistas dissidentes e a oposição prestaram enorme desserviço ao contribuinte, à torcida e à viabilidade do futebol como negócio no Brasil. Pois quarta-feira a Câmara dos Deputados concedeu pela MP 656 benefícios fiscais, inclusive uma anistia aos clubes, sem a contrapartida prevista no projeto original, encaminhado pelo Ministério dos Esportes. 

Essa briga política não resultará de imediato no prêmio lotérico esperado pelos dirigentes maus pagadores do futebol, nem sempre acima de qualquer suspeita, pois para se tomar lei o texto aprovado precisa passar pelo Senado e pela sanção presidencial. Mas sua aprovação já alerta para a evidência de que nem sempre o que vem do Executivo é forçosamente ruim e nem toda iniciativa oposicionista visa necessariamente ao bem da Nação.

A calamitosa situação do futebol brasileiro nos gramados, evidenciada nas derrotas de 7 a 1 para a Alemanha e de 3 a 0 para a Holanda nos dois jogos finais do Mundial disputado em casa, é mero reflexo da desastrosa situação financeira dos clubes, inclusive os que têm maior número de torcedores. A péssima gestão da grande maioria deles resultou numa enorme dívida com o Fisco, calculada hoje pelos especialistas em R$ 3,7 bilhões. 


Antes de atrasar salários ou pagamento de direito de imagem de seus craques, tais clubes deixam de pagar as obrigações com o poder público, como não recolher as parcelas devidas à Previdência Social nem pagar impostos à Receita Federal e multas aos poderes públicos.

Neste ano, a calamidade assolou o time de maior torcida do Brasil, o Flamengo, e seu rival, o Botafogo, que deu grandes contribuições às glórias do esporte no Brasil. O chamado clube da Estrela Solitária teve de mandar seus jogos no Brasileirão fora do Rio para se livrar da penhora de dívidas abatidas de suas bilheterias.

Numa tentativa demagógica de resolver o problema sem punir os maus gestores, o Ministério do Esporte mandou para o Congresso o Projeto de Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte. Sua ideia central era negociar a dívida considerada impagável em troca de obrigações que os dirigentes seriam forçados a cumprir para terem a dívida perdoada. Mas seu texto foi incluído no "pacotão de Natal", a MP 656, que virou uma colcha de retalhos com 43 novos temas, chamados de "jabutis".

Sob a liderança do líder do PMDB e candidato a presidente da Casa, Eduardo Cunha (RJ), parte da base governista e a oposição aprovaram na medida provisória o parcelamento da dívida dos clubes com a União em até 240 meses (20 anos). A benemerência foi completada com a concessão de descontos de 70% das multas e de 30% dos juros. 


O texto aprovado manda para as calendas qualquer iniciativa de moralização da gestão financeira dos clubes e, em consequência, qualquer tentativa de modernizar sua administração. O técnico da seleção vice-campeã do mundo em 1950, Flávio Costa, dizia que o futebol brasileiro era ótimo dentro e péssimo fora das quatro linhas dos gramados. Agora tudo vai mal, no campo e fora dele. 

Se o Senado aprová-la e Dilma não vetá-la, a MP 656 tomará inevitável a contaminação de fora para dentro de forma irreparável. Pois prejudica o contribuinte, que pagará a conta pela roubalheira dos cartolas, e os torcedores dos clubes mal geridos, que continuarão sendo rebaixados para divisões inferiores do Brasileirão, como o Palmeiras em 2012, o Vasco em 2013 e o Botafogo este ano. E será injusto com clubes que, geridos adequadamente, têm tido bom desempenho, como o Cruzeiro e o Atlético de Minas e o Internacional de Porto Alegre.

Artigo: Ricardo Gomes Silva - CEO at  S Studio marketing.

O nosso prezado amigo, esqueceu de mencionar que o Sport Recife também faz parte desta minoria.

21 de novembro de 2014

Pode piorar! Botafogo ainda corre o risco de perder seis pontos


Numa situação complicadíssima na tabela e próximo do rebaixamento neste Campeonato Brasileiro, o Botafogo tem mais um problema. O clube ainda precisa pagar cerca de R$ 650 mil referentes à venda do meia-atacante Elkeson. Se não conseguir quitar este débito até o fim da semana, o Glorioso corre o risco de perder seis pontos e pode ser rebaixado antes mesmo de ir a campo no domingo, contra a Chapecoense.
As informações foram divulgadas pelo site Globoesporte.com. Na semana passada, porém, um membro da diretoria alvinegra disse ao LANCE!Net que a situação estava resolvida, mas não entrou em detalhes sobre o pagamento.
A dívida deve ser paga ao Guanghzou Evergrande (CHN). Depois, o clube chinês vai encaminhar esta quantia ao Vitória, clube formador do atleta. O Rubro-Negro entrou na Justiça por não ter recebido do Glorioso o dinheiro de direito por ser formador de Elkeson.
O diretor de futebol do Botafogo, Wilson Gottardo, disse ao L!Net que o Glorioso iniciou parte do pagamento, mas sofre com a crise financeira:
– O Botafogo não está se recusando a pagar. O clube já iniciou parte do pagamento, mas precisa liberar receitas bloqueadas na Justiça.
Mis amis, os clubes brasileiros não podem nem devem "dispensar" (tem um monte fazendo isto, tanto de Serie B quanto de Serie A) ou importar jogadores, mas, infelizmente nossas administraçãos são caseiras e muito amadores, e aí está o resultado. 

9 de maio de 2013

O endividamento dos maiores clubes brasileiros (em milhões de reais) / The indebtedness of the biggest clubs in Brazil (in millions of reais)



CLUBE
ENDIVIDAMENTO EM 2012
ENDIVIDAMENTO EM 2011
VARIAÇÃO
Flamengo                      
741,7
355,5
109%
Botafogo
614,5
563,9
9%
Fluminense
434,9
404,9
7%
Atlético-MG
414,5
367,6
13%
Vasco da Gama
410
422,6
-3%
Palmeiras
287,2
240,5
19%
Internacional
214
197,4
8%
São Paulo
199,7
158,5
26%
Santos
194,4
207,7
-6%
Grêmio
187,2
198,9
-6%
Corinthians
177,1
178,5
-1%
Cruzeiro
143
120,3
19%
Portuguesa
135,4
138,3
-2%
Coritiba
122,8
111
11%
Goiás
80,4
79,9
1%
Náutico
66,2
63,7
4%
Bahia
61,2
58,4
5%
Figueirense
46,1
27
71%
Vitória
15,6
10,4
49%
Atlético-PR*
-82,4
4,1
-2089%

*O balanço do Atlético-PR inclui R$ 123,1 milhões de repasses de títulos a venda do potencial construtivo de sua arena, que provocou essa variação muito fora da média nos números do clube.
Fonte: Amir Somoggi

2012
2011
Botafogo
5
9,6
Flamengo
3,5
1,9
Vasco da Gama
2,9
3,1
Fluminense
2,9
5,1
Portuguesa
2,7
4,7
Goiás
1,6
4,7
Náutico
1,6
3,3
Coritiba
1,5
1,7
Cruzeiro
1,2
0,9

Outro aspecto positivo revelado pelos números reunidos no estudo é a redução da relação entre dívida e receita total dos clubes (na tabela ao lado). Com o incremento das receitas obtidas pelas equipes, o indicador melhorou. Quanto menor ele for, mais positiva é a situação.

A relação entre dívida e receita total média dos vinte clubes avaliados por Somoggi era de 1,78 em 2011. No ano passado, ela caiu para 1,44. O Botafogo ainda é o clube cuja dívida é mais distante de seu faturamento anual, mas o abismo ficou menor em 2012.

Em 2011, a dívida do clube alvinegro era quase dez vezes maior que a receita total do clube carioca na temporada. Em 2012, a dívida estava cinco vezes maior que o faturamento. Depois do Botafogo aparecem os outros três grandes do Rio: Flamengo, Vasco e Fluminense.

Por causa de suas enormes receitas (é o líder nesse quesito) e de uma gestão financeira mais profissional do que na década passada, quando viveu fortes turbulências, o Corinthians tem uma relação dívida/receita total de apenas 0,5.

O São Paulo, vice-campeão em receitas em 2012, aumentou sua dívida, mas mesmo assim está numa situação mais confortável que os grandes do Rio, por exemplo. Suas dívidas correspondiam a 70% de sua receita total anual na última temporada.

Fonte: Amir Somoggi, revista Exame e Veja. Foto: net. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

CLUBE
ENDIVIDAMENTO EM 2012
ENDIVIDAMENTO EM 2011
VARIAÇÃO
Flamengo                      
741,7
355,5
109%
Botafogo
614,5
563,9
9%
Fluminense
434,9
404,9
7%
Atlético-MG
414,5
367,6
13%
Vasco da Gama
410
422,6
-3%
Palmeiras
287,2
240,5
19%
Internacional
214
197,4
8%
São Paulo
199,7
158,5
26%
Santos
194,4
207,7
-6%
Grêmio
187,2
198,9
-6%
Corinthians
177,1
178,5
-1%
Cruzeiro
143
120,3
19%
Portuguesa
135,4
138,3
-2%
Coritiba
122,8
111
11%
Goiás
80,4
79,9
1%
Náutico
66,2
63,7
4%
Bahia
61,2
58,4
5%
Figueirense
46,1
27
71%
Vitória
15,6
10,4
49%
Atlético-PR*
-82,4
4,1
-2089%

*O balanço do Atlético-PR inclui R$ 123,1 milhões de repasses de títulos a venda do potencial construtivo de sua arena, que provocou essa variação muito fora da média nos números do clube.
Fonte: Amir Somoggi

2012
2011
Botafogo
5
9,6
Flamengo
3,5
1,9
Vasco da Gama
2,9
3,1
Fluminense
2,9
5,1
Portuguesa
2,7
4,7
Goiás
1,6
4,7
Náutico
1,6
3,3
Coritiba
1,5
1,7
Cruzeiro
1,2
0,9

Another positive aspect revealed by the numbers gathered in the study is to reduce the ratio of debt to total revenue of the clubs (in the table). With the increase of revenues by the teams, the indicator improved. The smaller it is, the more positive the situation.

The relationship between debt and the annual average of the twenty clubs evaluated by Somoggi was 1.78 in 2011. Last year, it dropped to 1.44. Botafogo is still the club whose debt is further away than your annual income, but the gap was smaller in 2012.

In 2011, the debt of the club alvinegro(black and white colors) was almost ten times greater than the total revenue of the Rio club season. In 2012, the debt was five times greater than the revenues. 

Botafogo appear after the other three major in Rio de Janeiro: Flamengo, Vasco and Fluminense.

Because of its huge revenue (is the leader in this regard) and a financial management more professional than a decade ago, when he lived strong turbulence, Corinthians has a debt / total revenue of only 0.5.

The São Paulo, runner-up in revenues in 2012, increased its debt, but still is in a more comfortable situation than the big river, for example. His debts amounted to 70% of its total annual revenue last season.

Source: Amir Somoggi and Exam View. Photo: net. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior