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5 de janeiro de 2015

Por R$ 38 milhões, Grêmio topa vender Luan para aliviar sufoco financeiro


Luan foi um dos destaques da última temporada do Grêmio, sobretudo, no primeiro semestre.
Com uma dívida de mais de R$ 250 milhões e ainda sem definir a situação da Arena com a OAS, o Grêmio pôs o pé no freio para 2015, tenta reduzir a sua folha salarial e estabeleceu como meta realizar uma venda para aliviar os seus cofres. A esperança tricolor reside na revelação Luan, de 21 anos. Os dirigentes sonham alto com o atacante: eles pedem 12 milhões de euros (R$ 38 milhões) para negociá-lo.
O Valencia, da Espanha, é o maior interessado.
Até aqui, foram duas sondagens realizadas por um agente em nome dos europeus, ambas rejeitadas pelo ex-presidente Fabio Koff, que seguirá no departamento de futebol nesta temporada. O cartola é um dos maiores entusiastas do futebol do garoto.
Koff trata diretamente das conversas.
Ele defende que, mesmo com a queda de rendimento, Luan é um "talento de exceção" e deve ser valorizado nesse momento. De férias até o próximo dia 18, o dirigente promete marcar presença na reapresentação gremista na próxima quinta-feira.
O novo mandatário do time, Romildo Bolzan Jr., não nega que a joia tricolor seja hoje a principal saída para faturar com a reabertura da janela de transferências europeia.
"Houve uma sondagem, mas não teve ainda oficialização dentro dos valores que pedimos. O Luan é um jogador extremamente promissor, talvez o com mais potencial que despontou em 2014, então, não podemos nos desfazer dele por qualquer oferta", afirma Bolzan ao ESPN.com.br.
Luan é mesmo a bola da vez no mercado em Humaitá.
Depois de repassar percentuais econômicos do zagueiro Bressan, a caminho do Flamengo, e do volante Ramiro para os empresários Giuliano Bertolucci e Kia Joorabchian, a diretoria resiste em vender outra revelação, Wallace, apadrinhado por Felipão.
No radar da seleção sub-20, o atacante que surgiu no futebol paulista já recebeu anteriormente proposta do grupo de investimento Doyen Sports e tem 70% de seus direitos ligados ao Grêmio. O restante pertence ao seu agente, Jair Peixoto, e ao empresário Celso Rigo, que colaborou em contratações como a de Giuliano, ex-Dnipro, da Rússia.
Negociar jogador é tão bom, que os proprios presidentes dos clubes querem eles mesmo, fazerem o negócio (imaginem porque). agora este valor é para cabeça de bagre, se o Luan sair do Grêmio por este valor, não demora muito e ele estará valendo no mercado pelo menos 5 vezes mais. @ficaadica.

26 de setembro de 2014

Koff pede ao STJD severidade igual com novos casos de racismo: 'Se for assim, tudo bem'


Presidente do Grêmio, Fábio Koff voltou ao STJD no Rio de Janeiro nesta sexta-feira. Saiu contrariado com a confirmação da eliminação do Grêmio da Copa do Brasil, embora com pena mais branda, por perda de pontos e não exclusão. Mas o mandatário gremista cobrou instentemente do tribunal a mesma postura, considerada severa, com casos semelhantes de racismo no futuro.

"Houve uma decisão unânime e que há de ser respeitada. Saber se é justa ou não é justa do ponto de vista da consciência popular, do senso comum das pessoas nós vamos aguardar outros inquéritos que estão aí e se serão julgados com a severidade e o rigor que o Grêmio foi julgado. Não sei porque o Grêmio teve pena preventiva, não houve inquérito e acabou punido rigorosamente. Se todos forem punidos da mesma maneira, tudo bem. É o tempo quem vai dizer", afirmou Fábio Koff.

O presidente do Grêmio descartou a possibilidade de recorrer a instâncias superiores, como a Fifa e a Corte Arbitral do Esporte, na Suíça, pela punição recebida. Presidente do STJD, Caio Rocha explicou o porquê da mudança de decisão do tribunal. No dia 3 de setembro, a Terceira Comissão Disciplinar excluiu o clube devido às injúrias raciais cometidas pelos seus torcedores contra o goleiro Aranha.

"A decisão do STJD foi no sentido de certa forma manter a decisão arbitrada pela comissão e apenas ajustando. A pena de exclusão é muito severa, o que foi aplicada aqui foi a perda de pontos, uma pena intermediária. O Grêmio não foi excluído por uma decisão do STJD. Ele está fora da Copa do Brasil porque perdeu a primeira partida e os pontos", afirmou Caio Rocha.

Diante disso, a Copa do Brasil segue sem o Grêmio. O Santos, após passar no confronto com o clube gaúcho, enfrenta o Botafogo nas quartas de final, que têm início marcado já para o meio da próxima semana.

Não vamos perder por esperar, já que é uma constante o achincalhamento e a falta de respeito dos "novos" torcedores, casos não faltam no STJD e depende também dos árbitros em relatarem nas súmulas e da imprensa fazer seu trabalho (repercutir), sem levar em conta bairrismos. Uma coisa é certa, alguém tem que fazer alguma coisa, e até mudar leis que fizeram em nossa Carta Magna, quando levaram ao "estado", a função de educar os nossos filhos.

10 de março de 2011

"The way they entered, they can leave," says club president of C13 on dissidents/“Do jeito que entraram, podem sair”, diz presidente do C13 sobre club



Em relação à possível criação de uma liga nacional de clubes independente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), sonho inicial desde a criação do C13, Koff demonstrou ceticismo.

O presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, voltou a defender a licitação pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro no triênio 2012-2014, cujo resultado para a TV aberta será conhecido na próxima sexta-feira, e ironizou os clubes dissidentes que ameaçam até deixar a entidade.

Em entrevista publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Estado de S.Paulo, o cartola minimizou o racha que atingiu a entidade. "O Clube dos 13 é muito mais que isso.

Tudo o que o futebol brasileiro conseguiu nos últimos 20 anos teve a participação do C13, que nunca foi elitista", afirmou. "É evidente que os clubes que formaram a associação determinam os rumos. E do mesmo jeito que entraram, eles também podem sair. Não sou eu que vou dizer para ficarem."

Em relação à negociação pelos direitos do Brasileirão, Fábio Koff disse que está "cumprindo o que foi acertado com o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)". "Assinamos um acordo. E a Globo também assinou. Não fui eu que inventei isso. Se os clubes entenderem que não precisam cumprir o compromisso assinado com o CADE, façam como quiserem. Eu não tenho de cumprir."

Em relação à possível criação de uma liga nacional de clubes independente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), sonho inicial desde a criação do C13, Koff demonstrou ceticismo. "Essa é uma coisa que até agora não conseguimos. Na hora de fincar pé e fazer prevalecer os direitos, sempre houve recuo. Mas se tudo isso resultar numa liga independente, que não tenha ligação nenhuma com o poder central, ótimo", diz.

Há muito tempo que o futebol brasileiro precisa ser trazido ao futebol mundial, primeiro ajustando seu calendário com o resto do mundo, segundo seguindo as regras dos órgãos que norteiam o futebol mundial, sem isto, o que será dele.

Este negócio de “não se ter ligação nenhuma com o poder central”, tudo tem que ter um poder central, ou será que alguém quer ser a CBF ou quer tomá-la do atual presidente? Fica a pergunta, alguma coisa está mal explicada e mal resolvida, porque não se lavar a roupa suja. De uma coisa todos nós sabemos, ou muda ou então as coisas vão continuar como estão, um Deus nos acuda e o futebol brasileiro vai cair mais do que já caiu.

Cada um faz o que quer e tudo depende de seu “ego” de seu interesse em ter poder e isto não é correto porque o futebol em si mesmo já diz que é um esporte coletivo. Além de que o futebol brasileiro tem que fazer parte da comunidade mundial.

Precisamos dar condição e ordem a todo o futebol brasileiro aparecer, porque o País não se resume ao Sul e Sudeste somente, temos Norte e Nordeste, temos que parar de sermos racista de termos preconceitos, todos os clubes que se atualizarem se profissionalizando como manda a administração empresarial, eles precisam e merecem fazer parte do futebol profissional brasileiro, afinal tudo é Brasil.

Logicamente que cada clube tem que ser e ter uma administração profissional e competente, não adianta apenas receber o dinheiro da TV e continuar amadoramente administrado, todos sabem o que acontece. Os exemplos se multiplicam todos os dias, clubes que tem grandes torcidas, que tem tradição, clubes que tem 100 anos de fundado, que tem estádios e história, etc., saem do cenário do futebol e passam a serem massas falidas.

Todos têm que se repaginarem, tem que tratar o futebol como uma empresa até mesmo o governo federal que fica à parte, sem interferir, mais o futebol precisa desta interferência, afinal de contas paga impostos, emprega gente e presta serviço a população, então tem dever para com a Nação.


Fonte: ESPN.COM
Comentário e Tradução: Roberto Queiroz de Andrade.

Regarding the possible creation of a National League club independent of the Brazilian Football Confederation (CBF), the initial dream since the creation of C13, Koff also expressed skepticism.

The President of Club 13, Fábio Koff, again defended the bidding for broadcast rights to the Brazilian championship in three years 2012-2014, whose results for the broadcast TV will be known next Friday, the clubs and joked dissidents who threaten to leave the organization.

In an interview published in Thursday edition of the newspaper O Estado de S. Paulo, the topper downplayed the rift that has reached the entity. "The 13 Club is much more than that.

All that the Brazilian football got in the last 20 years has had the participation of the C13, which has never been elitist," he said. "Clearly the clubs that formed the association determine the directions. And the same way they entered, they can also leave. Is not I who will say to stay."

Regarding trading rights of the Brasileirão, Fábio Koff said he is "doing what was agreed with the CADE (Administrative Council for Economic Defense)." "We signed an agreement. And the TV Globo has also signed. I did not invent it. If clubs do not need to understand that to fulfill the commitment signed with CADE, do as you like. I do not have to meet."

Regarding the possible creation of a National League club independent of the Brazilian Football Confederation (CBF), the initial dream since the creation of C13, Koff also expressed skepticism. "This is something that eluded us. At the time of a toehold and enforce the rights, always have been abandoned. But if all this turn into an independent league, which does not have any connection with the central power, great," he says.

A long time ago that Brazilian football needs to be brought to the football/soccer world, first by adjusting your calendar with the rest of the world, according to following the rules of the bodies that govern football world FIFA, without this, what will be his.

This business of "not having any connection with the central power," how can? Everything must have a central power, or does anyone want to be the CBF or want to take its current president away? The question remains, something is badly explained and poorly resolved, because they do not wash your dirty laundry. Of one thing we all know, or change or the things will continue as they are, God help us and a Brazilian football will fall more than it fell.

Each does what he wants and it all depends on your "ego" of its interest in having power, and this is not correct because football itself already says it is a team sport. Besides that Brazilian football has to be part of the world community.

We need to give order and condition the entire Brazilian football/soccer appears, because the country is not confined only to South and Southeast, we have North and Northeast, we have to stop being racist to have preconceptions, all clubs that if they upgrade to more professional as required by corporate governance, they need and deserve to be part of the Brazilian professional football, after all is Brazil.

Logically, each club has to be and to have a professional and competent administration, no good just to get the money from TV and still managed amateurs, and everyone knows what happens. The examples are multiplying daily, clubs that have great fans, which has a tradition, which has 100 clubs years of foundation, which has stadiums and history, etc.., Leaving the football scene to the masses and become bankrupt.

Everyone has to repaginate, have to treat the football like a business even the federal government that stands at side, without interference, plus the football/soccer needs of this interference, after all the clubs have to pay taxes, employ people obey the labor federal rules and serving the population, then it has duty to the nation.


Source: ESPN.COM
Commentary and Translation: Roberto Queiroz de Andrade.