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17 de agosto de 2015

Borges salva a Ponte na Ilha do Retiro e mantém jejum de vitórias do Sport


Uma das sensações do Campeonato Brasileiro, o Sport não vive boa fase. A vitória diante da Ponte Preta, que estava próxima, escapou nos minutos finais, e o empate por 1 a 1 manteve o jejum pernambucano de seis jogos sem vencer - cinco na Série A e um na Copa do Brasil.
O time da Ilha do Retiro encerra o primeiro turno com 31 pontos, na 7ª posição, e desperdiça a chance de voltar à zona de classificação para a Libertadores, que agora tem o Fluminense em 4º, com 33. Já a Ponte Preta confirma sua ascenção desde a chegada do técnico Doriva - duas vitórias e um empate em três jogos - e fica em 9º lugar, com 26 pontos.
Antes de a bola rolar, o sentimento de perseguição era nítido na torcida pernambucana. Enquanto os jogadores estavam perfilados e os alto-falantes tocavam o hino nacional, vaias tomavam conta das arquibancadas, enquanto outros torcedores faziam o gesto de "roubado" com a mão.
Mesmo com este clima adverso para a arbitragem, especialmente após o pênalti marcado na Arena Corinthians, na última rodada, a CBF escalou dois auxiliares do estado para bandeirar a partida, decisão semelhante e muito criticada quando Luis Flávio de Oliveira apitou a partida em São Paulo.
Após o apito inicial, o que se viu foi uma Ponte Preta resguardada na defesa, enquanto o Sport controlava o jogo. E logo aos 10 minutos a postura ofensiva dos mandantes deu resultado: André e Diego Souza invadiram a área tabelando, e o meia só empurrou para o gol.
Com o 1 a 0 no placar, o Sport passou a se postar mais atrás e viu os visitantes tomarem conta da partida. O time campineiro passou a jogar no campo de ataque e criou algumas chances para empatar antes do intervalo, mas sem sucesso.
O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro terminou, com a Ponte partindo para cima e o Sport tentando explorar os contra-ataques. A marcação pressão do time alvinegro dava resultado e Bady chegou a perder um gol em cima da linha.
Conforme a vitória ia ficando cada vez mais ameaçada, a torcida deixou a preocupação de lado só no momento em que o técnico Eduardo Baptista chamou Hernane "Brocador" para o jogo. Mas não foi suficiente, a Ponte Preta conseguiu igualar o marcador com Borges, de cabeça.
Nos minutos finais a disputa ficou mais franca, com os dois times atrás da vitória, mas foi em vão. O apito final sacramentou o empate que deixou a torcida rubro-negra decepcionada.
No meio da semana, o Sport tem compromisso pela Sul-Americana contra o Bahia, quarta-feira, às 22h. Na próxima rodada do Brasileiro, os pernambucanos enfrentam o Figueirense, fora de casa, no sábado. A Ponte Preta também jogará pela competição continental na quarta, contra a Chapecoense, e volta a campo pelo Brasileiro diante do Grêmio, em Campinas.
Faz tempo que venho falando nisso, o time está jogando com a bunda na parede e sempre pensando que é melhor não levar gol que fazer, tanto faz aqui na Ilha quanto la fora, e isto é um pensamento retrogado, de quem pensa apenas em segurar resultado, e se perpetuar no cargo. É uma pena, pois quando o time se solta e joga para frente, todos sentem a mudança.
Principalmente porque estão cirurgiando os resultados, ou alguém tem dúvidas disso, e ainda tem mais, tem que tirar este pensamentoo de que não são grandes ou de que o time é grande para o Nordeste (nem sei de onde o Eduardo Baptista tirou isso), pois, foi numa declaração dele, dada recentemente.
Fico pensando com meus botões, o que seria isso..... Pois todos os dias escutamos dos técnicos e até dos dirigentes de todos os clubes da Série A, (até do Euvirus que se for rebaixado irá morar na Sibéria), que serão os campeões e no caso do Sport Recife, que tem qualidades, é tudo de cabeça virada para baixo, esta converssa de humildade e de subserveniência não condiz com o futebol. Se quiserem mando uma pessoa que trabalha com "coaching", para levantar a alta estima e dar mais segurança ao técnico.
Fonte: Diversas. Comentário: Roberto Q. de Andrade.

2 de agosto de 2015

Eduardo Baptista entre os melhores treinadores do mundo


Técnico do Sport Recife há quase dois anos, quando, por sinal, iniciou sua carreira na função, Eduardo Baptista vem colhendo cada vez mais frutos do seu trabalho. Referência por ser atualmente o treinador há mais tempo no cargo de clube do futebol brasileiro, o comandante apareceu em uma importante lista mundialmente divulgada. No ranking feito pelo site "Coach World Ranking", o técnico rubro-negro aparece como o 59º melhor do mundo. Campeão da Copa do Nordeste e do Campeonato Pernambucano em 2014, atualmente, a equipe do treinador ocupa a quarta colocação do Campeonato Brasileiro.
Na lista divulgada pelo site especializado, é levado em conta o desempenho do treinador dentro de um período de um ano, sendo o ranking atualizado semanalmente. Ao lado de Eduardo Baptista estavam presentes também o atual bi-campeão brasileiro, Marcelo Oliveira, hoje no Palmeiras, Levir Culpi, do Atlético-MG, líder do Campeonato Brasileiro deste ano, além dos multi-campeões Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho, e de Ricardo Ferreti, atual finalista da Libertadores com o Tigres-MEX.
"É uma felicidade muito grande estar entre os melhores treinadores do mundo. Comecei a carreira há pouco tempo e estou amadurecendo a cada dia que passa.", falou o comandante antes de ressaltar. "É meu nome que aparece no ranking, mas isso só foi possível graças a todos que trabalham comigo. Tenho uma equipe muito qualificada, que trabalha sério e que são muito importantes para o bom desempenho do Sport.".
A boa campanha que coloca Eduardo Baptista como um dos melhores técnicos do mundo, também teve seu segredo revelado pelo treinador. "É um projeto muito bem feito. Não é só o Eduardo Baptista que está crescendo. O Sport é um clube que vem se organizando a cada dia que passa, que faz um trabalho sério. Temos um planejamento forte, traçado e cumprido por toda a diretoria, comissão técnica e jogadores. É o projeto do Sport, do qual eu faço parte, que está dando certo e merece elogios.", disse.
Um dos grandes destaques do time comandado por Baptista, o volante Rithely deu sua opinião sobre o que torna o comandante leonino diferenciado. "O Eduardo é um cara muito inteligente, que estuda muito. Acho que o diferencial é a filosofia de trabalho dele. Ele sabe conversar com os jogadores para sentir também o que nós temos a dizer. É um treinador diferente", analisou.
Seria uma grande injustiça do Eduardo não falar no clube e em sua diretoria, que mesmo tendo muita coisa para por em prática, está sim, fazendo um grande trabalho e como o próprio técnico falou, ainda tem muito que aprender, mas, é assim mesmo, todos os dias aprendemos mais alguma coisa, o futebol é fascinante por esta razão, Parabéns, a todos que fazem o futebol do clube. 

9 de novembro de 2014

UM GRANDE PUBLICO NA ARENA ITAIPAVA EM PERNAMBUCO, SPORT RECIFE X FLAMENGO.


Um jogo morno, pelo lado do Sport Recife, e um jogo quente pelo lado do Flamengo (pode até parecer surreal), mas, foi a pura verdade, pois o time carioca é que vinha de uma maratona de aeroportos e jogo pela Copa do Brasil nesta última quarta feira, no entanto, chegou rápido, com vontade e poderia ter matado o jogo nos primeiros 45 minutos. O Sport não entrou em campo logo, e jogava com o freio de mão puxado e mais interessado em não levar gol, e com isso os jogadores do Flamengo se aproveitaram e marcaram logo no inicio, e dai em diante só deu o rubro negro da gavea.

Video dos gols:  http://www.wareporter.com.br/sport-x-flamengo-em-andamento/
Cortesia de Welligton Araújo.

Video da Arena:  #‎SportxFlamengo‬
Cortesia: ITAIPAVA Arena Pernambuco. 37.615 torcedores marcaram presença no jogo.

Mas, quero falar sobre a logística do jogo e sobre os preços cobrados na Arena que a Itaipava comprou o "naming rights", mas, no final das contas quem paga a conta somos nós Pernambucanos, por toda esta confusão e falta de conhecimento, porque esta administração está mostrando que não entende nada de futebol e que não está nem um pouco interessada em faze-la ser producente. Alias, o nanismo continua imperando em nosso estado (o que é uma pena), ontem vimos isto, o Náutico (seus dirigentes), impedir que os torcedores do Santa Cruz fossem ao jogo, e simplesmente mudaram a cara de um grande clássico e que, por esta razão, não mereceu ter ganho o jogo (e infelizmente arrastou o Santinha junto), porque ambos, continuarão na segunda divisão em 2015, a não ser que aconteça um milagre.

E vejam só, mais de 37.600 mil pagantes, batendo recorde de torcedores em jogos de clubes (e olhem que poderia ter sido maior o público, porque o metrô estava fechado - falaram que quebrou?), e com uma renda de mais de (1.000.000,00 -- um milhão de reais). Uma tristeza ver que infelizmente a pequines, ainda impera em nosso estado, a falta de visão, a falta de entendimento e a falta de conhecimento, seguram qualquer sovejo de crescimento no nosso futebol.


Para quem acompanha o futebol e principalmente o nosso, deve ter visto e notado que nós mesmos (os dirigentes, inclusive a propria federação) é que não acredita no que podemos fazer mas se deixassem acontecer, os torcedores o fariam, basta dar condições, por exemplo: ter os ingressos com preços de acordo com nossa região (ou seja, com nosso poder aquisitivo), porque cobrar 20,00 de estacionamento na arena, é simplesmente um absurdo, e ingressos de 100,00 outro, um saco de pipoca valendo mais de 7,00 e por aí vai os absurdos, (a não ser que esta diretoria da arena tenha vindo da Europa, porque assim estará explicado esta panacéia), mais precisamos de transporte também, e isso depende de nosso governo, e ainda, precisamos ter dirigentes que entendam que o futebol é um negócio, uma indústria do entretenimento, mas, será que eles irão entender esta metáfora.


13 de outubro de 2014

Noite infeliz de Eduardo Batista, com o Sport voltando à briga contra o Z4



A preocupação com a parte de baixo da tabela é real. Um velho temor de volta.
Com a terceira derrota seguida, numa série de cinco jogos sem vitória, o Sport não pode mais fingir que não faz parte da enorme briga contra o descenso.
O revés por 2 x 1 neste domingo, diante do Vitória, foi o resultado de uma noite  bem infeliz de Eduardo Batista, na escalação, posicionamento e mudanças.
Após as derrotas nas arenas de São Paulo e Porto Alegre, ele mexeu bastante na estrutura da equipe, montando um time sem um atacante de origem. Havia apenas Diego Souza, mais uma vez saindo de sua função.
O objetivo era trabalhar a bola e aproveitar os erros dos baianos, desesperados no Z4. Porém, qualquer discurso do treinador pernambucano sumiu aos 40 segundos, quando Rithely desviou de cabeça uma bola cruzada pela esquerda e marcou um gol contra, um dos mais rápidos da história do Brasileiro.
Sem pegada dos volantes, o time não promoveu qualquer reação. A ideia de trocar passes também foi um fiasco, pois a equipe errou bastante.
Quem não errou foi o Vitória, que abriu 2 x 0, num bela virada de Dinei aos 27 minutos. No lance, a zaga do Sport teve duas chances para tirar a bola.
O desespero mudara de lado. E só não foi pior no intervalo por causa do gol de Diego Souza – terminando o jejum do time de 440 minutos sem gols. Veio a primeira mexida, com Felipe Azevedo no lugar de Vitor. Perderia os gols de sempre e diminuiria a precisão no lado direito.
Depois, a mexida incompreensível, com a saída de Diego Souza (que não estava cansado ou machucado) para a entrada de Neto Baiano. O camisa 9 só tocaria na bola uma vez – não finalizou.
Os gritos de “burro, burro” surgiram antes do apito final, deixando claro que o lastro alcançado pelo técnico no primeiro semestre está esgotado.
Uma sacudida é vital para não esgotar tambpem a gordura na classificação.
Cortesia de Cassio Zirpoli/Blog de Esportes.
Pois é, acredito que a AFOBAÇÂO é o fantasma que está junto aos jogadores do Sport Recife, além de que o seu Técnico precisa calçar as sandálias da humildade e entender que trabalhar com jovens de base é uma coisa, e trabalhar com jogadores da qualidade do Diego souza, Ibson, Durval, é outra completamente diferente. De que adianta querer mostrar que é o comandante, mudando as posições de jogadores tarimbados (Ibson e Diego Souza),só leva a problemas, todos estão vendo que um não é centro avante e o outro não tem o mesmo rendimento quando sai de sua posição normal (segundo volante pela direita), para jogar pela esquerda e quase como atacante de beirada.
E agora, seu cargo está balançando e o que é pior o time começa a beirar a zona do rebaixamento, acredito que o melhor será, voltar os jogadores para suas posições de origem, e mudar sua atitude de campeão, pois, ser vencedor de Campeonato Pernambucano e Nordeste é muito diferente do que enfrentar, Wanderley Luxemburgo, Abel Braga, Muricy Ramalho e outros. Ainda tem tempo para voltar a sua insignificância e dar ao time uma cara de primeira divisão, porque todos nós sabemos que é um grupo de segunda divisão (salvo raríssimas exceções). A sorte no futebol é ingrata, e parece que agora, depois de tantas oportunidades perdidas, ela virou, e isto é perigoso.
Comentário: Roberto Queiroz.