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25 de agosto de 2015

VIRADA DE MESA ? Na Série A do Campeonato Brasileiro



Mata-mata’ com 24 clubes seria carta na manga de Eurico para fugir da Série B. Isso porque os clubes estariam idealizando a volta do mata-mata, com 24 clubes: todos os clubes do Brasileirão 2015 mais os quatro que subirem da segundona.

Então! O que escrevi aqui já a algum tempo está acontecendo, o Eurico Miranda, falando com toda a certeza do mundo, que se o Vasco fosse rebaixado ele iria morar na Sibéria..... E deverá acontecer mesmo uma virada de mesa e infelizmente os presidentes dos clubes que hoje estão na Série A apoiando esse movimento, estarão colaborando para mais uma sacanagem no futebol brasileiro e depois não digam que não foram avisados. 

Isso acontecendo, podem ficar certos, os Campeões invariavelmente serão decididos por debaixo dos panos e acertados normalmente entre os times do eixo sul e sudeste, logicamente que o Rio de Janeiro, onde dormem os interesses escusos do futebol, será premiado com mais campeões. E será mais uma grande derrota para o futebol ter transparência, honestidade e decência. 

6 de agosto de 2015

Pela história, volta do mata-mata favoreceria Corinthians, Grêmio e São Paulo / By history the Serie A, decision, is around the knockout favor Corinthians, Gremio and Sao Paulo

Com o Campeonato Brasileiro sendo disputado por pontos corridos há 13 anos, alguns clubes se movimentam pela volta do mata-mata, que será discutida em congresso da CBF, em janeiro de 2016. Grêmio e Vasco são os principais interessados na mudança, mas, pela história, o grande favorecido seria o Corinthians, seguido pelos tricolores gaúcho e paulista.
O retorno da fórmula, porém, pode significar uma alternância maior entre os campeões. Desde 2003, a Série A teve apenas seis equipes levantando a taça - Cruzeiro, Santos, Corinthians, São Paulo, Flamengo e Fluminense. Além disso, somente membros do extinto "Clube dos 13". A última vez que o vencedor não pertencia aos principais centros, foi o Atlético-PR, em 2001.
O ESPN.com.br comparou as disputas em playoffs dos 12 clubes com mais participações no Brasileiro, desde 1971. Não à toa, são justamente os 12 grandes: quatro do Rio, quatro de São Paulo, dois de Minas e os dois gaúchos. Veja na tabela abaixo:
OBS: Não são os números de vitórias em jogos, mas sim em eliminações. O Nacional já passou por fórmulas que contaram também com quadrangulares e triangulares finais, e mesmo os mata-matas que se definiram em um, dois e até três jogos. Só foram levados em consideração, os mata-matas.
Nos duelos com eliminação direta na Série A, o Corinthians é o que leva vantagem. Foram 18 triunfos no total. Em segundo lugar aparece o Grêmio, com 16, e em terceiro o São Paulo, com 15.
Se forem considerados apenas os confrontos entre os principais clubes brasileiros, a vantagem do time de Parque São Jorge é ainda maior, com 13 vitórias. Nesse caso, o Internacional passaria a ser o 2º do "ranking", com dez eliminações entre os grandes.
Dentro do estado paulista, porém, os corinthianos têm duas vitórias sobre o São Paulo, mas saíram derrotados na única vez em que enfrentaram o Palmeiras, na final do Brasileiro de 1994. Os alviverdes somam ainda um triunfo sobre a equipe do Morumbi.
O maior freguês de todos pertence ao Corinthians: o Atlético Mineiro contabiliza quatro derrotas em playoffs para os paulistas, em 1990, 1994, na final de 1999 e em 2002.
Ao menos, os atleticanos podem comemorar a soberania dentro de Minas Gerais. Foram apenas dois encontros com o Cruzeiro em mata-mata no Brasileiro, e duas vitórias. Em 1986 e 1999, os rivais duelaram nas quartas de final, ambas às vezes com derrota celeste.
No Rio de Janeiro, as coisas são mais equilibradas. Enquanto o Botafogo tem apenas uma vitória diante do Flamengo, e o Vasco sobre o Flu, os tricolores eliminaram duas vezes os cruzmaltinos, enquanto o time da Gávea passou uma vez pelo alvinegro e outra pelo "Gigante da Colina".
Não resta a menor dúvida de que estes números dizem alguma coisa, mas, digo que não mostram o que rola por baixo da mesa, se pode mudar um resultado apenas por um apito, então tirem suas conclusões. Este sistema de pontos corridos pode até tirar um pouco da beleza de termos uma decisão na final, mas, contribui enormemente para a "lisura", transparência e decência do futebol, vence quem é e foi o melhor todo o tempo (por exemplo, agora mesmo o melhor é o time Pernambucano, Sport Recife, só perdeu uma partida e está a mais tempo entre os quatro melhores), sabemos que tem que vencer mais, ao invés de jogar todo o tempo com a bunda na parede, para garantir o empate, sem acreditar em sí mesmo, (mas, isso tem como mudar).
Fonte: Diversas e ESPN. Comentário : Roberto Q. de Andrade.
With the Brazilian Championship being disputed by consecutive points for 13 years, some clubs try to move for the return of knockout, which will be discussed in congress at the CBF in January 2016. Gremio and Vasco are the key stakeholders in the change, but for the history, the great favored would be the Corinthians, followed by Rio Grande do Sul and São Paulo tricolor.
The return of the formula, however, can mean greater switching between the champions. Since 2003, the Series A had only six teams lifting the cup - Cruzeiro, Santos, Corinthians, Sao Paulo, Flamengo and Fluminense. In addition, only members of the former "Club 13". The last time the winner did not belong to the main centers, has been Atletico-PR in 2001.
The ESPN.com.br compared disputes in playoffs of the 12 clubs with more participations in the Brazilian since 1971. No wonder exactly are the 12 big: four Rio, four São Paulo, two of Minas and the two for the gauchos. See the table below:
NOTE: It is not the numbers victories in games, but in eliminations. The National (Serie A), has gone through formulas that also counted on quadrangular and triangular finals, and even the knockout that defined in one, two and even three games. They were only taken into account, the knockout.
In duels with direct elimination in Serie A, Corinthians is the leading edge. There were 18 triumphs in total. Second is the Grêmio, with 16, and third São Paulo, with 15.
If found only clashes between the major Brazilian clubs, the advantage of Parque São Jorge team is even greater, with 13 wins. In this case, the International would become the 2nd of "ranking", with ten eliminations among the greats.
Within the São Paulo state, however, Corinthians have two wins over Sao Paulo, but were defeated in the only time he faced Palmeiras in the final of the Brazilian 1994. alviverdes still add up to a triumph over the Morumbi team.
The biggest customer of all belongs to the Corinthians: Atletico Mineiro counts four losses in playoffs for São Paulo in 1990, 1994, at the end of 1999 and in 2002.
At least the atleticanos can celebrate the sovereignty within Minas Gerais. There were only two meetings with Cruzeiro in the Brazilian knockout, and two wins. In 1986 and 1999, rivals dueled in the quarterfinals, both times with heavenly defeat.
In Rio de Janeiro, things are more balanced. While Botafogo has only one victory over Flamengo and Vasco on the Flu, the tricolores eliminated twice the cruzmaltinos, while the team of Gávea once passed by alvinegro and the other by "Gigante da Colina".
There is not the slightest doubt that these numbers say something, but I say that not show that rolls under the table, you can change a result only with a whistle, then you can draw their conclusions. This system of consecutive points can even take some of the beauty of having a decision in the final, but greatly contributes to the "smoothness", transparency and decency of our  football, wins who is and was the best all the time (for example, now even better is the Pernambucano team Sport Recife, just lost a match and is longer in the top four), we know that has to win more, rather than playing all the time with the butt on the wall, to ensure the tie without believing in yourself, (but this is changing).

7 de abril de 2015

Bizarro! Regulamento do Paulistão põe time entre mata-mata e rebaixamento

A primeira fase do Campeonato Paulista chega ao fim na noite desta quarta-feira, em rodada cujos dez jogos acontecem simultaneamente a partir das 22h. E, graças ao regulamento formulado pela Federação Paulista de Futebol, uma situação inusitada será vivida pelo Penapolense: ao mesmo tempo em que ainda corre risco de ser rebaixada à Série A2, a equipe entra em campo disputando a última vaga restante nas quartas de final.
O cenário somente é possível por conta da fórmula de disputa do Estadual, lançada em 2014 e repetida nesta temporada. Como os dois primeiros colocados de cada grupo avançam ao mata-mata independentemente de suas posições na classificação geral, equipes com campanhas modestas podem passar de fase. É o caso do Penapolense, que soma 15 pontos (quatro vitórias, três empates e sete derrotas), ocupa a 14posição e pode se garantir entre os oito “melhores” do campeonato.
Por outro lado, há quem se prejudique com tal fórmula de disputa. Mogi Mirim (20 pontos) e Osasco Audax (19 pontos) têm, respectivamente, a sétima e a oitava melhores campanhas, mas já estão eliminados.
Procurada pela reportagem por conta de tal excentricidade, a FPF disse que “possíveis alterações na fórmula do campeonato serão discutidas pelos clubes no conselho técnico da competição do ano que vem“.
AS POSSIBILIDADES DO PENAPOLENSE
Classificado: para avançar às quartas de final do Paulistão, o time precisa ganhar do São Bento e torcer para o XV de Piracicaba não derrotar o Corinthians.
Rebaixado: se perder ou empatar, o Pantera corre risco de cair à A2. Além do time de Penápolis (15 pontos), Capivariano, Linense e Portuguesa (todos com 13) correm risco. Há duas vagas em aberto na degola.
Nem um, nem outro: se o Penapolense vencer o São Bento, e o XV derrotar o Corinthians, o time de Penápolis escapa da degola, mas não avança. Se empatar ou perder, o Pantera torce por tropeço de dois de três times – Capivariano, Lusa e Linense – para se manter na A1.
Ate parece o nosso esdruxulo Campeonato Pernambucano. E ainda querem mudar também a Serie A, minha Nossa Senhora da Perna Quebrada.

27 de março de 2015

Com mata-mata, melhor dos 'pontos corridos' trocaria taça por grana

Não passou despercebida pelos dirigentes a acusação de suposta injustiça no sistema de mata-matas em reunião da comissão de clubes na CBF, na última segunda-feira. A princípio, se não podem amenizar o prejuízo técnico, eles surgem com outro caminho para diminuir a resistência à mudança na fórmula do Brasileiro: uma premiação financeira ao melhor colocado na fase de pontos corridos do campeonato.
A discussão ainda é inicial e deve ser aprofundada em novo encontro, no próximo dia 8 de abril, também no Rio de Janeiro.
Essa seria uma alternativa para compensar uma eventual eliminação prematura do primeiro colocado antes da final, por exemplo.
O assunto foi colocado na mesa a partir de apresentação de proposta de modo de disputa do presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr..
Bolzan não se mostra contrário à manutenção do atual modelo com turno e returno, mas defende a classificação ao fim da fase de pontos corridos dos quatro melhores para as semifinais em confrontos de ida e volta e posteriormente com os dois vencedores avançando para a decisão do Brasileiro.
"Ficamos de voltar a conversar sobre isso no dia 8 de abril. Estamos trabalhando em propostas que consideram uma premiação que compense toda a disputa. Essa é uma preocupação que carregamos e estamos pensando em uma compensação financeira ao melhor colocado na fase de pontos corridos", afirma o presidente do Santos, Modesto Roma, ao ESPN.com.br.
"Ainda não refleti profundamente sobre isso, mas não é uma questão de amenizar ou não uma possível injustiça. Quando o regulamento é igual para todos e definido antes do campeonato, esse argumento inexiste", prossegue.
A expectativa é de que a fórmula do Grêmio sofra mudanças para que seja levada adiante.
"Ela foi colocada em discussão e devemos seguir conversando desde que haja alterações. Alguns levantaram o ponto da injustiça com as equipes de maior pontuação e que elas poderiam ter de repente uma premiação para o quadrangular final. Esses pontos estão sendo todos estudados para amenizar qualquer prejuízo e manter a motivação no campeonato", completa o mandatário do Coritiba, Rogério Bacellar.
A reunião contou com a presença do diretor financeiro da CBF, Rogério Caboclo, e do gerente de competições, Manoel Flores.
A comissão de clubes é formada por Atlético-MG, Atlético-PR, Coritiba, Flamengo, Grêmio, Santos, Sport e Vasco.
Sei não, isso está me parecendo mais uma atitude dos 8 ou 10 grandes clubes para que estejam sempre levando vantagem. Até parece que se esquece a diferença dos orçamentos de cada clube grande em relação aos intermediários (Bahia, Vitória, Sport Recife, Náutico), e ou emergentes, (clubes do Paraná, e alguns Nordestinos, que parecem mais sanfonas, sobem e descem a sabor da correnteza), mas, mesmo assim, com uma massa de torcedores expressiva (Ceará, Fortaleza, Paysandú, Remo, América de Natal, Santa Cruz), etc..
Com este sistema de "mata mata", serão os mesmos de sempre que chegarão nas finais (e que devem receber uma ajuda substancial  - ainda por cima, mesmo com um orçamento de fazer inveja aos intermediários e emergentes), e os mesmos que nos últimos anos são os campeões. Aliás, falando nisso, não vi estádio vazio nos jogos do Cruzeiro (bi-campeão, com os pés nas costas), vi foi muita incompetência dos outros que ficam dormindo em berço esplendido, com esta dormência de contratar e olhar jogadores (um executivo de futebol destes clubes, trata mais de uma gerência do que fazer seu serviço que é  scouting/procurar atletas), basta trabalhar nisto (como eu), que se sabe como é difícil ter uma ligação atendida ou um retorno de e-mail destes "executivos de futebol", no máximo eles tem seus próprios contatos (pois foram jogadores - a maioria), e se limitam a isso, e quando se trata de avaliação de um jogador com potencial, aí sim, tem que gastar e convidar para almoçar.  

6 de março de 2015

Maioria dos clubes querem volta do mata-mata à Série A, diz jornal.

                                  © Romildo Bolzan Jr., presidente do Grêmio (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)

O movimento que visa mudar a fórmula de disputa do Campeonato Brasileira de pontos corridos para a volta do sistema mata-mata, em que os time se enfrentam em jogos eliminatórios na fase final para decidirem o campeão, conta com apoio da maioria dos clubes que disputam a Série A.
De acordo com matéria publicada pela Folha de São Paulo nesta quinta-feira, onze agremiações querem o retorno do sistema de disputa antigo, que foi disputado pela última vez em 2002. Outras cinco desejariam a manutenção da fórmula atual e outros quatro ainda não teriam opinião formada. Na última segunda-feira, a CBF anunciou comissão que discutirá o tema. A mudança poderá acontecer já para 2016.
Um dos principais argumentos apresentados para os defensores da mudança, segundo matéria da Folha, seria a limitação do número de campeões e a queda na audiência nas transmissões da TV.
- O formato e mata-mata tem mais emoção, é mais agradável e desperta o interesse dos clubes - disse.
De acordo com a publicação, a CBF não irá interferir na discussão sobre a fórmula de disputa do campeonato. A TV Globo, detentora dos direitos de transmissão do torneio.
- Nossa posição é a dos clubes, seja qual for. Mas não tenho a impressão de que há um movimento organizado para mudar. Não fui procurado para mudar - disse Marcelo Campos Pinto, diretor de Esportes da Globo.
Como estou acompanhando isso desde quando este mesmo senhor (atual presidente do Grêmio), levantou esta bandeira de que tem mais emoção (exatamente, porque tem mais possibilidades de se derrubar a mesa), ou então, de se fazer um resultado e logicamente quem tem mais recursos tem mais poder. Tenho certeza de que o campeonato da forma que está, é a que oferece mais condições de termos transparência e lisura nos resultados.
Tanto é assim que ela é usada na maioria de todos os Países que primam por honestidade, mesmo que isso não seja uma máxima no futebol.

5 de janeiro de 2015

Grêmio se reúne com clubes e articula volta de mata-mata ao Brasileiro


Figura ainda desconhecida no meio do futebol, o novo presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr., percorreu diversos clubes desde que tomou posse, no último dia 10 de dezembro, para estreitar os contatos e sondar a receptividade a ideias que pretende colocar em prática nesta temporada. Segundo apurado pelo ESPN.com.br, uma delas promete acalorar as discussões: o fim dos pontos corridos e a volta dos mata-matas no Brasileiro.
Em contato com a reportagem, ele não nega a intenção de articular a mudança no sistema de disputa do campeonato.
Eleito com 6.398 mil votos (71,4%) no pleito tricolor para o biênio 2015/2016, Bolzan Jr. se mostra animado com o retorno que teve dos demais cartolas para evitar que o campeonato continue, segundo suas palavras, "chocho".
"A resposta tem sido muito mais positiva do que negativa. O pessoal quer um negócio novo. O cenário atual é complicado demais. É briga apenas por vaguinha na Libertadores, na Sul-Americana, para não cair. Não tem nem de longe a mesma emoção do mata-mata", afirma o presidente gremista.
A princípio, para encaminhar a ideia, seria necessário deixar de lado uma sensação de má vontade para com o clube existente entre seus correligionários e estabelecer uma linha de diálogo com a CBF. A pena sofrida pelo caso de racismo envolvendo o goleiro Aranha, do Santos, ainda não foi digerida por todos.
Romildo Bolzan Jr. descarta qualquer resquício do episódio internamente.
"Eu tenho exposto a questão dos playoffs e venho tendo receptividade de alguns para resgatá-los. Dá muito mais emoção, audiência e equilíbrio técnico no campeonato. Hoje, um clube dispara, fica ali no seu pedacinho na ponta e acabou tudo. O mata-mata estimula o torcedor e gera mais receita. É uma situação em que temos de nos organizar como clubes e definir interesses em comum. Seriam duas revisões: uma técnica e outra emocional. O campeonato atual é chocho", explica o dirigente.
Um dos principais nomes por trás da campanha vencedora de Bolzan Jr. no clube, Fábio Koff foi presidente do Clube dos 13.
O cartola não está sozinho: o presidente da federação baiana, Ednaldo Rodrigues, também sugeriu recentemente a volta dos mata-matas em projeto apresentado à CBF.
O formato atual foi lançado em 2003 é o mais duradouro da história dos Brasileiros. No período, o Cruzeiro foi o único campeão de fora do eixo Rio-São Paulo, com três títulos (2003, 2013 e 2014). Na última edição, o Grêmio chegou perto da classificação para a Libertadores, mas derrapou na reta final e deixou escapar a vaga.
Vejam bem, o atual presidente do Grêmio nem ao menos é alguém conhecido no futebol e já chega querendo que as coisas voltem, é brincadeira de mal gosto, vermos tudo o que já vimos quanto ao alinhamento de resultados, de maracutaias e de conchaves na hora da chegada, principalmente entre os considerados grandes ou simplificando, do eixo Sul e Sudeste. Se ele acha que o campeonato esta "choco", deveria olhar com maior profundidade para não propor uma heresia destas, e principalmente com seu clube, sem dinheiro (deveria sim, pensar em dinamizar o departamento de marketing do clube e reforçar as divisões de base), este sim, é o caminho (ele está vendendo um garoto por 38 milhões para pagar as contas, Luan, veja em outro post).