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9 de abril de 2015

FIFPRO-UEFA LAUNCH JOINT LEGAL ACTION

FIFPro has today filed legal action, together with UEFA, to eliminate third-party ownership (TPO) and end all agreements currently in place. The complaint lodged with the European Commission goes beyond the terms set out in the worldwide ban, which FIFA is set to implement as of May 1, 2015.
If successful, the complaint will prevent the signing of new TPO agreements and demand existing arrangements to be considered illegal and unenforceable.
This is a significant step forward as FIFPro and UEFA combine efforts to not only defend the basic principle of a worldwide ban but also ensure any potential loopholes and windows for circumvention of the new regulations put forth by FIFA are closed.
FIFPro Secretary-General Theo van Seggelen states, "Despite the ban announced by FIFA, which is welcome, FIFPro is not prepared to rest on its laurels. We see a need to reinforce FIFA's position and create an even stronger argument that improves on the new FIFA regulations."
"What we and UEFA have put to the European Commission is that by applying basic principles enshrined in EU law all existing TPO agreements will be declared illegal and therefore not enforceable. This would expand on the rationale behind the implementation of a worldwide TPO ban."

"The threat posed by TPO and similar practices is so great that we must take this action, to protect our players and the industry at large. Football's questionable track record when it comes to implementing effective regulations, as seen in the failed FIFA player agents licensing scheme, further suggests that this joint FIFPro-UEFA legal action is required to effectively confront TPO."
FIFPro President Phillipe Piat argues, "Footballers are still treated like commodities, not as human beings. TPO opens the door to parasites who manipulate players for profit. They buy and sell in a manner that exposes the failings of the transfer system. TPO must not be looked at in isolation. The transfer system is the breeding ground for abusive practices such as TPO."
TPO compromises a basic human right whereby individuals have the personal freedom to move and decide where to offer their labour. Also, the very nature of TPO undermines their rights pursuant to their employment contract. Third parties have a vested interest to terminate a contract and agree a transfer, with the singular objective of maximising their own financial gain. This joint FIFPro-UEFA action comes at a critical time as advocates of TPO take to the courts of Europe to keep the practice alive.
FIFPro Division Europe President Bobby Barnes said, "Claims that TPO assists football economically and gives clubs outside the established elite a chance to compete for trophies are misleading in the extreme."
"The extensive research that has been undertaken proves the economic impact of TPO is overwhelmingly negative and severely damaging the industry. It shows clubs that become reliant on TPO are trapped in a desperate cycle of dependency between debt and speculation with inflationary consequences for the transfer market."
FIFPro President Phillipe Piat adds, "The transfer system has created the current inflationary bubble, denounced by all parties, by all those who work to preserve the future of football and who do not have short-term objectives."

26 de fevereiro de 2015


Times europeus irão pedir compensação se a FIFA decidir realizar a Copa do Mundo de 2022, no Catar, em novembro e dezembro, e as ligas da Europa disseram que essa alteração de calendário causaria "um grande dano" ao futebol em seus países.

Enquanto isso, a Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro, na sigla em francês) declarou que qualquer discussão sobre um encurtamento do torneio deve incluir seus membros e que continua igualmente preocupada com a questão dos direitos humanos na nação do Golfo Pérsico.

Uma força-tarefa da FIFA que examina datas para a Copa recomendou uma competição mais curta, realizada nos meses mais frescos de novembro e dezembro de 2022, após a última de suas três reuniões em Doha nesta terça-feira.

A recomendação será encaminhada para o comitê-executivo da FIFA para uma decisão definitiva em Zurique no dia 20 de março, pondo fim a uma saga de quatro anos a respeito do período adequada para o Mundial.

"Para a família do futebol, o reagendamento da Copa do Mundo da FIFA de 2022 apresenta uma tarefa difícil e desafiadora", disse Karl-Heinz Rummenigge, presidente da Assocção de Clubes Europeus (ECA, na sigla em inglês), em um comunicado.

"Todos os calendários de partidas do mundo terão que acomodar tal torneio em 2022/23, o que exige que todos estejam dispostos a ceder".

"Não se pode esperar que os clubes e as ligas da Europa arquem com os custos de tal reagendamento. Esperamos que os clubes sejam compensados pelo dano que uma decisão final causaria".

A Associação de Ligas Profissionais de Futebol Europeias (EPFL, na sigla em inglês) também discordou do evento em novembro e dezembro, afirmando que a proposta iria "perturbar e causar um grande dano ao andamento normal das competições nacionais europeias".

A EPFL reiterou que escolher maio seria uma opção mais branda para evitar o calor sufocante de junho e julho, período que foi descartado apesar de o Catar ter garantido que conseguirá erguer estádios naturalmente frescos.

O executivo-chefe do Campeonato Inglês, Richard Scudamore, disse ter havido pouco discussão no encontro desta terça-feira.

"Praticamente nos comunicaram, daí a decepção", afirmou.

A liga alemã declarou estar preocupada com os jogadores.

"Realizar a Copa do Mundo em novembro e dezembro é um fardo organisacional, assim como financeiro, para as ligas europeias", disse seu diretor-gerente, Andreas Rettig.

(Por Mike Collett, em Londres, e Karolos Grohmann, em Berlim)

Reuters

6 de novembro de 2014

FIFpro defende que jogadores sem salário sejam liberados de clube após 30 dias sem receber


Os jogadores de futebol deveriam ser liberados de seus contratos com os clubes assim que completassem 30 dias sem receber salário, afirmou o sindicato internacional da categoria, o FIFPro, nesta quinta-feira.
"O FIFPro está negociando uma mudança nos regulamentos para sancionar o clube e permitir ao jogador encerrar seu contrato e ficar livre para buscar emprego em outro lugar após 30 dias sem pagamento", disse o sindicato em comunicado.
"Os próximos meses serão decisivos, à medida que o FIFPro busca finalizar um acordo sobre pagamentos em atraso com o objetivo de implementação no mais tardar até março de 2015."
O secretário-geral do FIFPro, Theo van Seggelen, disse que os jogadores têm o direito de receberem o pagamento em dia, assim como profissionais de outros setores.
"O respeito a contratos e o tratamento profissional aos jogadores de futebol como a qualquer outro emprego em um ambiente de trabalho normal não é muito a se pedir", disse.
No mundo inteiro há muitos casos de jogadores que passam meses sem receber salário. No Brasil, diversos clubes da primeira divisão sofrem com esse problema há décadas, e os jogadores podem pedir a liberação contratual na Justiça após três meses de salários atrasados.
A FIFPro também pediu à FIFA que implemente logo a proposta de proibir a participação de empresários nos contratos de jogadores.
A FIFA anunciou a proibição em setembro e disse que criaria um grupo de trabalho para implementar a nova regra após um período de transição.
(Por Brian Homewood, em Berna).
Com esta medida, os dirigentes amadores, sairiam de vez dos clubes, ou melhor, ficariam onde devem ficar, nas arquibancadas como torcedores. E sobre esta regra de se tirar a terceira parte (empresários) do futebol, ou seja, os investidores, esta eu pago para ver.