16 de outubro de 2014
Custo de reforma do Engenhão já está em R$ 100 milhões
15 de outubro de 2012
MARACANÃ, O GIGANTE ADORMECIDO DE 5.500 FUNCIONÁRIOS E QUE FUNCIONA 24 HORAS / MARACANÃ, THE SLEEPING GIANT OF 5.500 EMPLOYEES AND OPERATES 24 HOURS.
- Servimos, em média, sete mil refeições diariamente no Maracanã. São quatro refeições, e há controle de cada etapa da produção da comida, desde a chegada dos caminhões - explica a nutricionista Jeruza Campos, responsável pelo refeitório.
Para além da alimentação, o Maracanã é funcional. Comporta uma escola de alfabetização para os operários, uma sala de lazer com carteado, totó e TV, um centro de reciclagem, um centro médico e até um gerador elétrico, para garantir o ritmo das obras.
Os escritórios da administração da obra - do consórcio responsável pela reforma - funcionam como uma prefeitura: é onde os funcionários reclamam e se informam; é onde, ainda, há a cartilha com as normas de segurança, a programação da semana - de palestras - e as dicas para evitar, por exemplo, o mosquito da dengue.
- Para chegar na hora, costumo acordar às 4h30m, 5h. De manhã, é rápido chegar. O problema é a volta: saindo às 18h, chego em casa, em Várzea das Moças (Niterói), às vezes às 21h. É jantar, beijar as filhas e dormir - diz o operador de empilhadeira Ronaldo Carvalho.
No apertado cronograma da obra, orçada em R$ 859 milhões, não há espaço para falhas. Os habitantes do Maracanã andam em linha reta por corredores sinalizados - cada setor com as suas minúcias: de vermelho, andam os eletricistas; de azul, pedreiros. Na folga da hora do almoço, uma fila se forma na sombra para cochilar antes da volta ao batente. Pela manhã (sempre no horário), os religiosos fazem círculo e rezam. E a única lacuna que liga o Maior do Mundo ao resto do Rio, além do portão, é o adeus: não há alojamentos no canteiro de obras.
- Às vezes, quando os caras saem, se reúnem para beber uma cerveja na feira (de São Cristóvão, reduto de nordestinos no Rio) - revela Leandro Soares, de 22 anos, que ostenta orgulhoso um capacete amarelo em referência ao Complexo do Alemão, a casa durante a noite. Até porque, ninguém é de ferro.
Flamengo absoluto no canteiro
Na demografia do Maracanã, o Flamengo é absoluto: o consórcio estima que 95% dos funcionários sejam rubro-negros, mas o Campeonato Brasileiro se vê representado por inteiro entre os pilares de concreto: operários paulistas, mineiros, gaúchos e nordestinos - que compõem a imensa maioria. Pipocam camisas de clubes como Cruzeiro, Corinthians, Bahia e Fortaleza, Sport Recife e Santa Cruz.
9 de maio de 2011
Start of construction of the stadium for Corinthians slows again/Início das obras do estádio do Corinthians atrasa novamente.

O vice-presidente de marketing corintiano, no entanto, tranquiliza e diz que tudo estará pronto para receber a abertura em 2014.
Programadas para começar em maio, as obras no estádio do Corinthians têm nova alteração no calendário e só terão início em junho. O vice-presidente de marketing do clube, Luis Paulo Rosemberg, no entanto, demonstrou tranquilidade ao comunicar o novo atraso no cronograma e garantiu que o estádio estará pronto para receber a Copa do Mundo de 2014.
"Estamos em busca do melhor acerto financeiro. De resto não há nada que impeça. O estádio sai para a Copa, e não para a Copa das Confederações. Não passa de junho. Caiu um temporal semana passada. Começando em junho, é obra para 28, 30, 31 meses. Não tem problema, a gente termina isso serenamente", declarou o dirigente, nesta quinta-feira, no CT Joaquim Grava.
Outra questão que ainda não está resolvida e pode estar atrasando o início das obras em Itaquera é a definição do financiamento do estádio. O Corinthians ainda busca as melhores maneiras de garantir os R$700 milhões necessários para erguer o "Fielzão" e Rosemberg garante que não haverá dinheiro público envolvido na construção.
"Tem gente que fala que é pegar dinheiro da prefeitura e colocar no estádio. O BNDES não está botando nada aqui, está emprestando com garantias totais. Estamos ultimando um modelo de financiamento e estamos muito perto de equacionar. Já temos uma via, mas achamos que podemos ter outra. Vamos fazer isso (iniciar as obras) quando estiver tudo muito bem equacionado, não estou operando em ritmo de UTI", disse o vice-presidente de marketing corintiano.
Um impasse que também estaria dificultando o início das obras do estádio corintiano seria a liberação do terreno pela Prefeitura. No entanto, nesta semana, o Corinthians assinou um acordo com o Ministério Público e com a prefeitura de São Paulo se comprometendo a investir R$12 milhões no desenvolvimento social da região de Itaquera para conseguir a liberação do terreno. Rosemberg garante que esse não é mais um problema para o Corinthians reiterou que o início da construção do estádio depende apenas do clube e da empresa Odebrecht.
"Era uma questão de vida ou morte. Não colocaria um trator lá enquanto não tivesse uma decisão favorável. Isso passou. Agora quem controla o começo da obra é realmente Corinthians e Odebrecht", completou.
Estamos acostumados a ouvir isto diuturnamente no Brasil, e no futebol quando os dirigentes vêm a publico e falam “SIM”, pode escrever como “NÃO”. Espero está errado.
Fonte: ESPN.COM Foto: lancenet.com.br.
Comentário e Tradução: Roberto Queiroz de Andrade.
The vice president of marketing Corinthians, however, reassuring and says everything will be ready for opening in 2014.
Slated to begin in May, works in the new stadium for Corinthians are on the calendar and will only start in June. The vice president of marketing for the club, Luis Paulo Rosemberg, however, has shown calm in communicating the new schedule delay and assured that the stadium will be ready for the World Cup 2014.
"We are in search of better financial settlement. Moreover there is nothing between. The stadium is ready for the Cup of 2014, not to the Confederations Cup. It's only June. Fell a storm last week. So the work starting in June, is to work 28, 30, 31 months. No problem, we end this peacefully, "said the officer, on Thursday, at CT Joaquim Grava.
Another issue that has not been resolved and may be delaying the start of construction in Itaquera is the definition of financing of the stadium. The Corinthians also find better ways of ensuring the $ 700 million needed to build the "Fielzão” and Rosenberg ensures that no public money involved in the building.
"Some people say that is taking money from city hall and put in the stadium. BNDES is not putting anything here, is lending with total guarantees. We are finalizing a funding model and we are very close to solve. We have a track, but we can have another. Let's do it (start work) when everything worked out very well, I'm not operating at rate of Emergency in UTI, "said vice president of marketing Corinthians.
An impasse that would also be hindering the start of construction of the stadium would be releasing the Corinthian land by the city. However, this week, Corinthians signed an agreement with prosecutors and the mayor of Sao Paulo pledging to invest $ 12 million in social development in the region of Itaquera to obtain release of the land. Rosenberg ensures that this is no longer a problem for the Corinthians reiterated that the start of construction of the stadium only depend on the club and the company Odebrecht.
"It was a matter of life or death. Do not put a tractor there until he had a favorable decision. That happened. Now who controls the start of the work is really Corinthians and Odebrecht," he added.
We are accustomed to hear it day and night in Brazil, and in football when the leaders come to the public and say "YES", write "NO". I hope this be my mistake.
Source: ESPN> COM Photo: lancenet.com.br.
Commentary and Translation: Roberto Queiroz de Andrade.

