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11 de outubro de 2009

Eles acreditam. Eu também continuo acreditando. E voce?

Ainda não é hora de jogar a toalha. O Náutico encara o Palmeiras - líder do Brasileiro com 54 pontos - hoje, às 16h, nos Aflitos, como uma missão difícil, mas não impossível.







O otimista Carlinhos Bala diz que o time precisa ter personalidade para encarar os 10 últimos confrontos. Foto: Helder Tavares/DP/D.A Press


Nos últimos dois anos, o time pernambucano balançou e não caiu para Série B do Campeonato Brasileiro. Retrospecto animador e ao mesmo tempo desesperador, pois a permanência na Série A veio apenas nas últimas rodadas (penúltima e última, respectivamente). O panorama deste ano é mais complicado. O time não vence há seis jogos e a torcida já começa a levar, faixa de incentivo para que os jogadores não esmoreçam. Esforço para escapar da degola também vem sendo feito dentro e fora de campo. Nos bastidores do clube, os dirigentes alvirrubros dobraram a premiação, caso a equipe prossiga na elite do futebol brasileiro. No gramado, o técnico Geninho mantém seus atletas focados e acreditando em dias melhores.

Apesar do incômodo mergulho na zona de rebaixamento ( O Timbu ocupa a 18ª posição), o zagueiro Vágner, presente nas campanhas do Brasileirão de 2007 e 2008, diz que já está acostumado a tanta pressão. "Os últimos dois anos foram bem cansativos. Diria até traumáticos, mas este ano temos um grupo até melhor. Por isso, não perdemos a motivação. Fizemos bons jogos e sabemos que está faltando apenas matar o jogo". O atleta, inclusive, conquistou a preferência de Geninho e volta a compor a zaga titular, ao lado de Asprilla e Cláudio Luiz.

Geninho leva a campo hoje praticamente toda a equipe que enfrentou o São Paulo dentro dos Aflitos. Com a exceção do placar - onde o tricolor paulista venceu por 2 x 1 -, o treinador quer seus comandados com comportamento semelhante no jogo de logo mais diante do Palmeiras. "Principalmente o primeiro tempo. Não podemos cometer o mesmo erro duas vezes. O time não pode desperdiçar tantas chances como as que tivemos contra o São Paulo. Teve ocasião em que ficamos homem a homem e não matamos a partida. Outro detalhe é em relação a todos se largarem lá para frente e deixarem espaços na defesa. O time do Palmeiras tem qualidade e jogadores capazes de definir o jogo", explicou o comandante alvirrubro.

E para evitar mais um resultado desastroso dentro de casa, Geninho comandou treino ontem de manhã, nos Aflitos, dando ênfase a parte técnica. Jogadas de bolas paradas, cobranças de faltas e pênaltis foram treinadas à exaustão. "Geninho pediu para ter mais concentração na hora de finalizar, dar um passe. É isso que está nos atrapalhando na competição", adiantou o meia Aílton, um dos exigidos nos trabalhos de finalizações.

Diário de Pernambuco.


Desejo boa sorte, porque pelos números, já está rebaixado, mas no futebol tudo é possível, como na vida e eu acredito em milagres. E acredito em Deus, mais as vezes o castigo vem para mostrar que o trabalho está sendo feito errado.

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