4 de abril de 2014
ÓRGÃO FEDERAL VÊ CHANCE DE APAGÃO EM SEDES DA COPA DO MUNDO / FEDERAL AGENCY SEES CHANCE TO HAVE BLACKOUT IN THREE WORLD CUP VENUES
5 de janeiro de 2014
BLATTER DISPARA CONTRA O BRASIL: “É O PAÍS COM MAIS ATRASOS DESDE QUE ESTOU NA FIFA” / BLATTER SHOOTS AGAINST BRAZIL: “IS THE COUNTRY WITH MORE DELAYS SINCE I’M ON FIFA
1 de novembro de 2012
A DOIS ANOS DA COPA DO MUNDO, O BRASIL FALHA NA TRANSPARÊNCIA DOS CUSTOS / TWO YEARS FROM THE WORLD CUP, BRAZIL FAILS IN THE TRANSPARENCY OF THE COSTS
Hoje, a menos de dois anos do jogo inaugural, essas afirmações parecem contestáveis.
Organizadores criaram sites nos quais o público pode monitorar o ritmo das obras e os gastos, um exercício de transparência que as autoridades dizem ser inédito no Brasil.
O governo se gabou de que monitorar os gastos seria "tão fácil que qualquer cidadão poderia se sentar no seu sofá e ver onde o dinheiro estava sendo empregado", disse Gil Castello Branco, secretário-geral da organização não governamental Contas Abertas, que monitora gastos públicos. "Mas não importa se você está no sofá, na cozinha ou no escritório, ninguém sabe quanto isso está custando", acrescentou.
Os estouros orçamentários são comuns em nações que se preparam para realizar eventos como Copas e Olimpíadas. Mas alguns dizem que as questões de transparência e responsabilidade são particularmente preocupantes no Brasil, que tem um longo histórico de corrupção e mau planejamento.
"A Copa do Mundo reflete o estado do país onde ela acontece", disse Christopher Gaffney, professor norte-americano de arquitetura e urbanismo que vive no Rio e estuda os preparativos brasileiros para os grandes eventos. "E o governo brasileiro não tem um histórico forte de transparência."
Além da Copa, o Brasil vai realizar também a Olimpíada de 2016, no Rio.
O custo dos estádios e da infraestrutura de transportes para a Copa está oficialmente estimado em R$ 27,1 bilhões, quase metade dos quais no setor de transportes. A maior parte do restante será dividido em partes quase iguais entre estádios e aeroportos, que precisam desesperadamente de modernização.
A maior parte do dinheiro vem dos cofres públicos, e três sites diferentes monitoram as obras e gastos. Um é mantido pelo Ministério do Esporte, o outro pelo Senado, e um terceiro pela Controladoria Geral da União (CGU). O Tribunal de Contas da União (TCU) também divulga relatórios periódicos.
O problema, segundo os críticos, é que os sites não são confiáveis. "A informação que recebemos é incompleta, contraditória e atrasada", disse Castello Branco. "E frequentemente enganadora."
A comunicação poderia melhorar
Os dados sobre estádios, por exemplo, diferem de um site para outro. O site do Ministério do Esporte diz que a Arena da Amazônia, em Manaus, vai custar R$ 532,2 milhões; o site do CGU fala em R$ 515 milhões; no do Senado, a cifra é de R$ 505 milhões.
O site do Senado diz que o Maracanã, no Rio, terá capacidade para 79.378 pessoas; o Ministério do Esporte arredonda para 79 mil; o da CGU não cita esse dado.
Em outros casos, a informação parece deliberadamente opaca.
O site do Ministério do Esporte diz que o estádio de Itaquera, em São Paulo, terá 65 mil lugares e custará R$ 820 milhões. O preço, no entanto, é para um estádio de 48 mil lugares.
Os quase 20 mil assentos adicionais serão temporários. O governo paulista vai bancar a instalação e remoção, mas, passado mais de um ano da assinatura do contrato para isso, ainda não revelou o custo.
O governo estadual disse que está "estudando várias formas de resolver a questão", mas não indicou nenhum funcionário para dar entrevista. "A comunicação poderia melhorar", disse Luis Fernandes, secretário-executivo do Ministério do Esporte. Apesar disso, ele defendeu os esforços de transparência do governo federal, e disse que o ministério se baseia em dados das construtoras, prefeituras e governos estaduais para se manter informado - e também para informar o público.
Confusão em Recife
Um caso notável é o da Arena Pernambuco. O estádio, próximo a Recife, deveria originalmente custar US$ 532 milhões e ficar pronto seis meses antes da Copa.
Mas as autoridades decidiram construir o estádio de 46 mil lugares em 26 meses, em vez de 36, para poder receber também a Copa das Confederações, em junho de 2013, evento preparatório para a Copa.
Um ano se passou desde essa decisão, e as autoridades ainda não disseram qual será o acréscimo no preço por causa da aceleração nas obras. "Se houver um aumento no custo da obra, será imediatamente comunicado e colocado online no site da transparência", disse Fernandes. A construtora Odebrecht, responsável pelo estádio, admitiu que o custo vai subir, mas não entrou em detalhes sobre cifras.
"Não posso dizer o quanto", disse Marcus Lessa, diretor-gerente da Arena Pernambuco, consórcio comandado pela Odebrecht. "Mas não é por falta de transparência, os custos serão auditados."
Fernandes alertou que apenas alterações superiores a 20% do custo total são imediatamente registradas nos sites de transparência. Seria demorado demais atualizar cada pequena correção em todos os projetos, segundo ele. Funcionários da CGU admitiram que alguns dados estão desatualizados ou contraditórios, e disseram estar discutindo uma forma de agilizar o sistema, que funcionaria como uma central de informações relacionadas à transparência na Copa do Mundo.
Pelo sistema proposto, a CGU receberia de Estados e prefeituras dados sobre os gastos e o avanço das obras, e os transmitiria para ministérios e agências governamentais. Assim, os diferentes sites teriam todos a mesma informação, e haveria menor custo para governos estaduais e municipais, que hoje precisam se reportar várias vezes por mês a diversas instituições.
"Além de tornar essa informação disponível no nosso portal, vamos colocar em um banco de dados, e qualquer um poderá acessar", disse Fabio Santana, que assessora a CGU em questões de transparência.
Independentemente das discrepâncias, as autoridades se dizem satisfeitas com os sites e com o avanço que eles representam. A mera introdução desses sistemas numa nação conhecida pela falta de fiscalização nos gastos públicos já representa uma mudança para melhor, segundo Fernandes.
"É um passo positivo para a frente, e eu diria até que é um dos legados da Copa do Mundo."
1 de setembro de 2011
Government gives $ 6 million to organize the project of fans cheerleads and they will not sign out of the paper/Governo dá R$ 6 mi a cartolas e projet
O governo federal repassou R$ 6,2 milhões a um sindicato de cartolas do futebol para um projeto da Copa do Mundo de 2014 que nunca saiu do papel. Sem licitação, o Ministério do Esporte contratou o Sindicato das Associações de Futebol (SINDAFEBOL), presidido pelo ex-presidente do Palmeiras Mustafá Contursi, para fazer o cadastramento das torcidas organizadas dentro dos preparativos para a Copa. O contrato foi assinado no dia 31 de dezembro de 2010 e todo o dinheiro liberado, de uma vez só, em 11 de abril deste ano. O projeto, porém, jamais andou. O Ministério do Esporte foi célere em aprovar o convênio, entre novembro e dezembro de 2010, com base em orçamentos e atestados de capacidade técnica apresentados pelo sindicato. O Estado obteve os documentos. O negócio rápido e milionário teve um empurrão oficial de Alcino Reis, assessor especial de futebol do ministério e homem de confiança do ministro Orlando Silva (PC do B) - de quem é correligionário no PC do B.
O convênio, que faz parte do projeto Torcida Legal, foi assinado por Reis e pelo secretário executivo do ministério, Waldemar Manoel Silva de Souza.
As empresas que aparecem como responsáveis pelos serviços do projeto nunca foram contratadas pela entidade dos cartolas, dirigentes de clubes, que leva o nome oficial de Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e suas Entidades Estaduais de Administração e Ligas (SINDAFEBOL). Os atestados de capacidade técnica entregues ao governo, por exemplo, foram feitos pelo próprio sindicato.
Ontem, questionado pelo Estado, o presidente do SINDAFEBOL admitiu que a entidade não tivesse estrutura para tocar o convênio. 'Dissemos ao ministério que nunca tínhamos feito isso. O sindicato não tinha experiência, e se colocou à disposição do ministério', disse ontem Contursi, ao justificar a paralisia do projeto. Os R$ 6,2 milhões recebidos, afirmou, estão parados numa conta bancária controlada por ele próprio.
O cartola admitiu que, diante das dificuldades do sindicato em cumprir as metas, a execução do contrato poderá ser 'reavaliada', contrariando o discurso do governo de que tudo está dentro do planejado. O Ministério do Esporte alega que escolheu o SINDAFEBOL, sem licitação, por ser mais 'adequado' para tocar o projeto.
O convênio foi assinado em 31 de dezembro com vigência até o fim do ano. Em maio, porém, foi prorrogado até março de 2012.
Subcontrato. No processo do convênio assinado com o Esporte, o qual o Estado teve acesso, o sindicato informou que subcontrataria, por R$ 3,3 milhões, a empresa Mowa Sports para desenvolver o software do cadastramento, locação de equipamentos eletrônicos, entre outras coisas. Procurada pelo Estado, a empresa afirmou que não assinou contrato com o sindicato.
'A Mowa Sports esclarece que não emitiu nenhuma nota fiscal nem recebeu nenhum pagamento relacionado ao assunto em referência. A Mowa Sports tinha todo o interesse em participar do projeto, Torcida Legal e desenvolver ações de mobilidade digital, porém deixou de ser procurados meses atrás pelos responsáveis', diz nota da empresa.
Além de Contursi, dirigem a entidade o vice-presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Alexandre Husni, o vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no Centro-Oeste, Weber Magalhães, entre outros.
Parecer. Em 14 de dezembro, durante a rápida aprovação do convênio, a contratação enfrentou um parecer contrário da consultoria jurídica do ministério, que apontou, por exemplo, ausência de 'requisitos legais' e fragilidade na capacidade técnica.
O principal argumento do SINDAFEBOL para fechar o contrato sem licitação foi dizer que tem em seu quadro de filiados todos os clubes de futebol credenciados na CBF, embora, em sua maioria, as torcidas organizadas, principal objeto do convênio, não sejam vinculadas diretamente aos clubes.
'O sindicato tem vários entrosamentos com o ministério', afirmou ontem Contursi, citando o nome de Alcino Reis.
Reis, assessor do ministro, recomendou a contratação com base em uma declaração de capacidade técnica apresentada pelo próprio sindicato.
O curioso é que a entidade afirmou ter capacidade para tocar um projeto para o qual, segundo ela própria reconhece, não haveria parâmetro de comparação. 'O Projeto Torcida Legal é inovador e não tem nenhuma experiência igual em todo o mundo', diz o atestado. 'O Sindicato do Futebol tem todos os meios para junto com as Federações e Clubes, proceder o cadastramento das Torcidas Organizadas e seus torcedores.' Diante disso, um parecer do ministério diz que essa auto declaração 'demonstra a capacidade técnica do proponente' para realizar o convênio.
O contrato prevê o cadastramento de 475 torcidas organizadas. 'O projeto traz em seu contexto que é preciso aproveitar a mobilização nacional para mudar o ambiente social, a cultura e o comportamento que existe em torno do futebol como uma ação de preparação do Brasil para a Copa das Confederações 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014', diz o documento do ministério.
Antes e depois
SINDAFEBOL
JUSTIFICATIVA ENVIADA AO MINISTÉRIO DO ESPORTE PELA ENTIDADE ANTES DE FECHAR O CONVÊNIO
'O Sindicato do Futebol tem todos os meios para, junto com as Federações e Clubes, proceder o cadastramento das Torcidas Organizadas e seus torcedores'
MUSTAFÁ CONTURSI
PRESIDENTE DO SINDAFEBOL E EX-PRESIDENTE DO PALMEIRAS
“Dissemos ao Ministério do Esporte que nunca tínhamos feito isso. O sindicato não tinha experiência, e se colocou à disposição do ministério”.
Então por tudo aqui exposto não precisaremos falar que precisamos mudar urgentemente, do contrário em 2014 teremos uma massa desencontrada de super faturamentos em obras e outras que saiu o dinheiro, mas a obra tomou DORIU, ou seja, sumiu.
Fonte: diversa. Foto:
Comentário: Roberto Queiroz de Andrade. Tradução: Roberto Queiroz de Andrade e Roberto Queiroz de Andrade Junior.
The federal government transferred R $ 6.2 million to a syndicate for a project of the football World Cup in 2014 which never got off the ground. Without bid, the Ministry of Sports has hired the Union of Football Associations (SINDAFEBOL), chaired by former President of Palmeiras Mustafa Contursi, to make the registration of cheerleaders in the preparations for the World Cup. The contract was signed on 31 December 2010 and released all the money, at once, on April 11 this year. The project, however, never did.
The Sports Ministry was quick to approve the agreement, between November and December 2010, based on budgets and statements of expertise provided by the union. The State obtained the documents. The deal was a millionaire faster and push the official Alcino Reis, special advisor to the ministry and football man of confidence of the minister Orlando Silva (PC do B) - co-religionist who is on the PC B.
The agreement, part of the project “Cheerleaders Legal”, was signed by Reis and the executive secretary of the ministry, Waldemar Manoel Silva de Souza.
The companies that appear to be responsible for the services of the project have never been hired by the authority of club officers, which carries the official name of the National Union of Associations of Professional Football and its State Entities Administration and Alloys (SINDAFEBOL). The certificates surrendered to the technical capacity, for example, were made by the union.
Yesterday, asked by the State, the president of SINDAFEBOL admitted that it did not have to touch the framework agreement. ‘We told the ministry that we had never done that. The union had no experience, and be made available to the ministry, "Contursi said yesterday, justifying the paralysis of the project. The $ 6.2 million received, he said, are standing in a bank account controlled by him.
The president has admitted that, given the difficulties of the union in fulfilling its goals, the performance of the contract may be 'reassessed' speech against the government that everything is on schedule. The Sports Ministry claims that chose SINDAFEBOL, without bidding, to be more 'appropriate' to run the project.
The agreement was signed on December 31 with validity until the end of the year. In May, however, was extended until March 2012.
Subcontract. In the process of agreement signed with the sports world, which the state had access, the union said subcontract, for $ 3.3 million, the company Mowa Sports to develop the software registration, leasing of electronic equipment, among other things. Sought by the state, the company said it has not signed a contract with the union.
'Mowa Sports states that did not issue any invoice or receive any payment related to the subject reference. Sports Mowa had any interest in participating in the project, and to develop legal Fans of digital mobility, but no longer wanted months ago by those responsible, "says a statement.
Besides Contursi, direct the entity's vice president of the board of Corinthians, Husni Alexander, vice president of the Brazilian Football Confederation (CBF) in the Midwest, Magellan Weber, among others.
Opinion. On December 14, during the rapid adoption of the agreement, hiring experienced a negative opinion of legal counsel of the ministry, which pointed out, for example, lack of 'legal requirements' and weak technical capacity.
The main argument of SINDAFEBOL to close the no-bid contract was said to have on your table all affiliated football clubs accredited in CBF, although in most cases, the cheerleaders, the main object of the agreement are not linked directly to clubs.
'The union has several engagements with the ministry, "Contursi said yesterday, citing the name of Alcinos Reis.
Reis, adviser to the minister, recommended the hiring on the basis of a technical capability statement submitted by the union.
Interestingly, the entity said to be able to play a project, for which, according to itself recognizes, there is no benchmark. 'The project is innovative and legal Fans have no experience equal in the world, "says the certificate. 'The Union of Football has all the means along with the federations and clubs make the registration of cheerleaders and their fans. “Thus, an opinion of the ministry says that this self-declaration "demonstrates the technical capability of the bidder 'to carry out the agreement.
The contract provides for the registration of 475 cheerleaders. 'The project brings in its context that we must take advantage of national mobilization to change the social environment, culture and behavior that exists around the football as a share of Brazil's preparation for the Confederations Cup and 2013 FIFA World Cup 2014 'says the document of the ministry.
Before and after.
SINDAFEBOL:
BACKGROUND TO SENT BY THE MINISTRY OF SPORT BEFORE CLOSING THE AGREEMENT
'The Union of Football has all the means, together with the Federations and clubs, make the registration of cheerleaders and their fans.'
MUSTAFA Contursi:
SINDAFEBOL THE PRESIDENT AND FORMER CHAIRMAN OF PALM TREES
"We told the Ministry of Sports that we had never done that. The union had no experience, and be made available to the ministry. "
So…. for everything discussed here will not need to mention that we need to move urgently, otherwise we will have in 2014 a super massive mismatch in Billings (moneys paid to somebody else) and other works he left the money, but the work took “DORIU”, and disappeared.
Source: diverse. Photo:
Comment: Roberto Queiroz de Andrade. Translation: Roberto Queiroz de Andrade, and Roberto Queiroz de Andrade Junior.


