11 de março de 2015
Veja documento que mostra desperdício de R$ 147 milhões na Arena Corinthians
24 de fevereiro de 2015
CIDs, dívida de R$ 80 milhões e ação no MP; entenda guerra do Corinthians com a prefeitura
Para entender do que se tratam os CIDs, é preciso voltar um pouco no tempo. Mais precisamente em julho de 2011, quando a Câmara Municipal de São Paulo aprovou o substitutivo ao projeto de lei 288/2011, que trata da concessão de incentivos de R$ 405 milhões ao Estádio do Corinthians por conta da abertura da Copa do Mundo de 2014 - essa, aliás, foi condição obrigatória para a liberação do dinheiro.
Resumidamente, incrementar com esses tais certificados o fundo de investimentos que foi criado pelos empreendedores do complexo esportivo. Ou, no caso, o Corinthians e a Odebrecht, empreiteira responsável pela obra em Itaquera. Em outras palavras, seriam papéis emitidos pela prefeitura para que o clube vendesse e arrecade os R$ 420 milhões para pagar parte da obra em Itaquera, que custou cerca de R$ 1 bilhão.
Os documentos, a partir da incrementação do fundo de investimentos, poderiam ser vendidos pelas partes no mercado financeiro, com desconto ao comprador sobre o valor de face. Com esses títulos na mão, os compradores podem abater valor de impostos. A vantagem é que isso poderia significar um desconto, já que para o pagamento dos impostos valeria o valor de face. Por exemplo: um CID de 100 reais poderia ser comprado por 90 reais, mas na hora de pagar o imposto valeria os 100 originais. O clube receberia os CIDs no valor de 50 mil cada um, válidos por 10 anos.
A concessão foi uma das pré-condições para que a Fifa pudesse aprovar a então futura Arena Corinthians como palco do primeiro jogo do Mundial, além dos R$ 400 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem deixado grande parte da sede social do clube, o Parque São Jorge, ou 45 mil m² do terreno, hipotecados pela Caixa Econômica Federal.
Os certificados foram liberados pela prefeitura ao Corinthians. Até o momento foram emitidos R$ 405 milhões CIDs que já podem ser negociados no mercado desde o fim da Copa do Mundo. Só que os documentos não foram convertidos em dinheiro até agora, e essa é a reclamação do clube.
O Corinthians cobrou a prefeitura pela liberação dos CIDs. O governo, por sua vez, alega que nao houve interessados em adquirir os certificados por conta de uma ação no Ministério Público contestando a legalidade do acordo que dava isenções fiscais à obra.
Foi movida pelo promotor Marcelo Camargo Milani, da promotoria de Patrimônio Público do MP-SP no dia 25 de maio de 2012 e é contra o ex-prefeito Gilberto Kassab, que deu sanção ao projeto de lei, a construtora Odebrecht e o próprio Corinthians, além da gestora BRL Trust e Arena Fundo de Investimento Imobiliário. A acusação é de improbidade administrativa, e o promotor pede que os envolvidos desembolsem uma multa de R$ 1,74 bilhão, com base na lei 8.429/92.
É um ato contrário ou ilegal à administração pública cometido por um agente público enquanto em exercício de uma função pública. Segundo o MP, o ex-prefeito Kassab não tinha respaldo legal para poder renunciar ao ISS que seria arrecadado pelo município com a construção do estádio, que giraria na casa dos R$ 40 milhões. De acordo com a ação, a prefeitura não estudou como compensar essa perda.
Pois ela afasta eventuais compradores por conta da insegurança jurídica com relação à obra. A ação ainda deve demorar cerca de dois anos para ter um desfecho, o que vai continuar dificultando a venda dos títulos.
Sem conseguir negociar os CIDs, a dívida do clube com os juros bancários vai crescendo. O Corinthians alega que, até o momento, já foram gastos mais de R$ 80 milhões por conta dessa dívida.
Conforme apurou o ESPN.com.br, ao divulgar nota oficial atacando a prefeitura, o Corinthians buscou basicamente duas coisas. A primeira delas era que o governo municipal pressionasse o Ministério Público a desistir da ação que questiona a legalidade da lei que permitiu a emissão desses certificados para o time do Parque São Jorge, visando acelerar a venda dos CIDs. A segunda é pressionar o município a comprar esses títulos de volta, ou ao menos garantir as quantias ao clube. Só que o prefeito Fernando Haddad sequer cogita a operação por considerá-la ilegal.
19 de maio de 2014
A MENOS DE UM MÊS PARA A COPA, VALCKE AFIRMA QUE “HÁ MUITO POR FAZER” / LESS THAN A MONTH TO THE WORLD CUP, VALCKE SAID THAT, “THERE IS MUCH TO DO”
'Temos dias de muito trabalho pela frente, já que ainda há muito trabalho por fazer em um esforço coletivo da FIFA, do Comitê Organizador Local, do governo federal, das cidades-sedes e dos estados', indicou Valcke, em uma coluna que é publicada todos os meses no portal da entidade.
10 de maio de 2014
A UM MES DA COPA, CORINTHIANS ENTREGA CASA PRÓPRIA COM REMENDOS E BAGUNÇA / ONE MONTH BEFORE THE WORLD CUP, CORINTHIANS DELIVERY THE OWN HOME WITH MESS AND PATCHES
22 de maio de 2013
CERVEJARIA CITA RIVAIS CORINTIANOS E RECUA DE POR NOME DE ARENA EM ITAQUERA / BREWERY CITIES RIVALS OF CORINTHIANS BY NAME, AND REBOUNDS BUSINESS ARENA IN ITAQUERA
"Nós temos conversas com várias arenas e é óbvio que tem o modelo de naming ou não. Estamos entendendo estrategicamente o que é interessante para nós. Algumas arenas têm a particularidade de serem vinculadas a um clube e temos muito cuidado. Se fecho com o Corinthians, palmeirenses e são-paulinos podem ter rejeição à marca. Isso chega a esse ponto", afirmou.
O Grupo Petrópolis, que é dono da Itaipava, acaba de acertar o direito de dar nome à Fonte Nova e também à Arena Pernambuco, ambos ao preço de R$ 100 milhões por dez anos. A opção por dois estádios no Nordeste atende à necessidade da empresa de crescer na região.
"Desenvolvemos alguns modelos para as demais arenas, que seriam viáveis para nós. Mas naming rights estamos pensando nessas duas do Nordeste", explicou o dirigente da companhia.
O ex-presidente corintiano Andrés Sanchez já confirmou que a cervejaria era uma das interessadas pelo nome do estádio em Itaquera. Porém, Douglas Costa avalia que há outras maneiras de investir no local.
"É um cuidado que tomamos (rejeição de torcedores), mas há outras formas de estar dentro das arenas que não sejam os naming rights . Há flexibilidade e interesse de ativar eventos. Falamos muito de eventos e shows, porque entendemos que é uma forma de estarmos presentes", completou.
O grupo entende que poderia negociar também para ter exclusividade em bares do estádio, assim como patrocinar competições que não tenham relação com o futebol, como lutas.
11 de fevereiro de 2012
Mário Gobbi é novo presidente do Corinthians / New presidente of Corinthians is Mario Gobbi.

SÃO PAULO - Candidato da situação, Mário Gobbi confirmou o favoritismo e foi eleito neste sábado o novo presidente do Corinthians. Com o apoio decisivo de Andrés Sanchez, ele ganhou a eleição com facilidade, conseguindo enorme vantagem sobre o oposicionista Paulo Garcia. Assim, comandará o clube nos próximos três anos.
Delegado da Polícia Civil, Mário Gobbi Filho tem 50 anos e foi diretor de futebol em grande parte da administração de Andrés Sanchez, que comandava o clube desde a saída de Alberto Dualib em 2007. Assim, a plataforma de campanha do novo presidente do Corinthians foi a continuidade do trabalho que vinha sendo feito, com ênfase para a construção do futuro estádio em Itaquera, o CT Joaquim Grava, o novo estatuto e, claro, o título de campeão brasileiro de 2011.
Com a eleição de Mário Gobbi, pouca coisa mudará no Corinthians. A maior parte dos diretores vai continuar no cargo, entre eles Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing e um dos principais articuladores da construção do Itaquerão. O novo presidente, inclusive, terá a honra de inaugurar o estádio em 2013.
Dos cerca de 11 mil sócios do clube que estavam aptos a votar, apenas 3.300 participaram da eleição neste sábado, quando as urnas ficaram abertas das 9 às 17 horas no ginásio do Parque São Jorge. Apesar da campanha ostensiva dos dois candidatos, o clima foi de tranquilidade durante todo o dia, sem maiores confusões.
Na apuração, o ginásio ficou dividido entre simpatizantes dos dois candidatos. Mas a vitória de Mário Gobbi ficou clara logo nas primeiras urnas, tamanha sua vantagem sobre Paulo Garcia. Assim, o grupo liderado por Andrés Sanchez, o grande cabo eleitoral da vitória, pôde comemorar a permanência no poder.
Fonte|: Vitor Marques e Wagner Vilaron, estadao.com.br. Foto: divulgação.
Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.
SAO PAULO - Candidate of the situation, Mario Gobbi confirmed his favoritism on Saturday and was elected the new president of Corinthians. With the decisive support of Andres Sanchez, he won the election easily, getting huge advantage over the opposition Paulo Garcia.
So, will lead the club in the next three years.
Delegate of the Civil Police, Mario Gobbi Filho is 50 years old and was director of football in much of the administration of Andres Sanchez, who led the club since the departure of Alberto Dualib in 2007. Thus, the campaign platform of the new president of the Corinthians was to continue the work that was being done, with emphasis on the construction of the future stadium in Itaquera, CT Joaquim Grava, the new statute and of course the Brazilian championship in 2011.
With the election of Mario Gobbi, little will change in Corinthians. Most directors will continue in office, among them Luis Paulo Rosenberg, director of marketing and one of the main organizers of the construction of Itaquerão. The new president even have the honor of opening the stadium in 2013.
Of the approximately 11,000 club members who were eligible to vote, only 3,300participated in the election on Saturday, when the polls were open from 9 to 17 hours in the gym of the Parque São Jorge. Despite the blatant campaign of the two candidates, the weather was calm throughout the day without much trouble.
In the calculation, the gym was divided between supporters of two candidates. But Mario Gobbi's victory became clear at an early ballot, her enormous advantage over Paulo Garcia. Thus, the group led by Andres Sanchez, the great campaigner of victory, could celebrate their stay in power.
Source |: Victor Marques and Wagner Vilaron, estadao.com.br. Photo: publicity.
Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.







