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29 de julho de 2015

Atacante André é alvo de europeus e já preocupa o Sport / Forward André is European target and has worries by Sport

André chegou e rapidamente caiu nas graças da torcida.

Recém-contratado por empréstimo, vindo do Atlético-MG, o atacante André voltou a boa fase e já desperta interesse do futebol do velho continente.

Segundo o As, importante veículo de comunicação espanhol, e o Calciomercato, site italiano especializado em negociação, o Bétis, da Espanha, e o Bologna, da Itália, são os principais clubes de olho no ex-Menino da Vila. Sassuolo, também da Itália, e o Deportivo La Coruña-ESP, correm por fora. O mercado europeu fecha no dia 31 de agosto.

André custou cerca de R$ 20 milhões aos cofres do Atlético Mineiro, mas não conseguiu emplacar em Minas. Foi emprestado para Santos e Vasco, onde também não teve sucesso. De volta ao clube mineiro, André foi pouco aproveitado e acabou cedido ao Sport no início do Brasileiro.

E como muitos alardeam, 20 milhões de reais é muita grana, pode ser aqui no Brasil, porque la fora e com esta alta desvalorização do Real, não é muito, aliás, é muito pouco, então o clube tem que saber amarrar os jogadores que vem usar o Sport como barriga de aluguel, porque do contrário é nadar contra a correnteza, colocar de volta no mercado e ficar chupando o dedo. Agora mesmo estão oferecendo algo em torno de 3 milhões de Euros pelo Renê, isso é dinheiro de pinga (e pinga da pior qualidade), este jogador vale hoje no mercado internacional uns 15 milhões de Euros, disparado.

Foto: Carlos Ezequiel Vannoni. Comentário: Roberto Q. de Andrade.

André arrived and quickly fell into the graces of fans.
New signing on loan from Atletico-MG, striker André returned to good form and has already raised the old continent football interest.

According to The important vehicle of Spanish communication, and the Calciomercato, Italian website specialized in trading Betis of Spain and Bologna, Italy, it is the main eye of clubs in the former Boy Vila. Sassuolo, also of Italy, and Deportivo La Coruña, ESP, run out. The European market closes on 31 August.

André cost about R $ 20 million to the coffers of Atletico Mineiro, but failed to catch on in Minas. It was loaned to Santos and Vasco, where he also was unsuccessful. Back to mining club, Andrew was little advantage and eventually yielded to Sport at the start of the Brazilian.

And how many peoples sad, 20 million reais is a lot of money, sure can be here in Brazil, because it out and with this high devaluation of the real, is not much, in fact, is very little, then the club have to know the players who come at tie and is using Sport as surrogacy, because otherwise it is swimming against the stream, put back the player on the market and be sucking his thumb, after. Right now they are offering something around 3 million Euros by Rene, that's drop of money (and drips of poorer quality), this player is now worth in the international market some around 15 million of Euros, for sure.

Photo: Carlos Ezequiel Vannoni. Comment: Q. Roberto de Andrade.

28 de novembro de 2014

Prass é denunciado por 'mala branca' e pode pegar dois anos de gancho


A procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou o goleiro Fernando Prass, do Palmeiras, por ter admitido que já recebeu "mala branca" - ajuda financeira de outro clube para ganhar uma partida. A pena prevista é de multa entre R$ 100 a R$ 100 mil e suspensão pelo prazo de 360 a 720 dias.
O jogador foi enquadrado no artigo 238 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que fala em "receber ou solicitar, para si ou para outrem, vantagem indevida em razão de cargo ou função, remunerados ou não, em qualquer entidade desportiva ou órgão da Justiça Desportiva, para praticar, omitir ou retardar ato de ofício, ou, ainda, para fazê-lo contra disposição expressa de norma desportiva".
Prass admitiu na quarta-feira que já foi beneficiado pela "mala branca", mas não especificou quando. Mesmo assim, a infração só prescreve em 20 anos.
"A prática da denominada “MALA BRANCA” se mostra extremamente perniciosa ao esporte, fere os mais comezinhos princípios éticos e morais do homem médio e é diametralmente contrária ao fair play, é o que deve prevalecer entre aqueles que aplicam a legislação desportiva. Isso porque a “MALA BRANCA” ou “doping financeiro” gera a desigualdade entre os clubes e valoriza a capacidade econômica em detrimento da motivação pessoal dos atletas e do espírito desportivo”, diz o texto da denúncia da procuradoria.
Parece um pastelão, este futebol brasileiro, aliás, a politica anda fazendo das suas também. E quem paga somos todos nós, de um lado ficamos sem ter belos espetáculos e de outro, ficamos sem desenvolvimento.

12 de novembro de 2014

Edmundo discorda de seu 'criador' Eurico, vota em Julio Brant e diz: 'Vasco está morrendo'

No início da noite desta terça-feira, o clima na eleição vascaína ficou mais agitado com a presença do ídolo Edmundo. Jogador nos tempos de Eurico Miranda no comando do clube, o ex-atacante atualmente está do outro lado, no apoio ao candidato Julio Brant.
Ainda sem condições se candidatar à presidência por causa do tempo como sócios, Edmundo explicou os motivos de apoio a Brant, a quem abraçou, e depois de passar reto por Eurico Miranda, sem cumprimentos, foi duro com a realidade atual vascaína.
"Preferi sair da inércia, da zona de conforto e me engajar cada vez mais no processo eleitoral do clube. Acho que consegui fazer bastante coisa dentro do campo e me vejo obrigado a fazer alguma coisa fora dele tanbém, porque o clube esta morrendo, está passando por uma dificuldade enorme. Se as pessoas que amam o clube de verdade não dobrarem a manga da camisa e agarrarem na alça do caixão, isso aqui vai morrer", alertou Edmundo, que votou sem maiores problemas no ginásio de São Januário, cercado por partidários de Julio Brant.
O atacante passou pelo clube pela última vez em 2008, quando o Vasco começou o ano comandado por Eurico Miranda e acabou com Roberto Dinamite como presidente, rebaixado no Campeonato Brasileiro. Em 2012, o Animal foi homenageado com um jogo de despedida em São Januário. Ele explicou o porquê de não seguir o caminho de Romário, que divulgou um vídeo declarando apoio a Eurico Miranda.
"É muito simples. Todo mundo que está com a gente nessa eleição, Felipe, Juninho, Pedrinho, somos todos crias do Eurico. Se a gente é contra é porque a gente não concorda com a maneira dele de atuar. Mas eu não vim aqui para falar dele, muito menos mal. Vim aqui para falar do Julio, uma pessoa na qual acredito. Votei nele porque confio. Espero que o torcedor do Vasco que esteja em casa possa vir aqui e virar essa situação bem difícil. Porque a gente sabe que não é fácil lutar contra o poderoso Eurico Miranda", disse o Animal, que não descartou no futuro ser candidato à presidência do clube.
Mais cedo, outros sócios de destaque votaram no pleito vascaíno, como o ator Bruno Mazzeo, eleitor de Julio Brant, o ex-técnico Antonio Lopes e o presidente da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), entusiastas de Eurico Miranda. O empresário Carlos Leite também votou. O presidente do clube, Roberto Dinamite, foi às urnas sem maiores sobressaltos, mas não declarou voto em nenhum candidato, afirmando apenas que deixa ao clube um legado de democracia.

4 de novembro de 2014

Tiros e facadas: vascaínos brigam, e sete são presos do lado de fora de convenção de Eurico

Às vésperas da eleição presidencial do Vasco, uma briga generalizada roubou as atenções da convenção de Eurico Miranda na zona norte do Rio de Janeiro na noite desta segunda-feira. Do lado de fora do encontro, membros da principal organizada do clube entraram em confronto, e sete foram presos.
Segundo testemunhas, foram mais de 100 pessoas envolvidas na confusão, na porta do clube Vila da Feira, na rua Haddock Lobo, na Tijuca. O trânsito foi fechado, e a briga durou cerca de 15 minutos, com direito a tiros, facadas e agressões com barras de ferro. A Polícia Militar foi acionada e prendeu sete.
A principal organizada cruzmaltina está dividida entre os que apoiam a chapa de Eurico, a "Volta Vasco! Volta Eurico!", e os que estão com Roberto Monteiro, na "Identidade Vasco". Nos jogos em São Januário, as duas facções têm ficado separadas, por razões de segurança, com a proximidade do pleito.
Inicialmente, a votação que elegerá o novo presidente do Vasco aconteceria no dia 6 de agosto, mas foi adiada depois de muita polêmica, troca de acusações e brigas na Justiça. O pleito agora está marcado para o dia 11 de novembro, e tem seis candidatos inscritos e aptos para concorrerem.
Além de Eurico e Monteiro, tentam suceder Roberto Dinamite: Julio Brant ("Sempre Vasco"), Marcio Santos ("Vanguarda Vascaína"), Eduardo Nery ("Vasco mais que um gigante") e Tadeu Correia ("Vasco passado a limpo") - os dois últimos ainda estudam retirar suas candidaturas e apoiar Brant.
Este é o nosso futebol, a nossa educação e a nossa situação e enquanto o governo federal através do Ministério dos Esportes não tomar as redeas, será disso para pior. Até porque se fosse mal negócio ser presidente de Clube, Federação ou até mesmo da FIFA, ninguém se apresentaria. 

13 de outubro de 2014

Romário crítica administração de Dinamite e diz: 'Maior decepção que eu já vi'

Senador eleito pelo PSB do Rio de Janeiro,  Romário falou sobre o Vasco, em entrevista à Rádio Transamérica. Ele disse que acredita que o time irá subir com facilidade, já que precisa de apenas quatro vitórias nas rodadas que restam da Série B. Porém, não poupou criticas ao presidente vascaíno Roberto Dinamite. A eleição será no dia 11 de novembro deste ano. 
- O que eu posso dizer do atual momento é tudo culpa do Roberto. Ele é a maior decepção que eu já vi no futebol como presidente. É muito ruim e sem preparo. Espero que nas eleições façam o Vasco voltar a caminhar - completou o ex-jogador de futebol.
O Baixinho, que participará nesta terça-feira da eleição do Conselho Deliberativo do América-RJ. Em novembro, ele será aclamado como novo presidente do clube alvirrubro. Apesar de ser sócio do Vasco, o ex-camisa 11 disse que não irá votar na eleição do Cruz-Maltino. E deu um pitaco sobre a possibilidade de Edmundo vir a ser candidato.
- Edmundo é adulto e sabe o que faz. Creio que ele tem consciência do que pode ser negativo ou positivo. Caso ele opte em ser presidente e os sócios escolham seu nome, que faça um bom trabalho - finalizou o político.

15 de novembro de 2012

JOGADORES DO FLUMINENSE REFUTAM “FESTA” CONTRA O CRUZEIRO E ESTABELECEM META: RECORDE DE PONTOS / PLAYERS OF FLUMINENSE REFUTES “PARTY” AGAINST CRUZEIRO AND STABLISH GOAL: POINTS RECORD


Campeão brasileiro a três rodadas do fim do campeonato, o Fluminense não teria motivos aparentes para jogar a sério as partidas contra Cruzeiro, Sport e Vasco...
Campeão brasileiro a três rodadas do fim do campeonato, o Fluminense não teria motivos aparentes para jogar a sério as partidas contra Cruzeiro, Sport e Vasco. Quem esperava um clima de falta de motivação, entretanto, surpreendeu-se com o discurso unânime dos jogadores na entrevista concedida na tarde da última quarta-feira (14), após o primeiro treino nas Laranjeiras na sequência da conquista do tetra.

"Eu só fiquei dois jogos de fora e estou um pouco desgastado, mas sempre quero jogar sempre e estou à disposição. Deixo a critério do Abel", afirmou o volante Jean, jogador do Tricolor que participou de mais partidas neste Brasileirão juntamente com o goleiro Diego Cavalieri e o zagueiro Gum.
O motivo para tamanha motivação é muito bem conhecido: o recorde de pontos em Campeonatos Brasileiros. A atual marca, estabelecida pelo São Paulo em 2006, é de 78 pontos. O Fluminense tem 76, e só precisa de uma vitória para entrar de vez para a história da maior competição de clubes do país.

"São três pontos importantíssimos. Tem uma quebra de recorde, se eu não me engano o São Paulo fez 78 pontos, e o Fluminense precisa de mais uma vitória para superar.", afirmou o lateral esquerdo Carlinhos, mostrando estar a par da situação.

O próximo compromisso do Tricolor carioca será a partida contra o Cruzeiro, às 17h (horário de Brasília) do próximo domingo, no Engenhão. A Raposa é a 10ª colocada no Campeonato Brasileiro, com 46 pontos conquistados.

Esperemos para o bem do futebol Pernambucano, que o Fluminense ao chegar a Recife, já venha com este recorde quebrado, pois nosso futebol mesmo sem merecer, não pode nem deve cair para a segunda divisão. Mesmo vendo a mesmice ou até babaquice de alguns dirigentes que se dizem homens do futebol profissional conversando abobrinhas e mostrando que o que sabem mesmo é enrolar o meio de campo.

Até quando não sei, só sei que precisamos mudar, urgentemente.

Fonte: espn.com Foto: Photo Camera.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Brazilian champion at the end of three rounds of the championship, Fluminense would have no reason apparent to seriously play matches against Cruzeiro, Vasco and Sport Recife ...

Brazilian champion at the end of three rounds of the championship, Fluminense would have no reason apparent to seriously play matches against Cruzeiro, Vasco and Sport. Who expected a climate of lack of motivation, however, was surprised by the unanimous discourse of players in an interview late on Wednesday (14) after the first workout in Laranjeiras following the conquest of tetra.

"I just got out of two games and I'm a bit worn, but always want to play and I'm always available. Leave at the discretion of Abel," said Jean one of the defensive midfielder tricolor (Fluminense),that player who participated in more matches at this Brasileirão along with goalkeeper Diego Cavalieri and the central defender Gum.

The reason for such motivation is very well known: the record for points in Brazilian Championships. The current mark, set by São Paulo FC, in 2006, is 78 points. Fluminense has 76, and just need a win to get in time to the story of the greatest club competition in the country.

"They are three very important points. Has a record breaker, if I'm not mistaken the São Paulo made 78 points and Fluminense needs one more victory to overcome." Said Carlinhos the back left side, showing to be aware of the situation.

The next appointment from the “Tricolor Carioca” will be the match against Cruzeiro at 17h (GMT) next Sunday at Engenhão. The club from Minas Gerais is a 10 th place in the Premier League, with 46 points scored.

Hopefully for the good of football in Pernambuco, is the Fluminense to reach Recife, has come up with this broken record done because our football club Sport Recife even without merit, cannot and should fall to the second division in 2013. Even seeing the sameness of bullshit or even some leaders who claim to be men of professional football zucchini talking and showing that they know what is even is wrap the football midfield.

Even when we do not know, I just know that we need to change urgently.

Source: espn.com Photo: Photo Camera.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

31 de maio de 2012

ASTRO DO FUTEBOL BRASILEIRO DEIXA SUA MARCA NA POLÍTICA TAMBÉM / FOOTBALL STAR MAKES HIS MARK IN POLITICS TOO.







Rio de Janeiro – Durante sua carreira de décadas no futebol, Romário de Souza Faria, malandro de jogo bonito amado no Brasil, gostava de provocações. Ele festejava até de madrugada enquanto seus companheiros amargavam a concentração, brigava com torcedores, menosprezava repetidamente o rei Pelé e sempre reclamava de ter de treinar.
"Se me tornarei um técnico no futuro?" disse ele certa vez, antes de marcar seu milésimo gol e pendurar as chuteiras. "De jeito nenhum. Eu nunca conseguiria aguentar um sujeito como eu." Naturalmente, mesmo assim ele acabou treinando por um tempo seu antigo clube, o Vasco da Gama.
Hoje, porém, Romário vem agitando os brasileiros num novo domínio: a política.
Eleito para o congresso em 2010, Romário, com 46 anos e ostentando vários cabelos brancos, surgiu como um dos parlamentares mais francos do Brasil, defendendo os direitos de deficientes físicos e oferecendo críticas contundentes sobre a cultura política brasileira e suas preparações para a Copa do Mundo de 2014.
E de forma ainda mais surpreendente, Romário – que costumava dizer que seus companheiros de seleção chegavam para treinar na mesma hora em que ele voltava das boates – também figura entre os políticos mais esforçados do país, possuindo um registro de presença quase perfeito.
"A tendência de todos é evoluir", declarou Romário numa recente entrevista em sua cobertura na Praia do Pepe, uma das faixas de areia mais exclusivas do Rio.
De fato, Romário parece ter adotado tal mudança pessoal que os passantes às vezes precisam olhar duas vezes para reconhecê-lo. Usando óculos e quase sempre de terno preto, o ex-atacante de 1,65 metro, cujo apelido continua sendo "Baixinho", quase poderia ser confundido com um auditor.
O congresso brasileiro recebe novatos bastante inusitados. Um palhaço profissional, chamado Tiririca, venceu as eleições de 2010 num voto de protesto. O boxeador Acelino de Freitas, conhecido como Popó, e dois jogadores de futebol, Danrlei de Deus Hinterholz e Deley de Oliveira, completam uma lista de ex-atletas profissionais que hoje atuam na política.
Mas nenhum possui a estrela de Romário, cuja jornada da boca do gol à Câmara de Deputados permanece impressionante, até mesmo para ele. A incursão na política, segundo ele, só fez sentido após a chegada de seu sexto filho, a menina Ivy, que nasceu em 2005 com síndrome de Down.
Ele conta que seus primeiros momentos após ser informado da doença foram terríveis, e ele se perguntava: "O que foi que eu fiz? Estou pagando por algum pecado de meu passado?" Sua esposa, Isabella Bittencourt, acalmou-o dizendo que Deus lhes havia enviado Ivy.
Em retrospecto, hoje ele diz que sua filha o ajudou a amadurecer, oferecendo um propósito como político. Após juntar-se ao Partido Socialista, ele começou a focar nos direitos dos deficientes e sua contribuição foi fundamental para a aprovação de uma lei, intitulada em homenagem à sua filha, criando subsídios especiais para portadores de deficiências.
"Finalmente me acostumei com Brasília", afirmou ele sobre a capital, explicando que levou meses para captar a importância das regras arcanas de senioridade e decoro no congresso.
Ainda assim, os longos e prolixos discursos de colegas parlamentares o aborrecem – assim como sua visão aparentemente descontraída sobre o trabalho no legislativo. "Estou em Brasília há três semanas e nada acontece", escreveu Romário no Twitter em fevereiro. "Será que o ano realmente começa após o carnaval?"
Membros novatos do congresso não deveriam fazer declarações como essa sobre seus colegas, o que talvez explique parte da admiração conquistada por Romário fora de Brasília. Chamando-o de "uma voz no deserto", a escritora Lya Luft louvou sua coragem num artigo sobre a prestação de contas na política brasileira.
As críticas de Romário ao sistema político brasileiro se intensificaram nas últimas semanas, quando ele atacou os preparativos do país para a Copa do Mundo de 2014 – processo que vem sendo marcado por escândalos de corrupção, atrasos nas obras e greves de trabalhadores na construção dos estádios.
Irritando a FIFA, a federação internacional de futebol, os parlamentares brasileiros também brigaram por meses sobre uma controversa lei instaurando a estrutura legal para a Copa do Mundo, com autoridades brasileiras discutindo a possibilidade de vender bebidas alcoólicas nos estádios. Jerome Valcke, secretário-geral da FIFA, enfureceu as autoridades esportivas brasileiras ao citar os atrasos com uma frase polêmica – pedindo um "chute no traseiro" para colocar as coisas em movimento. Embora o senado tenha finalmente aprovado a lei da Copa do Mundo, em maio, Romário declarou que infelizmente tinha de concordar com Valcke.
"Ele está totalmente certo", afirmou Romário, mesmo reconhecendo que algo pode ter se perdido na tradução das palavras do secretário-geral. "O Brasil está muito atrasado e precisa acordar", continuou ele. "Nós brasileiros, feliz ou infelizmente, deixamos muita coisa para o último minuto. Isso significa que muito dinheiro será roubado de nossos bolsos."
Romário, explicando seu temor de que as construtoras poderiam estar atrasando propositalmente os projetos para contornar normas de auditoria e licitações, não está sozinho em expressar preocupação com os preparativos do Brasil. Porém, sua proeminência no mundo do futebol e sua origem nas favelas do Rio fazem com que suas opiniões se sobressaiam.
Nascido na favela do Jacarezinho, ele se mudou para a Vila da Penha aos 3 anos. Recrutado ainda adolescente para jogar pelo Vasco da Gama, ele seguiu carreira na Europa, jogando na Holanda, para o PSV Eindhoven, e na Espanha, para o Barcelona.
Deixado de lado na Copa de 1990 devido a um tornozelo inchado, ele alcançou a grandeza na vitória do Brasil em 1994 – agitando triunfalmente a bandeira brasileira da cabine do DC-10, fretado que trouxe a seleção nacional de volta para casa.
O Brasil também comprovou o senso de merecimento do jogador após um escândalo sobre a decisão, por parte das autoridades fiscais, de permitir que o time vitorioso voltasse com televisores, churrasqueiras, computadores e outros itens – tudo sem pagar nenhum imposto. "Nós representamos o Brasil", argumentou ele na ocasião. "Se não liberarem minha bagagem, devolvo minha medalha."
A disposição de Romário para falar sem rodeios, muitas vezes empregando gírias das ruas do Rio, elevou sua notoriedade. Cultivando alguns rancores até hoje, ele mantém uma eterna rixa com Pelé, que questionou a validade de sua contagem de mil gols.
"Quando Pelé fica quieto, ele é um poeta", declarou Romário. "Mas quando abre a boca, não acrescenta nada."
Apesar dos ternos feitos sob medida, óculos e outros adornos do poder em Brasília, Romário afirma ainda ser o mesmo homem que corria para cima e para baixo no campo. A controvérsia parece gostar dele – como quando sua habilitação foi apreendida numa batida policial, no ano passado, depois que ele se recusou a fazer o teste do bafômetro.
"Era o meu direito recusar", explicou Romário – que mais tarde na mesma noite foi fotografado numa casa noturna carioca.
Segundo Romário, o enxaguante bucal Listerine poderia ter indicado erroneamente que ele havia bebido, e insistiu que ele raramente se entrega a qualquer bebida alcoólica além de uma ocasional taça de prosecco. Além disso, ele disse que havia proposto recentemente uma lei para tornar os testes de bafômetro obrigatórios em casos suspeitos de embriaguez ao volante.
Embora suas visões sobre a vida política tenham evoluído – ou estejam pelo menos em transformação –, suas opiniões sobre o futebol permanecem teimosas como sempre.
Ele ainda acha que os grandes goleadores merecem mais privilégios que outros jogadores. Ele elogia os talentos de alguns atacantes, incluindo o brasileiro Neymar da Silva Santos Junior, Lionel Messi, da Argentina, e Cristiano Ronaldo, de Portugal. Mesmo assim, respeito relutante é uma coisa; humildade é outra.
Quando questionado se esses excepcionais atacantes possuem seu nível de talento, ele respondeu que não. "Eles são ótimos jogadores, mas não são nenhum Romário", explicou.
"Para entrar pra história como Romário", prosseguiu ele, referindo-se a si mesmo na terceira pessoa, como é seu costume, "eles precisam vencer uma Copa do Mundo".
Com essas palavras, ele voltou os olhos às areias da Praia do Pepe. Um jogo de futevôlei, o esporte brasileiro que combina futebol e vôlei e exige uma destreza espantosa, o chamava. Era sexta-feira, afinal, e os corredores doe poder em Brasília pareciam muito distantes.
Ele insistiu que era o mesmo Romário de sempre, e que seu apetite pelas escapadas noturnas e brigas públicas permanecia forte. Mas num raro lampejo de introspecção, ele também reconheceu que essas ações trazem consequências.
"Eu pago minhas contas", concluiu ele. "E sinto a minha dor."
Não resta a menor dúvida de que o “baixinho” é complicado e ronhento/dificil, mas, assino embaixo em 90% do que ele fala. Fico somente pensando se estas viagens a Brasilia não estão lhe fazendo mal, pensando que somos todos ingênuos ou estúpidos com esta história do Listerine e do proseco, não tem mal nenhum em se tomar uns tragos, mais se tem que ter responsabilidade, além de dinheiro e notoriedade, tem que ter vergonha, portanto, dar este "Miguel", pega mal,  leve um motorista, afinal meu camarada, dinheiro não é problema para quem é mais um dos Deputado Federal que tem um dos maiores salários do mundo.
Este negócio de abrir a boca e dizer uma coisa e fazer outra já passou, a verdade vem à tona, cedo ou tarde. Pois ainda lembro sobre o pagamento da “pensão alimentícia”, de preços de carros subfaturados, declaração de imposto de renda falsa, pagamento de condomínio, leilão de bens, etc., agora que o povo lhe deu o mandado, no mínimo o que tens afazer é ser digno e honrar esta confiança.
Por Simon Romero, The New York Times News Service/Syndicate. The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito do The New York Times._NYT_
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Rio de Janeiro - During his career in football for decades, Romario de Souza Faria, beloved trickster of the beautiful game in Brazil, was fond of provocations. He partied until dawn while their companions was at the club at concentration, fighting with fans, at night life and repeatedly belittled the King Pele and always complained of having to train.
"If I become a coach in the future?" he once said, before scoring his thousandth goal and retire. "No way. I could never handle a guy like me." Of course, even then he ended up coaching for a while his former club Vasco da Gama.


Today, however, Romário has been shaking Brazilia in a new area: politics.


Elected to Congress in 2010, Romario, 46 ​​years and various sporting white hair, has emerged as one of Brazil's most outspoken lawmakers, defending the rights of disabled people and offering sharp criticism on the Brazilian political culture and its preparations for the FIFA 2014 World Cup.

And even more surprising, Romario - who used to say that his fellow selection came to train at the same time that he returned from the night life, the clubs - also among the most hardworking politicians in the country, having an almost perfect attendance record.
"The trend is all evolve," Romario said in a recent interview in its coverage in Praia do Pepe, one of the most exclusive stretches of sand in Rio de Janeiro.
In fact, Romario seems to have adopted such personal change that passersby sometimes need to look twice to recognize it. Glasses and almost always in a black suit, the former striker of 1.65 meters, whose nickname is still "Shorty," could almost be mistaken for an auditor.

The Brazilian congress gets beginners very unusual. A professional clown named Tiririca won the 2010 elections a protest vote. The boxer Acelino Freitas, known as Popó, and two football players, Danrlei of Deus Hinterholz and Deley de Oliveira, they are a complete list of former professional athletes today in politics.

But none has the star like Romario, whose journey from the mouth of the goal to the House of Representatives remains impressive, even for him. The foray into politics, he said, made sense only after the arrival of her sixth child, the girl Ivy, who was born in 2005 with Down syndrome.

He said his first moments after being told of the disease were terrible, and he wondered: "What did I do? I'm paying for some sins of my past?" His wife, Isabella Bittencourt, calmed him by saying that God had sent Ivy.
In retrospect, he now says his daughter helped him to mature, providing a purpose as a politician. After joining the Socialist Party, he began to focus on the rights of disabled people and their contribution was instrumental in passing a law, called in honor of his daughter, creating special allowances for people with disabilities.

"Finally I got used to Brasilia," he said of the capital, explaining that took months to capture the importance of the arcane rules of seniority and decorum in Congress.

Still, the long-winded speeches and parliamentary colleagues hate him - as well as his vision apparently relaxed about the work in the legislature. "I'm in Brasilia for three weeks and nothing happens," Romario wrote on Twitter in February. "Did the year really begin after the carnival?"

New members of Congress should not make statements like this about his colleagues, which may explain part of the admiration won by Romario outside Brasilia. Calling it "a voice in the wilderness," the writer Lya Luft praised his courage in an article on accountability in Brazilian politics.

Criticism of Romario the Brazilian political system intensified in recent weeks, when he attacked the country's preparations for the World Cup 2014 - a process that has been marked by corruption scandals, construction delays and strikes by workers in the construction of stadiums .

Annoying FIFA, world football federation, the Brazilian parliamentarians also fought for months over a controversial law which established the legal framework for the World Cup with the Brazilian authorities discussing the possibility of selling alcoholic beverages in the stadium. Jerome Valcke, secretary general of FIFA, angered the Brazilian sports officials citing delays with a controversial statement - calling for a "kick in the ass" to put things in motion. Although the Senate has finally approved the law of the World Cup in May, Romario said that unfortunately had to agree with Valcke.

"He's absolutely right," said Romario, recognizing that something may have been lost in the translation of the words of Secretary-General. "Brazil is long overdue and needs to wake up," he continued. "We Brazilians, fortunately or unfortunately, leave much to the last minute. This means that much money will be stolen from our pockets."

Romario, explaining his fear that the building could be purposely delaying projects to circumvent accounting standards and bidding, is not alone in expressing concern about the preparations of Brazil. However, its prominence in the world of football and its origin in the favelas of Rio make their views stand out.

Born in the Jacarezinho slum, he moved to Vila da Penha when was three years older only. Recruited as a teenager to play for Vasco da Gama, he started a career in Europe, playing in Holland for PSV Eindhoven, and Spain, for Barcelona also.

Set aside in the 1990 World Cup due to a swollen ankle, he achieved greatness in Brazil's victory in 1994 - Brazilian flag waving triumphantly to the cabin of the DC-10, chartered to bring the national team back home.

Brazil has also demonstrated the sense of entitlement of the player after a scandal over the decision by the tax authorities, to allow the winning team came back with televisions, barbecues staff, computers and other items - all without paying any tax. "We represent Brazil," he argued at the time. "If you do not release my luggage, I will give back my medal."

The provision of Romario to speak bluntly, often using slang from the streets of Rio, increased its notoriety. Cultivating some grudges to this day, he keeps an eternal feud with Pele, who questioned the validity of your score a thousand goals.

"When Pele is quiet, he is a poet," said Romário. "But when opens his mouth, adds nothing."

Despite the tailored suits, glasses and other trappings of power in Brasilia, said Romario still be the same man who ran up and down the field. The controversy seems to like him - like when your license was seized in a raid last year, after he refused to take breathalyzer test.

"It was my right to refuse," said Romario - who later the same night he was photographed at a nightclub in Rio.

According to Romario, the mouthwash Listerine could have erroneously stated that he had drunk, and insisted that he rarely indulges in any alcoholic beverage and an occasional glass of prosecco wine. Moreover, he said he had recently proposed a law to make mandatory breathalyzer tests in suspected cases of drunk driving.

Although his views on politics have evolved - or at least are changing - their opinions on the game remain stubborn as ever.

He still thinks the big ballers deserve more privileges than other players. He praises the talents of some attackers, including the Brazilian Neymar da Silva Santos Junior, Lionel Messi of Argentina and Cristiano Ronaldo, Portugal. Even so, grudging respect is one thing, humility is another.

When asked if these attackers have their exceptional level of talent, he said no. "They are great players, but are not like Romario," he said.
"To go down into history as Romario," he continued, referring to himself in third person, as is his custom, "they need to win a World Cup."

With these words he turned his eyes to the sands of Praia do Pepe. A game of foot volley, wait to start. Brazilian sport that combines football and volleyball and requires an astonishing dexterity, and called him. It was Friday, after all, and runners can donate in Brasilia seemed very distant.

He insisted that Romario was the same as ever, and that his appetite for nightly escapades and fights public remained strong. But in a rare flash of insight, he also recognized that these actions bring consequences.
"I pay my bills," he concluded. "And I feel my pain."

There is little doubt that the "little short" (Romário, nick name) is complicated and tuff, but I subscribe below 90% of what he speaks. I'm just thinking if they traveling to Brasilia are not doing him wrong, thinking that we are all naive or stupid with this history of Listerine and proseco, has no harm in taking a few drinks, but you have to take responsibility, as well as money and notoriety, it has to be ashamed, therefore, take a private driver, after my buddy, money is no problem for anyone who is now a Federal Deputy and has one of the highest salaries of the political career in the world.

This business to open your mouth and say one thing and doing another has passed; the truth comes out sooner or later. Well I still remember on the problems with payment of "child alimony", price under values for sale your cars, declaration of false income tax, payment of condominium later, auction of his possessions, etc..,
Now that the people gave him the mandate as a Federal Deputy, at least what you have to do now is to be worthy of that trust and honor.

By Simon Romero, The New York Times News Service / Syndicate. The New York Times News Service / Syndicate - All rights reserved. It is forbidden any kind of reproduction without written permission of The New York Times._NYT_
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

16 de abril de 2012

JUNINHO DESABAFA CONTRA VAZAMENTO DE CONTRATO E DIZ QUE SO RECEBEU POR UM JOGO EM 2012 / JUNINHO VENTS AGAINST LEAKAGE OF CONTRACT AND SAYS HE ONLY RE


Juninho ainda fez questão de explicar o planejamento de ser poupado em alguns compromissos do clube neste ano. Ele não viajou, por exemplo, nas partidas fora de casa pela Libertadores.

O meia atacante Juninho Pernambucano se mostrou incomodado com a divulgação do contrato que ele mantém com o Vasco. Depois de voltar ao clube dizendo aceitar receber um salário mínimo por mês, o jogador agora tem um vínculo onde o clube paga R$50 mil por partida realizada. Neste ano, já entrou em campo 15 vezes, marcou sete gols, mas só recebeu por um jogo.

"Não acho que seja certo falar o contrato. Não estou preocupado porque o clube só me pagou um jogo até agora e não é por isso que eu vou deixar de jogar. É lógico que quero receber, mas isso me incomoda porque ficou muito chato e, aparentemente, partiu de alguns conselheiros do clube", disse o jogador em entrevista à Sportv.

"Um contrato de R$250 mil seria um excelente contrato para um jogador de 37 anos. Tinha proposta para ganhar muito mais no Catar, mas quando decidi voltar não foi pela parte financeira. Quando o Vasco me ofereceu R$250 mil, peguei a média de jogos do ano passado e dava mais ou menos cinco jogos por mês. 250 dividido por cinco dá 50 por jogo. Por exemplo, janeiro só tem dois jogos na tabela, então eu fiz os dois jogos e o clube já economizaria R$150 mil. No mês de abril ainda não entrei em campo", completou.

Juninho ainda fez questão de explicar o planejamento de ser poupado em alguns compromissos do clube neste ano. Ele não viajou, por exemplo, nas partidas fora de casa pela Libertadores. "Sempre deixei bem claro que não era mais o mesmo jogador e é claro que jogar fora de casa sempre é muito mais difícil", finalizou um dos grandes ídolos da torcida vascaína.

Presidente do Vasco, Roberto Dinamite fez questão de demonstrar seu apoio a Juninho. O ex-atacante do clube se mostrou revoltado em relação ao vazamento do contrato e elogiou o atleta. "Lamento profundamente essa situação. É um atleta acima da média em todos os sentidos, serve como referência como homem, jogador e ser humano", comentou. "O contrato ser passado à imprensa é uma coisa errada, vou conversar de novo com o Juninho e ele tem total apoio do clube. Peço desculpas a ele", afirmou, também em entrevista ao SporTV.

Dinamite ainda explicou os termos do contrato do meia e minimizou a não participação dele em partidas fora do Rio neste ano. "O contrato dele diz que ele não tem obrigação de participar de todos os jogos, até em razão da idade e da vontade de sempre participar de um jogo 100% fisicamente. Ele conversou comigo, está chateado, como eu, porque não cabe a ninguém, nem a quem faz parte do nosso conselho, questionar um jogador que nos ajudou e fez o que fez para voltar ao clube", disse o presidente.

Infelizmente meu caro Roberto e Juninho, o nosso futebol enquanto tiver um “conselho” que pode mudar o seu presidente, criticar seu melhor jogador e influenciar nos rumos de um clube profissional, estaremos andando em círculos. Esta é a “mesmice” a que me refiro no futebol brasileiro.

Como se pode dirigir um clube profissionalmente se quem decide na maioria das vezes é um torcedor e além de tudo um leigo nestas questões. Aqui em Pernambuco acontece o mesmo, um presidente não decide quase nada, sempre é levado pelos “diretores amadores” e “conselheiros” dos clubes, o que é uma lástima e os próprios presidentes que em sua maioria são apenas “torcedores”, quem perde é o futebol brasileiro.

Fonte: estadão. Foto: divulgação.

Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Juninho has made a point to explain the planning to be spared in some club commitments this year. He did not travel, for example, in away matches for the Libertadores.

The attacking midfielder Juninho Pernambucano, proved uncomfortable with the disclosure of the contract he has with Vasco da Gama. After returning to the club saying accepts to receive a minimum wage per month, the player now has a link where the club pays $ 50,000 per game played. This year, it took the field 15 times, scored seven goals, but only received by one game.

"I do not think its right to speak the contract. I'm not worried because the club paid me only one game so far and it is why I'll stop playing. Of course I want to receive, but it bothers me because it was very boring and apparently came from some advisers to the club, "the player said in an interview to the Sportv.

"A contract of $ 250,000 would be an excellent contract for a player of 37 years. Had proposed to make a lot more in Qatar, but when I decided to return was not the financial part. When Vasco offered me $ 250 thousand, I took the average games last year and gave about five games a month. 250 divided by five gives 50 per game. For example, in January only have two games in the table, so I did both games and the club now would save R$ 150,000. This month April has not yet entered the field, "he added.

Juninho has made a point to explain the planning to be spared in the Vasco club commitments this year. He did not travel, for example, in away matches for the Libertadores. "I have always made it clear that was no longer the same player and it is clear that playing away from home is always much harder," concluded one of the great idols of Vasco fans.

President of Vasco, Roberto Dynamite was keen to show their support for Juninho. The club's former striker showed angry over the leak of the contract and praised the athlete. "I deeply regret this situation. It is an above average athlete in every sense, serves as a reference to man, player and human being," he said. "The contract is passed to the press is wrong, I will talk again with Juninho and he has full support of the club. I apologize to him," he said, also in an interview with SporTV.

Dynamite has explained the terms of the half midfielder and played it non-participation in matches outside of Rio this year. "His contract says he has no obligation to attend all games, even on grounds of age and will ever play a game 100% physically. He talked to me, is upset, as I, because it's not for anyone or who is part of our board, questioning a player who helped us and did what he did to return to the club, "he said.

Unfortunately my dear Roberto and Juninho, while our football has an "counselor" that can change its president, criticizing his best player and influence the direction of a professional club, we are going in circles. This is the "sameness" to which I refer in Brazilian football.
As can be professionally run club who decides in most cases are a supporter and above all a layman in these matters. Here in Pernambuco is the same, a president does not decide almost nothing, is always carried by the "amateur directors" and "counselors" of clubs, which is a shame because after all their own presidents who are mostly just "fans" too, who loses
is the Brazilian football only.


Source: Estado. Photo: publicity.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.