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14 de agosto de 2015

Após veto e protesto, árbitros decidem paralisar atividades por 30 dias / After the stop by the president Dilma, come protest, the referees decided to stop activities for 30 days

Em assembleia realizada na noite desta quinta-feira, os árbitros decidiram decretar um "estado de paralisação por 30 dias" de suas atividades, apuraram os canais ESPN.
Na próxima semana, eles devem protocolar ação na Justiça proibindo a veiculação de suas imagens na TV. O advogado que os representa já tem procuração assinada por 74 juízes.
A categoria se manifestou contrária ao veto da presidente Dilma Rousseff ao item da Medida Provisória (MP) 671 que assegurava 0,5% do valor dos direitos de transmissão dos jogos à arbitragem.

Nos jogos da última quarta e nesta quinta, a categoria organizou um protesto simbólico. Eles fizeram um minuto de silêncio, entraram em campo com faixas pretas em um dos braços e levataram placas com "0 5" e "671" em alusão a porcentagem pedida e o número da MP, respectivamente.

O protesto, aliás, pode acabar em punição aos árbitros. Isto porque o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) vai avaliar o ato e pode, se entender que o mesmo infringiu algum artigo do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), decidir por alguma sanção aos envolvidos.
Ao nosso ver, isso está completamente errado e fora de propósito (tirar a participação dos árbitros em apenas 0.5 % do valor dos Direitos de Arena), sim, isso é Direito de Arena, que vale para os jogadores profissionais e deveria valer para eles também, mas infelizmente, quem legisla no futebol brasileiro, ou mesmo tenta fazer uma Lei para adequar ou até mudar a atual situação do nosso futebol, não tem fundamentos e nem conhecimento e aí resulta nisso, um veto sem embasamento cientifico. Porque se o atleta profissional tem direito de Arena, porque não os árbitros? Estão na Arena e regulam o espetáculo, nada mais justo e correto.
Fonte: ESPN. Comentário e Tradução: Roberto Q. de Andrade.
In a meeting held at night on Thursday, the referees decided to decree a "state of paralysis for 30 days" of their activities, information by the ESPN channels.
Next week, they must file legal action prohibiting the placement of they pictures on TV. The lawyer who represents them already have power of attorney signed by 74 referees.
The category was manifested against the veto of the President Dilma Rousseff to the item of Provisional Measure (MP) 671 which provided 0.5% of the value of broadcasting rights for the games to arbitration (referees).
In games of last Wednesday and Thursday, the category held a symbolic protest. They observed a minute of silence, entered the field with black bands on one arm stand up with the signs with "0 5" and "671" in reference to the MP requested percentage and number, respectively.
The protest, incidentally, can end up punishing the referees. This is because the Superior Court of Sports Justice (STJD) will review the act and may, if it considers that it violated an article of the Brazilian Code of Sports Justice (CBJD), decide on any sanction those involved.
In our view, this is completely wrong and out of place (take the participation of referees, in only 0.5% of the Arena of Rights), yes, that's right to Arena Rights, which applies to the professional players and should apply to them as well but unfortunately, who take care of the Law making in football or even try to make a law to adapt or to change the current situation of our football has no basis and no knowledge and there results that, a veto from our President, without scientific foundation. If the professional athlete has the right to have Arena Rights, why not the referees? I true believe that they deserve more than 0.5%, I would say something around 2% of the Arena rights, because they are in regulating the show, it is fair and correct.
Source: ESPN. Comment and Translation: Q. Roberto de Andrade.

30 de abril de 2015

UM CAMPEONATO PERNAMBUCANO SEM PÉ NEM CABEÇA.


Ontem à noite aconteceu o penúltimo jogo de um "campeonato", bem, destaquei porque realmente não acredito que foi ou é um campeonato, (mais adiante falaremos disso), então, um  jogo na cidade de Salgueiro num campinho que faz pena e mesmo assim, tivemos mais de 10 mil expectadores, que a despeito de ser ou não um campeonato, amam o futebol e qualquer coisa parecido, se assiste. Mesmo a despeito de todos os esforços da FPF, em acabar com um campeonato que já foi modelo no País.

Como se poderia pensar em termos um Campeonato Pernambucano sem ter a presença dos tres grandes jogando no interior do Estado? Por exemplo, aqui em Garanhuns era uma festa receber o Náutico, Santa Cruz e Sport, então, inventam uma formula que tira isso, não entendo mesmo. Até porque a cidade se enchia de gente, o comércio lucrava, os hotéis enchiam, era um dia diferente, até para o pessoal que nunca via um jogo (dos sítios) vinha para a cidade, era uma verdadeira benção.

E depois destas mirabolantes fórmulas, que esvaziam qualquer torneio, quanto mais um campeonato estadual, aparece um presidente da CBF, falando que em São Paulo, irão começar a realizar os jogos do domingo, as onze horas da manhã, tudo bem, sei que as coisas estão mudando e que temos que aceitar e está abertos a mudanças, (lembro que quando residia nos Estados Unidos o futebol era jogado nas segundas feiras), e pasmem os senhores, os bares lotavam (além dos estádios), então, podemos ver que o que é bom no Nordeste não deve ser bom para o Sul e Sudeste, (temos comidas diferentes, gostos diferentes, falamos diferente e até o clima, é diferente), então, de repente as coisas dão certo lá, vamos pagar para ver, mas, porque aqui, temos o domingo quase que sagrado em suas tardes (16:00), para destinar ir aos estádios, assistir nosso futebol.

Além disso, como fica o nosso futebol interiorano? Já pensaram nisso, por acaso! Com as antenas parabólicas cada dia ficando mais acessivel, logo, logo, só vamos ter e ver o futebol do Sudeste, aliás, isto já está acontecendo e não vejo ninguém pensando como parar isto. Estamos vendo a descaracterização de nosso futebol e principalmente os jovens e as crianças querendo torcer apenas pelos clubes do eixo Rio/São Paulo. E com esta nova fórmula do Campeonato Pernambucano, não temos outra saída, senão de vê-lo desaparecer.

Voltando ao nosso famigerado torneio, que a federação teima em chamar de campeonato Pernambucano, e alguns amigos e cronistas chamam de campeonato da canetada, e vai por aí. O Sport estava com pontos que daria para ganhar este campeonato/torneio, se fosse sério, com um pé nas costas, e de repente, em dois jogos, foi simplesmente tirado sua chance de disputar os dois jogos finais para decidir quem seria o campeão Pernambucano, fico me perguntando, será que isto está certo? Tenho certeza que não.

Além do mais, todos nós sabemos que a diferença técnica é enorme (tudo bem, vão falar que la dentro, são onze contra onze), mas, e aí, esquecem que tem um juiz/árbitro, onipotente (amador), mas, é que decide o Campeonato Profissional de Futebol, pode até errar, mas, sua decisão é intocavel e sua decisão irrepreendida, então, depois de tudo que vi e passei, e de todo o investimento feito pelos clubes, uma pessoa estraga ou melhor, decide tudo, contra o bom senso e a transparência, acredito que estamos vendo que isto está errado. Fazer o que! Temos um presidente de Federação, (empregado dos clubes), pois é assalariado, que define e decide quem vai e quem fica, e ai de quem for contra.

E nem falamos na TV que é quem traz a maioria dos recursos para os clubes e até para a Federação (que recebe o dinheiro dos atletas), o Direito de Arena, mas, ninguém fala nisto, e aí? Como ficamos, sei lá, é melhor ir pescar. Até porque, depois que comecei a escrever o que penso e o que acredito e vejo, puxaram meu tapete, não tem mais um clube que contrate o jogador que agencio.



12 de outubro de 2014

Tribunal determina que Cruzeiro pague R$ 1,5 milhão a Thiago Ribeiro


O Cruzeiro tem vencido praticamente todo mundo neste Campeonato Brasileiro, mas não conseguiu triunfar no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Segundo os canais ESPN, o clube terá que pagar R$ 1,5 milhão ao atacante Thiago Ribeiro, que hoje atua no Santos, referentes a direitos de arena do período em que vestiu azul, entre 2008 e 2011.

Além de manter a condenação por pagamento do direto de arena, o TRT-MG ainda acrescentou o direito ao recebimento das atuações de Thiago Ribeiro pela Raposa em três edições da Copa Libertadores. Mas o clube mineiro deve entrar com recurso em instâncias superiores para tentar reverter a punição imposta pelo Tribunal.
Previsto na Lei Pelé, o direito de arena permite ao jogador impedir que terceiros divulguem sua imagem em transmissões sem sua autorização. Neste caso, portanto, é uma cessão legal dos direitos de imagem do atleta ao clube que vale exclusivamente durante o evento esportivo.

10 de outubro de 2014

Paulo André divulga nota e explica ação contra o Corinthians

Paulo André utilizou o seu perfil no Facebook para esclarecer o imbróglio com o Corinthians, clube que defendeu entre 2009 e 2014. O zagueiro entrou na justiça para reivindicar ‘acordos/promessas descumpridos pelo clube, direito de arena que é algo já reconhecido pelos tribunais e ausência de descanso devido aos atletas”, segundo o texto publicado por ele’.
– A ação decorre de acordos/promessas descumpridos pelo clube - ou seja, o assunto da premiação - direito de arena que é algo já reconhecido pelos tribunais e ausência de descanso devido aos atletas – afirmou.
Atualmente Shanghai Shenhua, da China, o defensor nega que esteja ‘reivindicando horas extras por trabalhos aos finais de semana’ e chama o fato de absurdo.
– Falta com a verdade quem diz que processei o S.C. Corinthians Paulista reivindicando horas extras por trabalhos aos finais de semana. Isto é um absurdo, puro desconhecimento da lei e da ação. É lamentável ver como esse tipo de "notícia" é replicada sem o menor critério – escreveu o atleta, que ainda completou:
– Acredito que esta informação infundada e manipulada veio das mesmas pessoas que queriam me ver bem longe no início do ano e por isso não me rebaixarei ao nível destes senhores que vivem nas sombras, explorando a tudo e a todos no submundo do futebol brasileiro.
Os valores exigidos por Paulo André chegariam a R$ 2,5 milhões, de acordo com o blog do jornalista Jorge Nicola. A diretoria do Corinthians evita polemizar o caso e garante que ele foi atendido em todos os seus pedidos antes de deixar o CT Joaquim Grava.
Confira, abaixo, a nota de Paulo André, na íntegra:
"Falta com a verdade quem diz que processei o S.C. Corinthians Paulista reivindicando horas extras por trabalhos aos finais de semana. Isto é um absurdo, puro desconhecimento da lei e da ação. É lamentável ver como esse tipo de "notícia" é replicada sem o menor critério. Acredito que esta informação infundada e manipulada veio das mesmas pessoas que queriam me ver bem longe no início do ano e por isso não me rebaixarei ao nível destes senhores que vivem nas sombras, explorando a tudo e a todos no submundo do futebol brasileiro.
Desde o dia da minha rescisão de contrato, que ocorreu em fevereiro, até o final do mês de julho deste ano, busquei incessantemente um acordo com o clube para que me pagasse a premiação do título do Campeonato Paulista, do título da Recopa e dos jogos do Campeonato Brasileiro de 2013, além da diferença do saldo da renovação contratual de trabalho que aconteceu em janeiro de 2012. Depois de muitas tentativas, um acordo verbal foi estabelecido mas, infelizmente, o prazo estipulado não foi respeitado por parte do clube.
Busquei mais uma vez a diretoria e as pessoas em quem confiava para informá-las do que estava acontecendo, da falta do pagamento e da minha decepção com a maneira como eu estava sendo tratado mesmo depois de quase cinco anos de serviços prestados e inúmeros títulos conquistados. Naquela ocasião comuniquei-os que era inevitável não entrar com uma ação caso o fato não fosse solucionado. Assim sendo, optei por acionar o clube na justiça no mês de setembro, buscando os meus direitos legais enquanto trabalhador e cumpridor dos meus deveres durante o tempo em que fui atleta do clube. A ação decorre de acordos/promessas descumpridos pelo clube - ou seja, o assunto da premiação - direito de arena que é algo já reconhecido pelos tribunais e ausência de descanso devido aos atletas.
Espero ter esclarecido a questão e aproveito para reiterar o meu respeito e gratidão ao S.C.C.P e à torcida corinthiana, em especial a aqueles que tiveram discernimento para aguardar o meu posicionamento acerca deste assunto, antes de fazerem julgamentos precipitados e equivocados.
Não falarei mais sobre esse assunto por orientação jurídica.
Sem mais,
Paulo André"

25 de abril de 2013

Fernando Henrique entra na Justiça contra o Flu e cobra suposta dívida / Fernando Henrique enters in the court against the Fluminense charges alleged by debt

 O goleiro Fernando Henrique entrou recentemente na Justiça do Trabalho contra o Fluminense. O jogador, que desde 2011 defende o Ceará, cobra do Tricolor verbas referentes a questões como FGTS não depositado, Direito de Arena (decorrente de participação do atleta nos valores obtidos pela entidade esportiva com a venda da transmissão ou retransmissão dos jogos em que ele atua) e outros vencimentos que ele diz não ter recebido. A audiência está marcada para o próximo dia 9 de julho e o Fluminense já foi notificado.
Quando deixou as Laranjeiras há pouco mais de dois anos, o goleiro assinou um acordo extrajudicial com o clube para rescindir o contrato que ia até o fim do 2011. No mesmo, ficou definido que o Fluminense pagaria a FH a quantia de R$ 761.600,00 em 12 parcelas mensais, referentes ao período de fevereiro de 2009 (assinatura do último contrato) até janeiro de 2011 (data da rescisão). O valor foi pago sem atrasos. Agora, no entanto, o jogador reclama de dívidas de seu contrato anterior com o clube, assinado em 2005.
No entendimento do advogado Theotonio Chermont de Britto, que representa Fernando Henrique no caso, tal compromisso nunca foi rescindido. O contrato iria até o final de 2009, mas acabou sendo prorrogado em fevereiro daquele ano, dez meses antes de seu término. Da mesma forma que, como explica Theotonio, o acordo extrajudicial assinado entre as partes não tem para a Justiça o efeito de quitação geral e absoluta, justamente por não ter sido feito em juízo. A atual ação não cobra um valor exato, e sim verbas referentes ao período de trabalho. Assim, a quantia exata que FH pode receber em caso de vitória ainda não foi calculada.
- Eu entendo que o contrato que ele celebrou com o Fluminense sempre foi único. Não houve solução de continuidade entre um e outro. O acordo feito em 2011 só abrangeu determinado período. No caso, entre 2009 e 2011. Faltou o período trabalhado entre 2005 e 2009. E por ser extrajudicial, ele não tem força de quitação absoluta na Justiça do Trabalho. Assim, nada impede que o atleta postule qualquer outra verba que ele entenda que é devida e que não foi paga - resumiu Theotonio.
Para o Fluminense, ficou claro que o goleiro teve dois contratos durante sua passagem pelo clube. E dentro desta linha, o primeiro, encerrado há mais de dois anos, já estaria prescrito pela Justiça. Advogado desportivo e trabalhista do clube, Mário Bittencourt lembrou que os contratos no futebol têm duração máxima de cinco anos. Além disso, alguns valores do dois compromissos exemplificam suas diferenças. No primeiro, FH recebia R$ 35 mil mensais. No segundo, o salário subiu para R$ 65 mil. A multa rescisória também foi alterada: de R$ 1,3 milhão para R$ 4 milhões.
- Acho lamentável que após ter recebido os R$ 761.600,00 do acordo celebrado com a atual gestão, e já integralmente cumprido em 12 parcelas, ele entre na Justiça do Trabalho requerendo valores do primeiro contrato que já está prescrito - opinou Bittencourt.
Revelado nas divisões de base do Fluminense em 2002, Fernando Henrique disputou 264 partidas pelo Tricolor e sofreu 327 gols (média de 1,24 por jogo). Seu melhor momento foi durante a campanha do vice-campeonato da Libertadores em 2008. Apesar dos altos e baixos nas Laranjeiras, o goleiro conquistou quatro títulos durante sua passagem pelo clube: dois Campeonatos Cariocas, uma Copa do Brasil e um Campeonato Brasileiro.
Já pensaram se essa moda (prescrição) pega.....Como deve ficar o futebol brasileiro.

Fonte: Globo Esporte. Foto: Cahê Mota/Globo Esporte.
Comentario: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queroz Junior.

The goalkeeper Fernando Henrique has recently entered in the Labour Court against Fluminense. The player who defends Ceará since 2011, want receive sums covering issues such as FGTS not deposited Law Arena (due to athlete's participation in sports organization values ​​obtained by the sale of such transmission or retransmission of the games in which it acts ) and other emoluments that he says he has not received. The hearing is scheduled for next July 9 and Fluminense have already been notified.When she left the Orange just over two years, the goalkeeper signed a court settlement with the club to rescind the contract that ran until the end of 2011. Similarly, it was determined that the Fluminense would pay the amount of R $ 761,600.00 in 12 monthly installments, to the player, for the period from February 2009 (signing of the final contract) until January 2011 (date of termination). The amount was paid without delay. Now, however, the player claims the debts of his previous contract with the club, signed in 2005.In the opinion of the attorney Theotonio Chermont de Britto, who represents Fernando Henrique in the case, such an undertaking has never been rescinded. The contract would go to the end of 2009, but was extended in February of that year, ten months before its expiration. Likewise, as explained Theotonio the extrajudicial agreement signed between the parties has no effect for Justice discharge general and absolute, precisely because it was not done in court. The current action not charge an exact value, but funding for the work period. Thus, the exact amount that FH can receive in case of victory has not yet been calculated.- I understand that the contract he signed with Fluminense has always been unique. There were no interruption between them. The agreement made in 2011 only covered certain period. In the case between 2009 and 2011. Missed the period worked between 2005 and 2009. And to be extrajudicial, he has no absolute discharge force in the Labor Court. Thus, nothing prevents the athlete postulate any money he understands that it is due and not paid - summed Theotonio.For Fluminense, it became clear that the goalkeeper had two contracts during his spell at the club. And in this line, the first, ended more than two years, I would be prescribed by law. Lawyer sports and labor club, Mario Bittencourt reminded that contracts in football have a maximum duration of five years. In addition, some exemplified values ​​of two compromises their differences. In the first, FH received R $ 35 000 monthly. In the second, the salary rose to R $ 65,000. The penalty fine was also changed: from R $ 1.3 million to R $ 4 million.- I find it regrettable that after receiving the R $ 761,600.00 of the agreement with the current management, and has fully complied with in 12 installments, it enters the labor courts requiring values ​​of the first contract that is already prescribed - opined Bittencourt.Revealed at the basic divisions of Fluminense in 2002, Fernando Henrique played 264 games for 327 goals suffered at the tricolor club (average 1.24 per game). His best moment was during the campaign of Vice Libertadores championship in 2008. Despite the ups and downs in the Orange color club, the goalkeeper won four titles during his spell at the club: two Cariocas Championships, one Cup of Brazil and one Brazilian Championship of Serie A.Have you wondered if this fashion (prescription) picks ..... How to get the Brazilian football.

Source: Globo Esporte. Photo: Cahê Mota/Globo Esporte. 
Commentary: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.