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12 de julho de 2016

O FIM DO PAÍS DO FUTEBOL

Quem nunca sonhou em ser um jogador de futebol? Quase todos os meninos de décadas passadas sonhavam em ser um grande jogador, defender sua seleção e ganhar um título com seu time e uma Copa do Mundo.

Há alguns anos atrás, as cidades brasileiras possuíam esta realidade, contemplando espaço para se praticar esporte e em especial o futebol. Jogava-se bola nos campos de várzea, nas calçadas, no chão batido, em qualquer espaço livre, existiam crianças brincando e, consequentemente, os jogos de futebol aconteciam.

Porém, nos últimos anos essa realidade não se apresenta mais em função da mudança de hábito dos brasileiros. Freire (2003 p.__) afirma que "Dos campinhos de pelada saíram os Didis, os Garrinchas, os Gersons, os Romários", dentre outros atletas com habilidades e performance acima da média.
Após o crescimento urbano essa realidade mudou, foram desaparecendo os campinhos e as peladas, e gradativamente a prática esportiva também. Uma pesquisa feita no bairro de Pirituba comprovou que, apenas nessa região de São Paulo, perdeu 40% de seus campos e espaços para prática do futebol e o Estado seria responsável por suprir essas perdas. Porém, na mesma proporção em que os campos são ocupados por prédios e outros empreendimentos, as escolinhas particulares de futebol se espalham pelo bairro e atendem as classes mais altas, fazendo com que o futebol, que antes era o esporte acessível e inerente a qualquer classe social deixe de ser praticada por crianças de famílias mais humildes.
Alinhado a essa afirmativa citada acima, um estudo da Unicef sobre o esporte no Brasil também ressaltou outro fator importante, as crianças no Brasil têm menos amigos e contato com menos crianças do que antes. Isso ocorre por diversos fatores, não existem áreas comum para o relacionamento, as crianças estão cada vez mais dentro de suas casas, suas saídas geralmente são para escolas, cursos e passeios com os pais.  Não existe interação com crianças de outra realidade financeira de outros níveis sociais, com esse isolamento acaba sendo um grande problema para o esporte já que as crianças Brasileiras estão se isolando cada vez mais, com menos contato existe menos troca de experiências de vida e de futebol, algo fundamental e de muita importância para crianças crescerem com menos preconceito e vendo todos como iguais, já que o futebol permite esse sentimento. Não importa quem tem mais dinheiro, a melhor bola e chuteira, isso não é um fator determinante para quem vai ser o melhor jogador, na hora do jogo sempre se destaca o mais habilidoso, o mais rápido e geralmente as crianças que jogam o futebol mais simples sem muito peso e professores cobrando são os que mais se destacam, apesar de não possuírem as mesmas condições de desenvolvimento do esporte.
Outro fator que demonstra a mudança de hábito dos brasileiros, em pesquisa realizada pela USP em 2014 chegou à conclusão que o esporte já é menos praticado do que esportes aeróbicos como ginastica e corrida. Percebe-se que o grande problema do futebol brasileiro hoje é quem vem diminuindo cada vez mais e de maneira mais rápida os espaços para as crianças e adultos jogarem o futebol, um esporte tão simples, que não precisa de muito para ser praticado, mas infelizmente não existem mais campos e quadras como antes, muito menos aquele futebol na rua responsável por formar grandes jogadores do futebol Brasileiro.
Esses espaços são fundamentais para as crianças lá elas se desenvolvem motoramente, elas montam os times, armam o campo e utilizam qualquer coisa como bola, durante essas partidas as crianças desenvolvem sua liderança e formam laços de amizade e respeito com o próximo, sonham e tentam jogar como seus ídolos, cada um pode ser quem quiser, impossível de se fazer em uma escolinha com um horário e regras definidas. Existem também brincadeiras que não são apenas uma partida, 3 dentro e 3 fora, linha, golzinho, bobinho, que ajudam na habilidade e na capacidade de pensamento rápido da criança.
Com a escassez de espaço vemos cada vez mais em grandes centros escolinhas de futebol que prometem criar verdadeiros craques, o que não passa de utopia para pais iludidos e filhos sonhadores e que se apresentam como fundamentais no processo de formação de novos profissionais esportivos (Fensterseifer apud Saad; Rezer, 2005).
Treinadores e especialistas afirmam que as crianças chegam cada vez mais duras e cheias de bloqueios quando chegam aos clubes brasileiros vindo de escolinhas, lá os jovens não desenvolvem o futebol de maneira lúdica que é o mais indicado para crianças até os 12 anos, quando jogam sem definir uma posição ou sem regras do que podem fazer, elas se tornam mais ousadas e com muito mais recursos para praticarem o esporte. Nota-se que há nas escolinhas uma cobrança e muita pressão em cima das crianças de pais e professores que as cobram e até mesmo as castigam quando cometem erros, cobram das crianças mais individualidade e as forçam a querer aparecer mais que os outros colegas, até mesmo os do próprio time são vistos como adversários, isso acarreta no desconforto e na falta de interesse das crianças de participarem das atividades.
Korsakas & Rose Júnior (2002) relata que o esporte praticado por crianças em clubes não se difere muito da prática adulta de rendimento, comportamentos condenáveis como técnico maltratando os atletas por erros cometidos, são diagnosticados nas escolinhas de iniciação esportiva.
As escolinhas também fazem o seu mal papel ao venderem para os país a imagem de preparar o filho para jogar em um clube grande, com isso os sonhos passam a ser mais dos adultos do que mesmo das crianças. Vende-se a ideia de que possuem muitos contatos com clubes e empresários e que ali seus filhos podem se tornarem craques e ficarem ricos. Porém, é sabido que do total de crianças que participam de testes nem 1% é aprovada ou vão realmente se tornar jogadores profissionais. Sendo assim, o futebol e essas escolinhas podem oferecer muito mais que esse sonho, é possível ajudar a moldar a personalidade da criança, fazer com ela conheça o futebol e com isso ame e acompanhe cada vez mais o esporte, o sonho de se tornar um jogador profissional deve pertencer apenas a criança, sem privá-la de nenhum de seus direitos constitucionais.
O esporte é sem dúvida um dos melhores meios de convivência humana, lazer, saúde e competência desportiva e contribui fundamentalmente para o desenvolvimento social das crianças. As crianças gostam do esporte, porque permite que estejam com seus amigos e possam fazer novas amizades e é justamente a possibilidade de fazer parte de um grupo que irá permitir às crianças e aos adolescentes o seu desenvolvimento ético.  Estudiosos de diversas áreas chegaram à conclusão que crianças e adolescentes praticam algum tipo de esporte para se inserirem em algum grupo, serem aceitas na sociedade e essa talvez seja a maior necessidade humana, independentemente de seu estágio de vida. Outros estudos afirmam que jovens começam a praticar o esporte afim de se especializar e vislumbrar a realizar o seu sonho de se tornar um atleta profissional.
No caso do futebol no Brasil, o primeiro presente de um menino é uma bola de futebol. Quando ele começa a ter uma pouco mais de entendimento do esporte, começa a praticar com familiares, vizinhos ou na sua escola, assistir jogos e acompanhar mais o esporte. A partir desse ponto já fazem parte de um time da rua ou do colégio, querem brincar em qualquer lugar, mas com a falta de espaços dentro e fora de suas casas encontram dificuldades para a pratica. Dois entre dez pais afirmam ter tempo de praticar futebol com seus filhos, mesmo os que moram em condomínios fechados com áreas de lazer, que facilitariam a prática do esporte, dificilmente deixam seus filhos menores de 12 anos a usufruírem de áreas comum sem a supervisão de um adulto.
Nelas deveriam estar a grande esperança de continuidade no Brasil, mas não é essa a realidade que se instaura no País. Os jovens brasileiros praticam cada vez menos o futebol até mesmo como forma de lazer, já que esses espaços são cada vez mais raros, nas periferias os jovens não enxergam mais o futebol como antes e buscam em outros lugares a oportunidade para mudarem de vida, preferindo muitas vezes jogar vídeo game.
O mercado de games cresce mais de 32% ao ano, com isso nossos jovens trocam cada vez mais as peladas pelos games. Na mesma pesquisa 70% jovens de 8 a 14 anos preferiram ganhar um vídeo game e jogar em sua casa, do que estar na rua e praticar com seus amigos, esses jogos trazem um universo diferente do futebol, onde ele não precisa sonhar ele pode criar um avatar seu e jogar em qualquer time da Europa, o pior é que os grandes ídolos do futebol incentivam a essa pratica em comerciais dos jogos que se propagam hoje em dia por tabletes e celulares.
Ainda referenciando a pesquisa realizada pela USP no ano de 2014, afirma que 52% das crianças que praticam futebol, enquanto 84% jogam vídeo game. Como consequência, o interesse pelo esporte irá reduzir gradativamente, diminuindo seus praticamente e também o número de bons jogadores e profissionais de alta performance no país. 
Outra pesquisa realizada pela Uper com crianças entre 7 e 15 anos comprovou que as crianças estão muito antenadas e preocupadas com o futuro, suas amizades e a profissão que irão seguir. Os assuntos que mais os preocupam é a violência, as drogas e a pobreza, já na vida particular são as notas no colégio, os mesmos jovens quando questionados sobre o que querem ser quando crescer, a maior parte dos meninos gostam de jogar futebol, porém apenas 45% desses meninos praticam o esporte pelo menos 2 vezes por semana.

Infelizmente o local onde as crianças têm o primeiro contato serio com o esporte não vem recebendo o valor devido no Brasil.
A educação é um direito fundamental de todos os homens, em qualquer lugar do mundo. A palavra vem do latim educatione, nome que os romanos davam ao processo de desenvolvimento físico, intelectual e moral do ser humano, realizado em escolas e dirigidos por docentes, os principais responsáveis pela formação integral dos alunos. (BRANDÃO, 2007).
É a educação que constrói uma nação justa e igualitária, efetivamente participante na democracia e na vida política (ROSA, 2009).
As escolas, onde a criação tem acesso a educação, é também fundamental para introdução de crianças e jovens nos esportes. O índice de prática de esportes nas escolas brasileiras é o menor da América Latina, ou seja, o Brasil é o que menos investe e propícia essa experiência para as jovens e adolescentes dentre os países da América Latina. Os dados oficias do Censo Escolar 2009 mostram que apenas 19% das escolas públicas e municipais Brasileiras possuem quadras e espaços esportivos, sendo que no Nordeste do Brasil a situação se agrava ainda mais, já apenas 7% das escolas possuem esses espaços, em comparação com o índice brasileiro em que 77% das escolas possuem profissionais especializados em Educação Física.
Alinhado com o posicionamento exposto acima, Miranda (2013), afirma que o baixo índice de praticantes esportivos é motivado por precárias condições de estrutura esportiva e formação profissional deficitária para o desenvolvimento do esporte em escolas e instituições de um modo geral. Com isso, o reconhecimento do esporte como atividade fundamental para as criança, jovens e adultos é prejudicada.
As organizações e associações de futebol poderiam contribuir para a mudança desse cenário, realizando campanhas e políticas públicas que associem a prática e carreira esportiva ao bom desempenho escolar. Contribuindo com isso, com o índice de jovens jogadores que abandonam o estudo, para investir exclusivamente no futebol, permitindo com isso que tenham uma formação paralela ao de jogador de futebol.
Infelizmente não vemos trabalhos e incentivos através do poder publico, clubes, federações e principalmente pela CBF, principal gestora do esporte numero um do Brasil, até leigos conseguem enxergar a queda da qualidade do nosso futebol, com jogos e jogadores de baixa qualidade. Mas o mais preocupante é falta de interesse de nossas crianças e adolescentes pelo esporte e os que acompanham torcem para clubes europeus, é cade vez maior a venda de camisetas e captação de adeptos de clubes europeus no Brasil.               O país do futebol deixou de fabricar os melhores jogadores e agora também está perdendo os seus torcedores, nada está sendo feito e a tendência é piorar cada vez mais, da maneira que está se torna impossível imaginar mudanças no cenário e retomada no crescimento do nosso principal esporte.                                                            
Fonte e Cortesia: EULER VICTOR. 
Concordo em genero e número, infelizmente.
Comentario: Roberto Q. de Andrade.

28 de agosto de 2015

Corinthians líder e cinco times zerados; veja o ranking dos valores de patrocínio máster do Campeonato Brasileiro


Voce sabe, quem ganha mais com Patrocinio no Brasil? E também, quem não ganha nada, agora vai saber.

1º - Corinthians - Caixa - R$ 30 milhões por ano

2º - Palmeiras - Crefisa - R$ 23 milhões por ano

2º - Atlético-MG - MRV - R$ 23 milhões por ano

4º - Flamengo - Caixa - R$ 16 milhões por ano

5º - Vasco - Caixa - R$ 15 milhões por ano

6º - Fluminense - Viton - R$ 14 milhões por ano

6º - Grêmio - Banrisul - R$ 14 milhões por ano

6º - Inter - Banrisul - R$ 14 milhões por ano

9º - Sport - Caixa - R$ 6 milhões por ano

9º - Coritiba - Caixa - R$ 6 milhões por ano

10º - Atlético-PR - Caixa - R$ 6 milhões por ano

11º - Figueirense - Caixa - R$ 4,5 milhões por ano

12º - Chapecoense - Caixa - R$ 4 milhões por ano

13º - Joinville - Salfer - R$ 2,4 milhões por ano

14º - Ponte Preta - Schin - valor não revelado

16º - Santos - Não tem

16º - São Paulo - Não tem

16º - Avaí - Não tem

16º - Cruzeiro - Não tem

16º - Goiás - Não tem

Vejam os números e os que não tem Patrocinio master, além dos que não colocamos nesta lista, grandes clubes, como Náutico, Santa Cruz, Paysandú, Fortaleza, Ceará, Bahia, Vitória, e outros . É uma pena mas, nosso futebol é dirigido em sua maioria por pessoas sem preparo, sem tempo e sem conhecimento, estão ali como torcedores ou por razões desconhecidas. 
E nosso futebol vai capengando cada dia mais, descendo para um buraco negro.


12 de outubro de 2014

Diego Costa desencanta e marca em goleada da seleção espanhola

A cena de Diego Costa sendo abraçado por todos os companheiros, aos 24 minutos do segundo tempo, reflete bem o drama do brasileiro na seleção espanhola. Após mais de 500 minutos, o atacante, finalmente, marcou o primeiro gol com a camisa da Fúria. A seca terminou na vitória da Roja sobre Luxemburgo por 4 a 0, neste domingo, pela terceira rodada do Grupo C das Eliminatórias da Eurocopa-2016.
Com o resultado, a Espanha ameniza sua crise de bons resultados e pula para a segunda colocação da chave, com seis pontos. A liderança está nas mãos da Eslováquia, que soma nove.
Diego Costa, com 500 minutos, já havia marcado oito vezes pelo Chelsea. A aflição tomava conta do camisa 19, que perdeu duas grandes oportunidades durante o primeiro tempo.
A Espanha foi dominando o jogo. David Silva abriu o placar. Na sequência, Alcácer ampliou sob o olhar perdido de Diego Costa.
No segundo tempo, o jejum caiu. Piqué tentou na área. Busquests completou. A bola sobrou para Diego Costa, que só teve o trabalho de empurrar para o barbante.
No banco de reservas, Costa viu o compatriota brasileiro Rodrigo fazer linda jogada e rolar para Bernat fechar o placar.

18 de outubro de 2012

A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE PATROCÍNIO AGORA VALE $ 1 BILHÃO POR ANO / THE BRAZILIAN SPORTS SPONSORSHIP INDUSTRY IS NOW WORTH 41 BILLION PER YEAR.


De acordo com um novo relatório do Patrocínio Hoje/SPONSORSHIP TODAY. O relatório examinou mais de 300 ofertas nacionais e constatou que o mercado havia crescido mais de 200% desde 2005.
A taxa de crescimento, no entanto, agora está diminuindo por ter visto um aumento importante nos últimos três anos com promoções internas para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos do Rio, em 2016.
"Os grandes negócios para 2014 já estão praticamente completos e é difícil ver muitos mais Tier 1 de ofertas para o Rio 2016", diz o autor do relatório, Simon Rines.
"As 2.016 ofertas que até agora têm sido assinados são enorme, mas na maioria das  categorias restantes nacionais é difícil ver onde as marcas estarão dispostas a gastar na região mais de US $ 300 milhões e de onde serão provenientes. 
O negócio do vestuário desportivo foi concluído na categoria Tier 3 e que é improvável que uma grande companhia aérea se comprometeria a níveis do Nível 1 de passar no Brasil.

Há ainda opções de alimentos, energia e petróleo, mas nas últimas categorias as grandes marcas nacionais são de propriedade estatal, o que não é necessariamente um problema, uma vez que está nos interesses políticos do país financiar os Jogos. 
As empresas estatais têm carteiras de patrocínio significativos utilizados por razões comerciais. Certamente a Petrobras seria um candidato para um negócio de petróleo, mas tem uma significativa carteira doméstica já. "

O relatório também mostra que dois dos clubes de futebol líderes do país, Corinthians e Flamengo, atualmente estão sem patrocinadores principais. Ambos estão esperando por grandes negócios, mas nenhum clube tem acompanhado Corinthians no 'acordo de US $ 23 milhões, assinado há dois anos, com a Hypermarcas do grupo farmacêutico.

O relatório mostra que as despesas total das  taxa de direitos é provável a cair após os Jogos Rio 2016, mas isso deve-se ao enorme valor acrescentado pela Copa do Mundo e Olimpíadas.
"Os dois eventos são tão grandes que eles serão responsáveis ​​por cerca de 30% do mercado para os próximos anos", diz Rines. "É inevitável que vá cair quando essa contribuição for retirada."
Os resultados, entretanto, sugerem que um dos legados de hospedagem maiores do mundo, em eventos esportivos será um mercado muito mais maduro em que as marcas estão mais propensos a entender o valor do patrocínio e os detentores de direitos será mais profissional para ajudá-los a conseguir novos patrocínios.
"No momento, há um reconhecimento generalizado de que o comercial sabe como e entre os detentores de direitos ainda deixa muito a desejar. Este é obrigado a mudar à medida que eles vão a uma íngreme curva de aprendizado ", diz Rines.
Adicionado a isso será uma atualização massiva para a infraestrutura do país de esportes com os novos ou remodelados estádios ajudando a colocar o desporto em pé e mais profissional.
A análise também sugere que o futebol brasileiro, de longe, o esporte dominante no país, está fechando a lacuna em suas congeneres europeias.
Um novo acordo de TV importante foi feito, e junto com os desenvolvimentos dos novos estádios, significa que as receitas dos clubes estão crescendo e deve continuar esse crescimento. Já várias grandes estrelas voltaram para o Brasil e os clubes do país estão mantendo jogadores de grande nome, como Neymar. Isso significa que o seu valor para os patrocinadores está crescendo em ambos os mercados interno e externo onde o clube de futebol profissional brasileiro está a alcançar uma maior visibilidade.
O relatório conclui que o patrocínio gasto no Brasil deve estar entre os seis primeiros globalmente para os próximos anos e as perspectivas de longo prazo é para uma indústria dinâmica.
 Fonte: Hoje Patrocínio. Foto: Reuters.
Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.
According to a new report from Sponsorship Today. The report examined more than 300 national deals and found that the market had grown by more than 200% since 2005.
The rate of growth, however, is now slowing having seen a major surge in the past three years with domestic deals for the World Cup in 2014 and the Rio Games in 2016.
“The major deals for 2014 are now pretty much complete and it is difficult to see many more Tier 1 deals for Rio 2016,” says report author Simon Rines.

“The 2016 deals so far signed have been huge, but in most of the remaining domestic categories it is difficult to see where brands willing to spend in the region of $300m will come from. The sports clothing deal has been concluded in the Tier 3 category and it’s unlikely that a major airline would commit to Tier 1 levels of spend in Brazil. 
There are still options in food, energy and oil, but in the latter categories the big domestic brands are state-owned, which isn’t necessarily a problem given that it is in the political interests of the country to fund the Games. State-owned companies do have significant sponsorship portfolios used for business reasons. 
Certainly Petrobras would be a candidate for an oil deal, but it has a significant domestic portfolio already.”

The report also shows that two of the country’s leading football clubs, Corinthians and Flamengo, are currently without primary sponsors. Both are holding out for major deals, but no club has matched Corinthians’ $23 million deal, signed two years ago, with pharmaceutical group Hypermarcas.

The report shows that total rights fee expenditure is likely to fall after the Rio 2016 Games but this is down to the huge value added by the World Cup and Olympics.
“The two events are so big that they will account for around 30% of the market for the next few years,” says Rines.

“It is inevitable that spend will fall when that contribution is removed.”
The findings do, however, suggest that one of the legacies of hosting the World’s biggest sporting events will be a much more mature market in which brands are more likely to understand the value of sponsorship and rights holders will be more professional in helping them achieve it.

“At present there is widespread acknowledgement that the commercial know how among rights holders still leaves a lot to be desired. This is bound to change as they go on a steep learning curve,” says Rines.

Added to this will be a massive upgrade to the country’s sports infrastructure with new and refurbished stadia helping to put sport on  more professional footing.
Analysis also suggests that Brazilian football, by far the dominant sport in the country, is closing the gap on its European counterparts.

A major new TV deal, along with the new stadium developments, means that club revenues are growing and set to continue that growth. Already several major stars have returned to Brazil and the country’s clubs are retaining big name players such as Neymar. It means that their value to sponsors is growing in both domestic and overseas markets where Brazilian club football is achieving a higher profile.

The report concludes that the sponsorship spend in is Brazil is likely to be among the top six globally for the next few years and the long-term outlook is for a dynamic industry.

Source: Sponsorship Today. Photo: Reuters.
Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

10 de junho de 2012

ZAGUEIRO CENTRAL / CENTRAL DEFENDER


Curriculum Vitae





Nome / Name: Natanael Costa de Miranda


Apelido / Nickname: Natanael


Data de Nascimento / Date of Birth: 07/01/1989


Altura / Height: 1,92m


Peso / Weight: 83Kg


Nacionalidade / Nationality: Brasileiro / Brazilian


Posição: Zagueiro Central e Esquerdo


Position: Central Defender / Left Defender


Video Link: 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ijGIlO1DKzs


Clubes / Clubs



2008 / 2007 / 2006 - E.C. Bahia – Brasil / Brazil          


·        2008 – Vice-Campeão do Campeonato Baiano / Vice Champion State of Bahia  
·        1º Divisão / 1st Division


·        2007 –  Campeão of the Taça Estado da Bahia / Champion of Trophy Bahia
·        1º Divisão / 1st Division
·        Campeão Invicto / Undefeated Champion
·        Gols: 6 / Goals: 6

·        2007 – Taça Belo Horizonte / Cup Belo Horizonte
·        Gols: 2 / Goals: 2

·        2007 – Campeão Campeonato Baiano / Champion State of Bahia
·        1º Divisão / 1st Division
·        Campeão Invicto / Undefeated Champion
·        Gols: 3 / Goals: 3


·        2006 – Bi-Campeão Camp. Baiano / Twice-Champion State of Bahia

·        2006 – Campeão do Camp. Nordestino / Northeast Championship Champion



2009 - E.C. Caceres – Brasil / Brazil      

·        2009 – Campeonato Mato-Grossense
·        1º Divisão / 1st Division


2010 - S.R. Santo Angelo – Brasil / Brazil          

·        Campeonato gaúcho / Championship of Rio Grande do Sul State
·        2ª Divisão / 2nd Division

2010 - E.C. Rio Branco – Brasil / Brazil              


·        Campeonato Paulista
·        1º Divisão / 1st Division



2011 - E.C. Operário – Brasil / Brazil          


·        Campeonato Mato-Grossense
·        1º Divisão / 1st Division



2011 / 2012 – F.C. Ariesul-Turda - Romênia / Romania


·        Campeonato Rômeno / Romanian Championship

·        Taça Rômena / Romanian Cup

10 de julho de 2011

O FUTEBOL BRASILEIRO. / THE BRAZILIAN FOOTBALL




O FUTEBOL BRASILEIRO.

Veja o Brasil, com sua tropa de guris, assíduos noveleiros e com muita grana no bolso (pensando que sabem e podem tudo) e com uma grande dose de falta de entendimento e comprometimento com o país, não entendem que o povo brasileiro se espelha nisto.

Para alguns ali, tanto faz ganhar, estão apenas querendo aparecer para a Europa, o Neymar e até o próprio Pato e o Ganso estão precisando é de um bom puxão de orelha; que novela que nada, maricas, tratem de se ligar e trazer este caneco (parem de arrumar os cabelos e o uniforme quando estão jogando, parece até que precisam de maquiagem também) quero ver futebol e não um bando de “mauricinhos” em campo.

Fonte e Tradução: Roberto Queiroz de Andrade.
Foto: divulgação.

THE BRAZILIAN FOOTBALL

See Brazil, with its army of young boys, and a lot of money in the pocket (thinking that they know and can do everything) and with a great lack of understanding and commitment to the country, do not understand that the Brazilian people is reflected in this. There stills much to gain, they are just trying to go to Europe, and even Neymar, Pato and Ganso are in need of a good earful. Try to connect and bring this cup (stop fixing your hair when are playing, it seems like they need makeup too) want to see football and not a bunch of "preppies" in the field.

Content and Translation: Roberto Queiroz de Andrade.
Image: divulgação.