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1 de novembro de 2014

Com R$ 140 mi emprestados, Nobre não se vê como um 'talão de cheques'

O Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) aprovou, por unamidade, as contas de setembro, apresentadas pela gestão de Paulo Nobre. O clube teve um déficit de R$ 1,9 milhão no mês, e quase R$ 15 milhões negativos em todo o ano. Para tentar coibir este problema, o presidente vem realizando empréstimos constantes ao clube - agora já são mais de R$ 140 milhões repassados pelo dirigente ao Verdão desde que assumiu o cargo.
A reunião do COF ocorreu na última sexta-feira, e o conselho mês a mês constata um crescimento no valor que o presidente colocou no clube. Sem um patrocionador master desde o início do ano passado, e com as receitas de TV comprometidas por gestões anteriores até o fim do Paulista de 2015, Nobre viu nos empréstimos a chance de tentar diminuir os problemas financeiros do Verdão. Ele, porém, nega ser o "talão de cheques" alviverde.
- Não sou um talão de cheque ambulante, estou tentando trazer ao Palmeiras, o meu clube de coração, a experiência que tive no mercado financeiro e na minha vida profissional. Posso dizer que no Palmeiras saiu mais água do que entrou. Não há mágica, a caixa acaba secando. É preciso ter responsabilidade financeira e criatividade para adquirir outras fontes de receita - analisou, em entrevista à rádio Jovem Pan.
- A grande verdade é que se você somar o dinheiro de 2013 e o de 2014, nós não tivemos o dinheiro de uma gestão inteira. Se eu fosse recorrer a bancos, o clube ficaria com uma dívida impagável. Se eu fosse só completar a receita gasta por gestões anteriores desta forma, o Palmeiras teria de pagar R$ 320 milhões a mais por taxas - analisou.
O Conselho Deliberativo do clube já aprovou o pagamento de cerca de R$ 104 milhões ao atual mandatário. A partir de abril do ano que vem, 10% da renda mensal do clube, independente do valor, será colocada em um fundo destinado à dívida com o candidato à reeleição. Desta forma, considera-se que o valor, acrescido apenas com a correção do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), será quitado entre dez e 15 anos.
Os R$ 40 milhões restantes ainda não estão nesta conta, pois vieram depois da aprovação do projeto, no início de setembro - as contas à época tinham sido apresentadas até julho. Espera-se, porém, que para esta quantia seja feito o mesmo trâmite.
Vejam que brilhante é esta administração, ao invés de criar meios (como por exemplo, um departamento de marketing com conhecimento de futebol e contatos internacionais, este seria o primeiro passo), ele simplesmente "empresta", o dinheiro que o clube em sua gestão necessita (melhor falando, amadora).  Esta é realmente uma "mesmice", sem tamanho, enquanto o presidente pode bancar o clube, se esquecem de ir buscar na fonte (futebol), as receitas necessárias que o clube e seu departamento "profissional", de futebol, precisa.
Então irão me perguntar, mas, como podemos fazer, não temos um patrocinador master? E daí, se precisa é buscar ou melhor falando, criar receitas com ideias inovadoras e olhe que basta olhar em volta, o que temos de ensinamentos e exemplos, não está no gibi. Me perdoem, mas, não consigo acreditar nisto, nesta mesmice e até babaquice, voce se propõe a ser o gestor do clube (presidente), e não tem tempo, não sabe e/ou então não contrata alguém que sabe o caminho e o mais importante, trabalhe profissionalmente com e no futebol, para trazer receitas e tornar viável o futebol de seu clube. 
Tem tantos exemplos que nem vou perder tempo enumerando-os, tantos clubes que tem superavit em suas receitas anuais que fico me perguntando, onde vamos parar com este tipo de gestão "profissional" de nossos clubes e onde vão nos levar. Certamente, que a falência.

28 de março de 2011

Internacional FC. yields to pressure from FIFA and approves partnership in the reform of Beira-Rio/Internacional cede à pressão da FIFA e aprova parce


Levada ao Conselho Deliberativo pelo presidente Giovanni Luigi, os conselheiros decidiram unanimemente pela criação de uma parceria.

Após discussões acirradas, abalando o grupo de situação no Internacional, o clube definiu o projeto financeiro que sustentará a reforma do Beira-Rio, visando à Copa do Mundo.

Levada ao Conselho Deliberativo pelo presidente Giovanni Luigi, os conselheiros decidiram unanimemente pela criação de uma parceria. A proposta de Vitório Piffero, antecessor do atual mandatário e responsável pelo inicio do projeto, que sugeria um orçamento auto-sustentável, com todo o empreendimento sendo bancado com dinheiro dos cofres colorados, foi retirada antes da votação.

A mudança de metodologia ocorreu por uma imposição da FIFA. A entendida não aceitava as garantias bancárias dadas pelo Inter para a remodelação do estádio, orçada inicialmente em R$ 158 milhões, mas podendo chegar aos 290 milhões.

O clube abrirá uma licitação para fechar com uma parceria. O edital será publicado na quarta-feira e os candidatos terão 15 dias para enviarem suas propostas. A mais forte candidata é a Andrade Gutierrez, empresa pela qual Luigi gostaria de firmar acordo.

A solução encontrada foi um meio termo. O clube não arcará com toda a remodelação do estádio e não há certeza de que a Andrade Gutierrez será a parceira, cuja proposta é ter o lucro de algumas partes do empreendimento, que conta com estacionamento e Shopping Center, além de 12% dos assentos, por 20 anos.

Em troca, o clube receberia um centro de treinamentos. Muitos conselheiros, entre eles Piffero, acreditam que o acordo com a empreiteira seria desvantajoso para o Inter.

Uma comissão composta por 13 pessoas ficará encarregada de examinar o contrato proposto pela Andrade Gutierrez.

De acordo com o Inter mais de 15% das obras para o novo Beira-Rio estão realizadas. O andamento do processo é visto a olho nu. O pátio da casa colorada é um canteiro de obras. Na parte interna, um pedaço da social foi demolido.

Está nos aparecendo o único clube com uma administração com os pés no chão, centrada em desenvolver seu estádio, mais olhando nos juros, nos prazos para ter de volta seu patrimônio e ainda por cima, liberando apenas uma pequena parte para esta parceira que tem fome de leão.

Também acredito que “parcerias” tão longas sejam prejudiciais ao clube, aos seus sócios e aos seus interesses. Tenho quase certeza de que na Alemanha, por exemplo, o prazo foi de 10 anos + carência* (*tempo que leva para derrubar e construir), esta entrega ao parceiro do estádio e de suas facilidades e todos saíram ganhando.

O que é hoje, daqui a 30 anos deverá ser completamente diferente, só precisa pensar nisto. Acredito que depois de 30 anos tudo deverá ser reconstruído.


Fonte: ESPN.COM.BR Foto:
Comentário e Divulgação: Roberto Queiroz de Andrade.

Taken to its Advisory Board by President Giovanni Luigi, the directors have decided unanimously to create a partnership.

After heated discussions, the group rocked the international situation, the club has developed the project will support the financial reform of the Beira-Rio, aiming at the World Cup.

The proposed Victor Pifferi, predecessor of the current president and responsible for the project began, suggesting a self-sustaining budget, with the whole enterprise being funded with money from the coffers Colorado, was withdrawn before the vote.

The change in methodology occurred from a charge of FIFA. The perceived not accept bank guarantees given by Inter for the redevelopment of the stadium, originally budgeted for $ 158 million, but may reach 290 million.

The club will open with a bid to close a partnership. The announcement will be published on Wednesday and candidates have 15 days to submit their proposals. The strongest candidate is the Andrade Gutierrez, Luigi company you would like to sign the agreement.

The solution was a compromise. The club will not cover the whole redevelopment of the stadium and there is no certainty that the Andrade Gutierrez will be the partner, whose purpose is to profit from some parts of the enterprise, which has parking and shopping center, plus 12% of the seats, for 20 years.

In return, the club would receive a training center. Many directors, among them Pifferi, believe the agreement with the contractor would be disadvantageous for Internacional.

A committee consisting of 13 persons will be required to review the contract proposed by Andrade Gutierrez construct business.

According to the Internacional over 15% of works for the new Riverside audits. The actual process is seen by the naked eye. The court of Colorado is a construction site. Inside, a piece of stock was demolished.

They are showing us the only club with an administration with feet on the ground, focused on developing its stage, looking more in interest of the club, within the time to take back their heritage and to top it off, releasing only a small part to this partner that is hungry lion.

I also believe that "partnerships" as long is harmful to the club, its members and their interests. I'm almost countries who did that certain that Germany, for example, the term was 10 years grace period + * (* time it takes to demolish and build), this partner to deliver the stadium and its facilities and everyone won.

What is today, 30 years from now will be completely different, just need to think about it. I believe that in 30 years everything have to be rebuilt.


Source: ESPN.COM.BR Photo:
Comment and Disclosure: Roberto Queiroz de Andrade.