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14 de maio de 2013

BRASIL, O PAÍS DO INGRESSO MAIS CARO DO MUNDO / BRAZIL, THE COUNTRY OF THE WORLD'S MOST EXPENSIVE TICKET



Tão caro por tão pouco!

Nesta série, em que a PLURI aborda a crise de público nos estádios Brasileiros, chegamos à comparação entre os preços dos ingressos no Brasil em relação ao mercado internacional.

A seguir as principais considerações:

O Estudo consiste em comparar os preços dos ingressos no Brasil e em outros 15 países, considerando a renda per capita de cada país. Desta forma podemos mensurar adequadamente o preço dos ingressos em relação ao nível de renda da população. Nossa  pesquisa considerou o preço médio do ingresso mais barato (inteiro e não promocional) dos  clubes que disputam a primeira divisão de cada um dos 16 países analisados;

O preço médio dos ingressos mais baratos no Brasil é de R$ 38, equivalente a US$ 19,12.

Quando comparamos este valor com a renda per capita do Brasileiro (US$ 12.340 a preços correntes 2012), concluímos que esta Renda permite a compra de 645 ingressos,  a menor quantidade na comparação com os 15 outros países analisados. Isto faz do Brasil o país de ingressos mais caros do Mundo, em termos proporcionais à capacidade de consumo da população;

Na média dos 16 países analisados, a Renda per capita permite a compra de 1.308 ingressos, 103% a mais do que a capacidade de compra de ingressos dos Brasileiros (645). Ou seja, por aqui o preço do ingresso mais barato é o dobro da média nos principais países do Mundo;

Em 2º lugar aparece a Espanha, cuja renda per capita permite a compra de 804 ingressos, mesmo que o preço médio dos ingressos por lá seja distorcido pelos caríssimos custos de Barcelona e Real Madri. Mesmo assim, os Espanhóis tem um poder de compra de ingressos 25% maior que os Brasileiros;

Na Alemanha, onde se disputa um dos melhores campeonatos da atualidade, a Renda per capita da população equivale ao preço de 1.868 ingressos, terceiro maior poder de compra entre os países analisados, e o equivalente ao triplo do verificado no Brasil;

Apesar de entendermos que o preço dos ingressos não é o único responsável pelo esvaziamento dos estádios brasileiros, certamente é um dos mais relevantes, como mostramos em relatório recente (Os 17 motivos para os torcedores não irem aos estádios
(http://www.pluriconsultoria.com.br/relatorio.php?segmento=sport&id=250 );

Abaixo alguns argumentos já apresentados em nosso relatório anterior, que apontou a alta de  300% nos preços dos ingressos nos últimos 10 anos
(http://www.pluriconsultoria.com.br/relatorio.php?id=256 ).

Não cabe aqui a discussão sobre a futura política de preços a ser praticada nos novos estádios brasileiros ou uma suposta tentativa de elitização em andamento, mas apenas uma constatação de que praticamos preços incompatíveis (nos ingressos mais baratos, é importante frisar) para o tamanho do bolso da população. Ou seja, oferece-se um produto de qualidade cada vez pior, a preços crescentes, em um cenário em que as opções de entretenimento para o torcedor são cada vez maiores;

Alguns argumentos tentam justificar essa estranha situação. Um deles é a de que os preços baixos “desvalorizam o produto”. Mas tem algo pior para o futebol do que um jogo ruim disputado em estádio vazio?;

Outro argumento utilizado com frequência é o de que são necessários ingressos mais caros em função do aumento do custo do futebol no período. Ótimo, só esqueceram de perguntar ao torcedor se ele concorda em pagar essa conta, e está claro que ele não concorda. Aliás, lembrando sempre que esse torcedor é um cliente;

Há também o argumento de que o preço tem que ser alto para estimular o torcedor a se tornar sócio do clube. Isso funciona apenas para uma parcela de torcedores, e costuma estar diretamente atrelado ao momento do time. Ou seja, quando a fase é boa, o estádio enche, quando é ruim, volta a ficar vazio. Ingressos proibitivos não permitem que o torcedor crie vínculos com o time e desenvolva, com o tempo o desejo de se tornar sócio não apenas pela vantagem financeira, mas também pela experiência de ir ao jogo.

Com isso ele se mantém afastado, assistindo de casa, afinal é mais barato e confortável. E vai se afastando cada vez mais do seu time;

Além da vantagem do preço, é a perspectiva de não conseguir lugar disponível nos estádios que leva o torcedor a se associar ao clube. A Europa tem exemplos de sobra neste sentido;

De fato, alguns clubes tem sido bem sucedidos em aumentar o preço dos ingressos e mesmo assim ter alta demanda, é o caso de Atlético-MG e Corinthians. São exceções que confirmam a regra. A maioria esmagadora trabalha com a rotina de estádios quase desertos;

Ao praticar pecos tão altos, o torcedor toma uma decisão racional de consumo,
escolhendo ir apenas aos jogos mais importantes. Isso explica a grande quantidade de partidas com público muito baixo, e a presença de público maior em um ou dois jogos, geralmente as finais, já que nem os clássicos conseguem mais mobilizar os torcedores;

Já que é possível provar que o torcedor “escolhe” os jogos que ele vai assistir no estádio (há dados para isso), porque não se pratica uma política de preços agressivamente flexível no Brasil, ajustando os preços à qualidade e importância dos jogos? Algo semelhante ao que se faz com o preço das passagens aéreas? Ou, porque não se faz como é comum na Europa, com classes de jogos com preços diferentes? Exemplo: jogos comuns de campeonatos estaduais deveriam ter “grande” desconto;

Encher o estádio deveria ser prioridade total do clube, mesmo que para isso seja necessário praticar preços de ingressos mais baixos inicialmente. Sabemos que há uma correlação direta entre interesse de mídia e de patrocinadores, com jogos em estádios cheios (e o inverso também é verdadeiro, atenção!). Portanto, “casa cheia” potencializa outras receitas dos clubes. E o aumento da demanda leva à escassez, que aí sim, permite
o aumento de preços;

Apesar do crescimento econômico verificado nesta última década, nunca é demais lembrar que o Brasil continua a ser um país de salário mínimo de R$ 678, e renda per capita equivalente a cerca de 1/3 da Européia;

Existe um preço de equilíbrio que ajusta oferta e demanda de um produto. No Brasil o preço dos ingressos não é decidido tendo como base nenhum tipo de estudo ou análise mais profunda (‘pricing”), e sim por uma simples arbitragem feita por dirigentes de federações e clubes. É certo, porém, que estamos fora desse preço de equilíbrio, não fosse por isso os estádios não eram tão vazios;

Alguma surpresa por estádios tão vazios? Veja a tabela:


De maneira nenhuma, além de que, vemos os mesmos erros de 40 anos atrás, se repetindo todo os dias de jogos, a desorganização e o amadorismo nos dão a impressão de que é a inauguração do estádio ou quiçás, o primeiro jogo entre os clubes. Vejam o que aconteceu no último domingo na Ilha do Retiro, os mesmos atos de vandalismo, o mesmo quebra quebra, e depredação, até parece que nunca aconteceu isto antes.

E sobre o Atlético Mineiro e o Corinthians, terem aumentado os ingressos e ainda conseguirem aumentar sua audiência, olhem os times que formaram. Tudo isto mostra que precisamos imediatamente profissionalizar nossos clubes.

Fonte: Pluri Consultoria/Fernando Ferreira. Foto: Pluri Consultoria. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

So much for so little!

In this series, in which PLURI discusses the public crisis in Brazilian stadiums, we arrive at compare ticket prices in Brazil in relation to the international market.

The following key considerations:

The study is to compare ticket prices in Brazil and 15 other countries, considering the income per capita of each country. Thus we can measure adequately ticket prices in relation to income level of the population. Our survey found the average price of the cheapest ticket (integer and non-promotional) of clubs vying for the top division of each of the 16 countries analyzed;

The average price of cheaper tickets in Brazil is $ 38, equivalent to U.S. $ 19.12.

When we compare this value with the Brazilian per capita income (U.S. $ 12,340 to current prices 2012), we conclude that this income allows the purchase of 645 tickets, a smaller amount in comparison with the other 15 countries analyzed. This makes the Brazil the country of most expensive tickets in the world, in proportion to the capacity consumption of the population;

The average of the 16 countries analyzed, the income per capita allows the purchase of 1,308 tickets, 103% more than the ability to purchase tickets of Brazilians (645).i.e., here the price of the cheapest ticket is double the average in major countries of the world;

In 2nd place comes Spain, whose per capita income allows the purchase of 804 tickets, even if the average income there is distorted by expensive costs of Barcelona and Real Madrid. Yet the Spaniards have a purchasing power of income 25% higher than the Brazilians;

In Germany, where one of the best race championships today, the income per capita of the population equals the price of 1,868 tickets, the third largest power purchase among the countries analyzed, and the equivalent to three times the observed in Brazil;

While we understand that the price of tickets is not solely responsible for the emptying of the Brazilian stadiums, is certainly one of the most relevant, as shown in a recent report (17 The reasons for fans not to go to stadiums
(Http://www.pluriconsultoria.com.br/relatorio.php?segmento=sport&id=250);

Below are some arguments already presented in our previous report, which showed a high 300% in ticket prices over the last 10 years (Http://www.pluriconsultoria.com.br/relatorio.php?id=256).

Here is not the discussion about the future pricing policy being practiced in new stadiums of Brazil or an alleged attempt to gentrification in progress, but only a finding that prices inconsistent practice (the cheaper tickets, it is important to stress) for the pocket size of the population. That is, it offers a product quality worse, the rising prices in a scenario in which the options entertainment for the fans are increasing;

Some arguments seek to justify this strange situation. One is that low prices "devalue the product." But there is something worse for football than a bad game played in empty stadium.

Another argument often used is that they are needed most expensive tickets in due to the rising cost of football in the period. Great, just forgot to ask supporter if he agrees to pay this bill, and it's clear he does not agree. In fact, always remembering that this fan is a customer;

There is also the argument that the price has to be high to encourage fans to become a club member. This works only for a portion of fans, and is usually directly tied to the time of team. That is, when the phase is good, the filling stage, when it is bad, comes back empty. Tickets prohibitive not let the fans create linkages with the team and develop, over time the desire to become a partner not only for the financial benefit, but also for the experience of going to the game. With that he keeps away, watching from home, after all it is cheaper and comfortable. And will increasingly moving away from his team;

Besides the advantage of price, is the prospect of not getting a seat available at stages leads the fans to join the club. Europe has plenty of examples in this sense;

In fact, some clubs have been successful in increasing ticket prices and still have high demand in the case of Atlético-MG and Corinthians. Are exceptions that prove the rules. The overwhelming majority works with routine stadiums almost deserted;

By practicing values so high, the fan makes a decision rational consumer, choosing to go only to the most important games. This explains the large amount of matches with the public too low, and the presence of larger public in one or two games, generally the finals, since neither the classics can mobilize more fans;

Since it is possible to prove that the supporter "chooses" the games he will attend the stadium (no data for that), why not practice a flexible pricing policy aggressively in Brazil, adjusting prices to the quality and importance of games? Something similar to what you do with the price of airline tickets? Or, why not do as is common in Europe, with classes of games with different prices? Example: common games of state championships should have "big" discount;

Fill the stadium should be top priority club, even if it is necessary to practice ticket prices lower initially. We know that there is a direct correlation between interest and media sponsors, with games in stadiums filled (and the reverse is also true, attention!). Therefore, "full house" potentiates other revenues of the clubs. And the increase in demand leads to shortage that then yes, allows the price increase;

Despite the economic growth seen in the last decade, it is worth remembering that Brazil remains a country with a minimum wage of R $ 678, and per capita income equivalent to about one third of the European;

There is an equilibrium price that adjusts supply and demand of a product. In Brazil ticket prices are not determined based on any study or analysis deeper ("pricing"), but by a simple arbitration made by the leaders of federations and clubs. It is certain, however, that we are out of this equilibrium price, not was why the stadiums were not empty;

Any surprises for stadiums so empty?

No way, besides that, we see the same mistakes made since 40 years ago, repeating every day, disorganization and amateurism give us the impression that it is the inauguration of the stadium or chemistries, and the first game between the clubs. Look what happened last Sunday in the Ilha do Retiro, the same acts of vandalism, breaking the stadium installations and predation; it seems as if it never happened.

And over Atletico Mineiro and Corinthians, have increased the tickets and still manage to increase your audience, look at the teams that formed. All this shows that we need immediately professionalize our clubs.

Source: Pluri Consulting / Fernando Ferreira. Photo: Pluri Consulting. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

25 de novembro de 2012

EVENTO PRÉVIO DA COPA TEM RECORDE DE VENDA / EVENT PRIOR OF THE WORLD CUP HAS RECORD OF SALES


Em apenas 24 horas, são vendidos 74 mil ingressos para a abertura e o encerramento da Copa das Confederações.

A pré-venda de ingressos para a Copa das Confederações a ser realizada no ano que vem no Brasil bateu recorde nas primeiras 24 horas, com 74 mil entradas vendidas. Não há mais ingressos disponíveis nessa fase de vendas para a final e o jogo de abertura do torneio, informou a FIFA nesta quinta-feira.

O jogo inaugural da Copa das Confederações será realizado no dia 15 de junho, em Brasília, com presença da seleção brasileira, enquanto a final será no estádio do Maracanã, no dia 30 do mesmo mês.

A fase de pré-vendas, exclusiva para titulares de cartões Visa, começou na quarta-feira.

A venda geral de ingressos para o público começa apenas a partir de 3 de dezembro. Nesta nova fase, os torcedores poderão comprar entrada para todos os 16 jogos da competição, inclusive tíquetes ainda disponíveis tanto para a abertura quanto para a final. Há uma categoria de ingressos mais baratos que serão disponibilizados exclusivamente para pessoas residentes no Brasil.

Cerca de 830 mil ingressos estarão disponíveis para as 16 partidas. Os preços dos tíquetes para a Copa das Confederações variam de R$ 28,50 a R$ 418.

A Copa das Confederações - um evento-teste realizado sempre um ano antes da Copa do Mundo - terá no Brasil seis cidades- sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. O evento, que tem como um dos objetivos testar a infraestrutura das cidades que no ano seguinte receberão a Copa do Mundo vai reunir os campeões de cada continente, além da campeã mundial Espanha e do Brasil como país-sede.

O sorteio dos grupos para a Copa das Confederações será realizado no dia primeiro de dezembro, em um evento na cidade de São Paulo.

Não tenho a menor dúvida de que teremos uma verdadeira corrida aos ingressos, situação muito diferente do que se passou na África do Sul, onde se teve que distribuir ingressos para tentar encher as Arenas de jogos. O Brasil para muitos que ainda não sabem, ou até que não acreditam é o País do futebol, aqui este esporte não é simplesmente um esporte, é mais do que uma religião, é uma maneira de vida, aqui se vive, se respira e se come futebol, 24 horas por dia.

Infelizmente os dirigentes de clubes e até os próprios gestores públicos não descobriram que para se perpetuar no poder, basta prover isto para a juventude, e verá seus familiares fidelizarem sua permanência no poder.

Fonte: Pedro Fonseca Foto: Divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

In just 24 hours, was sold 74,000 tickets for the opening and closing of the Confederations Cup.

Pre-sale tickets for the Confederations Cup to be held next year in Brazil reached a record in the first 24 hours, with 74,000 tickets sold. There are no more tickets available this sales phase to the final and the opening match of the tournament, FIFA said on Thursday.

The opening match of the Confederations Cup will be held on June 15 in Brasilia, with the presence of the Brazilian team, while the final will be at Maracana stadium, in the 30th of the same month.

The pre-sales, exclusive for Visa cardholders, began on Wednesday.

The sale of tickets for the general public begins only from December 3. In this new phase, fans can buy into all 16 fixtures, including tickets still available for both the opening and the final. There is a category of cheaper tickets that will be available only to persons residing in Brazil.

Approximately 830,000 tickets will be available for the 16 matches. The prices of tickets for the Confederations Cup range from R $ 28.50 to R $ 418.

The Confederations Cup - a test event always held one year before the World Cup - in Brazil have six host cities: Belo Horizonte, Brasilia, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro and Salvador. The event, which has as an objective to test the infrastructure of the cities that will receive the following year the World Cup will bring together the champions of each continent, in addition to world champions Spain and Brazil as the host country.

The group draw for the Confederations Cup will be held on December 1, at an event in Sao Paulo.

I have no doubt that we have a real race tickets, a situation very different from what happened in South Africa, where the FIFA and the government had to distribute tickets to try to fill the Arenas games. Brazil for many who do not know yet, or even do not believe is the country of football, here this sport is not just a sport, it is more than a religion, it is a way of life, here we live, breathe and eating football 24 hours a day.

Unfortunately the club managers and even the public administrator’s, means, politicians, if found this could perpetuate itself in power, simply provide this for the youth, and their families will guarantee these grip on power.

Source: Pedro Fonseca Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

13 de novembro de 2012

Já pode aquecer sua torcida, pois a venda antecipada de ingressos começa no dia 21/11 e vai só até o dia 30/11.




Já pode aquecer sua torcida, pois a venda antecipada
de ingressos começa no dia 21/11 e vai só até o dia 30/11.
Descrição: https://www.promocoesvisa.com.br/email/12/visa/vaidevisa/102012/email_mkt_copa_conf/images/img_ingresso_direito.jpg

Descrição: https://www.promocoesvisa.com.br/email/12/visa/vaidevisa/102012/email_mkt_copa_conf/images/img_ponta_ingresso.jpg
Fique ligado: A cota de ingressos é limitada e pode esgotar
antes do prazo previsto.  Além disso, o horário de início das
vendas também não está definido.
Descrição: https://www.promocoesvisa.com.br/email/12/visa/vaidevisa/102012/email_mkt_copa_conf/images/img_ponta_ingresso_dir.jpg

Descrição: https://www.promocoesvisa.com.br/email/12/visa/vaidevisa/102012/email_mkt_copa_conf/images/img_gramado.jpg
Quer ser lembrado 1 dia antes da
pré-venda começar? acesse aqui.
Descrição: https://www.promocoesvisa.com.br/email/12/visa/vaidevisa/102012/email_mkt_copa_conf/images/img_gramado_dir.jpg

Descrição: https://www.promocoesvisa.com.br/email/12/visa/vaidevisa/102012/email_mkt_copa_conf/images/img-black.jpg
Toda a venda de ingressos é de responsabilidade da FIFA e acontecerá no site da mesma. Vendas de 21/11 a 30/11. Quantidade limitada e sujeita a término antes do final do período.



Fonte: FIFA.com 

13 de novembro de 2011

Mundial tem pacote de até R$ 4 milhões/ World VIP package go to R$ 4 millions.

Venda dos programas de hospitalidade teve início ontem, com 5 diferentes opções; ingresso vip mais barato para ver a seleção brasileira sai por R$ 1,2 mil.

A Copa de 2014 vai ter ingressos a preços populares - a partir de cerca de R$ 35, conforme informou ao Estado o secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke -, mas também terá entradas acessíveis apenas a um seleto grupo de pessoas. São as dos pacotes de hospitalidade, comumente adquiridos por empresas. Eles começaram a ser vendidos ontem, a preços que vão de R$ 1,2 mil a R$ 4 milhões.

Isso mesmo, R$ 4 milhões! Esse é valor do Aquarela, o mais luxuoso dos 5 pacotes (leia abaixo), que dará direito aos 19 jogos do eixo Rio-São Paulo-Belo Horizonte em luxuosos camarotes, que comportarão de 16 a 26 pessoas, com direito a comes e bebes, entretenimentos, além de benefícios como estacionamento preferencial, entre outros - todos os pacotes têm os mesmos atrativos, mas o "nível'' muda conforme a categoria.

Entre os pacotes, há um apenas para quem quiser acompanhar a seleção brasileira (o Specific Team Brasil) e outro para cada seleção estrangeira (Specific Team). Neste, pode-se comprar de 1 a 7 jogos de uma equipe - nesse caso, se o time for eliminado, o comprador passará a acompanhar os jogos no Maracanã.

Há, também, pacote por cidades (o Venue) e para a semifinal - um ou os dois jogos -, e a decisão do Mundial (o Final Round).

Uma das preocupações da Match, empresa suíça detentora dos direitos de venda dos pacotes - no Brasil, a comercialização será feita pela Traffic, em conjunto com a empresa Top Service -, é com a infra-estrutura aeroportuária do País. "As distâncias representam um desafio extra'', afirmou o presidente da Match, Jaime Byrom. "A logística para os estrangeiros é muito importante. Há dificuldades específicas, como não saber em que cidade a seleção vai jogar, mas toda Copa tem suas dificuldades. ''

A Match credenciou 33 agentes, que cobrirão mais de 80 países. Há cerca de 450 mil ingressos de camarote, o que representa 13,6% dos 3,3 milhões de bilhetes que serão colocados à venda para os 64 jogos da Copa. A expectativa é de negociar, no Brasil, de 320 a 340 mil entradas (o preço de referência é em dólar).

Em 2010, a Match vendeu 200 mil pacotes na África do Sul, com faturamento de US$ 285 milhões (R$ 494, 7 milhões). A empresa tem entre seus sócios Phillipe Blatter, sobrinho do presidente da FIFA, Joseph Blatter. Phillipe comanda a INFRONT, uma das acionistas da Match.

Já estava em falta com nossos leitores, que pediam mais informações sobre os ingressos para a Copa do Mundo no Brasil, seus preços para os brasileiros e as condições. Todos estes ingressos deverão ser colocados à venda pela internet e pode ser usado o Cartão de Crédito, acredito que o internacional e o nacional, pois deverá ser pago em Reais, portanto, todos sem exceção poderão ser pagos parceladamente.

Também tenho recebido muitas perguntas sobre se não irá acabar em poucos minutos a comercialização deles pela internet, é uma incógnita e somente o tempo dirá como será isto. Até porque no futebol o que é agora, pode não ser mais, dentro de segundos, espero que o Brasil seja diferenciado dentro e fora de campo e que possamos ter a melhor das Copas do Mundo, com muita transparência e respeito pela cidadania, seja de que país for.

Fonte: ALMIR LEITE - O Estado de S.Paulo. Foto: Divulgação.

Comentário: Roberto Queiroz de Andrade. Tradução: Roberto Queiroz de Andrade e Roberto Queiroz de Andrade Junior.

Sale of hospitality programs began yesterday, with five different options; VIP ticket cheaper to see the Brazilian team leaves for R$1200 (aprox. USD$800)

The 2014 World Cup will get tickets at reasonable prices - from about R$ 35 ($ 20 USD) according to the FIFA general secretary Jerome Valcke - but also will have entries only accessible to a select group of people. Are those of hospitality packages, commonly purchased by companies. They went on sale yesterday at prices ranging from R$ 1200 to R$ 4 million.

That's right, R$ 4 million!
This is the value of the watercolor package (Aquarela), the most luxurious of the five packages (see below), which will entitle to 19 games of the axis Rio-São Paulo-Belo Horizonte in luxurious cabins, which behave 16 to 26 people with the right to food and drink, entertainment, and benefits such as preferred parking, among others - all have the same attractive package, but the "level'' change with the category.

Among the packages, there is one for those who want to follow only the Brazilian team (the Team Specific Brazil) and one other for each foreign team (Specific Team).
In this, you can buy 1-7 games a team - in this case, if the team is eliminated, the buyer will follow the games in Maracana Stadium.

There is also a package for cities (the Venue) and the semi-finals - one or two games - and the decision of the World (Final Round).

One of the concerns of the Match, a Swiss company that holds the rights to sell packages - in Brazil, the sale will be made by the Traffic, together with the company Top Service - is with the airport infrastructure of the country "The distances represent an
extra challenge,'' said the chairman of Match, Jaime Byrom." Logistics for foreigners is very important. There are specific problems, like not knowing in what city the team will play, but every World Cup has its owns difficulties. ''

The Match have 33 accredited tourism agents, who cover more than 80 countries.
There are about 450.000 tickets cabin, which represents 13.6% of the 3.3 million tickets that will go on sale for 64 World Cup matches. The expected deal, in Brazil, is 320 to 340 thousand entries (the reference price is in U.S. dollars).

In 2010, the Match has sold 200,000 packages in South Africa, with sales of $ 285 million (U.S. $ 494, 7 million).
The company has among its partners Philippe Blatter, nephew of FIFA President Joseph Blatter. Philippe heads the INFRONT, a shareholder of the MATCH.

Was in breach with our readers who asked for more information about tickets for the World Cup, Brazilian prices and conditions.
All these tickets will be offered for sale on the internet and you can use the credit card, I believe that the international and national card could be used, as must be paid in Reais, therefore, all without exception may be paid in installments.

I also received many questions about the sales in the internet if the market will end in a few minutes, well, is unknown and only the time will tell us.
Especially because in football which is now tomorrow can be changed, I hope that Brazil would be different inside and outside the field and we can have the best of the World Cups, with a lot of transparency and respect, whether country is.

Source: ALMIR LEITE - O Estado de S. Paulo. Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz de Andrade.
Translation: Roberto Queiroz de Andrade and

Roberto Queiroz de Andrade Junior.

7 de novembro de 2011

SOBRINHO DE BLATTER GANHA NOVO CONTRATO / Blatter's NEPHEW GETS NEW CONTRACT.

A FIFA acaba de fechar um acordo milionário para a venda de ingressos de Copas do Mundo válido até 2022 e deu os direitos, mais uma vez, para a empresa Match, que tem como um de seus acionistas um sobrinho do presidente da entidade, Joseph Blatter.


O acordo, no valor de US$ 300 milhões (cerca de R$ 519 milhões) pelos próximos 12 anos, determina direitos exclusivos para que a Match seja a única empresa autorizada a revender pacotes de luxo para o Mundial, além de ingresso VIP.

Phillip Blatter, sobrinho do cartola máximo da entidade, é um dos acionistas da empresa beneficiada, por ser presidente da INFRONT, que participa nos lucros da Match.

Há uma semana, a FIFA também deu a Phillip Blatter o direito de vender os direitos de televisão das Copas do Mundo para 26 países asiáticos, incluindo gigantes da região como a China, India e Indonésia.

Na África do Sul, a Match teve um prejuízo de US$ 48 milhões (cercade R$ 83 milhões) por conta do problema da venda de entradas no Mundial de 2010. Mas já indicou que espera reverter esse resultado em 2014, no Brasil.

No Mundial que começa no Itaquerão, a empresa também tem os direitos com exclusividade.

Desta maneira como se quer que o presidente da FIFA, ou de qualquer outro órgão do futebol, largue o osso, desculpem o filé mignon. Será que estou errado?


Fonte: O ESTADO DE S. PAULO - SP - ESPORTES - Jamil Chade
CORRESPONDENTE/GENEBRA. Foto: Divulgação.

Comentário: Roberto Queiroz de Andrade. Tradução: Roberto Queiroz de Andrade e Roberto Queiroz de Andrade Junior.

FIFA has just closed a deal for a millionaire by selling tickets for World Cup valid until 2022 and gave the rights, once again, for the company match, which has as one of its shareholders a nephew of the organization's president, Joseph Blatter .

The deal, worth U.S. $ 300 million (about $ 519 million) for the next 12 years, provides exclusive rights to the Match is the only company authorized to resell luxury packages to the World, as well as VIP ticket.

Phillip Blatter, nephew of the hat most of the entity is a shareholder of the company benefited by being President of INFRONT, which participates in the profits of the Match.

A week ago, FIFA Blatter also gave Phillip the right to sell the television rights to World Cup 26 Asian countries, including giants of the region such as China, India and Indonesia.

In South Africa, the match was a loss of $ 48 million (around R $ 83 million of reais) due to the problem of ticket sales in the 2010 World Cup. But it has indicated it expects to reverse the outcome in 2014 in Brazil.

In the beginning the World Itaquerão, the company also has rights to exclusivity.

This way nobody wants the president of FIFA, or any other body of football, drop the bone, excuse the filet mignon. Am I wrong?

Source: O Estado de S. PAULO - SP - SPORTS - Jamil Chad
CORRESPONDENT / GENEVA. Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz de Andrade. Translation: Roberto Queiroz de Andrade and Roberto Queiroz de Andrade Junior.