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3 de agosto de 2015

Jornal: Michel Platini vai sugerir ampliar o número de seleções na Copa para 40


Michel Platini pretende aumentar o número de participantes na Copa do Mundo. Segundo o jornal espanhol “AS” publicou nesta segunda-feira, o francês, que anunciou recentemente que será candidato à presidência da FIFA, pretende colocar em seu programa eleitoral a proposta de inclusão de oito equipes no Mundial, ampliando o número de seleções de 32 para 40.

A proposta não é exatamente uma novidade no currículo político do ex-jogador. Desde que assumiu a presidência da UEFA, em 2007, ele ampliou o número de vagas para a Liga dos Campeões, abrindo espaço para equipes de países menos tradicionais, e aumentou de 16 para 24 o número de participantes na Eurocopa, a partir do ano que vem.

A própria iniciativa de colocar 40 seleções na Copa do Mundo não é novidade para Platini, mas agora ele fala em implementar a ideia oficialmente como candidato. 

Além disso, ele promete outras novidades em seu programa: adotar o cartão branco (suspensão de 10 minutos para atletas que desrespeitarem juízes ou adversários), permitir duas substituições extras em partidas com prorrogação e proibir a transferência de menores de 18 anos.

Ainda de acordo com o jornal espanhol, o presidente da UEFA pretende lançar seu programa de campanha no sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões, no próximo dia 27. Ele tentará suceder o suíço na presidência da FIFA, em eleições marcadas para 26 de fevereiro de 2016.

Vejam que ele é esperto, acabou de se candidatar e já está emplacando novas ideias, que aliás, desenvolveu na UEFA, com algum êxito, pois, estendeu a outros Países a oportunidade de disputar competições de alto nível, e isto contribui para o engradecimento do futebol. 

E estas outras mudanças, farão o jogo fluir com mais rapidez e trará uma nova dinâmica ao futebol de campo pois, quase todas estas mudanças, já temos no futebol praticado nos US há muito tempo, no show ball, que é aquele em que a bola quase não para de correr, e no próprio futsal, etc.

E sobre Zico, e sua candidatura à FIFA, seria bem melhor que ele começasse a trabalhar aqui mesmo na CBF (como o novo presidente), e desse seu apoio ao Michel, pois não terá chance nenhuma. Aliás, recomendaria à própria CBF que anunciasse seu apoio ao Francês, para não deixar o cavalo passar selado, vejam que aqui mesmo na America Latina já temos adesões.

Fonte: Globo Esporte. Comentário:  Roberto Q. de Andrade.

29 de julho de 2015

"Vamos tornar a FIFA respeitável": Platini anuncia candidatura à presidência / Platini confirms run for FIFA presidency

O que era muito especulado se tornou oficial na manhã desta quarta-feira. O presidente da UEFA, Michel Platini, anunciou que vai concorrer à presidência da FIFA na eleição que vai definir o sucessor de Joseph Blatter no comando da entidade máxima do futebol mundial.
A eleição será feita pelo Conselho Extraordinário da FIFA em 26 de fevereiro de 2016 e vai definir quem irá suceder Blatter no comando da entidade. O suíço tomou a decisão de deixar o posto após as investigações de escândalos de corrupções e prisões de dirigentes da FIFA nos últimos meses.
Mandatário da UEFA desde 2007, Platini disse que o anúncio ocorre em um momento decisivo em sua vida e que ele vai agir apenas pelos "interesses do futebol".
"Isso é muito pessoal e tomei cuidado ao tomar essa decisão, porque pesei o futuro do futebol junto com o meu futuro", disse ele em comunicado para todas as 209 associações da FIFA.
"Eu estou sendo guiado e encorajado pelo apoio que muitos de vocês mostraram. Existem momentos na vida em que você precisa definir seu destino com suas próprias mãos, e estou em um desses momentos decisivos. É uma junção de meu futuro junto com o futuro da FIFA", completou.
"Durante a última metade de século, a FIFA teve apenas dois presidentes. Essa estabilidade extrema é um paradoxo com um mundo que tem experimentado mudanças radicais, com o esporte sofrendo consideráveis mudanças econômicas", continuou.
"Contudo, eventos recentes fizeram a força do governo da FIFA cair e repensar seu comando. Eu conto com seu apoio. Nós todos amamos o futebol e, por isso, juntos, vamos dar aos milhares de milhões de fãs do futebol a FIFA que eles querem: A FIFA exemplar, unida e que mostra solidariedade. A FIFA respeitável, como é o povo", finalizou.
A FIFA já tem dois candidatos confirmados ao cargo de presidente. Além de Platini, a lenda brasileira Zico já confirmou que vai lutar pelo comando da entidade.
Bem, dos males o menor, mas, ainda tenho minhas dúvidas se as coisas realmente irão acontecer, pois tenho visto e entendido com as manobras da velha raposa (Joseph blatter), de que ele ainda não aceitou a ideia de sair e está fazendo de tudo para ficar. Vamos esperar para ver e ficar na torcida de que seja eleito o melhor ao invés do mais rico ( que é o caso do Principe do Catar). E lógicamente que o Zico não terá muitas chances, pois já deveria esta viajando e visitando todas as Ferações, coisa que não sei se está fazendo.
Fonte: diversas. Comentário: Roberto Q. de Andrade. 
UEFA president Michel Platini today (Wednesday) confirmed his intention to stand for the presidency of FIFA, stating that he has been encouraged by the support he has received from the member associations of world football’s governing body.
Today’s confirmation follows widespread speculation that Platini (pictured) would firm up his ambitions this week, with the news revealed in a letter sent by the Frenchman to the presidents and general secretaries of the 209 member associations of FIFA.
Platini said: “This was a very personal, carefully considered decision, one in which I weighed up the future of football alongside my own future. I was also guided by the esteem, support and encouragement that many of you have shown me.”
The UEFA president pledged that he would work tirelessly “in the interests of football”. He added: “There are times in life when you have to take your destiny into your own hands. I am at one of those decisive moments, at a juncture in my life and in events that are shaping the future of FIFA.”
FIFA this month said that the election for its new president will be held on February 26 as incumbent Sepp Blatter confirmed he would not stand again. The deadline for submission of candidates for the office of FIFA president must take place in writing, together with the declarations of support of at least five national associations, by October 26. Blatter announced his plans to resign four days after securing re-election for a fifth term in May amid American and Swiss criminal investigations into corruption in world football.
Platini has been president of UEFA since 2007 and a member of the FIFA Executive Committee since 2002. Platini was long considered Blatter’s heir apparent but the two men have grown distant in recent times, and the Frenchman has since been a vocal critic of his Swiss rival and the FIFA administration.
The 59-year-old was re-elected UEFA president by acclamation by delegates at the UEFA Congress in March after standing unopposed. It was the second time the former France national team captain and manager has retained his post without facing a challenger, having secured another term at the helm in 2011 after his initial election in 2007.
Platini today said: “During this last half-century or so, FIFA has only had two presidents. This extreme stability is something of a paradox in a world that has experienced radical upheavals and in a sport that has undergone considerable economic change. However, recent events force the supreme governing body of world football to turn over a new leaf and rethink its governance.”
Stating that he will seek to give FIFA back the “dignity and the position it deserves” Platini added to FIFA’s member associations: “I am counting on your support and our common love of football so that, together, we can give the tens of millions of football fans the FIFA that they want: a FIFA that is exemplary, united and shows solidarity; a FIFA that is respected, liked and of the people.”
Well, the lesser of evils, but I still have my doubts whether things will really happen because I have seen and understood with the old fox maneuvers (Joseph Blatter), that he has not yet accepted the idea of going out of the FIFA presidency and doing the all to stay. Let's wait and see and stay in cheerleading to be voted the best rather than the richest (which is the case of the Prince of Qatar). And logically that Zico will not have many chances, because he should this traveling and visiting all Federações, which does not know if he's doing.
Source: Sports Business International. Comment: Roberto Q. de Andrade.

25 de maio de 2015

Platini declara apoio a príncipe Ali na eleição presidencial da FIFA

O presidente da UEFA, Michel Platini, reiterou seu apoio à candidatura do príncipe Ali Bin Al Hussein, da Jordânia, contra o atual presidente da FIFA, Joseph Blatter, na eleição desta semana.
O príncipe Ali é o único candidato que irá enfrentar Blatter na eleição de sexta-feira no Congresso da FIFA em Zurique, após Luís Figo e Michael van Praag se retirarem na semana passada.
"Já tomei posição porque disse muitas vezes que a FIFA precisa de um novo líder", disse Platini ao jornal esportivo francês L'Equipe nesta segunda-feira.
Blatter busca o quinto mandato consecutivo apesar de dizer em 2011 que estava iniciando seu último mandato como chefe do órgão regulador do futebol mundial.
"Sabemos que ele não continua porque não terminou sua missão ou porque ainda tem grandes projetos para a FIFA. Não, ele só tem medo do futuro, já que dedicou sua vida inteira à FIFA", disse o ex-capitão da seleção francesa, que acredita que príncipe Ali é o homem certo para a função.
"Tenho profunda convicção de que Ali, que conheço pessoalmente há anos, pode ser um grande presidente para a FIFA", acrescentou.
(Reportagem de Julien Pretot).
Não resta a menor dúvida de que o José (Joseph Blatter), já deu o que poderia e deveria dar, no comando da FIFA, pois, nunca ninguém ouviu falar tanto em problemas/irregularidades/propinas, e desmandos, aliás, com esta idade já poderia esta pensando em ir cuidar de seus netinhos/ir pescar/ viajar pelo mundão afora, etc., até porque, dinheiro é o que não falta. Sou muito mais novo que ele, não tenho nem a sombra de sua fortuna, mais, já estou pensando em ir visitar Belize ou Costa Rica, (acho que poderia ajudar muito no segmento do futebol), e dependendo do convite virar cidadão Belinense ou Costa Riquenho, e ir pescar todos os dias pelo resto da minha vida. 

21 de março de 2015

Perto de eleição presidencial, Platini diz que FIFA precisa de mudança


Perto de eleição presidencial, Platini diz que FIFA precisa de mudança.

A dois meses da eleição presidencial na FIFA, o francês Michel Platini cobrou mudanças na entidade que comanda o futebol no mundo, nesta segunda-feira, reiterando sua oposição ao suíço Joseph Blatter. O presidente da UEFA, contudo, não assumiu nenhuma das três candidaturas que tenta vencer o atual presidente no pleito de maio.

Em uma entrevista transmitida por videoconferência na sede da UEFA, Platini afirmou que mudanças na FIFA são "importantes para o futebol" e que a entidade precisa de "novas ideias e de um novo programa". Foi uma referência clara à busca de Blatter por seu quinto mandato, nas eleições do dia 29 de maio.

Platini chegou a ser cotado para liderar a oposição contra Blatter nas eleições deste ano. Mas desistiu do pleito por temer perder força dentro da UEFA caso fosse derrotado na disputa da FIFA. "Talvez não seja o meu momento. Um dia, quem sabe, posso tentar", declarou o francês, que declarou que não iria apoiar Blatter na disputa, em junho do ano passado, durante a Copa do Mundo.

Nas últimas semanas, o presidente da UEFA vem demonstrando apoio aos três adversários de Blatter: o príncipe jordaniano Ali bin al-Hussein, um dos atuais vice-presidentes da FIFA, o ex-jogador Luis Figo e o presidente da federação holandesa, Michael van Praag, membro do Comitê Executivo da UEFA. Platini não apontou um favorito.

"Vamos ver o que acontece. Vamos conhecer o programa dos quatro candidatos. Mas acho que e importante para o futebol que ocorra uma mudança na FIFA", afirmou Platini, para quem " as eleições é uma oportunidade muito boa para abrir um debate por com objetivos democráticos no mundo do futebol".

Enquanto adia o sonho da presidência da FIFA, Platini tenta se manter no comando da UEFA. Na próxima semana, ele concorre ao seu terceiro mandato no cargo de mandatário europeu, em Viena.

Questionado sobre seu jeito de comandar a entidade, o francês negou qualquer viés autoritário em suas decisões. "Não acho que eu seja despótico. Sou muito, muito democrático e muito transparente. Nunca tomei uma decisão sem contar com o apoio do Comitê Executivo ou do Congresso da UEFA", declarou.


Estamos vendo uma declaração completa de cisnismo e de falta de hombridade, ele o presidente da UEFA, não quer que o Joseph Blatter se candidate mais uma vez, e quer que o futebol mude isso, mas, não larga o osso e já vai para seu terceiro mandato, à frente da UEFA, e não muda nada com medo de perder o atual cargo, então, "Faça o que digo, mas, não faça o que faço". Alguns anos atrás, (e está escrito aqui), até pensei que o Platini tinha vergonha e seria o "cara", para assumir a FIFA e alavancar muita coisa que precisa mudar, mas, agora vejo que o futebol, aqui, alí e acolá, é a mesma coisa, um amontoado de gente, querendo apenas uma coisa, manter seus interesses e aumentar sua conta bancária.

4 de fevereiro de 2015

Angry Champagne Quits FIFA Presidential Race

Jerome Champagne's FIFA fizz has evaporated. The Frenchman has quit the presidency trail, accusing federations and officials of running scared, after failing to secure the necessary support to enter the formal race.
The withdrawal of the former FIFA deputy general secretary has left three challengers to Sepp Blatter's ambition for a fifth term in office: FIFA's Asian vice-president Prince Ali of Jordan, Dutch federation chairman Michael Van Praag and Portugal's former world player of the year Luis Figo.
New rules stipulate that a candidate needs written nominations from at least five of the world federation's 209 member associations.
Champagne said that, despite a year-long campaign, he had attracted only three.
Clearly he blamed European federation UEFA's 'multiball' strategy of backing the other three candidates for eating away at his potential support.
He also regretted a fear factor among federations eager to remain in the good books with FIFA and their own regions.
Potential supporters turned away because:
"they feared reprisals from their confederations having issued 'recommendations';
"their federations were candidates to host continental competitions;
"they relied too heavily on the financial support;
"they were committed to defend a united continental front; and
"some of the presidents were themselves engaged in an election or simply preferred another candidate."
Pointing a finger directly at UEFA, without naming it or its Qatar-supporting president Michel Platini (pictured right), Champagne added: "The latest events orchestrated in secret with barely veiled intentions by one of [the confederations], distributing letters of support between candidates, made me lose sponsorships especially in Europe."
Champagne said he did not "feel any bitterness" but that was hardly borne out by the derision he poured on "proxy candidates waging the battles that others did not have the courage to fight."
Intriguingly, the one figure at whom he did not aim his rhetoric was his old boss for 11 years, Blatter.
Instead UEFA and its puppeteers were repeatedly painted as the villain of the piece.
Champagne raged on: "So-called programmes will appear with a list of high-sounding slogans and little precise substance.
"Proposals will be touted, smelling of demagoguery and politicking, such as increasing the number of teams in the finals of the World Cup - and certainly some 'copy and paste' sections directly from my programme.
"The hidden agenda - or not so hidden after all - is clear: under the guise of reforming FIFA lies the objective of further weakening it in favour of continental structures.
"This at a time when a strong governance of football, with regulatory and redistributive powers, is needed more than ever. It constitutes the perennial vision of UEFA since 1998.
"It is also to pave the road for the wealthy actors of the West European football to get their hands on the last thing they do not control yet: FIFA and the world government of football.
Blatter remains overwhelming favourite to hold off what Champagne regards as Europe's 'evil empire.'
Whether this will result in the reward of a return to FIFA for the Frenchman with an anti-European common interest will remain an open question until after FIFA Congress in Zurich on May 29.

5 de novembro de 2014

FIFA suspende presidente da Federação Italiana por racismo


O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC) Carlo Tavecchio, que fez declarações racistas, foi declarado inelegível para qualquer cargo oficial da FIFA por um período de seis meses, anunciou a entidade que comanda o futebol mundial.
No dia 7 de outubro, Tavecchio foi suspenso por seis meses de qualquer cargo oficial pela UEFA, o que o impedirá de participar no Congresso da entidade europeia, em 24 de março de 2015, que deve reeleger o francês Michel Platini.
Antes de sua eleição para a FIGC, Tavecchio afirmou: "Aqui temos a 'Opti Poba', que antes estava comendo bananas e agora joga como titular na Lazio".
As declarações pareceram uma referência ao jogador francês Paul Pogba, da Juventus, e provocaram forte polêmica na Itália.

16 de outubro de 2014

Platini defende cinco substituições e uso de cartão branco no futebol


No livro, "Falando de Futebol", lançado nesta quinta-feira na Europa, o atual presidente da UEFA, Michel Platini, sugere o aumento de três para cinco substituições por jogo, além da utilização de um cartão branco. As duas novas alterações seriam realizadas no intervalo.
- Os clubes têm elencos numerosos. Convém mais duas alterações – defende o francês.
Sobre o cartão branco, Platini acredita que seria uma forma de coibir a mania que os jogadores têm de contestar as decisões dos árbitros.
- É uma verdadeira epidemia. Temos que acabar com esse costume - acrescenta o ex-jogador.
O cartão deixaria o jogador fora de campo por dez minutos. Depois desse período, ele estaria livre para ingressar novamente na partida.

3 de junho de 2014

JORNAL BRITÂNICO COLOCA PLATINI EM POLÊMICA SOBRE SUBORNO NA ELEIÇÃO PARA LEVAR A COPA AO QATAR / BRITISH JOURNAL PUTS PLATINI IN CONTROVERSY OVER BRIBERY IN THE ELECTION TO MADE THE WORLD CUP IN QATAR



O presidente da UEFA, Michel Platini, foi apontado pelo jornal britânico The Telegraph nesta segunda-feira como participante de uma reunião secreta com Mohamed Bin Hammam, homem que teria pago milhões para levar a Copa do Mundo de 2022 para o Catar, subornando diversas autoridades do futebol.

A acusação põe a França como o primeiro País europeu envolvido no escândalo de suborno. Até o momento, apenas dirigentes de nações africanas e do Caribe haviam sido apontados como participantes do esquema.

Segundo o jornal britânico, a reunião foi um pouco antes da FIFA colocar o Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. Bin Hammam pessoalmente fez o lobby da candidatura para o ex-jogador francês.

Os membros do comitê executivo da FIFA votaram em secreto para a eleição da Copa, mas Platini havia indicado que tinha escolhido o Catar como sede. O dirigente também apoiou a proposta de mover a competição do verão para o inverno, visando evitar o calor do Oriente Médio.

Eu já desconfiava há algum tempo, por tudo que aconteceu (dele dar apoio ao atual presidente para uma nova reeleição), e agora, como diz um ditado aqui no Brasil, onde há fumaça há fogo. Infelizmente, vemos que onde existe o homem existe a corrupção só depende do montante oferecido, não é somente um problema endêmico brasileiro, como noticiou a Revista France Football.

Fonte: The Telegraph. Comentário: Roberto Queiroz. Foto: Getty.

The UEFA president, Michel Platini, was appointed by the British newspaper “The Telegraph” on Monday as a member of a secret meeting with Mohamed Bin Hammam, the man who would have paid millions to bring the 2022 World Cup to Qatar, bribing various authorities of football in Europe.

The indictment puts France as the first European country involved in the bribery scandal. So far, only leaders of African nations and the Caribbean had been identified as participants in the scheme.

According to the British newspaper, the meeting was just before the FIFA put Qatar to host the 2022 World Cup. Bin Hammam personally lobbied the application for the former French player.

The members of FIFA's executive committee voted in secret to elect a Cup, but Platini had indicated that it had selected Qatar as host. The leader also supported the proposal to move the competition from summer to winter, aiming to avoid the heat of the Middle East.

I have my own suspected for some time, for everything that happened (it support the current president to a new reelection), and now, as the saying goes here in Brazil, where are smoke there's fire. Unfortunately, we see that where there is man and money there is corruption only depends on the amount offered, is not only a Brazilian endemic problem, as reported in the France Football Magazine few days ago about our World Cup.


Source: The Telegraph. Comment: Roberto Queiroz. Photo: Getty.

30 de março de 2014

UEFA CHIEF MICHEL PLATINI TALKS UP FIFA PRESIDENCY CHANCES /


UEFA president Michel Platini has claimed that he is the only person capable of defeating FIFA president Sepp Blatter in an election for the top job at football’s global governing body.
The 58-year-old head of football’s European governing body reiterated that he has not decided whether to stand for the FIFA presidency next year, but he told the Reuters news agency: “There is only one person who can beat Blatter – me.”
Blatter has been president of FIFA since 1998 and has repeatedly hinted that he will stand for a fifth term in office in 18 months’ time, despite initially promising that his current four-year term would be his last. The incumbent head of world football has previously said he will make a decision before this year’s FIFA Congress, which will be held in June ahead of the World Cup in Brazil.
Platini, who has served as UEFA president since 2007, said that he would decide later this year whether to stand for the top job at FIFA. Asked if he had enough backing outside Europe, he replied: “Yes I have many people who support me around the world but I have not yet decided to run. I am happy being UEFA president and I still have to decide about FIFA. I will consult many people but it will be my personal decision in the end.”
In January, Jerome Champagne launched his bid to stand for the FIFA presidency in 2015, but immediately cast uncertainty over his prospects for victory by admitting that he would be unlikely to defeat Blatter. Platini’s fellow Frenchman had served as one of Blatter’s key advisers until he left his post as director of international relations in 2010, having worked for FIFA in an 11-year spell that included a spell as deputy secretary general.
In a separate announcement today (Thursday), UEFA said that it had appointed the Vero Communications agency to help develop and support its international communications activities. Working closely with Platini’s chief of press, Pedro Pinto, the company Vero will provide strategic communications support on a range of key issues and the promotion of major milestones in the European football calendar.
The Vero chairman Mike Lee, who served as UEFA'S director of communications and public affairs from 2000 to 2004, said: “With an evolving European football landscape, UEFA is playing a key role in shaping the future and we are delighted to be joining the team to help develop and deliver effective communications to stakeholders and the international media.”

29 de outubro de 2013

Platini quer expansão da Copa do Mundo para 40 equipes



O Presidente da UEFA, Michel Paltini, sugeriu que a Copa do Mundo deve ser expandida para 40 times a partir de 2018. A ideia do francês é que mais seleções africanas e asiáticas possam participar do torneio sem reduzir a participação europeia.
Atualmente, a África possui cinco equipes representantes do continente na Copa do Mundo e, na Ásia quatro a cinco equipes disputam o torneio, dependendo do resultado de uma partida de repescagem contra um adversário da América do Sul. A Europa é dona de 13 das 32 vagas da competição. Platini disse que a adição de mais oito equipes para a Copa do Mundo só exigiria um aumento de três a quatro dias na programação do torneio.
“É bom para todo mundo” disse Platini ao jornal britânico Times. “Eu concordo totalmente com o Sr. Blatter que precisamos de mais africanos e asiáticos, mas, em vez de tirar algumas equipes europeias, devemos aumentar a competição para 40 equipes. Assim podemos acrescentar dois africanos, dois asiáticos, dois americanos, um da Oceania e um da Europa.”
Platini se pronunciou após o Presidente da FIFA, Joseph Blatter, sinalizar nesta sexta-feira que gostaria que a África e a Ásia tivessem uma representação maior na Copa do Mundo. “Sob uma perspectiva puramente esportiva, eu gostaria de ver a globalização levada a sério, e as nações africanas e asiáticas receberem o status que elas merecem na Copa do Mundo.” disse Blatter à nova revista semanal da FIFA. “Não é justo que as confederações da Europa e da América do Sul possuam a maioria das vagas ao torneio, já que, somadas, elas possuem significantemente menos associações membros (63) do que a África e a Ásia (100).”
Não restam dúvidas de que temos que ter mais alguns Países disputando a Copa do Mundo, afinal é uma competição mundial, e estamos globalizados, agora, colocar seleções por que a África ou Ásia são grandes, isto será uma heresia.
Se tiver que ter mais seleções a Copa do Mundo, que seja por competência, por saberem e terem um nível que se compare à Europa e América do Sul. E por que não começarem incluindo-os nas classificatórias.
Fonte: Reuter. Comentário: Roberto Queiroz.


1 de agosto de 2013

PLANO DE PREVIDÊNCIA: CONHEÇA A CARREIRA DE EX-JOGADORES QUANDO PARAM DE JOGAR / PENSION PLAN: KNOW THE CAREER OF FORMER PLAYERS AFTER STOP PLAYING



Golaço até fora de campo.

Ao encerrar a carreira, jogadores de futebol costumavam montar escolinhas ou tentavam a vida como técnicos. Hoje eles ocupam espaço em outras áreas.


Com rendimentos milionários, alguns jogadores de futebol não costumam pensar no que será de sua carreira ao deixar os gramados. “Eles precisam buscar qualificação em outra área”. De fato, cada vez mais surgem exemplos de craques que começam a se dar bem em outras praias.

Dedicar-se a ações sociais é uma forma de manter o nome em alta. Desde 1998, ex-meio-campista Raí e o ex-lateral Leonardo, seu colega nos tempos de São Paulo, criaram a Fundação Gol de Letra, ONG que atende crianças carentes através do esporte e da cultura. Antes, porém, eles procuraram bons modelos na área, como o do Instituto Ayrton Senna.

Agora quem manda sou eu.

Capacidade de liderança e certo jogo de cintura para sobreviver em meio à politicagem podem levar o profissional à chefia. Alguns jogadores fizeram a transição para os bastidores e tornaram-se dirigentes. Como o francês Michel Platini, carrasco do Brasil na Copa de 1986.
Aposentado em 1987, foi técnico da França. Mas se consagrou como um cartola de opiniões fortes. Apadrinhado pelo presidente da FIFA, Joseph Blatter, ele chegou ao comando da confederação europeia em 2007.

Empresário fenômeno.

Com histórico de superações como jogador, Ronaldo conquistou credibilidade nos negócios. Investindo em um setor que dominava, em 2011, ele abriu a agência de marketing esportivo 9ine. A empresa deve faturar 50 milhões de reais até 2014, cuidando da imagem de Neymar, Lucas, Leandro Damião e outros.
To end his career, football players used to riding academies or tried life as technicians. Today they take up space in other areas.

With income millionaires, some football players do not usually think about what will be his career by leaving the field. They need to seek qualification in another area. They know that. In fact, increasingly, there are examples of stars who begin to do well in other beaches.

Golaço up off the field.

Engage in social activities is a way to keep the name up. Since 1998, the former midfielder Rai and ex-right wing back Leonardo, his colleague in the time of São Paulo, created the Gol de Letra Foundation, an NGO that serves underprivileged children through sport and culture. First, however, they looked good models in the area, such as the Instituto Ayrton Senna.

Now I'm in charge.

Leadership ability and right balancing act to survive amid the politicking can lead to professional positions. Some players have made the transition into the background and become leaders. As the Frenchman Michel Platini, executioner of Brazil in the 1986 World Cup.

Retired in 1987, was France coach. But it was consecrated as a topper strong opinions. Sponsored by FIFA President Joseph Blatter, he came to command the European confederation in 2007.

Entrepreneur “phenomenon”.

With history as a player overshoots, Ronaldo won credibility in business. Investing in an industry that dominated in 2011, he opened a sports marketing agency 9ine. The company should earn 50 million by 2014, taking care of the image of Neymar, Lucas and Leandro Damiao others.

Fonte/Source: Várias/Lots. Foto/Photo: net Tradução/Translator: Roberto Queiroz e Roberto Junior. 

1 de fevereiro de 2013

QATARGATE, O LEILÃO DO MUNDIAL EM 2022 / QATARGATE, THE AUCTION OF THE WORLD IN 2022



Não é a primeira vez que a FIFA é acusada de vender a organização de um Mundial. A investigação da France Football à volta da compra de votos da organização da candidatura do Qatar, organizador do Mundial de 2022, lembra o processo organizado por João Havelange em 1986. O silêncio da FIFA contrasta com um longo historial de corrupção.

*A corrupção da era Havelange*

Dinheiro. Tudo se decide por dinheiro.

Essa é a máxima da FIFA há quarenta longos anos, uma máxima que remonta ao dia que em João Havelange prometeu pagar a fidelidade de quem o apoiava na eleição contra o britânico Stanley Rous. O presidente da Confederação Brasileira de Futebol venceu uma das eleições mais disputadas da história porque soube antecipar-se no tempo.
Essencialmente, soube ler o crescimento do terceiro mundo e a sua influência no sistema de votação do máximo órgão do futebol. E entendeu que os votos de tantos países custavam à FIFA muito pouco.

Com dinheiro Havelange comprou a influência necessária para ser presidente durante mais de duas longas décadas. Pelo dinheiro, transformou o Mundial num couto de caça privado para as multinacionais que sempre o apoiaram, da alemã Adidas à norte-americana Coca Cola.

O dinheiro que as empresas deram à FIFA, em troca da exclusividade de anunciar-se nos seus eventos, dividiu-se entre as federações a quem havia que agradecer o apoio e os cofres de uma FIFA que até então não dava sequer lucro anual. Para aumentar a margem de lucro ampliou-se o Mundial, primeiro a 24 e depois a 32 equipes.

Criou-se o modelo de rotatividade continental para afastar o torneio da Europa – os países que menos estavam dispostos a entrar no jogo de Havelange e do seu sucessor, o suíço Sepp Blatter – e aproximá-lo das potências econômicas emergentes. Em 1994, os Estados Unidos. Em 2002 os ricos estados orientais do Japão e da Coreia do Sul. Em 2010, o estado africano mais emblemático, a África do Sul e para os anos seguintes Brasil, Rússia e Qatar. Países com economias pujantes e governos facilmente influenciáveis pela organização que profissionalizou o futebol e com ele o levou a uma era de mercenarismo absoluto.


 *A Televisa e o México 86*

A excelente reportagem publicada pela France Football transforma apenas em documentação escrita o que era vox populi há um ano.

Ninguém era capaz de acreditar, durante todo o processo de eleição das sedes dos próximos Mundiais, que a candidatura Qatarí fosse a mais adequada. Os rumores foram de tal ordem que a própria FIFA confessou, à posteriori que talvez tivesse sido um erro atribuir dois Mundiais com tanta antecedência. O que se esqueceu de acrescentar foi o dinheiro que
ambas as candidaturas ganhadoras adiantaram à FIFA e aos seus membros.
Um cenário muito similar ao que sucedeu em 1986.

Como desvelou http://www.futebolmagazine.com/fifa-televisa-e-a-venda-do-mundial-de-86  o */@Futebol Magazine/*, o Mundial de 1986 estava previsto ser disputado na Colômbia, mas os problemas com os barões da droga locais e, sobretudo, a negação do governo colombiano de recompensar a FIFA pela sua escolha, levou João Havelange a forçar a retirada da organização do evento ao país sul-americano. Depois, bem ao estilo do seu sucessor, Sepp Blatter abriu um leilão entre as restantes potências do continente
para descobrir quem dava mais. Deu esperanças ao seu Brasil, mas apenas para colocar na cúpula presidencial da CBF o seu genro, o polêmico Ricardo Teixeira.

Depois colocou frente a frente às candidaturas do Canadá e dos Estados Unidos, para saber quem pagava o maior suborno. Durante todo o processo, a organização já estava atribuída  ao México, graças à influência, amizade e milhões investidos pelo dono da Televisa na campanha de reeleição de Havelange e na sua fortuna pessoal. O Mundial sobreviveu a um terremoto, no ano anterior à sua realização, e passou para a história
como o primeiro caso claro de como a FIFA tratava com os países organizadores dos seus torneios. O caso do Qatar é apenas um reflexo desse passado.

 *A conexão parisina*

O pequeno país do Golfo Pérsico será, caso realize o torneio, o mais pequeno da história a receber um Campeonato do Mundo.

É o 164º maior país do Mundo, a uma considerável distância da Suiça, até hoje o país organizador mais pequeno. Não tem acesso direto ao mar e concentraria no menor número de quilômetros quadrados da história todas as suas cidades-sede, com estádios construídos de raiz. A isso junta-se a polmica à volta do calor infernal do Junho no Golfo – que levou
alguns dirigentes a propor a realização do torneio no Inverno – e a política conservadora e homófoba das autoridades árabes, em relação ao consumo de cerveja, à presença de mulheres nos estádios e a comportamentos homossexuais em público.

E, no entanto, em comparação com as candidaturas de Coreia do Sul, Austrália, Estados Unidos e Japão, o Qatar foi eleito com clara vantagem.
Porquê?

O polémico Jack Warner, presidente da confederação caribenha, afirmou publicamente que houve quatro membros do comité que trocaram o seu voto em troca de mais de 20 milhões de dólares e apontou o dedo a Nicolas Leoz, Julio Grondona, Rafael Salguero e Issa Hayatou. Outros dos membros, entre os quais se encontravam Angel Maria Villar, teriam chegado a receber mais de 10 milhões de dólares por voto e alguns favores inesperados.

Um suborno patrocinado, sobretudo por duas figuras nucleares no sucesso da candidatura Qatarí: Sepp Blatter e Michel Platini.

O presidente da FIFA foi o primeiro a defender a organização de um torneio na região. Já o tinha provado, com a deslocação temporal do Mundial de Clubes de Tóquio para o Golfo Pérsico e sempre se mostrou interessado num casamento entre a FIFA e os petrodólares, similar ao que outros dirigentes como Bernie Eclestonne, o senhor todo poderoso do
automobilismo, logrou num passado recente. Blatter criou o conceito da rotatividade precisamente para garantir que todos os continentes teriam o seu prémio por apoiá-lo publicamente. No caso asiático recompensou primeiro as potências mais a oriente e depois virou-se para a zona do continente onde mais dinheiro se move na atualidade.

Mas o presidente da FIFA, acusado várias vezes de corrupção por investigadores como Andrew Jennings, autor do programa britânico Panorama e do livro FOUL!, http://www.futebolmagazine.com/foul-o-mundo-secreto-da-fifa não estava só. A peça nuclear no puzzle era outra, o presidente da UEFA, MichelPlatini.

O francês prepara há vários anos a sucessão de Blatter, do qual foi delfim nos anos 90, trabalhando como secretário pessoal do suíço  uma relação de proximidade que se seguiu à organização do Mundial de 1998, do qual Platini era o presidente do comité do torneio. Desde entãoBlatter e Platini trabalham em equipe. Destronaram o sonho dos europeus,
com uma dupla vitória sobre o sueco Leonardt Johanssen e acabaram com o projeto G14. A UEFA, com Platini, alinhou-se como não o fizera nunca à FIFA, em todas as suas manobras políticas. Foi o francês quem estabeleceu a ponte entre a candidatura do Qatar e a FIFA como consequência de um negócio muito particular, patrocinado pelo presidente
francês, Nicolas Sarkozy.

Sarkozy e Platini reuniram-se várias vezes em Paris com membros da família Al-Thani, que governa a região há várias décadas. Em troca do apoio da UEFA, os Qatarís realizaram um investimento massivo na França, através da aquisição do Canal+ e do Paris Saint-Germain. O país pérsico tornar-se-ia num dos principais investidores em terras gaulesas, com o
beneplácito institucional do governo francês, e desbloquearia assim o acesso à organização do torneio de maior repercussão mundial.

Platini confessou, depois da própria votação, que tinha sido um dos que votaram na candidatura do Qatar. E deu uma razão insólita, quando questionado sobre as deficiências e problemas de um Mundial no Golfo Pérsico, em contraposição com candidaturas mais bem preparadas. “Já se tinham candidatado cinco vezes, era hora”, foram as suas declarações. Um pretexto público para uma decisão privada.

Com o investimento dos Al-Thani garantido, Platini tratou de fazer campanha pessoal – como fez igualmente pela Rússia – a favor do Qatar. O seu foi um dos 14 votos (em 22) que apoiaram uma candidatura que nem sequer estava entre os favoritos, algo que despoletou criticas de vários membros do comité, entre os quais o alemão Theo Zwanziger, que solicitou uma nova votação, desconfiando seguramente que havia algo pouco normal
com este processo. A candidatura ibérica ao Mundial de 2018 também prometeu uma troca de votos com o Qatar, oferecendo em troca um amigável a realizar este ano em Doha com a seleção campeã do Mundo. Angel Maria Villar, braço-direito de Blatter, pensava assim captar o apoio do Qatar e dos seus seguidores para a sua candidatura sem saber que, às suas costas, Michel Platini já tinha persuadido a família Al-Thani para votar
na candidatura da Rússia, com quem Paris manteve sempre excelentes relações.

 *O dilema*

Em 1986 nenhum órgão de comunicação se fez público o negócio entre Havelange e a Televisa e o Mundial decorreu tranquilamente. Agora Sepp Blatter, e o seu eventual sucessor, tem um grande problema nas mãos.

Por um lado o torneio está atribuído ao dinheiro Qatarí nas contas bancárias dos membros da FIFA e os negócios com empresas de construção começam a realizar-se rapidamente. Por outro, a indignação pública que já se manifestou quando da eleição, voltará em força, aliada aos inevitáveis problemas que organizar um torneio na zona irá acarretar. O Mundial só terá lugar daqui a uma década, tempo suficiente para a FIFA tomar cartas no assunto. Retirar o Mundial ao Qatar não significa só devolver todo o dinheiro pago. É também um assumir de culpa, de fraude, que poderá significar o derrubar definitivo do prestigio da organização.

Mas se nada fizerem os mesmos dirigentes, cairão no descrédito público e o torneio de 2022 pode mesmo tornar-se no principio do fim do conceito de excelência que sempre rodeou a organização de um Mundial.

O leilão do Mundial de 2022 ficará, para a posteridade, como mais um símbolo da corrupção que há décadas se instalou na sede da FIFA, em Genebra, para nunca mais sair.

Este é o futebol mundial, e como se espera que no Brasil e em outras partes do mundo exista transparência e decência. O exemplo que temos é este corrupção e corruptores vindos da FIFA, das grandes empresas, a corrupção vem de todos os Paíse e de todas as pessoas.

O órgão máximo que deveria nortear os rumos de integridade e da ordem mundial do futebol não existe, aliás, não adianta levantar o brasileiro suíço como bode expiatório, querendo manchar apenas o nosso País, pois, a corrupção já existia. E mostram que unidos seus dirigentes fazem todo tipo de acordo e negociata para encher os bolsos, não existe ordem e muito menos honestidade, o futebol que vá para os raios que o partam.

Fonte: Futebol Magazine. Foto: Divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e  Roberto Queiroz Junior.

Not the first time that FIFA is accused of selling the organization of a World. Investigating the France Football around the buying of votes organization of the candidacy of Qatar, organizer of the World 2022, remember the process organized by João Havelange in 1986. The silence of FIFA contrasts with a long history of corruption.

* The corruption was Havelange *

Money. Everything is decided by money.

This is the maximum of FIFA for forty long years, a maxim that goes back a day in which João Havelange promised to pay the loyalty of those who supported in the election against British Stanley Rous. The president of Brazilian Football Confederation won an election more
disputed the story because he knew anticipate in time. Essentially, I learned to read the third world growth and its influence on the voting system of the maximum body of football. And understand that the votes of many countries to FIFA costing very little.

With Havelange money bought influence needed to be President for more than two decades long. For the money, World turned into a private hunting area for multinationals who always supported him, the German Adidas the American Coca Cola.

The companies gave money to FIFA in exchange for exclusivity advertise themselves in their events, divided between the federations who had to thank the support and the coffers of a FIFA hitherto not even gave annual profit. To increase the profit margin has widened the
World, first to 24 and then to 32 teams.

Created the turnover model to ward off the continental tournament in Europe - the countries that were less willing to enter the game Havelange and its successor, the Swiss Sepp Blatter - and bring it closer to the economic powers
emerging. In 1994, the United States. In 2002 the rich eastern states of Japan and South Korea in 2010, the most emblematic African state, South Africa and for the following years Brazil, Russia and Qatar. Countries with economies booming and governments easily influenced by the organization professionalized football with him and took him to an era of absolute mercenary.


* Televisa Mexico and 86 *

The excellent report published by France Football transforms only written documentation on what it was a year ago vox populi.

Nobody could believe, throughout the process of election headquarters near the World, the Qatari bid was the most adequate. Rumors were such that FIFA itself confessed to
posteriori that might have been a mistake to assign two World so far in advance. What he forgot to add was that the money both nominations winners advanced the FIFA and its members. A scenario very similar to what happened in 1986.

How unveiled the http://www.futebolmagazine.com/fifa-televisa-ea-venda-do-mundial-de-86 * / @ Football Magazine / *, the 1986 World Cup was scheduled to be played in Colombia, but problems with local drug barons and especially the denial of the Colombian government to reward by FIFA your choice, João Havelange led to pry the organization of the event to the South American country. Then, in the style of his successor, Sepp Blatter opened an auction among the remaining powers of the continent to find out who gave more. Brazil gave their hopes, but only to put the presidential summit of CBF his son in law, the controversial
Ricardo Teixeira.

After pitted the applications in Canada and the United States, to know who paid the highest bribes. Throughout the process, the organization was allocated to Mexico under the influence, friendship and millions invested by the owner of Televisa in campaign reelection Havelange and his personal fortune. The World survived an earthquake in the year prior to its implementation, and passed into history as the first clear case of how FIFA dealt with the country organizers of their tournaments. The case of Qatar is just a reflection
that past.

 * The connection Parisian *

The small Persian Gulf country will perform if the tournament, the more little history to receive a World Championship.

It is the 164th largest country in the world, at a considerable distance from Switzerland to today the hosts smaller. No direct access to the sea and concentrate on fewer square miles of history all their host cities with stadiums built from scratch. To this joins the polmica around the infernal heat of June in the Gulf - which led some leaders to propose the tournament in the winter - and conservative and homophobic Arab authorities in relation to consumption of beer, the presence of women in stages and homosexual behavior in public.

Yet, compared to the applications of Korea,
Australia, United States and Japan, Qatar was elected with a clear advantage. Why?

The controversial Jack Warner, president of the Caribbean confederation said publicly that there were four committee members who switched their vote in exchange for more than $ 20 million and pointed the finger at Nicolas Leoz, Julio Grondona, Rafael Salguero and Issa Hayatou. Others of members, among whom were Angel Maria Villar, would come
receiving over 10 million dollars per vote and some favors unexpected.

A bribe sponsored mainly by two figures on nuclear success the Qatari bid: Sepp Blatter and Michel Platini.

FIFA President was the first to advocate the organization of a tournament in the region. He had already proved, with the temporal displacement Club World Cup in Tokyo for the Persian Gulf and has always been interested in a marriage between FIFA and petrodollars, similar to that other leaders like Bernie Eclestonne, the almighty lord of motoring, achieved in the recent past. Blatter created the concept of turnover precisely to ensure that all continents have your premium support him publicly. In the case Asian rewarded
powers over the first east and then turned to the zone continent where more money moves today.

But the FIFA president, accused repeatedly of corruption by Researchers like Andrew Jennings, author of the British program Panorama and the book FOUL!, Http://www.futebolmagazine.com/foul-o-mundo-secreto-da-fifa was not alone. The piece in the puzzle was another nuclear, the UEFA president MichelPlatini.

The Frenchman prepares for several years in succession Blatter, which was Dauphin in the '90s, working as personal secretary of the Swiss one close relationship that followed the organization of the 1998 World Cup, which Platini was the chairman of the tournament. Since
Blatter and Platini work in teams. Dethroned the dream of Europeans, with a double victory over the Swede Leonardt Johanssen and ended with the G14 project. UEFA with Platini, lined up like never not had the FIFA, in all their political maneuvering. It was the French who
established the bridge between Qatar and FIFA's candidacy as consequence of a very particular business, sponsored by President French President Nicolas Sarkozy.

Sarkozy and Platini met several times with members of Paris Al-Thani family, which has ruled the region for decades. In exchange for support of UEFA, the Qataris made a massive investment in France through the acquisition of Canal + and Paris Saint-Germain. The country persian would become a major investor in Gallic lands, with institutional consent of the French government, and so unblocked access to the organization's biggest tournament worldwide repercussions.

Platini confessed after the vote itself, which had been one of the voted for the candidacy of Qatar. And gave an unusual reason, when asked about the weaknesses and problems of a World in the Gulf Persian, as opposed to applications better prepared. "Ever had applied five times, it was time, "were his statements. A public pretext for a private decision.

With the investment of the Al-Thani guaranteed Platini tried to make personal campaign - as did also by Russia - in favor of Qatar. The his was one of 14 votes (of 22) who supported a candidate that not was not even among the favorites, something that sparked criticism from various Committee members, including the German Theo Zwanziger, who requested a new vote, suspecting something was surely somewhat normal with this process. The Iberian candidature to the 2018 World Cup also promised an exchange of vows with Qatar, offering in exchange a friendly to be held this year in Doha with the national team world champions. Angel Maria Villar, right-hand Blatter, thought so capture the support of Qatar and his followers for your application without knowing that their back, Michel Platini had persuaded Al-Thani family to vote the candidacy of Russia, with whom Paris has always maintained excellent relations.

 * The dilemma *

In 1986 no organ of communication between the business made public Havelange and Televisa and World ran smoothly. Now Sepp Blatter and his eventual successor, has a big problem on their hands.

On the one hand the tournament is awarded to Qatari money in the accounts bank members of FIFA and the business with construction companies begin to take place quickly. On the other, the public outrage that already manifested itself when the election returns in force, coupled with inevitable problems that organize a tournament in the area will entail. The
Worldwide only take place a decade from now, long enough for FIFA take in the affair. Removing the World to Qatar does not mean only return all money paid. It is also an assumption of guilt, fraud, may mean that the final overthrow of the prestige of the organization.

But if the same leaders do nothing, will fall into disrepute public tournament in 2022 and may even become the beginning of the end of the term of excellence that has always surrounded the organization of a World.

The auction will be the World Cup of 2022, for posterity, as more a symbol of the corruption that for decades was installed at FIFA headquarters in Geneva, never to leave.

This is the football world, and as expected in Brazil and other parts of the world there is transparency and decency. The example I have is this corruption and mischief come from FIFA, and the big companies, comes from everywhere and everybody.

The highest body that should guide the direction and integrity of the football world order there is indeed no point in lifting the Brazilian franc as a scapegoat, just wanting to tarnish our country, because corruption existed. And show that united their leaders make all kinds of racket and according to line their pockets, there is much less order and honesty, football that goes to the rays that break.

Source: Football Magazine. Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.