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25 de agosto de 2015

Discurso de Luxa irrita, e Cruzeiro pensa em Cuca e Adilson Batista


A somente um ponto da zona de rebaixamento, a diretoria do Cruzeiro já põe em dúvida a continuidade de Vanderlei Luxemburgo em seu banco de reservas. O motivo não é apenas o rendimento abaixo do esperado após 17 jogos no comando do time. Os cartolas celestes não se conformam com o discurso de treinador, que, depois de perder de 3 a 0 para o Corinthians, no último domingo, classificou a derrota como "normal".
Essa não foi a primeira vez que o técnico se referiu assim a um tropeço da equipe na competição.
O mesmo aconteceu também depois de reveses contra São Paulo e Fluminense, também neste Nacional.
Por esse motivo, pressionados por conselheiros, os dirigentes na Toca da Raposa II julgam a semana como decisiva para o restante da temporada. O time recebe o Palmeiras, na próxima quarta-feira, para tentar reverter desvantagem e avançar na Copa do Brasil. No fim de semana, é a vez do Santos visitar o Mineirão, pelo Brasileiro.
A situação ficará insustentável para Luxa em caso de fracasso nessas partidas.
Na última segunda-feira, após treino em Belo Horizonte, nenhum jogador falou com a imprensa. O escolhido foi o diretor Isaías Tinoco, trazido pelo comandante. Ele negou a pressão por demissão.
"Vanderlei é nosso técnico. A chance de melhorar existe e está muito clara. Vemos uma evolução técnica", disse.
Apesar do apoio público, o Cruzeiro trabalha com a informação de que Cuca pode antecipar a sua volta ao Brasil e deixar o Shandong Luneng, da China, antes mesmo do fim de seu contrato, em dezembro. Ele já foi consultado por cartolas celestes antes mesmo do acerto com Luxa. Outro nome cogitado na Raposa é o de Adilson Batista, que agrada internamente e tem baixo custo.
Prestes a completar três meses no clube, Luxemburgo tem contrato até o final de 2016. A princípio, ele chegou ao time com 'superpoderes', com respaldo do presidente Gilvan de Pinho Tavares para assumir o vazio deixado pelo executivo Alexandre Mattos, hoje no Palmeiras.
Certamente que nunca veremos ator ou compositor ser jogador de futebol, ou um técnico ser o seu próprio Manager (nunca vi ninguém, assobiar, chupar cana, e comer farinha, sem engasgar), esse é o resultado do Wanderlei querer ser o que não é. Uma coisa é incompatível com a outra, amici.
fonte: ESPN. comentário: Roberto Q. de Andrade.

25 de maio de 2015

Reunião decidirá se Luxemburgo será demitido do Flamengo


Há dez meses no cargo de técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo nunca esteve tão perto da demissão. Os maus resultados e as fracas atuações da equipe, não só no Campeonato Brasileiro, mas no ano inteiro; fazem o treinador perder força. Reunião entre integrantes da diretoria definirá se ele seguirá à frente do elenco. As chances de demissão cresceram, obviamente, nas últimas semanas.

Além do fraco futebol da equipe, para setores do clube Vanderlei voltou a falar demais. O treinador gosta de se envolver em temas diversos e utiliza suas entrevistas para abordar assuntos além das quatro linhas, o que gera insatisfação. 
Por isso, quando contratado, foi dito a ele que seria apenas técnico de futebol, sem maiores poderes. Essa idéia foi reforçada quando formalizaram a permanência do treinador, na virada do ano. O clube contratou o treinador, não o "manager" que ele gostaria de ser.
Não ha apego por sua permanência, tanto que quando o São Paulo o procurou, foi informado que a chance de qualquer aumento para segurá-lo era zero. E se quisesse ir embora, bastaria pagar a multa. Após o empate com o Sport a avaliação interna sobre o trabalho de Luxemburgo piorou, com o time marcando mal e se mostrando incapaz de explorar seu maior potencial, o contra-ataque. Quem esperava novidade tática se decepcionou e irritação cresceu.
A paciência da diretoria com Luxemburgo depende da ala. Pela mais radical ele sequer teria começado o ano, é visto por esses como "técnico de curta duração, pouco confiável para um projeto mais longo". Se, por exemplo, o ex-vice-presidente de marketing Luiz Eduardo Baptista, o BAP, ainda estivesse no grupo, as chances de já ter deixado o clube seria maiores. Ele seria um dos que mais pressionaria pela demissão.
Também há a ala mais moderada, da qual fazem parte o presidente Eduardo Bandeira de Mello e o vice de futebol, Alexandre Wrobel. Tal grupo considerava Vanderlei a melhor opção no momento da renovação de contrato. Mas essas pessoas também estão perdendo a paciência com o técnico.
Caso caia, Jayme de Almeida assumiria, mas apenas como interino. Hoje não há chance de que o efetivem como treinador. O acordo é para atuar como auxiliar, mas sua presença significa a existência de alguém para dirigir o time por algumas partidas se for necessário. Os cartolas acham que sua efetivação após ganhar a Copa do Brasil 2013 foi um erro, que levou a outro, a contratação de Ney Franco.
Já após o empate com o Sport, uma das avaliações internas era de que contratar dois ou três jogadores não resolveria o problema atual se o time, na "zona da confusão". jogar mais vezes da mesma maneira. Tal ideia se reforçou após a derrota para o Avaí. A proximidade do jogo com o Náutico, quarta-feira, e o clássico com o Fluminense, domingo, podem proporcionar a Luxemburgo mais tempo para uma tentativa de recuperação. O grande risco, para ele, é sequer chegar até lá no cargo.
Esta é a pratica dos nossos dirigentes, qualquer tropeço, e o técnico é mandado embora. Infelizmente eles não tem tempo nem para olhar as máximas do futebol e muito menos os prejuízos que os clubes sofrem com estas demissões ou trocas sem embasamento concreto que é ou seria a solução esta medida, no minimo, tempestuosa. 

24 de fevereiro de 2015

Por dívida com Edmundo, Justiça impede Fla de pagar salários de Luxa

O Flamengo está impedido de pagar o salários de Vanderlei Luxemburgo. Tudo por conta de uma briga judicial entre o treinador rubro-negro e o ex-atacante Edmundo. Luxa é processado pelo ex-jogador por conta de uma dívida que não teria sido quitada. Com isso, a Justiça obrigou, em janeiro, a depositar o valor destinado ao técnico em juízo. A notícia foi dada pelo portal UOL.
O clube confirma que Vanderlei Luxemburgo já foi informado sobre o assunto, mas preferiu não comentar se o valor vem sendo depositado em juízo ou se o técnico está sem receber desde então. Como é praxe no meio do futebol, Luxemburgo recebe os salários do Flamengo via pessoa jurídica, com sua empresa, a WL Sports SS Ltda.
A briga entre Luxemburgo e Edmundo se arrasta na Justiça há quase dez anos. Tudo se deveu a dois cheques sem fundos que teriam sido dados pelo treinador para quitar uma dívida de cerca de R$ 400 mil. Sem acordo, Edmundo recorreu à Justiça e o valor, corrigido, gira em torno de R$ 2,8 milhões. A reportagem tentou contato com o advogado de Edmundo, Luis Roberto Leven Siano, mas as ligações não foram atendidas.
Esse é o futebol amador e cheio de picuinhas, onde se diz que é profissional e onde pessoas que não tem nada a ver com este esporte, conseguem entrar vendendo até a alma para o gabirú, e quem paga somos todos nós.

3 de dezembro de 2014

Felipe Ximenes é demitido do Flamengo


Um episódio que se desenhava há alguns meses enfim se confirmou na manhã desta quarta-feira. O diretor de futebol do Flamengo, Felipe Ximenes, foi demitido do cargo pela cúpula rubro-negra. Ximenes não gozava de prestígio no clube e tampouco tinha bom relacionamento com o técnico Vanderlei Luxemburgo e parte do elenco. Rodrigo Caetano, que se desligou do Vasco, é o nome de preferência para ocupar a vaga.
Ximenes chegou ao Flamengo no fim de maio para participar da reestruturação do futebol rubro-negro ao lado do técnico Ney Franco, também recém-contratado. Mas logo em seu primeiro jogo a relação com o elenco começou a se desfazer. No vestiário da partida em que o Flamengo sofreu 3 a 0 para o Cruzeiro apenas no primeiro tempo, ele deu uma sonora bronca nos comandados e o áudio foi captado pelas câmeras da ESPN.
A partir dali a relação começou a ser mais distante com os atletas. Diante da volta ruim do time e da lanterna após a Copa do Mundo, Ximenes viu Ney Franco ser demitido e acompanhou de longe a chegada de Vanderlei Luxemburgo. Com o novo técnico, o diretor acabou discordando de várias decisões e viu-se ainda mais isolado. A pressão era grande e a diretoria observava o mercado, principalmente de olho em Rodrigo Caetano, então no Vasco, e Alexandre Mattos, do Cruzeiro. Mas com o andamento do time na Copa do Brasil, a situação foi contornada.
No entanto, a desclassificação diante do Atlético-MG de forma impiedosa, com direito a goleada de 4 a 1, fez o próprio Ximenes admitiu a algumas pessoas que o fim do seu ciclo no clube estava próximo. Com a garantia do clube na Série A em 2015 e o início da reformulação de futebol no futebol, o diretor acabou demitido na manhã desta quarta-feira. Ximenes divulgou um comunicado sobre sua saída. Confira abaixo. 
"Ao ser comunicado hoje pelo Clube de Regatas do Flamengo da rescisão prematura do meu contrato de trabalho, após seis meses da minha chegada, deixo o clube com a certeza de ter feito o melhor para que a equipe retomasse o rumo de volta ao lugar que cabe ao Flamengo e sua história dentro do futebol brasileiro.
Encontrei um cenário totalmente adverso: o time sob o comando do segundo treinador no ano, ocupando a 19 posição na tabela do Campeonato Brasileiro e uma forte pressão para contratações durante a parada para a Copa do Mundo.
Desempenhei minha função pautado pelo profissionalismo que rege minha carreira, do qual me orgulho e não abro mão. Liderei a troca de treinadores de forma absolutamente ética, sugeri o nome do substituto e o apresentei à imprensa.
Liderei a rescisão dos contratos de alguns jogadores que o clube considerava não estarem dentro do perfil necessitado pelo Flamengo naquele momento e suportando a pressão externa e interna do clube, estive a frente do processo das duas únicas contratações feitas naquele período, Canteros e Eduardo da Silva, que se revelaram nomes de destaque na recuperação elenco.
Durante esse período, houve trocas de comando, com o cargo de Vice-presidente de Futebol do clube tendo sido ocupado por algumas pessoas, começando por Wallin Vasconcellos, o próprio Eduardo Bandeira, passando por um conselho com seis nomes e culminando com Alexandre Wrobel, que conta com ainda com um Conselho de quatro outros membros. Segui meu trabalho com a mesma lealdade, honestidade e profissionalismo em todas as gestões.
Hoje o Flamengo aparece em 9 lugar na tabela do Brasileiro e se está ainda distante dos times que escreveram a história vitoriosa do clube, também livre de qualquer ameaça de cair para a segunda divisão do futebol brasileiro, temor de todos, quando fui contratado. Mais que isso, está mais organizado para se planejar daqui para frente.
Ao aceitar o convite para ser o Diretor Executivo do futebol do Flamengo acreditava poder colaborar com a profissionalização do clube, uma bandeira da diretoria. Rescindi um contrato pela primeira vez na minha história profissional, com o Esporte Clube Vitória, e mudei para o Rio de Janeiro confiante em um trabalho de longa duração como outros que desenvolvi ao longo de 30 anos de vida dedicada ao esporte e que me rendeu reconhecimento e a convicção de que estava no caminho certo. O futebol brasileiro deve buscar de forma incessante a profissionalização em todos os setores, no cenário atual não cabe mais uma administração sem funções definidas e executadas por pessoas preparadas para cada uma delas.
Lamento não ter podido avançar nesse trabalho e agradeço à direção do Flamengo pelo convite feito. Trabalhar no clube é sempre uma honra para qualquer profissional. Espero que o Flamengo encontre o caminho de grandes conquistas enquanto seguirei minha trilha com disposição para o trabalho, seriedade e ética."
Concordo e assino em baixo, hoje o futebol deve ter pessoas com funções definidas e executadas por pessoas preparadas para cada uma delas, mas, ten-se que levar em conta que importar profissionais de regiões diferentes e que não conhecem as tradições e picuinhas do clube, só levam ao desastre. E além disso uma coisa que não assino em baixo e nem ao menos concordo, e nunca me passou pela cabeça que um executivo de futebol, fosse a vestiários e principalmente "dar broncas" em jogadores (o trabalho dele é burocrático, caçar talentos e trazer negócios favoraveis aos cofres do clube com as transferências - compra e venda), ir ao vestiário é um atestado de burrice e uma amostra de soberba.
#Ficaadica.

7 de novembro de 2014

Blog do Juca Kfouri..... "Mais confusão no Recife"


Como desgraça pouca é bobagem, o Flamengo, depois de ser massacrado pelo seu maior rival fora do Rio de Janeiro, o Galo desde 1980/81, visita o segundo clube cuja torcida também não o engole desde 1987.
Os atleticanos mineiros só agora dão por encerrados os episódios da decisão do Brasileirão de 1980 , no Maracanã, e do jogo, pela Libertadores de 1981, no Serra Dourada, quando, no Rio, José de Assis Aragão expulsou Reinaldo logo depois do gol de empate que daria o título ao Galo e, em Goiânia, José Roberto Wright expulsou Éder, Reinaldo, Palhinha, Chicão e Osmar Guarnelli, pondo fim ao jogo.
Já torcedores do Sport não aceitam o que o Brasil inteiro, menos eles, à época, aceitou, por óbvio: o título brasileiro do Flamengo em 1987.
O Flamengo deve sofrer na Arena Pernambuco, se não tanto quanto no Mineirão, alguma coisa parecida…
Infelizmente acabei de comentar sobre o que aconteceu na partida onde o Atlético foi infinitamente superior ao Flamengo e aparece mais esta joia do futebol Carioca (será, carioca, porque até nisto eles tem separações e elitismo). Mas, é isso aí, estamos vendo ha varias décadas o nosso futebol indo pelo ralo, porque sempre foi direcionado para a região de onde é o dirigente.
Quando o flamengo entrou naquela competição em 1987, já havia as regras estabelecidas, confronto entre os vencedores dos módulos, amarelo e verde, e não interessa o que aconteceu depois, o que vale é que ele aceitou (como os demais), as regras e assinaram  na Federação. Então, porque ficam até hoje falando abobrinhas, deviam é manter o bico calado e vir jogar aqui, até para não aumentarem o grau de animosidade que existe, entre estes clubes e estes dirigentes e até blogueiros e comentaristas "amadores' e barristas, que zoam em nosso futebol. 
O Sport Recife, foi até o fim, e é o Campeão de fato e de Direito da Série A de 1987 (está até em Zurique), quem desistiu foi o Flamengo, e somente quem não aceita a derrota e continua até hoje querendo mudar o que já é história, são os "torcedores" que não enxergam o que é certo e o que é errado ( tem fanatismo), e pensam que podem levar vantagem em tudo porque vivem no Rio de Janeiro e falam com um bombom na boca.

Bebeto sai em defesa do filho: 'Nem se colocasse o Messi ia resolver'


Última substituição de Vanderlei Luxemburgo na derrota do Flamengo para o Atlético-MG, por 4 a 1, o meia Mattheus acabou saindo como um dos responsáveis, na visão da torcida, pela eliminação nas semifinais da Copa do Brasil. Pai do jovem, o ex-atacante Bebeto saiu em defesa do filho.
"Como pode o Mattheus ser crucificado? Um cara que entrou aos 21 minutos, não errou nenhum passe, não cometeu erro algum", disse Bebeto, em participação no Bate-Bola, daESPN Brasil. "Nem se colocasse o Messi ia resolver do jeito que estava ali", seguiu, exaltando o jogo do Atlético-MG.
Na visão de Bebeto, as críticas a Mattheus, além de injustas, podem ser uma tentativa de atingi-lo. "Isso se chama covardia. Será que estão querendo me atingir? Não sei... Mas esse menino ainda vai dar muita alegria no futebol. Seja aqui ou em outro lugar", avaliou o ex-atacante, até um pouco exaltado.
"O que as pessoas têm que entender é que o Atlético fez um grande jogo. É engraçado. Quando ganha, ganham todos; quando perde, também perdem todos. O Flamengo tomou pressão o jogo todo. Ele (Mattheus) entrou com o jogo já 2 a 1 (para o Atlético). É muita injustiça culpar alguém."
Bebeto também eximiu Luxemburgo de culpa, discordando que o técnico tenha colocado o filho em uma ‘roubada'. "Se ele colocou, é porque confia. Deve estar indo bem nos treinos. É o segundo jogo que ele entra. Entrou muito bem contra a Chapecoense... E o Flamengo tem que agradecer ao Vanderlei. Se ele não pega esse time, não sei o que ia acontecer."
Na quarta-feira, Mattheus entrou aos 21 minutos de jogo, na vaga de Everton, que havia marcado o gol rubro-negro no primeiro tempo. O filho de Bebeto, de fato, não cometeu nenhum erro capital, mas também foi pouco efetivo quando teve a bola nos pés.
No retorno do time ao Rio de Janeiro, a torcida protestou, e Mattheus foi um dos principais alvos. O meia, inclusive, chegou a esperar o elenco passar pelo saguão para poder sair em segurança.
Não é possivel o gráu de bairrismo destas pessoas, um único jogador não pode ser culpado por esta derrota, e concordo com Bebeto, nem o Neymar ou Messi resolveriam aquele jogo. Estava escrito que o Atlético venceria aquela partida, e infelizmente os torcedores tem este hábito de querer crucificar alguém, não entendem que jogo é isto mesmo, seu time, um dia ganha, outro perde, do contrário não seria um jogo.

24 de novembro de 2012

GERENTE DE FUTEBOL DEVE ACABAR / FOOTBALL MANAGER WOULD END



O grande desafio hoje é encontrar um treinador que faça todas essas funções, porque ele é, atualmente, um profissional mais de campo e o gerente de futebol é um treinador mais de apoio. Para isso, o treinador terá que assumir mais tempo dentro do clube para justamente desenvolver esse papel. O lado bom dessa mudança é que a relação com a diretoria de futebol vai melhorar, porque não existirão mais os intermediários e a comunicação será direta, ou seja, treinador e diretoria, sem a gerência de futebol no meio. Ainda tem o ganho financeiro, porque o clube não precisará arcar com as despesas desse profissional.
Como o treinador nada mais é que um gerente da área de futebol, o trabalho desse profissional ficará ainda melhor, mais importante. A maior prova disso está na renovação de Vanderlei Luxemburgo com o Grêmio/RS. Em seguida a assinatura do contrato essa semana (22/11/2013), Vanderlei iniciou as conversas com a direção do clube para melhorar o elenco da sua equipe para o ano de 2013. Lá no clube gaúcho e ele fez correto, ele mesmo sentou com a direção do clube gaúcho para definir as regras para 2013. Sem intermediários. Isso é gerir uma equipe, seja ela de futebol, seja ela de qualquer outra área.
O treinador deve fazer a escolha na hora de formar a sua equipe, junto com a direção e mais ninguém.
Link direto ao comentário:  http://joffran.com/2012/11/a-gerencia-de-futebol-vai-acabar/
Abraço a todos.
Joffrãn da Silva

Muito pertinente seu comentário. Entretanto, acho que essa função tende a ser melhor especializada, um Gerente de Futebol cuidaria das divisões de base - de sua estrutura e desenvolvimento -, e também dos contratos ou recomendações de jogadores estando ligado diretamente à presidência. Além, é claro, de fazer o "scout" (procura) dos jogadores profissionais e   das divisões de base, tão relegadas em nosso futebol profissional.

Tal função está distorcida, um Gerente de Futebol não é um “treinador”, nunca foi e nunca deverá ser. Decerto que deve ser uma pessoa com muito entendimento de futebol jogado, mas nunca um treinador, além de possuir a capacidade de articulação e com conhecimento de identificar futuros bons jogadores, entender de valores, de contratos, da burocracia e suas leis, ou seja, do conjunto que rege o Futebol. E por fim, mas não menos importante, ter entendimento de mercado, sobretudo o  internacional.

Não podemos admitir, pelo menos no futebol brasileiro, que um técnico seja aquele que contrata, pois ele ocupa um cargo de extrema incerteza: se perder 4 ou 5 partidas é demitido. E depois como ficarão os jogadores contratados por ele? Outra questão muito relevante é a questão da ética, por exemplo, a comissão/jabá, pagos por fora que os atletas estão sendo obrigados a pagar a alguns para jogar... alguns para fazer testes. Pois, alguns técnicos não estão nem um pouco ligando para sua honestidade ou transparência, o que vale é o dinheiro em sua conta bancária.

Outra coisa é o planejamento de média e longa duração que todo clube profissional deve ter, e quando temos uma verdadeira dança de admissões e demissões na carreira de técnico, não se pode ter certeza de planejamento nenhum.

Então esta função de Gerente de Futebol deve ser melhor vista e repaginada, e locupletada com mais funções pelo clube, dando-lhe o status de "funcionário do clube", com carteira assinada e encargos trabalhistas pagos... Mas, que sejam profissionais, pois, este negócio de colocar um amigo, um conselheiro, ou alguém de sua amizade para ser o tal Gerente de Futebol, esse sim, tende a acabar, pois compromete muito uma administração em um clube profissional e mostra a falta de transparência desta administração. E de preferência que ele tenha sido jogador e que exista uma sinergia e identificação com a instituição. Saudações meu camarada.

Fonte: Joffran. Foto: divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

The challenge today is to find the coach who makes all these functions, because the coach is actually a more professional field and football manager is a coach more support. For this, the coach will have to take more time inside the club just to develop this role.

The good side of this change is that the relationship with the board of football will improve because there will be no more intermediaries and communication will be direct, ie, coach and board without management of football in the middle. Still have financial gain, because the club does not need to bear the cost of this professional.

As the coach is nothing more than a manager of football area, this professional will be even better, more important. The greatest proof of this is the renovation of Vanderlei Luxembourg with Gremio / RS.

After signing the contract this week (11/22/2013), Vanderlei initiated talks with the direction the club to improve your team's squad for the year 2013. There gaucho club and he did correct himself sat with the direction the club Gaucho to set the rules for 2013. Without intermediaries. This is to manage a team, be it football, be it in any other area.

The coach must make the choice at the time of forming your team, along with the direction and nobody else.

Direct Link to comment: http://joffran.com/2012/11/a-gerencia-de-futebol-vai-acabar/

Regards to all.

Joffrãn da Silva

Very relevant your comment. However, I think this function tends to be better defined, a Football Manager have to take care of the basic divisions also, its structuring and development, linked directly to the CEO, to make contracts, or at least recommend to the presidency, and is course to scout players, both, professionals and the amateurs (basic divisions, so relegated in our professional football) and can be brought to be worked on and part of the institution's assets.

Besides that, the function is distorted, a Football Manager is not a "coach", never was and never will be. Certainly someone must be very understanding of football played, but never a coach should be a person with knowledge of identifying future good players, also understand the value of contracts, this bureaucracy and the Laws which govern it, must also have knowledge international market and especially what happens in football in your own region.

We cannot admit at least in Brazilian football, a coach hiring players because he is connected to a very real action in our football, if he losing 4-5 matches is fired and how are the players he brought in? Another major issue is the ethical question, for example, the commission paid out that athletes are being forced to donate to play?  

For some head coaches are not even a preoccupation a little calling with his honesty or transparency, which is worth the money in your bank account. Another thing is the planning of medium and long duration that every professional club should have, and when we have a real dance of admissions and dismissals in the career of the coach, as is all of this.

So this Football Manager role must be further revamped, with more functions and refill with the club functions in the football area, only, giving them the status of "official club", with signed and paid at payroll and taxes, also. But they have to be professionals in this business the club cannot put a friend, a counselor, or someone of his friendship to be as Football Manager, but this tends to end up as an administration committed a very professional club. And preferably that he was a player and there is a synergy and identification with the institution. Cheers buddy.

Source: Joffran. Photo: publicity.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

14 de junho de 2012

DESAFETO DE LUXEMBURGO, EDMUNDO ATACA TREINADOR APÓS VITÓRIA DO PALMEIRAS: “CHUPA” / DISAFFECTION OF LUXEMBURGO, EDMUNDO ATTACKS COACH AFTER PALMEIRAS VICTORY: “SUCK”



Atacante cobra dois cheques não quitados do técnico, e os dois travam batalha na justiça. Comentarista extrapola no Twitter depois de vitória alviverde na Copa do Brasil.
O ex-atacante e comentarista de futebol, Edmundo extrapolou na comemoração da vitória do Palmeiras sobre o Grêmio, nesta quarta-feira, por 2 a 0, no Olímpico. Ídolo da torcida alviverde, o atual comentarista da TV Bandeirante não escondeu que, além da vitória palmeirense e da boa vantagem na semifinal da Copa do Brasil, a derrota do técnico rival, Vanderlei Luxemburgo, também o deixou bastante animado.

"Chupa, Luxa !!!!!!!", postou Edmundo, em seu Twitter, após o primeiro gol do Palmeiras na noite desta quarta.

"Luxa chupa outra vez, seu... !!!", completou, minutos depois, quando o Verdão marcou o segundo gol. "Agora é esperar o nosso adversário da final !!!!".

O técnico e o ex-jogador travam uma batalha judicial desde 2006, quando Edmundo entrou com ação cobrando dois cheques não quitados, supostamente "sem fundos", de Luxemburgo. Na época, os valores totalizavam cerca de R$ 400 mil, mas hoje a dívida está estimada em quase R$ 2 milhões.
A decisão favorável a Edmundo já foi anunciada pelo Superior Tribunal de Justiça no ano passado, mas não foram encontrados bens suficientes no nome de Luxa para quitar a quantia.
Será que um dos técnicos de futebol/empresário/presidente de clube e tantas outras cositas mais, e bem sucedido não tem bens suficientes para pagar o que deve? Este é o nosso futebol, cheio de artimanhas, trapaças e mentiras.
Fonte: ESPN. Foto: Divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Striker get two bounces checks from the coach, and the two go do battle in court. The commentarist works on TV Band and extrapolates on Twitter after victory alviverde “white and green”  in the Cup of Brazil.

The former striker and football commentator, Edmundo extrapolated to commemorate the victory over Grêmio by the Palmeiras, on Wednesday, by 2-0 in the Olympic arena.

Alviverde idol of the crowd, the current TV Bandeirantes commentator no secret that apart from Palmeiras win and good advantage in the semifinals of the Cup of Brazil, the defeat of the rival coach, Vanderlei Luxembourg, also left him quite excited.

"Suck, Luxa!!", Edmundo posted on his Twitter after the first goal of Palmeiras late on Wednesday.

"Luxa sucks again, you ...!" He added, minutes later, when Palmeiras scored the second goal. "Now, we expect our opponent in the final at home stadium!".

The coach and former player waging a legal battle since 2006, when Edmundo has filed suit charging two checks not paid off, supposedly "with no funds" from, Luxemburgo. At the time, the values ​​totaled about $ 400,000 reais, but today the debt is estimated at almost $ 2 million of reais.

The decision in favor of Edmundo has already been announced by the Supreme Court last year, but there were not enough goods in the name of Luxa “Luxenburgo” to repay the amount.

One of football successful coach of Brazil, and also manager, club president, entrepeneur and many other “cositas mas”, has no sufficient assets to pay what he owe? This is our game, full of tricks, cheats and lies.

Source: ESPN. Photo: Disclosure.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

8 de agosto de 2011

With Flamengo, Luxemburgo back to the top of the Brasileiro alone, after seven years /Com Flamengo, Luxemburgo volta ao topo do Brasileiro sozinho apó

Última vez que técnico liderou o certame nacional foi com o Palmeiras em 2008, mas junto com o Grêmio; isoladamente não conseguia desde 2004, quando foi campeão com o Santos.

Vanderlei Luxemburgo sabe que repetir um título nacional após seu maior jejum desde o primeiro, em 1993, o fará gozar novamente do prestígio que outrora aproveitou. No final de semana, deu mais uma prova com o Flamengo de que está no caminho certo para isso ao assumir a liderança do Campeonato Brasileiro de forma isolada e repetir uma situação inédita nos últimos sete anos.

Foi justamente quando comemorou sua derradeira de cinco taças do certame mais importante do país, com o Santos em 2004, que o técnico sentiu o gosto de ir ao topo da tabela. Chegou lá daquela vez no momento mais importante, a última rodada, após briga acirradíssima com o Atlético-PR, que terminou com o vice.

Depois disso, conseguiu em mais uma oportunidade ser líder do Brasileiro, na 28ª rodada da disputa de 2008, com o Palmeiras, mas desta vez em companhia do Grêmio, que acabou sendo o principal opositor do São Paulo, campeão ao final daquele ano. Colocar o Flamengo no ponto mais alto é também uma vitória pessoal de Luxemburgo.

Estar no topo do Nacional simboliza uma espécie de recuperação do treinador fluminense nascido em Nova Iguaçu e de 52 anos após um período de vacas magras em relação a conquistas de expressão. Após 2004, só conseguiu títulos estaduais - cinco ao todo, em São Paulo (2006, 2007 e 2008), Minas Gerais (2010) e Rio de Janeiro (2011). A baixa na carreira parece tê-lo tornado mais humilde também.

"Eu sabia que íamos decidir em uma bola parada e eu temia o contra-ataque do Coritiba, porque eles têm jogadores rápidos. Acho que eles foram quem mais nos dificultou no campeonato. Se você atacar e olhar para trás e tudo não estiver protegido, você perde o jogo. É uma equipe bem armada", afirmou após o triunfo sobre o Coritiba, no sábado, dando todas as honras a seus jogadores e elogiando o adversário.

O mérito do Flamengo atual tem tudo a ver com o trabalho dele. E com sua estrela também. O time que muitas vezes empolga com jogadas de efeito e objetividade protagonizadas por Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves também ganha com gol em cima da hora anotado por reserva, caso de sábado na vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba quando Jael saiu do banco e foi o herói da noite.

O Flamengo de Luxemburgo também não perde. Em 42 partidas no ano, venceu 25, empatou 16 e só perdeu do Ceará, em tropeço que custou a eliminação na Copa do Brasil. A invencibilidade neste momento é de 16 partidas, com nove vitórias e sete empates. O ótimo trabalho já lhe rende avaliações mais do que positivas entre os especialistas.

Calma pessoal, todos sabem da competência do técnico acima, mas falar que ele ainda é o melhor do Brasil é conversa fiada. Se vocês aí do Rio fazem de tudo para enaltecer o futebol de vocês , seria de bom alvitre por os pés no chão e falar no futebol como um todo, sem puxar a sardinha, isto já mostrou que só prejudica.

Fonte: ESPN.COM.BR por Jean Pereira Santos. Foto: Agencia Estado.

Comentário: Roberto Queiroz de Andrade. Tradução: Roberto Queiroz de Andrade Junior.

Last time coach led the national event was for Palmeiras in 2008, but along with the Grêmio, could not alone since 2004 when he was champion with Santos.


Vanderlei Luxemburgo knows that a repeat national title after its largest fast from the first, in 1993, will again enjoy the prestige it once enjoyed. Over the weekend, gave further proof that the Flamengo are on track for it to take the lead in the Brazilian Championship in isolation and repeat a situation unprecedented in the last seven years.

It was just as celebrated his last five bowls of the most important event in the country, with the Santos in 2004, the coach felt like going to the top of the table. He got there this time when it mattered most, the last round, after tough fight with Atletico-PR, which ended with the deputy.

After that got one more opportunity to be leader of the Brazilian Serie “A” in the 28th round of the 2008 race, with the Palmeiras, but this time in the company of the Grêmio, which ended up being the main opponent of Sao Paulo, champion at the end of that year. Place Flamengo at the highest point is also a personal victory for Luxemburgo.

Being on top of the National symbolizes a kind of recovery coach wich born in Nova Iguaçu, 52 years after a lean period in relation to power of expression. After 2004 only, able to state titles - five in all, in São Paulo (2006, 2007 and 2008) Minas Gerais (2010) and Rio de Janeiro (2011). Low career seems to have made him more humble, too.


"I knew we were going to decide on a dead ball and I feared the counter-attack with Coritiba, because they have fast players. Who I think they were more difficult in the championship. If you attack and look back and everything is not protected, you lose the game. It is a well armed, "he said after the win over Coritiba on Saturday, giving all honor to his players and praising the opponent.

The merits of the Flamengo today, has everything to do with his work. And with its star as well. The team often played with thrills and objectivity of effect starring Ronaldinho and Thiago Neves also win with a goal in the nick of time recorded by reservation, in the case of Saturday 1-0 victory over Coritiba when Jael came off the bench and was the hero of the night.

Flamengo did not lose with Luxemburgo. In 42 games this year, won 25, drawn 16 and lost only Ceará, a stumbling block to eliminate that cost in the Brazil Cup. The unbeaten run is now 16 matches, with nine wins and seven draws. The good work has earned him more than positive evaluations of the experts.


Calm down guys, everyone knows the technical competence of the W. Luxemburgo, but say he is still the best of Brazil is baloney. If you people in Rio do everything possible to enhance your football, it would be wise to put your foot down and talk in football as a whole, without pulling the sardine, it has shown that only harms.


Source: ESPN.COM.BR by Jean Santos Pereira. Photo: The Associated Press.
Comment: Roberto Queiroz de Andrade. Translation: Roberto Queiroz de Andrade Junior.