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16 de março de 2014

Agradecimentos ao Cassio Zirpoli e ao Diário de Pernambuco.


Quero deixar meus agradecimentos ao Cassio Zirpoli por manter sempre o link de nosso Blog, (Blog Agente FIFA) no Blog do Diário de Pernambuco. mais precisamente no Blog de Esportes. Receba meu abraço camarada. 

http://blogs.diariodepernambuco.com.br/esportes/

23 de outubro de 2013

O projeto altera a Lei Pelé para permitir que o patrimônio pessoal dos dirigentes possa ser alcançado, por má administração / The Project amends the Pelé Law to allow the personal assets can be achieved from directors through mismanagement

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta última quarta-feira, projeto de lei que pune dirigentes esportivos que tenham contraído dívidas temerárias assumidas nas suas gestões e deixadas para os sucessores. A proposta, que passou em caráter terminativo, seguirá diretamente para a Câmara caso não haja recurso de senadores para levá-lo à apreciação do plenário.
O projeto altera a Lei Pelé para permitir que o patrimônio pessoal dos dirigentes possa ser alcançado em ações decorrentes de mau uso dos recursos da entidade esportiva. A intenção dos parlamentares é evitar que eles firmem contratos que extrapolem sua gestão e usem esses acordos de forma indevida. Caberia a algum sócio do clube de futebol questionar as dívidas contraídas de forma temerária.
"É evidente que esta antecipação de receita é indevida para o clube na medida em que promove o seu endividamento. Está gastando receita futura", afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR), que foi relator da matéria na CCJ do Senado.
Acho uma temeridade se votar em algo que não tenha começo, meio e fim, e creio que precisamos realmente de uma legislação que regule e trate destas administrações, nos clubes brasileiros, mas, precisamos ter desde o começo (desde a formação destes clubes), uma Lei que regularize e possa punir estas administrações danosas. Mas, deixar isto no ar, fica muito ruim e deixa com certeza brechas para serem usadas por qualquer um que tenha uma noção do que é o futebol profissional, e do que se pode fazer numa instituição que continua “sem fins lucrativos”, (tendo certos privilégios) mas, funcionando numa das indústrias que mais movimenta dinheiro no mundo.
Para fazer a coisa certa, se faz necessário que pessoas que são profissionais do futebol, e que trabalham diuturnamente nele, se reúnam e discuta porque e como, se pode promulgar uma Lei que realmente venha a resolver esta situação. Não é salutar que leigos no assunto a façam, apenas por politicagem.
Gostaria muito de saber como alguém pode definir como se daria este endividamento, e como se consegue saber se é mau uso ou se esta denúncia estaria apenas sendo feita para beneficiar outros interesses.
Fonte: Brasília. Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Filho.
The Committee on Constitution and Justice ( CCJ ) from the Senate approved on Wednesday , a project that punishes sports clubs directors who have contracted debts assumed reckless in their management and left to the successors . The proposal, which passed on a terminating character, proceeds directly to the Deputy Federal Board if no resource senators to take it to plenary.

The bill amends the Pelé Law to allow the personal assets of directors can be reached in lawsuits arising from misuse of the resources of sports organization. The intention of legislators is to prevent them into contracts that exceed their management and use these agreements improperly. It would be up to any shareholder of the football club questioning debts recklessly.

“Clearly this revenue anticipation is improper for the club in that it promotes them debts.  Future revenue spending," said Senator Alvaro Dias ( PSDB - PR ) , which was rapporteur of the matter in the Senate CCJ .

I think it foolhardy to vote for something that has no beginning, middle and end , and I think we really need a law to regulate and treat these administrations, at the Brazilian clubs , but we need to have from the beginning ( since the formation of these clubs ), an Act to regularize and to punish these administrations harmful. But, leave it in the air, is very bad and certainly leaves gaps to be used by anyone who has a sense of what is professional football, and what can be done in an institution that continues was a "nonprofit" organization (under of some privileges) but working in industries that moves more money in the world .

To do the right thing, it is necessary that people who are professional football, and working on it incessantly, to meet and discuss why and how, it can enact a law that will really solve this. It is not healthy to lay the matter to do, just for politicking.

I would love to know how anyone can give this set as debt, and how they can know if it is misused or if it would only complaint being made to benefit other interests.


Source : Brasilia . Comment: Roberto Queiroz . Translation : Roberto Queiroz and Roberto Filho.

27 de setembro de 2013

Hora de mudanças para a Responsabilidade Social no futebol

Na década passada, qualquer argumento sobre a Responsabilidade Social das Empresas (RSE) no futebol era focada no que poderia ou deveria ser feito pelos clubes e jogadores. Testemunho do progresso feito nesta área, desde então, é que esta discussão, em grande parte, mudou e hoje se fala o quanto pode ser feito.
Mas enquanto o foco deve permanecer no trabalho em progresso e no desenvolvimento de novos programas para garantir que o bom momento financeiro do esporte beneficie uma comunidade maior, mais tempo, energia e, sim, até mesmo dinheiro, precisa ser gasto na divulgação desses esforços.
Muitas vezes eu fico triste ao ler relatos de iniciativas dignas que lutam para transmitir sua importância e, muitas vezes, o maravilhoso trabalho que está sendo realizando. Na realidade, o uso habitual dos jargões corporativos parece sugerir que a parte mais importante da RSE é o aspecto da “empresa” ao invés da “responsabilidade social”
Se, como dito frequentemente, o “futebol é um veículo” para atrair participantes a se engajarem com assuntos que podem ser difíceis ou consideradas pouco atraentes (Como usar o valor da venda de um jogador em um curso para ensinar matemática), então essas iniciativas ficarão presas em um engarrafamento sem o uso de uma linguagem própria para conectá-las com a sua audiência.
Da mesma forma, muitos programas são “entregues” ao invés de organizados ou planejados. Tal linguagem afasta as pessoas. Onde estão as histórias inspiradoras, os contos que fazem você se sentir orgulhoso de estar envolvido? Elas estão lá fora, eu sei, mas há poucas delas em todos os setores da mídia.
Não é totalmente culpa das instituições ou fundações de caridade que elas sejam incapazes ou não qualificadas para comunicar melhor a natureza de seu belo trabalho. O financiamento é sempre difícil de ser aprovado e muito mais as doações, compreensivelmente, contém disposições sobre como este dinheiro deve ser usado. Claro que a própria empresa deve ser priorizada, por isso é natural que qualquer grupo ou equipamento requerido sejam contabilizados antes.
Mas a promoção não pode ser uma reflexão tardia, menos importante, porque a comunicação eficaz irá exaltar toda a organização, bem como a iniciativa em questão.
Enquanto algumas pessoas possam argumentar que todo o dinheiro deve  ser usado para ‘fazer o bem’, não há vergonha nenhuma em tentar ganhar uma imagem positiva, especialmente se ele ajudar a incentivar ainda mais o financiamento ou doações para a expansão de um projeto novo ou novas iniciativas.
Muitas vezes a melhor maneira para demonstrar o impacto da RSE é divulgar as histórias de interesse humano no centro do trabalho que fornece exemplos explícitos de como a vida das pessoas está sendo melhorada.
E, embora possa ser ingênuo esperar que uma instituição empregue alguém com talento para caçar essas histórias, uma empresa que se comunica bem internamente, que regularmente escuta seus grupos que estão na linha de frente, construindo relações com aqueles que estão sendo ajudados, estará bem posicionada para traduzir esta intenção em publicidade positiva.
Estes são os pensamentos de Matt Wright (@mattjobob) Chefe de Comunicação do Back in Football.
No qual concordo plenamente, sendo que aqui no Brasil, necessitaríamos de algumas variações, pois temos hábitos diferentes e educação também, mas, certamente que precisamos disto.

Fonte: Soccerex.  Comentário: Roberto Queiroz.

23 de setembro de 2013

MEDIDA PROVISÓRIA, Nº 620 de 2013


Veja aqui em sua íntegra.

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=113173

As entidades esportivas que recebem recursos públicos não poderão eleger um mesmo dirigente por mais de dois mandatos seguidos, com duração de quatro anos cada. O projeto de lei de conversão que limita o mandato de cartolas no futebol e em outros esportes foi aprovado com o apoio do senador Armando Monteiro (PTB-PE). A norma é oriunda da Medida Provisória 620/2013 e agora segue para sanção presidencial.

Além de permitir uma única reeleição de dirigentes, a MP também torna inelegíveis o cônjuge e os parentes até o segundo grau dos dirigentes que forem sucedidos. Prevê ainda outros requisitos, voltados a uma maior transparência de gestão, como condição para que clubes, comitê olímpico, ligas, federações e confederações esportivas tenham acesso a verbas públicas. Determina, por exemplo, que os resultados financeiros sejam integralmente destinados para manutenção dos objetivos sociais.

Infelizmente as coisas não poderiam sair ou ser desta maneira e muito menos feitas por pessoas que não estão no futebol. Que se precisa ordenar isto, esta mais que necessário, só que, corretamente.


Precisamos alinhar, por exemplo, o mandato dos presidentes com os ditames da FIFA, com o regulamento de contratações, pois se a instituição é sem fins lucrativos, o esporte não é, portanto, não adianta legislar somente para aparecer. Pois, ao invés de melhorar, dará lugar apenas a outros mandatos fantasmas e medidas alinhadas para burlar a lei, isto é Brasil.

20 de julho de 2012

CINCO ESPORTES GERAM OS 100 CLUBES MAIS PODEROSOS DO MUNDO / FIVE SPORTS GENERATE 100 CLUBS THE WORLD’S MOST POWERFUL.



Entre clubes, franquias e sociedades anônimas, as 100 agremiações esportivas de maior faturamento no mundo atuam em apenas cinco modalidades.
Futebol, futebol americano, baseball, basquete e hóquei sobre o gelo.
Na última temporada, a soma dessas equipes chegou a US$ 24 bilhões…
O domínio do mercado norte-americano impressiona, com uma estrutura baseada em franquias nos esportes coletivos, visando puramente o business.
O futebol americano e suas 32 equipes, por exemplo, registraram a incrível média de 67 mil pessoas na última temporada, com 33 milhões de torcedores em 492 jogos.
Considerando as receitas que cada partida gera, é possível imaginar o lucro.


Antes disso, é verdade, existe a força do futebol tradicional, encarnada nos quatro primeiros lugares, ocupados por Real Madrid (668 mi), Barcelona (628 mi), Manchester United (511 mi) e Bayern de Munique (447 mi).
A partir daí, a força dos EUA, com 35% da receita via NFL (8,3 bi) e mais 27% através do baseball (6,4 bi). Dos 100 times, 74 são dos Estados Unidos, com 70% da receita.
No post, gráficos do estudo divulgado pela Pluri Consultoria, que mensurou os dados de publicações como Forbes e Deloitte Money League (veja aqui).
É possível ganhar muito dinheiro no esporte. Com uma boa gestão, obviamente.

Vou comentar em torno do nosso futebol somente.
Posso sentir-me à vontade para comentar sobre o que ocorre nos EUA, pois vivi e trabalhei junto a esta indústria que chamamos de futebol, muitos anos.
Eles têm um macro planejamento antes de tudo, procura se saber antes de construírem um estádio, de fundarem um clube de fundarem ou instalarem uma franquia, então procuram saber qual é a população ao redor daquela região, quais são suas preferências e suas aspirações, sua renda, se são casados, separados, aposentados que residem naquela região, sua descendência, credo, e até interesse politico e assim por diante.
Onde se perdem é pensarem que podem entender tudo de negócios, marketing e planejamento, em detrimento ao conhecimento profundo do esporte em questão, o futebol. Então, particularmente neste esporte as coisas vão e vem, nos outros, eles já dominam com extrema competência seu desenvolvimento.
E sabem como e onde vão buscar suas receitas. O que aqui não temos, é tudo feito na improvisação, sem comando de começo, meio e fim. No outros esportes, o que temos a fazer é simplesmente ir para lá aprender, copiar o que dá certo e logicamente adequar a nossos costumes.
Fonte: Pluri Consultoria, Deloitte Money League, Forbes.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Between clubs, franchises, corporations and sporting clubs of the 100 highest-grossing acts in the world in just five events.

Football/Soccer, North American Football, Baseball, Basketball and Hockey on Ice, these are the most powerful sports in the world.

Last season, the receiver/sums/income of those teams reached $ 24 billions.
The dominance of the U.S. market is impressive, with a structure based on franchises in sports, aiming purely the business.

The football and its 32 teams, for example, recorded a staggering average of 67,000 people last season, with 33 million fans in 492 games.

Considering the revenue that each match generates, you can imagine the profit.

Before that, it is true, there is the strength of traditional football, embodied in the first four places, occupied by Real Madrid (668 mi), Barcelona (628 mi), Manchester United (511 mi) and Bayern Munich (447 mi).

From there, the strength of America is with 35% of revenue via NFL (8.3 billion) and over 27% through baseball (6.4 billion). Of the 100 teams, 74 are from the United States, with 70% of revenue.

In the post, graphics study released by Multi Consulting, which measured data from publications such as Forbes and Deloitte Money League (see here).

You can make big money in sports. With a professional management of course.

I will comment about our football only.

I may feel free to comment on what happens in the U.S., because I lived and worked together with the industry we call football, means, soccer, many years.

They have a macro planning first in all of the move of all, they like to know before go for it and build a stadium, founded a club or start up a franchise, then they seek to know what is the population around that area, what are their preferences and aspirations, their income, whether they are married, separated, retired, residing in that region, their offspring, creed, and even political interest and so forth.

Where they are lost is thinking they can understand all about it, is only a question of business, marketing and planning, rather than the deep knowledge of the sport in question, means, football/soccer. So especially in these sport things come and go up in US., in the other, they have already mastered with great competence in development.

And they know how and where they get their revenues. What we have here is all done on improvisation, without command from the beginning, middle and end. In other sports, we have to do is just go there to learn, copy what works and logically suit our customs.

Source: Multi Consulting, Deloitte Money League, Forbes.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.

23 de maio de 2012

NOVO BALANÇO MOSTRA AVANÇO NAS OBRAS DA COPA DO MUNDO FIFA BRASIL 2014 / NEW REVIEW SHOWS PROGRESS IN THE WORKS OF FIFA WORLD CUP BRAZIL 2014.





Desde setembro de 2011, quando o governo federal apresentou o último balanço dos preparativos para o Mundial, houve aumento de 76% do número de obras em andamento. Hoje, 60 intervenções acontecem nas 12 cidades-sede. O balanço mostra ainda que o volume de investimentos previstos – R$ 27,1 bilhões – permanece o mesmo.

As construções ou reformas dos 12 estádios seguem dentro do cronograma previsto, tanto para atender os jogos da Copa das Confederações, no próximo ano, como da Copa do Mundo, em 2014. As obras de mobilidade urbana e infraestrutura aeroportuária avançaram e vão se configurar como legado importante para a sociedade brasileira.

Os dados apresentado no balanço se referem a abril de 2012, quando foi finalizada a rodada de verificação com as 12 cidades-sede.
Estágio Atual: Em Obras
Execução da Obra, hoje 23/05/2012, de acordo com o Ministro Aldo Rebelo:
 32,8%

Sinto sinceramente que algo está errado, como é que aqui se fala 32,8% de obras e em Recife se fala “no mesmo dia”, 40%, além de que o site do governo tem tradução em Inglês, mas não se fala nisso, e pasmem, precisamos simplesmente chegar em Novembro deste ano, aos 90% de obras concluídas.....

Como não trabalho nem tenho conhecimento de engenharia e construções, vou esperar chegar o final do ano para bater palmas e elogiar se isto estiver correto.

Aqui pra nós, acho que não está, mas quem sou eu para achar isto.....

Fonte: www.esportes.org.br  Foto: divulgação.
Comentário: Roberto Queiroz. Tradução: Roberto Queiroz e Roberto Queiroz Junior.

Since September 2011, when the federal government presented the latest balance sheet of the preparations for the World Cup, there was a 76% increase in the number of works in progress. Today, 60 interventions happen in 12 host cities. The balance sheet also shows that the volume of planned investments - R 27.1 billion - remains the same.

The construction or renovation of the 12 stages follow on schedule, both to attend the games in the Confederations Cup next year as the World Cup in 2014. The works of urban mobility and airport infrastructure will be set forth and as important legacy for Brazilian society.

The data presented in the balance sheet relate to April 2012, when the round was finished the checks with the 12 host cities.

Current Stage: Under Construction

Implementation of the Work, today 5/23/2012, according to the Minister Aldo Rebelo:
  32.8%

http://www.copa2014.gov.br/pt-br/noticia/balanco-mostra-avanco-nas-obras-da-copa

I sincerely hope that something is wrong, how do we speak here of works and 32.8% in Recife speaking "the same day," 40%, at 05/23/12, beyond which the government website has English translation, but they do not talk about it and amazingly, is simply, we need to arrive in November this year, with 90% of works completed ..... To receive the Confederations Cup.

How can I talk about it if I do not work or have knowledge of engineering and construction, I hope to arrive later in the year “November” to clap and praise if it is correct.

Here for us, I think it’s not, but who am I to find it .....

Source: www.esportes.org.br Photo: publicity.
Comment: Roberto Queiroz. Translation: Roberto Queiroz and Roberto Queiroz Junior.